Dica para ouvir + Entrevista: Luneta Vinil

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A banda Luneta Vinil tem uma proposta diferente, suas músicas mesclam vários estilos como o indie, classic rock, folk e música brasileira. As letras retratam histórias de amor e sobre o cotidiano.

O grupo, que é da região de Guarulhos, iniciou suas atividades com Elís Lucas (Voz e Violão), Cristiane Araújo (Voz e Percussão) e Bruno Dela Torre (Baixo); atualmente, ganhou mais dois integrantes: Márcio Menechini (Guitarra) e Carlão Semprini (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um Papo com Elís que fala sobre o surgimento da banda, da produção do EP “Tanta coisa pra falar” e o processo de lançamento do novo disco ”Tocando Amores”.

– Como aconteceu a formação?

Conheci a Cris quando eu tocava em um barzinho em 2012, aí a convidei para tocar comigo. O Bruno é cunhado de um grande amigo meu, e numa oportunidade que tivemos de conversar, mostrei meus sons a ele, que de cara se interessou. Então, nasceu o trio Luneta Vinil, em 2013. De lá pra cá passaram outras pessoas pela banda e, recentemente, nos tornamos um quinteto. Saímos da versão acústica do EP com a entrada do nosso produtor na guitarra (Marcio Menechini) e o Carlão na batera. Essa nova formação entrará em campo no lançamento do nosso disco “Tocando Amores”.

– Qual é a melhor parte e a maior dificuldade em trabalhar com música?

A melhor parte é que isso nos move, nos faz sentirmos inteiros. A dificuldade é o investimento, o mercado. Com a internet, se por um lado tornou-se mais acessível mostrar o trabalho; por outro, tornou-se mais competitivo também.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Eu ouço de tudo, mas principalmente muita música brasileira, do sul ao norte do país. Tom Zé, Itamar Assumpção e Arnaldo Antunes formam o trio de compositores que representa uma espécie de escola pra mim. São letristas incríveis. Elis Regina, a melhor intérprete. E a nova safra de artistas como Marcelo Jeneci, Léo Fressato e Pélico, são alguns nomes que também me influenciam. A Cris é bem eclética, gosta tanto de Maria Gadú, O Rappa e Criolo quanto Metálica, Florence e Dire Straits. Já os meninos têm o rock and roll como maior influência em comum.

– Por serem duas vocalistas, como vocês percebem o mercado musical? Ele é mais receptivo ou tem mais barreiras profissionalmente?

Percebemos que a maioria das bandas é formada por homens no vocal, mas até agora não sentimos diferença em relação a isso.

– Como foi o processo do EP Tanta Coisa Pra Falar?

O processo sempre é parte fundamental do trabalho. É quando vemos a transformação da música e seu amadurecimento. O EP foi produzido por nós três, Cris, Bruno e eu. Tínhamos apenas um ano de banda e metemos as caras. O pessoal que já nos acompanhava nos shows, nos cobrava um registro, então o fizemos. Gravamos no estúdio de um amigo, Leandro Sousa, na Casa Clam, um espaço cultural independente aqui da cidade. Organizamos e bancamos o trabalho, assim como estamos fazendo com o disco. Demos o melhor que podíamos naquele momento. Aprendemos muito. E foi um bonito registro daquele tempo. Hoje, com um produtor no comando, Marcio Menechini, a história é outra. O aprendizado triplica.
– E os planos para o segundo semestre de 2016?

Estamos finalizando o nosso primeiro disco, que terá 13 faixas. E enquanto não voltamos aos palcos  estamos planejando esse lançamento, que será no primeiro semestre de 2017.

Baixe o single:

 

 

Dica para ouvir: Alameda Dos Anjos

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A Banda de Pop-Rock, Alameda Dos Anjos aborda temas de conflitos atuais como homofobia, conflitos religiosos e amorosos. Sua formação vem Dani Policastro  (Voz, Teclado, Guitarra e Violão), Diego Balbino (Voz, Violão e Guitarra), Marcello Sorrany (Voz, Guitarra e Violão), Mauricio Santos (Baixo e Voz), e Léo Policastro (Bateria)

Suas influências são inspiradas nas bandas de rock dos anos 80, 90 e grandes nomes da MPB. Tem um álbum lançado no final do ano passado Por mais simples que seja.

