Dicas para ouvir + Entrevista: Banda Folks

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A Banda carioca Folks vem se destacando no cenário independente com um som autoral, composições bem elaboradas e melodias no estilo do Classic Rock. Tem um vocal potente do vocalista Kauan Calazans que se completa com Luca Neroni (guitarra), Paulinho Barros (guitarra/voz), Vitor Carvalho (baixo/Voz) e Ygor Helbourn (bateria),

A banda lançou em 2015 seu primeiro álbum, gravado na Toca do Bandido com produção de Felipe Rodarte. Tem um som envolvente e suas letras falam sobre questões amorosas e questões de autoconhecimento que cada um precisa ter. Destaco algumas músicas como: “Carol”, “A Casa dos lugares”, “Sei”, “Muito Som” e “Para Um Grande Amor“.

Eles já viajaram por diversos estados fora do Rio de Janeiro, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais e entre outros. Seu Clipe “Muito Som” está perto de completar 100 mil visualizações no Yuotube:

O vocalista Kauan Calazans conta para os leitores do Dicas da Paty sobre a produção do primeiro disco, a produção do clipe e de como surgiu a idealização do projeto #AcenaVive.

– Como aconteceu a formação da banda?

A galera já se conhecia da estrada. O Folks se formou em 2011, mas todos já tinham pelo menos 10 anos de experiência na cena independente. Nós juntamos naquela época pra fazer um som que tocasse nossos corações, que realmente nos fizesse sentir bem, quando entramos no estúdio não sabíamos o que iria acontecer.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nós já estávamos compondo, mas não tinha nome e estávamos nessa busca… Aí uma vez eu estava ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez da música “Stand by Me“, e no meio ele fala algo do tipo “whats up folks? / how you doing folks?”. E o Folks nada mais é do que pessoas/galera, e o que queremos com a música é isso, agregar pessoas de diferentes tipos, ideais, classe social, a gente acha que a música pode unir todo mundo independente de qualquer diferença. Criar um movimento onde as pessoas priorizem o amor.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Sempre. Nossa batalha diária é sobreviver com a música por quê viver de música, nós já vivemos desde que fizemos nosso primeiro show, depois disso não teve como largar! rs

– Quais são as influências musicais de cada um?

A galera é bem eclética… Eu curto muito rock clássico dos anos 70, grunge dos 90…. O Paulinho é do Hardcore e curte anos 80… O Ygor curte muita música pesada…. Luca é do blues total… E o Vitor é fascinado pela MPB e Ramones.

– Vocês foram chamados para participar do projeto A cena Vive, como foi essa experiência?

Na verdade nós somos um dos idealizadores da #AcenaVive.

Em 2012 tínhamos acabado de lançar uma demo, assim como amigos de outras bandas. Não existia oportunidade nenhuma pra ninguém, só casas ruins, com equipamento caindo aos pedaços e pessoas que não respeitavam seu trabalho. Aí nos juntamos com outras duas bandas amigas do Rio (909 e Canto Cego) e criamos um evento chamado Rock Bandido. Esse evento lotou, ficou gente do lado de fora… Com esse sucesso, várias bandas da área queriam tocar no evento, e quando perguntavam qual e-mail era pra mandar o material, nós falávamos que não existia e que pra você tocar no evento você tinha que ir lá prestigiar as bandas que estavam tocando na edição anterior, trocar uma ideia, se conhecer e aí sim a gente pensava numa data. O grande lance foi tentar implantar uma ideologia que pra cena viver não basta só você querer fazer seu show, tem que prestigiar quem está a sua volta. Nisso, o Felipe Rodarte que é produtor do nosso disco, teve uma visão sobre tudo isso que estava acontecendo e resolver organizar as coisas pra termos uma dimensão maior. Ele me ligou, pediu pra eu ligar pra representantes de algumas bandas e marcarmos uma reunião. Esse é o embrião do que se tornou #AcenaVive, que não é um projeto ou coletivo, é muito maior que isso, é uma ideologia. Ideologia essa que consiste em você priorizar o que está ao seu redor ao invés de ficar trancado na “bolha do eu”.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Esse final de semana que estivemos em São Paulo fizemos cinco shows, sendo que em dois deles, tiveram fãs que saíram do RJ só pra nos assistir.  A gente fica amarradão em saber que uma galera programou uma viagem que dura umas 6/7 horas, só por causa do nosso show. Ficamos lisonjeados.

