Dica para ouvir: Banda Santo Marvin

A Banda Santo Marvin, de origem de Rio Grande da Serra, vem formada desde 2015, por três amigos que já tocavam juntos em outros projetos.  Com influências de várias vertentes do rock, a banda lançou o EP intitulado de” Corre Comigo”.

Atualmente a banda é formada por Rafael Ferreira (vocal), Ricardo Ferreira (Guitarra/ Vocal), Felipe Santana (Guitarra), Ednei Viera (Baixista/ Vocal), Junior Anarckos (Baterista).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre seu surgimento, suas influências musicais e os planos para 2018. Curta, compartilhe e comentem.

– Como aconteceu a formação da banda?

Surgiu em 2015, no termino de outra banda “Blackout RGS”, onde nosso vocal que tocava bateria foi para o vocal e Alexsander (ex-integrante) assumiu a bateria do Santo Marvin.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia foi bem simples, temos uma pequena influência de Titãs e como a própria música “Marvin” conta a história de um cara que viveu o bem e o mal; mas faltava algo para completar, foi então que surgiu a ideia de inserir “SANTO” ao nome. No Brasil as pessoas têm o hábito de chamar pessoas boas de “santo”, queríamos algo que representasse nossa cultura ao nome, assim surgiu Santo Marvin.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?
Sempre tivemos essa vontade de seguir na área musical, mas infelizmente viver da música em nosso país é difícil. Temos que buscar novos planos ou um plano B, mas sempre conciliando tudo isso com a banda.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda cheio de influências. então fica difícil se descrever, apenas tocamos Rock é a forma mais simples de apresentar o Santo Marvin. Rs

– Tem algum artista ou banda que vocês gostariam de fazer alguma parceria?

Temos várias bandas e artistas que gostaríamos de fazer uma parceria, mas talvez Dead Fish, CPM 22 e Hateen, é consenso na banda.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Nossas influências musicais são enormes para poder listar, mas respondendo de uma forma prática, vem desde do Hard Core até Metal Progressivo, mas também ouvimos outros estilos fora do rock que também nos acrescenta muito musicalmente. Rap, reggae, Sampa, Blues e por aí vai…

– E os planos para 2018?

Em 2018, queremos tocar bastante, ganhar reconhecimento, talvez gravar um clipe de alguma música do nosso EP Corre comigo.

Acompanhe as Redes Sociais:

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Dica de Peça: Incrivelmente Mágico

Sinopse: Viva a experiência do ilusionismo diante dos seus olhos. Felipe Gouvea apresenta efeitos de magia cômica, clássica e contemporânea. O espetáculo conta com efeitos de mágica, técnicas de clown, improviso e humor inteligente. O artista estabelece uma conexão direta com a plateia, de forma respeitosa e divertida, em uma dramaturgia surpreendente e intrigante. A atmosfera é completamente transformada em um momento incrivelmente mágico. Essa apresentação destina-se à toda família e faz com que os participantes passem por uma experiência única e inesquecível.

Data: até 17 de Março; Sábados, às 15h

Na bilheteria: R$ 40,00

No Sampa ingressos: R$ 20,00

https://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=96478

Local: Auditório MuBE (Oeste) – Rua Alemanha, 221 (Jardim Europa )

Telefone: 2594-2601

Horário da Bilheteria: terças, quartas, quintas e sextas, das 15h30 às 18h ou até o início do espetáculo; sábados, das 15h até o início do espetáculo; domingos, das 14h às 18h

Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

Dica para ouvir: Dias de Truta

A banda Dias de Truta está na estrada desde 2007, e já contabilizou sete discos autorais e um DVD ao vivo. Já dividiu o palco com bandas de renome como Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Jota Quest, Skank e vários outros grandes talentos da cena musical brasileira atual.

A DDT já tocou em grandes festivais, como o João Rock em 2012, vencendo o concurso de bandas e tendo a oportunidade de tocar para milhares de pessoas.  Além disso, participarão do reality show “Breakout Brasil” da Sony Spin. A banda ficou entre as cinco vencedoras, competindo com duas mil bandas.

