Dica para ouvir e entrevista com a Banda No Trauma

Fundada desde 2011, a banda carioca No Trauma, traz um rock com uma pegada pesada. Já fez vários shows em casas conceituosas do Rio de Janeiro.  Em 2015, lançaram a música VIVA FORTE https://www.youtube.com/watch?v=k5dts5_kknk …No Trauma!

O Dicas da Paty um papo com essa galera. Curte aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

Bem, a formação atual se consolidou depois de muitas mudanças; hoje, com a nossa formação atual, alcançamos um som único e mais coeso. Marvin (batera) e Tuninho (guitarra) estão na banda desde o início, Hosmany (vocal) veio bem na época que estávamos produzindo o nosso disco Viva Forte até o seu leito de morte, João (baixo) veio pouco depois do disco já gravado.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda vem de um conceito um pouco difícil de explicar, temos um paradoxo entre o inglês e o português no nome, mas parte do princípio de não se abalar, não se enfraquecer, não deixar que traumas te parem, mesmo estando em trauma; daí o paradoxo do inglês português, no trauma (estar traumatizado) e no trauma (sem trauma) .

 

– Qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é tocar, fazer show, vê o êxtase das pessoas cantando nossas músicas. A parte mais difícil e creio eu que para qualquer artista independente de ser no Brasil, seria a administração do projeto, pois levamos uma vida dupla, entre a música e um trabelho externo a ela pois viver de música pra gente ainda não é possível, mas será.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

O No Trauma é uma experiência, é uma reflexão, é um esporro, é um alívio para quem ouve e é mais além, para quem vai a um show nosso um presente. Conheça nosso trabalho.

 

– Como vocês veem a cena independente atual?

A cena independente no Brasil tem muitas flutuações, a poucos anos estava muito boa, hoje já vive algumas dificuldades, mas creio que o momento do País também não está propício, mas ela vive e nunca morrerá a música é eterna.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A vantagem e a liberdade, seu trabalho ganha total autenticidade com isso, a desvantagem é o investimento para tal, você é seu próprio investidor e as vezes, você pode ser um puta artista, mas depende de um investimento para poder crescer.

 

– Quais são as influências e o diferencial No Trauma?

As influências são muitas, desde artistas do nosso gênero a outros estilos de música diferentes, abrangemos até livros, filmes e etc. para compor tudo que é o No Trauma

 

– E os planos para 2018?

2018 já está sendo um ano de plantio para nós, estamos compondo para o novo disco, e ainda esse semestre teremos um clipe novo do nosso último disco e mais algumas novidades ainda sobre o Viva forte até o seu leito de morte .

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

https://www.facebook.com/NoTraumaOFICIAL

Instagram: @notraumaoficial

Canal no Youtube

Relaxa que é sexo

Sinopse: A peça descreve com humor, sedução e leveza as mais diferentes experiências sexuais – de virgindade a homossexualismo. Sem compromisso ou maiores explicações, o sexo é encarado como forma de amor, diversão, prazer ou sustento. É uma comédia de encontros ocasionais, inesperados ou previstos, por vezes até dolorosos que podem acontecer a todos nós, principalmente aos mais jovens, e que vistos de fora podem ser hilários.

Local: Teatro Nair Bello (Paulista)

Data: até 1 de Abril; Sextas e sábados, às 21h; Domingos, às 19h

Na bilheteria: R$ 80,00

No Sampa ingressos: R$ 40,00

https://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=96016

Dica para ouvir e entrevista: Banda O Cravo

Formada em Juiz de Fora, no final de 2013, a banda CRAVO tem letras que falam sobre amor, paz e esperança; com influências do reggae e rock, envolvidos da melhor forma pelo pop nacional e internacional.

Sua formação vem com Pablo P.A (Vocal, Guitarra e Violão), Kdim (Vocal, Guitarra e Violão), Fred (Bateria) e Anderson Neném (Baixo). O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre produção musical, o contato com os fãs e a produção do primeiro clipe da Banda. Curta, compartilhe e comentem o que acharam.