– Como foi gravar na Toca do Bandido e a experiência de gravar o primeiro disco?

Foi incrível! A Toca é um templo!

Agente teve uma preocupação muito grande em relação aos timbres e o acervo da Toca nos ajudou a suprir essa vontade de fazer um disco completamente orgânico. Sempre nos falaram que éramos muito bons ao vivo, então o Rodarte, que produziu o disco foi pra essa direção no conceito do álbum.

O disco saiu em julho do ano passado pelo Toca Discos, que é o selo da Toca do Bandido e chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, estamos muito felizes com a resposta que tem rolado até hoje desse trabalho. Ainda tem bastante água pra rolar.

– Como foi a produção do clipe “Muito Som”?

Foi um processo bem legal, foi uma experiência nova pra gente e aprendemos muito.

“Muito Som” é uma música muito especial pra gente, então tivemos o cuidado com o clipe, essa música nos shows tem uma energia muito boa, na verdade ela passa uma energia boa para o público, e nós queremos que de alguma forma o clipe passasse isso também.

A Constança Scofield ajudou na direção artística e a galera da Semaforo Audiovisual de Goiânia que finalizou o roteiro e dirigiu.

Realmente o resultado superou nossas expectativas, ficou um trabalho muito bonito!

– E os planos para o final de 2016?

A gente pretende lançar dois videoclipes do nosso primeiro disco e já começamos o processo de composição para o próximo! A máquina não pode parar!

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Dica para ouvir + Entrevista: Blend 87

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A Banda Blend 87 tem influências de várias vertentes desde MPB, POP Internacional e Rock. São letras autorais bem elaboradas e traz uma proposta diferente de música brasileira.

Da região de Juiz de Fora (MG), a banda se destaca com o vocal feminino de Bruna Marlière que se completa com a formação de Douglas Poerner (baixo), Nathan Itaborahy (bateria), Renato da Lapa (violão e guitarra) e Vinícius Steinbach (teclado).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera, que fala sobre a produção do primeiro disco, de como surgiu a banda e de como está sendo a experiência de participar do Festival Maloca, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda foi idealizada pelo tecladista, Vinícius Steinbach, que já vinha tentando reunir os integrantes para um novo projeto. Devido à dificuldade de agendas e desencontros, este encontro só aconteceu em 2012, quando alguns artistas de Juiz de Fora se reuniram para homenagear o aniversário do primeiro álbum dos Beatles, cada um regravando uma versão de cada faixa do disco.

Percebendo a conexão musical e o desejo comum de fazer música, o projeto foi ganhando continuidade, até estrear nos palcos em maio de 2013, com um repertório variado que reunia diversas influências nacionais e internacionais. A formação atual, com Nathan Itaborahy na bateria, aconteceu em 2014 e acendeu ainda mais a proposta autoral da banda, já que todos os cinco integrantes são compositores.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nos primeiros ensaios, antes de começar, sempre acontecia um café e um bate-papo e, em cada ocasião, o Vinícius levava um “blend” diferente de grãos pra fazer o café. A ideia do nome foi intuitiva quando se percebeu que a banda era fruto de uma mistura (tradução ao pé da letra da palavra “blend”) de estilos diferentes, que resultavam numa síntese sonora bem interessante.

E o número 87 representa o período no qual cada um nasceu; que vai do ano de 86 até 1989. A ideia da média entre os anos de nascimento era mostrar que tipo de som nasceria dessa geração, quase que como uma safra de grãos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma tentativa feliz de fazer alguma novidade da nossa mistura. O ritual do som, a celebração da possibilidade de estar juntos. Somos cinco juiz-foranos que não se cabem e acabam extravasando som.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Beatles, Norah Jones, Los Hermanos, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Clube da Esquina, Skank, Graveola e o Lixo Polifônico, entre muitos outros que compõem essa mistura.

– Como foi participar do Festival da Maloca?