Recentemente, participaram do projeto “New Act”, uma coletânea que reúne músicas de várias bandas. “Na Porta De Um Bar” foi gravada em São Paulo, no Midas Estúdio, dos produtores Giu Daga e Rick Bonadio.

Dias de Truta volta a tocar em São Paulo, no Jai Club, dia 13 Abril, a partir das 23h. A banda vem com a formação de Renan Karacol (Voz), Márcio Chula (voz e violão),Thales Chapéu (guitarra), Matheus Tomate (Baixo) e Héberton Cabeludo (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sua sobre sua trajetória, sobre sua relação com os fãs e o show que vai rolar em sampa. Confere, curta e compartilhe!

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda DDT completa 11 anos em 2018, e tudo começou com a vontade de tocar as músicas que a gente escrevia. Primeiro participamos de um festival, e daí para frente resolvemos não parar mais.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Inicialmente iríamos participar de um festival. E começamos a ensaiar pra esse festival, e esse tempo que estávamos nos encontrando pra ensaiar e para tocar, eram os nossos dias de Truta. Truta é um gíria que significa amizade.

– Como vocês veem a cena independente atual?

A internet possibilita muita coisa que antes não era possível. Isso faz com que a cena independente consiga ganhar força mesmo longe das grandes mídias. Pela internet podemos acompanhar artistas de todo o Brasil que fazem um som de muita qualidade e bastante plural.

– Quais são as influências musicais de cada um?

A banda bebe muito em fontes do rock nacional. Porém, sempre tivemos influência também do rock internacional, progressivo.

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Poder falar e saber que tem uma galera que nos ouve, e que captam nossa mensagem é algo muito gratificante, e ao mesmo tempo, demanda muita responsabilidade. Temos um compromisso com nosso público e com a nossa mensagem. O contato com o público talvez seja a melhor parte!

– A Banda sempre vem fazer show em sampa, como é a relação com os fãs daqui e qual a expectativa para o show no Jai Club?

Já é a terceira vez que vamos nos apresentar na Jai, e sempre é muito legal. O público de São Paulo, tanto interior como capital, recebe o DDT de uma maneira muito única. Talvez, por não estarmos com tanta frequência por lá, mas quando chegamos pra alguma apresentação, o público faz muita questão da banda e nos respeita muito. Essa troca de energia é que faz tudo se tornar especial.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já houveram algumas loucuras sim, algumas nem poderiam ser citadas hehehe; porém, sempre nos surpreendemos quando vemos pessoas que tatuam letras ou símbolos da banda. Tatuagem é para sempre né?!

– E os planos para 2018?

Estamos em estúdio terminando o 7º disco da banda, chamado DDT10. O disco deve ser lançado em julho e trabalhado ao longo do ano. Além do disco sempre abastecemos nosso canal no YouTube com materiais que mostram o dia a dia da banda fora dos palcos.

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

Link do Evento em São Paulo:

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Dica de lugares: Cantina Lazzarella

Uma das mais antigas cantinas do Bixiga, a Lazzarella conta com cardápio de preços acessíveis e mesas bem próximas em pequeno salão. Vale ressaltar: uma das curiosas atrações da cantina é um galo cantante que fica pendurado no teto. Durante qualquer hora, os garçons ativam a cantoria desenfreada do animal. O principal destaque do menu é a tradicional lasanha. Há também penne com brócolis ao catupiry, espaguete à romanesca, filé mignon ao molho de quatro queijos e perna traseira de carneiro com brócolis.

Está localizado na Rua Treze de Maio, 589 – Bela Vista

Telefone: (11) 3266-3210

Dica de lugares: Lellis Trattoria

A trattoria possui mais de trinta anos de existência com uma decoração tipicamente italiana. De domingo a terça, a partir das 20h, com música italiana ao vivo.

