Dica para assistir: Cindy

A peça conta a história Cindy Spencer, que se auto intitula “A Nova Mulher”. Tem a missão de apresentar outras possibilidades, sem tantas predefinições e tabus. A peça é livremente inspirada em personagens de Caio Fernando Abreu, Gore Vidal, Oscar Wilde e Pedro Almodóvar, nos autorretratos Andy Warhol montado de drag queen e em textos de Elisabeth Bishop, Gertrud Stein e Marguerite Yourcenar.

Local: Biblioteca Mário de Andrade (Centro) – Rua da Consolação, 94 (Consolação)

Até 25 de Setembro; Segundas, às 19h.

Preço: Gratuito

Distribuição de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Eddie

Hoje, depois de várias formações, a Banda Eddie é composta por Fábio Trummer (guitarra & voz), Urêa (percussão & voz), Andret (trompetes, teclados & samplers), Kiko (bateria) e Rob (baixo), contando sempre com a parceria especial de Erasto Vasconcelos. A banda tem um estilo próprio e anima o público por aonde vai com referencias como o frevo.

A Eddie possui mais de quatro registros em discos: Sonic Mambo (Roadrunner, 1998), Original Olinda Style (independente, 2002), Metropolitano (independente, 2006), Carnaval no Inferno (independente, 2008) e Veraneio (Independente 2011).

O Dicas da Paty bate um papo com o vocalista Fabio Trummer que conta sobre o surgimento da Banda, parcerias e projetos futuros. Confere e conheça mais sobre a Banda Eddie:

 

Como aconteceu a formação da banda?

A banda teve início em 1989, dentro do Colégio Objetivo em Olinda, gazeávamos aula pra ir em casa tocar e fazer música. Começamos a fazer show no colégio e depois passamos para bares da cidade, bares das cidades vizinhas, estados vizinhos… e assim, pegou embalo.

 

Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Os nomes das bandas no país da época eram todos compostos, e queríamos fazer outra coisa, algo mais sem fronteiras, dai veio a ideia de um nome próprio para um grupo de pessoas, “todos reunidos numa pessoa só”. Tinha 19 anos na época.

 

Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Estudei arquitetura, outro turismo, outros mais novos da banda já vieram da cena musical do estado de PE, da vontade de ser músico desde sempre.

 

 – Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que fazemos musica popular urbana brasileira e só sabemos tocar do nosso jeito.

 

Quais são as influências musicais de cada um?

A nossa própria música é nossa guia nas influências e referências, que sempre estão mudando, sempre ouvindo coisas novas, conhecendo coisas antigas, procurando coisas escondidas nos países menos explorados, é um mundo inteiro de sons e estéticas.

 

 – Como surgiu a ideia do clipe com a participação especial Karina Buhr?

A Karina Buhr é uma amiga antiga, do inicio dos anos 90, ela fez parte da banda e gravou o álbum Sonic Mambo com a gente em Massachussetes, EUA, em 1998; Nesse primeiro álbum, dos nossos sete trabalhos lançados, ela gravou em cinco e sempre está fazendo show com a gente pelo país. Considero que ela é uma Eddie especial, foi por isso, que ela pintou no clipe. Há um clipe de “falta de sol” de 1996, do selo Rockit!!! Que ela também está presente, ela foi da banda por quase quatro anos.

 

 – E os planos para o segundo semestre de 2017?

Estamos lançando três singles até o fim do ano, um por mês, que fazem parte do nosso próximo trabalho e que sai em janeiro de 2018, O “Mundo Engano”, nosso sétimo álbum.

Escute toda a discografia da Banda Eddie nas principais plataformas digitais:

Clipe Banda Eddie participação especial Karina Buhr

DEEZER

ITUNES

Dica para o Final de Semana: Free Beats no Bixiga

Considerada uma das festas mais populares de São Paulo, a Free Beats tem o intuito de ocupar espaços públicos com muita mistura musical. E neste Sábado (2), a Praça Dom Orione, no Bixiga, receberá essa festa no período da tarde.

A festa terá muita música, feira de discos, comidas e bons drinks. Vai ser entre ás 14h até 21h, totalmente gratuito.

Dica Livro: O Preço da paz

SAIUUUU vídeo novo!!!
A Dica de livro hoje é O Preço da paz
Um livro que mostra as coincidências dessa vida ou será destino que coloca alguém nas nossas vidas quando menos esperamos. A narrativa também fala sobre o perdão, que precisamos ter para evoluir como pessoa. Evoluir espiritualmente.