 

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu a partir de um antigo projeto que se desfez para começar uma nova caminhada. Eu (kdim vocalista) e PA (vocalista), decidimos montar um projeto mais comercial e, a partir daí começamos a procurar novos integrantes. Fred (bateria) e Neném (baixo) vieram depois por indicação de amigos.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia do nome foi o PA que criou. Na primeira ideia seria “Cravo da terra”, mas decidimos não usar esse nome por ser um pouco mais rotulado ao reggae. Decidimos usar CRAVO, que é uma sigla que simboliza muito no que acreditamos. CRAVO é crer no Amor e na Verdade do Onipresente.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que leva uma mensagem positiva em todas nossas canções e apresentações. Acreditamos muito no poder que a música tem de influenciar positivamente na vida das pessoas e seguimos por esse caminho. Somos uma banda pop com influencias no reggae, rock e rap.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A maior vantagem definitivamente é o reconhecimento pelo esforço. Produzimos tudo em casa no nosso estúdio chamado “MobDisk” . Desde a primeira palavra de uma composição até o arranjo final é feito aqui. Ser reconhecido por isso não tem preço. O maior desafio é realmente mostrar o nosso trabalho para o maior número de pessoas. É um trabalho longo que exige muita abdicação e dedicação.

 

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Nosso contato é forte. Sempre conversamos com todos os nossos fãs diretamente. Estamos sempre pedindo sugestões para cada vez mais, melhorar nossa entrega de conteúdos e nossa comunicação. Temos um carinho enorme por todos, pois sem eles não seriamos nada.

 

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outra melodia ou é um processo colaborativo?

Todos da banda abraçam uma função. O processo de composição é feito por mim (Kdim) e Nenem. A parte de produção é comandada pelo PA e nós auxiliamos na parte de produção e arranjo. Hoje fazemos parte da Nonstop que gerencia toda nossa carreira. Somos muito gratos pela Nonstop em realizar nossos sonhos.

 

– Como surgiu a ideia do Incasa?

A internet é uma ferramenta fundamental para mostrar conteúdo gratuito. No início nós fazíamos vídeos gravados por celular. Depois de um tempo, vimos que a galera curtia e compartilhava muito. Tivemos a ideia de fazer algo com mais qualidade e que fosse dentro da nossa casa. Daí surgiu a ideia do Incasa.

 

– E os planos para 2018?

Esse ano lançamos o nosso novo EP chamado “Cravo” onde teremos 5 a 6 músicas autorias. Vamos gravar nosso primeiro clipe desse EP no final de março e iniciaremos também a nossa nova tour, chamada “Nossa Vibe”. Temos muito trabalho a fazer e vocês não perdem por esperar.

 

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

@cravooficial

http://www.cravooficial.com

https://www.facebook.com/cravooficial

https://www.instagram.com/cravooficial/

https://www.youtube.com/user/cravooficial/videos

Dica para ouvir e entrevista: Banda Old Kitchen

Formada por amigos, em meados de 2012, a Old Kitchen é uma banda de Rock composta pelos membros André Lima (Voz e Guitarra); Calado (Bateria), Gabriel Teodoro (Baixo) e Pedro do Carmo (Guitarra).

Em 2014, lançaram seu primeiro álbum, que conta com dez faixas, em um repertório único e autoral. Suas influências vão do indie rock moderno a bandas clássicas, passando por The Strokes, Arctic Monkeys, The Killers, The Cure, The Killers, The Smiths e entre outros.

O Dicas da Paty bateu um papo com André Lima, o vocalista da banda que conta sobre produção musical,  suas influências e plano para este ano.

– Como aconteceu a formação da banda?

Eu (André Lima, vocalista e Guitarrista) e o Thiago Calado (Baterista) tocamos juntos em outras bandas há mais de 10 anos; porém, depois de um hiato devido a circunstâncias da vida, nos encontramos um dia e resolvemos fazer algo juntos novamente. Nessa época, o Thiago já estava em um projeto com o Rodrigo David, que foi quem produziu o nosso primeiro disco e a faixa Legado meu do último EP, e começamos algo novo. Enquanto esse projeto rolava, o Gabriel Teodoro, nosso baixista, já amigo de longa data, frequentava os ensaios e foi obrigado por nós a tocar baixo na banda hahaha….