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre o seu surgimento, a criação do álbum e os planos para o futuro, fica a dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

O Marcello e o Mauricio que trabalhavam juntos tiveram a primeira ideia de tocarem juntos. Descobriram algum tempo depois nos CEU Jambeiro, em Guaianazes, o programa Vocacional de música que acontece em vários equipamentos da cidade de São Paulo e viram nele a possibilidade de formação de bandas e o resto foi acontecendo realmente por conta do programa. Um dia, o Marcello foi num show e conheceu a Dani que também estava no Vocacional do Centro Cultural da Juventude, na Cachoeirinha, e trocaram contatos.

Pouco tempo depois Marcello conheceu também o Diego pelo programa, num encontro entre os equipamentos de cultura da Zona leste e ele tinha outro projeto, chamado Diz, de voz e violão. Após esse encontro, aconteceu uma apresentação desses grupos em Pinheiros e a Dani foi assistir. Ela e o Marcello já estavam com a ideia de juntar o grupo, o Marcello Chamou o Mauricio e ela chamou o Léo, seu irmão com quem já tocava a bastante tempo.

A banda seguiu como um quarteto de outubro a dezembro de 2014. No fim do ano, a Diz se desfez e surgiu a ideia de chamar o Diego para a banda. Tanto ele quanto a Alameda foram convidados para tocar no Praça & Prosa, um sarau organizado pelos jovens monitores de algumas bibliotecas da ZL. Após a apresentação, o convite foi feito e finalmente sentimos que a banda está completa.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nossa primeira ideia era outro nome e até criamos o nosso logo e tudo mais em cima dele. Porém, já havia uma banda com aquele nome e então, veio à ideia de Alameda os Anjos, uma referência a algo que todos gostam e soa legal. Até o logo combinou melhor com ele (risos).

– Vocês foram patrocinados pelo programa VAI da Prefeitura de São Paulo, como ocorreu esse apoio?

O VAI é um edital anual de incentivo à cultura para artistas e grupos que estão começando seus projetos. Tivemos a sorte de ser um dos grupos selecionados logo em nosso primeiro ano de banda, isso tanto pelo nosso som quanto pela temática de nossas músicas. No primeiro ano gravamos o nosso primeiro disco e fizemos algumas apresentações em centros culturais. Fomos aprovados novamente esse ano e estamos realizando apresentações de rua para divulgar o trabalho para mais pessoas. Somos muito gratos ao programa, pois sem ele nem saberíamos como chegar até aqui. Agora temos equipamento e condições de realizar nossas apresentações por conta própria, sem depender de convites ou da venda de ingressos para as casas de shows, e isso é muito importante para uma banda em fase de formação de público.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Não temos uma divisão, geralmente, tudo vai acontecendo; Quanto às músicas do disco, foram feitas individualmente pelo Diego, a Dani e o Marcello, letra e melodia. Porém, cada um deu a sua cara quando começamos a criar os arranjos. Ainda temos muitas músicas feitas individualmente, mas também começamos nossas parcerias, tanto com outros membros da banda quanto com outros artistas. O Mauricio também está compondo, o Diego tem parcerias com a Dani, o Mauricio, o Marcello e o Mano Chel, que é um Rapper muito bom de Guaianazes e temos também um a música totalmente composta por um grande amigo nosso, o cantor e compositor Gabriel Ferreira.

– Como surgiu a ideia do álbum “Por mais simples que seja”?

Quando conversamos logo após a entrada do Diego para a banda, percebemos que já tínhamos músicas suficientes para um disco. Como havíamos gravado nosso ensaio para a apresentação no Praça & Prosa (uma gravação horrível feita com uma câmera e o som de um amplificador onde ligávamos todos os instrumentos) começamos a divulgar assim mesmo, mas sabíamos que precisávamos de um material melhor. Foi então que ficamos sabendo do VAI. Já havíamos percebido também que as músicas tinham muita coisa em comum. Passamos por coisas parecidas e escrevemos sobre o que sentimos. O medo, a solidão, a LGBTfobia, depressão e a busca do amor na cidade grande são os pontos principais desse trabalho.
Após sermos aprovados no edital, convidamos o Fernando Diniz (que havia sido Artista Orientador do Marcello e do Mauricio no vocacional) para dirigir o trabalho. A Eva Figueiredo e o Paulo de Tarso também se ofereceram para ajudar e gravamos no Estúdio K9 do Thiago Sabino que também deu a maior força. Além deles, também tivemos muito apoio do Ricardo Valverde, da Tutti Madazio, do Edson Pelicer, que criou conosco a capa do disco.. É tanta gente que dá medo de esquecer alguém (risos).