Dica de Filme: A Família Bélier

O Filme conta a história de uma família francesa que vive em uma cidade no interior e tem como renda a produção própria de laticínios de sua pequena propriedade. O grande diferencial dela é o fato de todos serem surdos, exceto Paula.

Paula é uma adolescente típica de 16 anos que vive os conflitos normais de sua idade: primeira paixão, amizades, inseguranças e sonhos. Além disso, ela é intérprete de seus pais e do irmão, que dependem dela para se relacionar com o resto do mundo. De forma inesperada, Paula descobre possuir um talento excepcional para cantar e é estimulada a participar de um concurso para estudar em uma respeitada escola de canto de Paris. A adolescente passa a viver em conflito por ter que escolher entre seu talento e a família.

A Família Bélier poderia ser um filme sobre conflitos familiares como tantos outros que o cinema já retratou, mas se torna único pela singeleza de seus personagens. Um filme que retrata a coragem necessária que às pessoas se dispõem a praticar o amor na sua mais genuína expressão.

Um filme lindo de ver, sentir e ouvir!

Dica de lugares: Piove

A casa noturna Piove está localizada no badalado bairro do Itaim Bibi e reúne em um mesmo ambiente, bar, pista de dança com shows ao vivo e diversas atrações. O repertório que tem na casa mescla entre o MPB, Pop Rock nacional e internacional. Às quartas-feiras tem transmissão de jogo de futebol.

Localizado: Rua Jerônimo da Veiga, 75 – Itaim Bibi – São Paulo – SP

Acompanhe as redes sociais da Piove:

Twitter: @musicapiove

Facebook

Site: www.piove.com.br

Dica de livro: SÓ POR HOJE E PARA SEMPRE – RENATO RUSSO

SAIUUUU

vídeo novo!!!
A Dica de livro hoje é SÓ POR HOJE E PARA SEMPRE – RENATO RUSSO.

O livro é um material inédito que vem à tona depois de mais de vinte anos. São as memórias do líder da Legião Urbana com passagens de autoanálise e um olhar esperançoso para o futuro, este relato oferece a seus fãs, além de valioso documento histórico, um contato íntimo com o artista e um exemplo decisivo de superação.

O Dicas da PaTy é um site com artigos, notícias e reportagens. Além, de sugestões para você acompanhar vídeos, lugares, música, séries e livros.

ACOMPANHE o Dicas da PaTy:

Site: http://dicasdapaty.com
TWITTER: @Dicaspatyfelix https://twitter.com/Dicaspatyfelix
Facebook: https://www.facebook.com/dicasdapatyy
Snapchat: dicasdapaty
Instagram: https://www.instagram.com/dicasdapatyfelix

Dica para ouvir + Entrevista: Canal XIII

banda-canal-xiii

A Banda Canal XIII é uma banda de Rock Alternativo, formada desde 2013 e vem com Thiago Gomes (vocal), João Felipe (Guitarra), Yann Monteiro (Guitarra), Pedro Chiba (Baixista) e Ralf Zeq (Bateria). Suas letras falam sobre questões do cotidiano e sentimentos que convivem com o ser-humano, como as suas dores, objetivos, decepções e felicidades.

Este ano, lançaram o primeiro EP intitulado Navegantes de uma Imensidão Qualquer. As melodias são bem calmas e misturam-se com os riffs e acordes fortes. Destaco duas letras: Longo Inverno e Flores de Columbine; a primeira canção aborda sobre a violência contra a mulher, onde muitas são vítimas em seus próprios lares e não denunciam o crime. Já “Flores de Columbine” é uma canção com participação de Lucas Tavares baseada no Massacre que ocorreu em abril de 1999 no Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine. Os estudantes Eric Harris, de 18 anos e Dylan Klebold, de 17 anos assassinaram vários colegas e professores e em seguida cometeram suicídio.

Recentemente, os caras lançaram o clipe da música “Nunca Mais“, faixa deste EP.