Foi uma experiência muito intensa e proveitosa. Passamos um dia inteiro entre gravar o single, o clipe e fazer a sessão de fotos. Encontramos na produtora pessoas maravilhosas e muito profissionais. Foi um dia de muito aprendizado, e de uma vivência musical da qual a banda se lembrará sempre. Agora vamos aguardar a divulgação dos vídeos a partir do dia 10 de outubro e torcer para que estejamos entre os cinco mais votados que irão participar de um show em Belo Horizonte.

– Vocês estão produzindo o primeiro disco, como está sendo esse processo?

Tem sido um processo de muito crescimento. O disco foi aprovado para ser realizado através de recursos da Lei Municipal Murilo Mendes de Incentivo à Cultura e desde o início do ano todo o projeto da banda vem cada dia mais tomando forma. A convivência intensa, a agenda apertada, a dedicação, a experiência de outros profissionais e opinião sobre nosso trabalho, tudo isso tem feito a banda estar cada vez mais alinhada e coesa. É uma etapa extremamente importante de concepção deste primeiro álbum e estamos aproveitando todas as oportunidades para fazer desse um momento inesquecível.

– E os planos para o segundo semestre de 2016?

São muitos. Temos a participação no Festival da Maloca, que está começando, também fomos selecionados para um Festival de música autoral aqui em Juiz de Fora, o Sangue Novo, a gravação do CD será em outubro e já temos alguns shows agendados. A expectativa é que o CD também seja lançado antes do fim do ano. Vamos seguir trabalhar muito para que isso ocorra.

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Dica para ouvir: Backfield Rock

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A Backfield Rock é uma banda de rock independente formada em São Bernardo do Campo, SP em 2008. Tem influências de bandas como: Red Hot Chilli Peppers, Charlie Brown Jr, Pearl Jam e Limp Bizkit.

Sua formação vem com: Zack (Vocal), Fernando (Guitarra), Julio (Baixo) e Barba (Bateria). O nome da banda é derivado de um posicionamento no futebol americano composto por 4 ou 5 jogadores, pode ser apenas defensivo ou ofensivo.

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Dica para ouvir: Banda Guido

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Como tantas bandas de rock, esta começou seu trajeto no circuito universitário, precisamente na Unesp de Assis (SP). Com o tempo, somente Lucas Guido continuou o projeto. Hoje, tem novos parceiros.

A banda lançou seu disco de estreia, ‘Triste Cru’, em outubro de 2012. O trabalho marcou a mudança do grupo para São Paulo, onde passou a se apresentar em casas de shows e iniciou a produção de seu segundo e atual disco de estúdio. Intitulado ‘Coragem!’, o novo trabalho reúne 11 faixas ininterruptas de rock, com traços de jazz, soul e psicodélica.

Güido – Lavínia (Clipe Oficial)

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Evren

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A Banda Paulistana Evren está na cena independente já faz três anos e tem um público fiel. Com mais de 5.600 seguidores na Página oficial do Facebook, a tendência é que este número aumente pelo lançamento do novo disco intitulado 4Reis.

O álbum 4Reis foi gravado, mixado e masterizado na NGMusic por Vinícios Nage e este mês eles lançaram na página do Yuotube a Faixa 07 “Falsa Calmaria”.

Sua formação vem com Fábio Vieira (Voz e Guitarra), Sabão (Baixo), Clayton (Guitarra) e Rafael Molessani (Bateria). E o Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre a produção do novo disco e sobre a cena independente, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda foi gradual, iniciou com o Fábio (Voz, guitarra base) e o Sabão (Contrabaixo), em seguida teve a entrada do Rafael (Bateria), após isso teve a passagem do Tiago nas guitarras solo, mas o Tiago anunciou saída da banda por motivos particulares e quem assumiu as Guitarras solo foi o Clayton!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

EVREN é Universo em Turco, e a ideia vem de unir versos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Para quem não conhece a EVREN eu descrevo a banda como um Rock Doidera haha, brincadeira acho que um som autêntico e letras trabalhadas, com verdadeiras influências do bom Rock sem deixar de lado uma boa melodia, somos parte de um movimento.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Fábio – Thrice/Silverchair

Renan – Thrice/Red Hot Chili Peppers

Rafael – Blink 182/Foo Fighters

Clayton – Beatles/Jimi Hendrix

– Vocês tem uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Sim, sim tem uma galera fiel sim, que sempre está com a gente, e é simples responder isso né, essa galera é o motivo de tudo, o combustível da parada saca, a gente tem uma missão e essa missão é compartilhar nossas ideias com essa galera e aumentar cada vez mais esse contato de ideais, amor e música. E sobre o contato com a nossa Família (Assim que a gente vê o publico) é bem próximo tanto nos shows quanto aqui na internet, acreditamos que o vinculo é o grande tempero da energia trocada, todos somos EVREN.