Esse projeto se dissolveu, e mais tarde eu, Gabriel e Thiago nos juntamos e demos início a Old Kitchen. Já tínhamos uma ideia pré-concebida do que queríamos fazer, e tudo rolou muito rápido, nessa época (meados de 2012) éramos um trio, porém, devido a quantidade de guitarras nas gravações, sentimos a necessidade de ter mais um guitarrista na banda. O Pedro (Badá) já era um grande amigo nosso, também era um cara presente e que já vinha participando dos nossos shows a algum tempo, um dia paramos e nos perguntamos, “o Badá já é integrante da banda, certo? rs, então tiramos uma foto com ele, e aqui estamos nós.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Quando eu e Thiago montamos a nossa primeira banda, o nosso ensaio acontecia em uma cozinha de uma casa vazia que ficava no quintal da casa do Marcus, primo do Thiago e tecladista da banda na época. Era uma casa muito antiga e que pertencia a avó deles, e toda a nossa formação musical aconteceu naquela casa. Quando pensamos em um nome para a banda, eu tive essa ideia de Old Kitchen (que é cozinha velha), como uma homenagem a essa história, o fato de ser em inglês tem muito a ver com a sonoridade e pronuncia que parecia mais interessante.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Todos somos apaixonados pela música, posso responder por todos que esse é e sempre foi o nosso sonho.

 – Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Eu acho que a Old Kitchen não se enquadra em um estilo específico, devido a centenas de influências de cada um dos integrantes da banda. Diante disso, eu só poderia dizer que o nosso som é Rock, porém com grandes e fortes letras, linhas de guitarra, baixo marcantes, e uma levada. às vezes até dançante…. bem, é difícil traduzir em poucas palavras rsrs

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

Isso está muito ligado ao que cada um está disposto a encarar como vantagem, nós aceitamos todos os momentos que a banda viveu e vive como bons. Sempre encontramos uma forma de enquadrar o momento da banda a nossa realidade, e fazemos isso para que não exista um motivo que pare a Old Kitchen.

O desafio de produzir música autoral no Brasil, é talvez menor do que a uns 20 anos atrás, existem muito home estúdios que oferecem um material com boa qualidade ou até mesmo a própria banda pode produzir boa parte do seu material em casa. Agora, falando de carreira, não podemos ignorar o fato de que o Rock não é a menina dos olhos da indústria, então vira uma questão de escolha, do que cada um espera, nós da Old Kitchen queremos sempre mais, e trabalhamos duro para isso, batemos nas portas, e estamos escrevendo e nossa história, com toda a dificuldade, estamos felizes pelo privilégio de poder fazer o que amamos.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Temos muitas influências parecidas, viemos da mesma ” escola ” musical, sempre ouvimos muito The Smiths, The Strokes, The Cure, Arctic Monkeys, The Killers, Muse, e bandas mais antigas como Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones…., todos também ouvimos muitas bandas de Metal, progressivo e até música eletrônica como Daft Punk, kraftwerk, Pet Shop Boys…, somos uma banda realmente eclética.

– E os planos para 2018?

Nós sempre tivemos a política de não parar de trabalhar, independente de mercado, e influências externas. Juntamos nossos trocados e produzimos o nosso material, e é isso que vamos continuar fazendo. Se algo maior acontecer e mudar a nossa realidade, também será maravilhoso.

O que temos de mais próximo e a gravação de um clipe para uma das faixas no nosso último EP “Novas Receitas” então, fiquem de olho rsrs.

 

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

https://www.facebook.com/bandaoldkitchen

Youtube

Dica para ouvir: Banda Santo Marvin

A Banda Santo Marvin, de origem de Rio Grande da Serra, vem formada desde 2015, por três amigos que já tocavam juntos em outros projetos.  Com influências de várias vertentes do rock, a banda lançou o EP intitulado de” Corre Comigo”.