A Banda já participou por diversos festivais da cena underground da região. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre o processo criativo e a produção do EP. Fica a Dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu em meados de outubro de 2013, na cidade de Cruzeiro, então eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes fomos apresentados por amigos em comum e daí começou o projeto Canal XIII. No inicio começamos a compor algumas canções e convidamos o Ralf Zeq, o João Felipe e o Pedro Darlan, para se unir a banda e gravarmos nosso primeiro EP independente, intitulado Navegantes de uma imensidão qualquer!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome Canal surgiu com um pouco de influência do avô do nosso vocalista Thiago Gomes, pois nosso lugar de ensaio é num porão cheio de TVs antigas que seu avô as concertava. E o XIII, é um número bem místico, veio pra acrescentar e tem o significado para cada região e cultura que representam algo diferente ex: sorte, azar, prosperidade, Transformação, Renascimento e liberdade.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nossa temática de letras consiste em falar sobre o cotidiano do ser humano e como ele interage com o mundo ao seu redor com suas dores, objetivos, decepções e felicidades. Tudo isso com uma pitada de poesia. A essência da nossa proposta é fazer algo diferente, criar uma identidade sólida que toque as pessoas. Não se prender a só um estilo, misturar várias vertentes do rock e levar uma mensagem boa, sempre!

Com melodias calmas, que mesclam com riffs e acordes fortes, dando esse contraste como se tudo em sua vida estivesse bem e de uma hora pra outra tudo desabasse. Passando por diversos festivais da cena underground da região, procuramos aos poucos nosso lugar ao sol!

– Quais são as influências musicais de cada um?

Yann Monteiro> Emery, Enter Shikari e Aiden;

Thiago Gomes> Breaking Benjamin, Slaves e Emarosa;

Ralf Zeq> A Day To Remenber, Red Hot Chilli Peppers e arctic monkeys;

Joao Felipe> Fresno, Esteban, visconde;

Pedro Chiba> Royal blood, death from above 1979* e twenty one pistol.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Geralmente, quem fica responsável pela parte de composição é mais eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes. Chegamos com a letra e a melodia já prontas e mostramos para o resto da banda que acabam colaborando mais na pré-produção das canções com arranjos e ideias.

– Como foi a produção do EP Navegantes de uma Imensidão Qualquer?

O processo de gravação foi um tanto quanto longo pra um EP. Foram sete meses de produção intensa. Chegaram a ter alguns dias que o Yann e eu (Ralf) ficamos aproximadamente 12 horas gravando e regravando os detalhes, mas no final foi muito satisfatório ver o resultado. É um esforço que com certeza valeu a pena e faríamos de novo sem dúvidas.

– E os planos para o final do ano?

7- Nossos planos pro final do ano são gravar nosso primeiro álbum, fazer um clipe e quem sabe fazer um turnê pelo nosso país.

Dica de Livro: Renato Russo – O Filho da Revolução

A jovem capital de Brasília foi palco de todas as mudanças ocorridas no conturbado período PRÉ e PÓS abertura política. É com esse plano de fundo que surge a Legião Urbana, um dos maiores fenômenos musicais do país.

O livro conta paralelamente sobre a transformação da história do nosso país e a vida de Renato Russo. Têm fotos exclusivas, cartas, registros de diários, rabiscos, ideias das composições que o cantou criou.

A década de 1980 surgiu como um grito de identidade nacional, propagando a ideologia punk/rock em nosso espaço sonoro. Renato Russo carioca radicado em Brasília ganhou o status conquistado por ele como cantor e compositor.

No meio de várias biografias, ensaios e homenagens póstumas, o livro “Renato Russo: O Filho da Revolução” com 400 páginas, escrito pelo jornalista Carlos Marcelo, o autor fez o levantamento de entrevistas (algumas pouco conhecidas), coletou dados e informações valiosíssimas de quem conviveram com Renato Russo, bem como de fontes documentais da época (como jornais, revistas, programas de rádio e periódicos de todos os gêneros).

A obra conta com mais de cem entrevistas, incluindo depoimentos de Dado Villa-Lobos, Dinho Ouro Preto, Herbert Vianna, Millôr Fernandes, Ney Matogrosso, Tony Bellotto e vários amigos anônimos. Edição especial com ensaio inédito sobre a música Faroeste Caboclo.

Dica de livro: O trovador solitário

O livro escrito pelo jornalista Arthur Dapieve, mostra a trajetória do cantor. O leitor entende bem os pensamentos de Renato, sobre sua influência na música, na poesia e na vida de jovens da época; por isso faz você entender um pouco mais sobre a idolatria que cerca seu nome. Representante da maior banda nacional, mas às voltas com a solidão, com amores não correspondidos, com o fantasma do HIV e problemas na relação bipolar com seu público. Renato Russo formou sua própria Legião, com uma única diferença: ela segue forte e firme, por entre metrópoles, zonas rurais, planalto central, cerrado, caatinga, atravessando fronteiras, tempos e silêncios.