– E os planos para o final de 2016?

Estamos finalizando a gravação de nosso primeiro videoclipe da canção “Desgrenhado”, que está sendo produzido pela Mirrah Iañes. Também gravamos com ela uma apresentação que aconteceu no Teatro Flávio Império no dia 07/10/2016. Como temos muito material da gravação do disco em vídeo também, temos a ideia de juntar tudo num documentário sobre ele ou simplesmente lançar esses vídeos no Yuotube, mas ainda estamos estudando o que será melhor. Estamos nos apresentando também em Saraus pela cidade e temos mais algumas apresentações de rua pelo VAI até janeiro, com datas a serem confirmadas e seguimos trabalhando nas músicas novas.

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Dica de lugares: Laje 795

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Já pensou em ir num bar dentro de um hostel? Pois, isso já existe!

O Laje 795 é um bar no terceiro andar do The Hostel Paulista que abre espaço para os frequentadores do próprio hostel e gente de fora.

Um lugar confortável e ótimo para reunir os amigos para um Happy Hour e tem vista para os prédios da Avenida Paulista, a avenida mais querida de São Paulo.

O som fica pela música ambiente que possui um Playlist bastante alternativo. O local também aceita reservas e customiza a sua festa ou evento conforme combinado.

Seu cardápio varia entre Drinks, cervejas, porções, hambúrgueres e lanches. Além, de não cobrar a entrada, os preços não são caros pela localização da região.

Se você é uma pessoa que curte conhecer lugares que oferecem uma alternativa cultural, o Dicas da Paty super indica para vocês conhecem o Laje 795 que está localizado ao lado da Avenida Paulista e da estação de metrô Trianon-Masp (linha verde).

O Endereço do Laje é na Rua Pamplona 795 – São Paulo. E funciona de Terça-Feira á Sábado a partir das 18h até as 23h. Exceto eventos fechados são de acordo com o combinado.

Dica para ouvir + Entrevista: La Madre

A La Madre é uma Banda de Rock de São Paulo que tem formação desde 2009. No início, seu repertório era repleto de covers com músicas clássicas do Rock Nacional e Internacional. No decorrer das apresentações que realizavam em bares e pubs, de São Paulo e outros Estados, a banda se dedicou ao trabalho autoral.

A banda lançou um CD autoral em Outubro de 2015 e, desde então, tem feito shows e divulgado este novo trabalho. Recentemente a banda lançou o novo clipe da música Destinos.

O vídeo clipe conta a história de uma pessoa que vive um dilema interno com suas emoções e se encontra perdido sem saber qual o sentido da vida. Até que ele conhece uma linda garota que o ajuda a sair daquela depressão e o leva para assistir o show da banda La Madre.

Sua formação vem com Leo Richter (Voz / Guitarra), Tico Rodriguez, (Guitarra), Felipe Gabriel (Baixo) e Nando Oliveira (Bateria), O vocalista já teve destaque na grande na mídia no início dos anos 2000, quando integrou a banda Twister, grupo de grande sucesso e uma febre entre as adolescentes da época.

Atualmente, a banda está com o projeto Vida de Fã, uma web série que mostrará histórias engraçadas, emocionantes e curiosas de fãs de vários artistas. Para participar da série, o fã precisa enviar sua história – de acordo com o regulamento – para seleção da produção da série e para a fã selecionada ganhará um pocket show da La Madre. As gravações contarão com direção de Léo Richter, que atualmente, se divide entre os vocais e a guitarra do La Madre e também faz parte da banda de apoio nos shows da Banda Malta.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre suas influências, sobre o que acham da situação do rock atual e a ideia da produção de Vida de fã, confere aí:

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Leo> Eu dei a ideia do nome, pois estive muitas vezes no México e fiquei fascinado pela cultura e música de lá. Trouxe muitas influências de lá. Os mexicanos usam muito a expressão “La Madre” para definir quando uma coisa está boa (ótima), uma comida, uma música, um filme, etc. Então quando voltei para o Brasil e montei a banda eu queria um nome forte, e me lembrei dessa expressão!