Atualmente a banda é formada por Rafael Ferreira (vocal), Ricardo Ferreira (Guitarra/ Vocal), Felipe Santana (Guitarra), Ednei Viera (Baixista/ Vocal), Junior Anarckos (Baterista).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre seu surgimento, suas influências musicais e os planos para 2018. Curta, compartilhe e comentem.

– Como aconteceu a formação da banda?

Surgiu em 2015, no termino de outra banda “Blackout RGS”, onde nosso vocal que tocava bateria foi para o vocal e Alexsander (ex-integrante) assumiu a bateria do Santo Marvin.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia foi bem simples, temos uma pequena influência de Titãs e como a própria música “Marvin” conta a história de um cara que viveu o bem e o mal; mas faltava algo para completar, foi então que surgiu a ideia de inserir “SANTO” ao nome. No Brasil as pessoas têm o hábito de chamar pessoas boas de “santo”, queríamos algo que representasse nossa cultura ao nome, assim surgiu Santo Marvin.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?
Sempre tivemos essa vontade de seguir na área musical, mas infelizmente viver da música em nosso país é difícil. Temos que buscar novos planos ou um plano B, mas sempre conciliando tudo isso com a banda.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda cheio de influências. então fica difícil se descrever, apenas tocamos Rock é a forma mais simples de apresentar o Santo Marvin. Rs

– Tem algum artista ou banda que vocês gostariam de fazer alguma parceria?

Temos várias bandas e artistas que gostaríamos de fazer uma parceria, mas talvez Dead Fish, CPM 22 e Hateen, é consenso na banda.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Nossas influências musicais são enormes para poder listar, mas respondendo de uma forma prática, vem desde do Hard Core até Metal Progressivo, mas também ouvimos outros estilos fora do rock que também nos acrescenta muito musicalmente. Rap, reggae, Sampa, Blues e por aí vai…

– E os planos para 2018?

Em 2018, queremos tocar bastante, ganhar reconhecimento, talvez gravar um clipe de alguma música do nosso EP Corre comigo.

Acompanhe as Redes Sociais:

https://www.facebook.com/bandasantomarvin

Youtube

Dica de Peça: Incrivelmente Mágico

Sinopse: Viva a experiência do ilusionismo diante dos seus olhos. Felipe Gouvea apresenta efeitos de magia cômica, clássica e contemporânea. O espetáculo conta com efeitos de mágica, técnicas de clown, improviso e humor inteligente. O artista estabelece uma conexão direta com a plateia, de forma respeitosa e divertida, em uma dramaturgia surpreendente e intrigante. A atmosfera é completamente transformada em um momento incrivelmente mágico. Essa apresentação destina-se à toda família e faz com que os participantes passem por uma experiência única e inesquecível.

Data: até 17 de Março; Sábados, às 15h

Na bilheteria: R$ 40,00

No Sampa ingressos: R$ 20,00

https://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=96478

Local: Auditório MuBE (Oeste) – Rua Alemanha, 221 (Jardim Europa )

Telefone: 2594-2601

Horário da Bilheteria: terças, quartas, quintas e sextas, das 15h30 às 18h ou até o início do espetáculo; sábados, das 15h até o início do espetáculo; domingos, das 14h às 18h

Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

Dica para ouvir: Dias de Truta

A banda Dias de Truta está na estrada desde 2007, e já contabilizou sete discos autorais e um DVD ao vivo. Já dividiu o palco com bandas de renome como Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Jota Quest, Skank e vários outros grandes talentos da cena musical brasileira atual.

A DDT já tocou em grandes festivais, como o João Rock em 2012, vencendo o concurso de bandas e tendo a oportunidade de tocar para milhares de pessoas.  Além disso, participarão do reality show “Breakout Brasil” da Sony Spin. A banda ficou entre as cinco vencedoras, competindo com duas mil bandas.

Recentemente, participaram do projeto “New Act”, uma coletânea que reúne músicas de várias bandas. “Na Porta De Um Bar” foi gravada em São Paulo, no Midas Estúdio, dos produtores Giu Daga e Rick Bonadio.