– Como surgiu a ideia e a produção do disco 4reis?

A ideia surgiu do fato de dar as caras na cena e mostrarmos o porque de estar nela, o quatro reis é um registro de vivência da banda ao longo de tres anos, que relata o inicio de tudo. Este disco conta com a produção musical de Vinicios Nage (NGMusic), e a direção de voz de Lucas Nage (Banda Supertoy). São dez faixas que viajam dentro das principais vertentes do Rock.

– Quais são as maiores dificuldades de ter uma banda e como vocês lidam com elas?

Vejo na banda um trabalho assim como em outras profissões, então dificuldades existem sim, infelizmente vejo uma competição entre bandas da cena que não deveria existir, lugares onde o dinheiro fala mais que a musicalidade, enfim poderia ficar horas “Chorando” as dificuldades, mas resolvemos olhar positivo e trabalhar sempre, e principalmente oferecer bom conteúdo.

– E os planos para o segundo semestre de 2016?

Acho que a finalização do disco Quatro Reis é o principal, temos também algumas datas de programas para gravar, estamos pensando em um clipe, e qual vai ser o primeiro som para este registro filmado? Não sabemos ainda haha!! Mas uma coisa é fato, já estamos pré-produzindo um EP com mais quatro faixas e o nome dele vai ser Quatro Planetas, que é uma continuação do disco Quatro Reis!

 

Dica para ouvir + Entrevista: Movin UP

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A Banda Movin UP é uma banda paulistana de Pop Rock, com formação desde 2012 e tem como integrantes Lú Miezza (Voz), Juci Nascimento (Voz), Celso Ricardi (Guitarra), Paulo Muniz (Teclado), Sergio Sampaio (Baixo) e Renan Bozute (Bateria).

A banda apresenta-se, geralmente, em casas noturnas conceituadas nas noites paulistanas e tem como repertório grandes hits de artistas do estilo Pop ao Rock, como Adele, Maroon 5, Cazuza, Lady Gaga, Coldplay, U2, Simple Minds, Lulu Santos, Erasure e Queen.

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

A Formação ocorreu na vontade de quatro amigos já estabelecidos na noite paulistana em tocar juntos, com uma proposta um pouco diferente do que estava rolando na época, com um repertorio voltado para o público feminino, por isso sentimos a necessidade de acrescentar uma voz feminina e assim encontramos nossa diva Lu Miezza, que se juntou a banda logo no inicio do projeto.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia surgiu com a proposta, de formar uma banda com um repertório voltado para o publico feminino e com uma característica dançante, então Movin’up traduziu bem esse espirito.

 

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Na Banda todos trabalhamos integralmente com música, alguns somente com a banda e outros também como professores de música, como a profissão de musico já consome muito tempo fica muito difícil se dedicar a outra atividade.

 

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influencias são diversas, vai desde o Pop atual até o Jazz tradicional, passando até pela musica Raiz; é bem comum encontrar postagens em nossas redes sociais de vídeos com músicas regionais, nesse sentido somos muito ecléticos,

 

– E os planos para o segundo semestre de 2016?

Os Planos para o segundo semestre é melhorar ainda mais, o nosso repertório, com material de divulgação, conquistar novas casas e levar nosso show para o maior número de pessoas e lugares possível, sempre com muita dedicação, qualidade e Amor.

 

Para saber mais sobre a Banda: www.bandamovinup.com.br

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Dica para ouvir + Entrevista: Banda Cafeína

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A Banda Cafeína é uma Banda de rock alternativo que mescla um som pesado junto com um som mais melódico. Da região de Castanhal, no estado do Pará, sua formação é composta pelos integrantes: André Costa (Vocal/Baixo), Clailson Sena (Bateria), Moletom Saldanha (Guitarra) e Renan Miranda (Guitarra). Está formação atual é desde 2012, mas o inicio de sua trajetória e desde 2005.