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Leo> Eu sempre soube que a música seria minha vida, desde os 13 anos eu já via claramente isso, e desde então sigo nessa jornada.

E paralelamente eu também trabalho com produção de vídeo.

Felipe> Sempre tive o interesse da área musical!

Tico>  Sempre tive interesse na área musical e tive influencia por ter músicos na família, por isso gosto desde criança.

Nando> Eu Fiz publicidade, apenas técnico, mas tinha vontade de seguir a propaganda. Ao fim do ensino médio já comecei a dar aulas com o convite do meu professor da época. Em poucos meses já tinha uma grade de uns 10 alunos e estava ganhando minha grana com música. Nesta mesma época, recebi um convite de uma banda local que fazia shows na noite do Vale do Paraíba. Daí eu resolvi que a música seria meu caminho. Sempre digo que não escolhi a música e sim a música me escolheu! Rs. Larguei a publicidade e me dediquei seriamente à bateria, até me formar em música em 2004. E aqui estou até hoje.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Leo> Rock anos 70 e 80, Metal Alternativo, Post-Grunge e Música Clássica. Desde Cazuza, Engenheiros, Oficina G3, Kansas, Journey, Iron Maiden, Dream Theater, Mr. Big, Metallica, Alter Bridge e Beethoven. Cantores: Bruce Dickinson, Steve Perry, Myles Kennedy, Mauro Henrique;

Felipe> Bandas: Iron Maiden, Deep Purple, Whitesnake, Aerosmith, Mr.Big, Pantera, Skid Row, Nickelback e etc. Baixistas: steve harris, glenn hughes, billy sheehan, geddy Lee, marco mendoza, rudy sarzo, Dave LaRue, Randy Coven, Flea;

Tico> Influência de Van Halen, Raimundos, Engenheiros do Hawaii. Já na Guitarrista: Eddie Van Halen

Nando>  Cresci ouvindo música evangélica e isso me ajudou a curtir de tudo um pouco. As bandas que mais marcaram foram: Van Halen, Dream Theater, Petra, Mr. Big, Deep Purple e entre muuuuitas outras. Já Bateristas: Buddy Rich, Dennis Chambers, Pat Torpey, John Bonham, Dave Weckl, Kiko Freitas e João Barone.

– Como vocês veem a situação do rock nacional atualmente?

Leo> Não vemos muitas bandas fazendo Rock Nacional, pois elas querem estar na mídia, nas rádios… E isso faz com que mudem seu estilo, se adequem para serem aceitas. Sinto que com a força da internet hoje, as bandas podiam apostar mais na sua música, tenho certeza que o público está aí sedento por isso, só faltam mais bandas acreditarem e fortalecerem a cena novamente.

Fazerem música sem se preocuparem em agradar o cara da gravadora, ou da rádio, não dependerem da grande mídia.

Se o trabalho é bom e diferenciado, certamente com o tempo conquistará seu espaço!

Felipe> O rock nacional atualmente está parado, congelado, estático, sem espaço para se mover, a nível nacional eu acredito que bandas que conseguiram solidificar e perpetuar uma carreira  ficaram no passado no final dos anos 70′, nos anos 80′ e 90′ e pouquíssimo nos anos 2000 como os Titãs, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Capital Inicial, Charlie Brown Jr, Rappa, J Quest e etc e ate hoje vivem dos sucessos desses anos. O Brasil está carente de rock atual de qualidade, porém as “vitrines” televisivas comuns e mídias populares também não estão muito abertas para o gênero. O foco e todo voltado para gêneros populares regionais e variações modernas “universitárias”

Nando> Vejo que o mercado do rock está cada vez mais difícil. A música hoje está muito voltada ao que dá dinheiro, ao que enriquece empresários. E o rock, por não ser de acesso de massa, principalmente no Brasil, sofre com isso, pois é um gênero autêntico. A maioria dos roqueiros se preocupa com a arte, com técnica e isso vai contra o mercado. Já estamos num período onde não surgem mais bandas de rock de verdade. Tudo o que se vê é mistura de rock com alguma coisa, na tentativa de embalar algo na rádio e que seja de gosto bem popular.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Felipe> Sim, aos 17 anos vendi meu primeiro contra baixo de cinco cordas, que, diga-se de passagem, era meu único baixo no momento por um valor extremamente baixo, para ir a um show que tocou o Whitesnake, Judas Priest e o Angra… Resumindo… Fiquei sem baixo por alguns bons meses, precisando sempre de emprestados dos amigos para shows, ensaios e etc…

– Como foi à produção do clipe Depois?