Dias de Truta volta a tocar em São Paulo, no Jai Club, dia 13 Abril, a partir das 23h. A banda vem com a formação de Renan Karacol (Voz), Márcio Chula (voz e violão),Thales Chapéu (guitarra), Matheus Tomate (Baixo) e Héberton Cabeludo (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sua sobre sua trajetória, sobre sua relação com os fãs e o show que vai rolar em sampa. Confere, curta e compartilhe!

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda DDT completa 11 anos em 2018, e tudo começou com a vontade de tocar as músicas que a gente escrevia. Primeiro participamos de um festival, e daí para frente resolvemos não parar mais.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Inicialmente iríamos participar de um festival. E começamos a ensaiar pra esse festival, e esse tempo que estávamos nos encontrando pra ensaiar e para tocar, eram os nossos dias de Truta. Truta é um gíria que significa amizade.

– Como vocês veem a cena independente atual?

A internet possibilita muita coisa que antes não era possível. Isso faz com que a cena independente consiga ganhar força mesmo longe das grandes mídias. Pela internet podemos acompanhar artistas de todo o Brasil que fazem um som de muita qualidade e bastante plural.

– Quais são as influências musicais de cada um?

A banda bebe muito em fontes do rock nacional. Porém, sempre tivemos influência também do rock internacional, progressivo.

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Poder falar e saber que tem uma galera que nos ouve, e que captam nossa mensagem é algo muito gratificante, e ao mesmo tempo, demanda muita responsabilidade. Temos um compromisso com nosso público e com a nossa mensagem. O contato com o público talvez seja a melhor parte!

– A Banda sempre vem fazer show em sampa, como é a relação com os fãs daqui e qual a expectativa para o show no Jai Club?

Já é a terceira vez que vamos nos apresentar na Jai, e sempre é muito legal. O público de São Paulo, tanto interior como capital, recebe o DDT de uma maneira muito única. Talvez, por não estarmos com tanta frequência por lá, mas quando chegamos pra alguma apresentação, o público faz muita questão da banda e nos respeita muito. Essa troca de energia é que faz tudo se tornar especial.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já houveram algumas loucuras sim, algumas nem poderiam ser citadas hehehe; porém, sempre nos surpreendemos quando vemos pessoas que tatuam letras ou símbolos da banda. Tatuagem é para sempre né?!

– E os planos para 2018?

Estamos em estúdio terminando o 7º disco da banda, chamado DDT10. O disco deve ser lançado em julho e trabalhado ao longo do ano. Além do disco sempre abastecemos nosso canal no YouTube com materiais que mostram o dia a dia da banda fora dos palcos.

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

Link do Evento em São Paulo:

https://www.facebook.com/diasdetruta

Youtube

Instagram

Home

Dica de lugares: Cantina Lazzarella

Uma das mais antigas cantinas do Bixiga, a Lazzarella conta com cardápio de preços acessíveis e mesas bem próximas em pequeno salão. Vale ressaltar: uma das curiosas atrações da cantina é um galo cantante que fica pendurado no teto. Durante qualquer hora, os garçons ativam a cantoria desenfreada do animal. O principal destaque do menu é a tradicional lasanha. Há também penne com brócolis ao catupiry, espaguete à romanesca, filé mignon ao molho de quatro queijos e perna traseira de carneiro com brócolis.

Está localizado na Rua Treze de Maio, 589 – Bela Vista

Telefone: (11) 3266-3210

Dica de lugares: Lellis Trattoria

A trattoria possui mais de trinta anos de existência com uma decoração tipicamente italiana. De domingo a terça, a partir das 20h, com música italiana ao vivo.

Entre as sugestões do menu, porções de massas sem recheio, com os clássicos talharim, penne, fettuccine e nhoque; acompanhados de molhos carbonara, putanesca, matricciana e entrse outros. Destaque para o medalhao ao molho madeira, que vem com champignon acompanhado de talharine aos 4 queijos.

 

Está localizado em duas unidades:

  • Endereço: R. Bela Cintra, 1849 – Consolação

Telefone: (11) 3064-2727

  • Endereço: Alameda Campinas, 1615 – Jardim Paulista

Telefone: (11) 3885-2698