Entre as sugestões do menu, porções de massas sem recheio, com os clássicos talharim, penne, fettuccine e nhoque; acompanhados de molhos carbonara, putanesca, matricciana e entrse outros. Destaque para o medalhao ao molho madeira, que vem com champignon acompanhado de talharine aos 4 queijos.

 

Está localizado em duas unidades:

  • Endereço: R. Bela Cintra, 1849 – Consolação

Telefone: (11) 3064-2727

  • Endereço: Alameda Campinas, 1615 – Jardim Paulista

Telefone: (11) 3885-2698

Dica de lugares: Cantina do Piero il Vero

Localizada na região dos Jardins, a tradicional Cantina do Piero, está aberta desde 1990. Apesar de várias unidades abertas, a única que pertence à família é a da região dos Jardins e a L’Osteria do Piero que tem no seu comando Jefferson Puppo, o sócio e genro, conhecido por Fininho.

Entre as receitas mais pedidas, destacam os sucessos das massas produzidas artesanalmente na cantina como o Penne ao Molho Silvio Lancelotti; Tagliarini a Mastroti; Macalu de Frutos do Mar. Nas carnes configuram o Filé à Parmegiana, a Perna de Cabrito Traseira e entre outras.

Está localizado na Rua Haddock Lobo, 728 – Cerqueira César. Telefone: (11) 3062-9635

Dica de Lugares: Don Pepe Di Napoli

A cantina italiana Don Pepe Di Napoli é ideal para um encontro de casal, com um ambiente romântico e aconchegante, o local oferece uma variedade de massa.

Está localizado em cinco unidades:

  • Endereço: R. Padre João Manuel, 1105 – Jardins

Telefone: (11) 3081-4080

  • Endereço: Alameda dos Arapanés, 955 – Moema

Telefone: (11) 5055-6626

  • Endereço: Av. Macuco, 715 – Moema

Telefone: (11) 5055-3215

  • Endereço: Av. Rouxinol, 763 – Moema

Telefone: (11) 5055-3627

  • Endereço: R. Alvorada, 1009 – Vila Olímpia

Telefone: (11) 3841-9843

Dica de Peça: Piratas do Caramba

Sinopse: Os piratas Capitão Pantufa, Espadinha e Barnabé passam os dias recolhendo o lixo que encontram pelos oceanos e lembrando das antigas batalhas. Numa manhã encontram uma misteriosa garrafa que poderá transformar suas vidas. Surge um dilema: continuar suas vidas pacatas ou se arriscar no mar em busca do tesouro. Eles decidem por novas aventuras.

Local: Teatro Folha (Centro)

Data: até 25 de Fevereiro; Sábados e domingos, às 17h40; Sessão Extra de Carnaval (12 e 13/02)

Na bilheteria: R$ 40,00

No Sampa ingressos: R$ 18,00

https://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=93422

Dica para o Fim de Semana: Além do Que os Nossos Olhos Registram

Sinopse: O espetáculo fala sobre a convivência de três gerações de mulheres, apoiando e enlouquecendo umas às outras. Ao mostrar essa complicada relação entre mãe, filha e avó o espetáculo consegue expor, de maneira emocional, as agruras e alegrias do universo feminino. Não interessa que você, mulher, não tenha muitas amigas, nem more em uma grande metrópole, mas você já deu boas gargalhadas com as amigas falando sobre assuntos corriqueiros, sobre sua vida sexual, já se sentiu insegura em um relacionamento, já falou sobre o tamanho dos membros masculinos, já contou suas experiências sexuais, já tentou viver novas experiências, já sonhou com um príncipe encantado, já gastou mais do que podia em um sapato ou um vestido dos sonhos.

Local: Teatro J. Safra (Oeste)

Data: até 11 de Março; Sextas, às 21h30; Sábados, às 21h; Domingos, às 20h

Na bilheteria

R$ 30,00 a R$ 80,00

No Sampa ingressos

de R$ 15,00 a R$ 40,00

https://www.sampaonline.com.br/cultura/espetaculo.php?id=94495