Leo> A música é simples e direta, e como é o nosso primeiro clipe queríamos algo simples e direto também, que valorizasse cada integrante da banda, sem ter um roteiro rebuscado e com história.

Então filmamos no mesmo Studio que gravamos nosso CD, o Power Áudio em Guarulhos.

Clipe Depois

– Como surgiu a ideia da Web série Vida de fã? E como está sendo a experiência?

Leo> Quando nós começamos nossas carreiras musicas não tinha muitos lugares pra tocar, então fazíamos shows nas festas na casa dos amigos, na garagem… Então resolvemos resgatar essas memórias e montar a web serie, onde reverenciamos os fãs, que contam suas histórias quando visitamos suas casas para fazer um pocket show para ele e seus amigos e também registrar suas histórias.

– E os planos para o final do ano?

Leo> Os planos são filmar mais episódios da web serie e também lançar mais um clipe, além do novo show que estamos preparando e também à gravação de um novo single.

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Dica de livro: SÓ POR HOJE E PARA SEMPRE – RENATO RUSSO

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A Dica de livro hoje é SÓ POR HOJE E PARA SEMPRE – RENATO RUSSO.

O livro é um material inédito que vem à tona depois de mais de vinte anos. São as memórias do líder da Legião Urbana com passagens de autoanálise e um olhar esperançoso para o futuro, este relato oferece a seus fãs, além de valioso documento histórico, um contato íntimo com o artista e um exemplo decisivo de superação.

O Dicas da PaTy é um site com artigos, notícias e reportagens. Além, de sugestões para você acompanhar vídeos, lugares, música, séries e livros.

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Dica para ouvir + Entrevista: Canal XIII

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A Banda Canal XIII é uma banda de Rock Alternativo, formada desde 2013 e vem com Thiago Gomes (vocal), João Felipe (Guitarra), Yann Monteiro (Guitarra), Pedro Chiba (Baixista) e Ralf Zeq (Bateria). Suas letras falam sobre questões do cotidiano e sentimentos que convivem com o ser-humano, como as suas dores, objetivos, decepções e felicidades.

Este ano, lançaram o primeiro EP intitulado Navegantes de uma Imensidão Qualquer. As melodias são bem calmas e misturam-se com os riffs e acordes fortes. Destaco duas letras: Longo Inverno e Flores de Columbine; a primeira canção aborda sobre a violência contra a mulher, onde muitas são vítimas em seus próprios lares e não denunciam o crime. Já “Flores de Columbine” é uma canção com participação de Lucas Tavares baseada no Massacre que ocorreu em abril de 1999 no Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine. Os estudantes Eric Harris, de 18 anos e Dylan Klebold, de 17 anos assassinaram vários colegas e professores e em seguida cometeram suicídio.

Recentemente, os caras lançaram o clipe da música “Nunca Mais“, faixa deste EP.

A Banda já participou por diversos festivais da cena underground da região. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre o processo criativo e a produção do EP. Fica a Dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu em meados de outubro de 2013, na cidade de Cruzeiro, então eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes fomos apresentados por amigos em comum e daí começou o projeto Canal XIII. No inicio começamos a compor algumas canções e convidamos o Ralf Zeq, o João Felipe e o Pedro Darlan, para se unir a banda e gravarmos nosso primeiro EP independente, intitulado Navegantes de uma imensidão qualquer!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome Canal surgiu com um pouco de influência do avô do nosso vocalista Thiago Gomes, pois nosso lugar de ensaio é num porão cheio de TVs antigas que seu avô as concertava. E o XIII, é um número bem místico, veio pra acrescentar e tem o significado para cada região e cultura que representam algo diferente ex: sorte, azar, prosperidade, Transformação, Renascimento e liberdade.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nossa temática de letras consiste em falar sobre o cotidiano do ser humano e como ele interage com o mundo ao seu redor com suas dores, objetivos, decepções e felicidades. Tudo isso com uma pitada de poesia. A essência da nossa proposta é fazer algo diferente, criar uma identidade sólida que toque as pessoas. Não se prender a só um estilo, misturar várias vertentes do rock e levar uma mensagem boa, sempre!