A banda já participou de vários eventos e festivais, apresentando suas músicas tem como abordagem questões amorosas, sociais e situações do cotidiano de cada um.

Em maio de 2016, a banda lançou seu primeiro trabalho intitulado “Ascensão”, um EP com seis faixas. O EP foi produzido por Janilson Barbosa e tem sua distribuição online para todos conferirem.

O Dicas da Paty bateu um Papo com a galera, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda? 

A Banda Cafeína nasceu em 2005, dos irmãos Alan Costa e Adriano Costa, no sentido de tocar como banda de garagem, só para os amigos mais próximos e conhecidos, na cidade de Castanhal, região metropolitana no estado do Pará. Adriano tocava baixo, e Alan, guitarra. Certo dia, os dois estavam conversando com mais três amigos, e eles tiveram a ideia de chamá-los para formar o Cafeína; esses três amigos eram: Madson Careca na guitarra, Tiago Purosso na bateria, e Gaby Barros, estando no vocal. Desde então a banda fora mudando os integrantes, até estar na formação atual que está hoje.

 

 – Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Simples: Alan (guitarra), Adriano (ex-baixo) e André (atual-baixo), são irmãos. Eles eram (e ainda são) apaixonados por café. A subjeção do nome veio depois de tanto que os três tomaram café juntos na época dos primórdios da banda; a ideia veio à cabeça, e o nome pegou. Desde então a banda usa este nome para se apresentar.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Fazemos um som alternativo, intercalando entre um som mais pesado, e um som mais melódico, nada muito diferente; riffs de guitarra simples, com letras que falam de amor, quanto ao desgosto de como está a nossa sociedade no geral, sobre a desigualdade social, e sobre nós mesmos, algo que seja direto que deixe uma marca pra quem ouvir as músicas.

 

 – Quais são as influências musicais de cada um?

Bom, é uma mistura bem grande e louca: Eu (Renan Miranda) curto bastante Rock Alternativo/Jazz Fusion/Shoegaze, e bandas como Red Hot Chili Peppers, CHON e Title Fight não podem sair da minha playlist. Já o Clailson e o Alan têm os gostos idênticos, ambos curtem bastante New Metal, e sempre estão ouvindo Slipknot, Korn, Linkin Park e Evanescence, por conta dos vocais agressivos e das melodias pesadas. E o André é fã de carteirinha de reggae. Chimarruts, S.O.J.A e Mato Seco sempre lhes dão inspiração. A banda como um todo curte Hardcore melódico, e ela sempre fala bastante nos projetos das bandas Dead Fish, Bullet Bane, Plastic Fire e Zander, que são influências universais para nós quatro.

 

 – Como foi a produção do EP “Ascensão”?

Durou aproximadamente um ano, tivemos um trabalho árduo para montar essas seis músicas. Corríamos para o estúdio de um amigo nosso (Janilson Barbosa) da nossa cidade, gravávamos cada instrumento, e esperávamos o trabalho ser mixado e masterizado. O nosso tempo foi muito corrido nessa época e sempre tínhamos que nos policiar e fazer as agendas das sessões; e o Janilson foi uma ótima pessoa em deixar o trabalho com um ‘ar’ de cara nova para as seis músicas que estão no EP. Tudo feito com muito amor e carinho para quem ouvir o EP, e para nós mesmos, que trabalhamos bastante no mesmo.

 

 – E os planos para o segundo semestre de 2016?

Pra agora, estamos correndo atrás de eventos para tocar em nossa cidade. A banda está trabalhando em novas composições, mas sem deixar de lado o nosso novo EP. Os eventos regionais sempre acontecem, e sempre estaremos lutando para tocar neles, e estamos preparando uma agenda ainda este ano. Já ano que vem, em janeiro, começaremos com gás em eventos confirmados aqui na cidade, e em outras cidades do estado, se possível, fechar com algum selo independente, e poder realizar um tour regional, ou nacional. Estamos muito esperançosos por isso.

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