Com melodias calmas, que mesclam com riffs e acordes fortes, dando esse contraste como se tudo em sua vida estivesse bem e de uma hora pra outra tudo desabasse. Passando por diversos festivais da cena underground da região, procuramos aos poucos nosso lugar ao sol!

– Quais são as influências musicais de cada um?

Yann Monteiro> Emery, Enter Shikari e Aiden;

Thiago Gomes> Breaking Benjamin, Slaves e Emarosa;

Ralf Zeq> A Day To Remenber, Red Hot Chilli Peppers e arctic monkeys;

Joao Felipe> Fresno, Esteban, visconde;

Pedro Chiba> Royal blood, death from above 1979* e twenty one pistol.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Geralmente, quem fica responsável pela parte de composição é mais eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes. Chegamos com a letra e a melodia já prontas e mostramos para o resto da banda que acabam colaborando mais na pré-produção das canções com arranjos e ideias.

– Como foi a produção do EP Navegantes de uma Imensidão Qualquer?

O processo de gravação foi um tanto quanto longo pra um EP. Foram sete meses de produção intensa. Chegaram a ter alguns dias que o Yann e eu (Ralf) ficamos aproximadamente 12 horas gravando e regravando os detalhes, mas no final foi muito satisfatório ver o resultado. É um esforço que com certeza valeu a pena e faríamos de novo sem dúvidas.

– E os planos para o final do ano?

7- Nossos planos pro final do ano são gravar nosso primeiro álbum, fazer um clipe e quem sabe fazer um turnê pelo nosso país.

Dica de lugares: Johnnie Wash

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Se você curte assuntos relacionados à moto e música, o Johnnie Wash é o lugar certo. O local tem oficina, venda de peças, lava-rápido, acessórios, roupas, customização para as motos e um bar aonde toda a decoração remete à motocicleta e motociclistas.

Geralmente, os frequentadores são os amantes de duas rodas, onde eles podem aproveitar a varanda, um salão interno e uma mesa de bilhar. Costuma reunir tribos de diversos estilos e perfis. Além disso, às Sextas-Feiras a programação musical é repleta do bom e velho Rock’n Roll e Blues, a partir das 20h com banda ao vivo.

Localizado na Vila Olímpia em São Paulo, fica na Rua Gomes de Carvalho, 815.

Dica de Livro: Renato Russo – O Filho da Revolução

A jovem capital de Brasília foi palco de todas as mudanças ocorridas no conturbado período PRÉ e PÓS abertura política. É com esse plano de fundo que surge a Legião Urbana, um dos maiores fenômenos musicais do país.

O livro conta paralelamente sobre a transformação da história do nosso país e a vida de Renato Russo. Têm fotos exclusivas, cartas, registros de diários, rabiscos, ideias das composições que o cantou criou.

A década de 1980 surgiu como um grito de identidade nacional, propagando a ideologia punk/rock em nosso espaço sonoro. Renato Russo carioca radicado em Brasília ganhou o status conquistado por ele como cantor e compositor.

No meio de várias biografias, ensaios e homenagens póstumas, o livro “Renato Russo: O Filho da Revolução” com 400 páginas, escrito pelo jornalista Carlos Marcelo, o autor fez o levantamento de entrevistas (algumas pouco conhecidas), coletou dados e informações valiosíssimas de quem conviveram com Renato Russo, bem como de fontes documentais da época (como jornais, revistas, programas de rádio e periódicos de todos os gêneros).

A obra conta com mais de cem entrevistas, incluindo depoimentos de Dado Villa-Lobos, Dinho Ouro Preto, Herbert Vianna, Millôr Fernandes, Ney Matogrosso, Tony Bellotto e vários amigos anônimos. Edição especial com ensaio inédito sobre a música Faroeste Caboclo.

Dica de final de semana: Tributo Charlie Brown JR

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Em comemoração aos 31 anos da Rádio Rock, a rádio homenageará essa banda que influenciou vários jovens por todo Brasil e unirá vários artistas. O show será no Espaço das Américas, Sábado dia 22 de outubro, venha para uma grande celebração.

As Bandas já divulgadas para este evento são a Bula e Raimundos, além dos integrantes: Marcão, Heitor e Graveto com convidados. Alguns convidados só serão revelados no dia do show, então você não vai perder essa hein.

Pontos de venda:

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

Site

Yuotube

Instagram