Festival Brasil Prog acontece no Centro Cultural de São Paulo

Entre os dias 17, 18 e 19 de fevereiro (sexta e sábado, às 19h; e domingo, às 18h), acontece um festival que reúne quatro bandas de diferentes gerações. Este Festival é voltado ao rock progressivo, estilo que é constituído de músicas longas ou curtas demais.

Programação:

Dia 17/2 – Sérgio Hinds & César de Mercês Tocam O Terço Lado B

Dia 18/2 – Bombay Groovy e Monstro Amigo (Encontro de duas das melhores bandas na nova geração do Progressivo brasileiro).

Dia 19/2 – Violeta de Outono – lançamento do novo CD

 

O Festival acontece na Sala Adoniran Barbosa e os ingressos é R$20,00 – a venda estará disponível na bilheteria em seu horário de funcionamento (terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30).

Dica para ouvir + Entrevista ConFéXS

A banda Conféxs está na ativa desde 2007, nesse meio tempo, ocorreram várias mudanças que focaram na identidade da banda. Sua formação vem com Leandro (Vocal), Higor (Guitarra), Robson (Baixo) e Raphael (Bateria).

A banda tem em base o rock com influência do Rap. De inicio, a banda foi destaque do programa Garagem do Faustão no ano de 2011 e o clipe da música DNA esteve na programação da Play TV em 2014; além da banda, ter ganhado o Festival Barulho, promovido pela Fabrica de Cultura do Jardim São Luís, na zona sul de São Paulo.

O Dicas da Paty bateu papo com essa galera que fala sobre planos futuros, a participação do Festival Barulho e a produção do clipe DNA:

Como aconteceu a formação da banda?

Entre 2006 e 2007, o Moises e o Leandro montaram uma banda para um trabalho de escola e no fim essa banda surgiu: o Conféxs.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A banda pensou em alguns nomes e todos já existiam. e inconformado, o Moises abriu um caderno, pegou uma caneta e começou a misturar letras tentando inventar um nome e nisso surgiu Confex. Ele achou meio cru o X no fim e acrescentou o S, ficando assim CONFÉXS! Um nome inventado para não ter outro igual.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Todos os membros que já passaram pela banda sempre tiveram interesse em viver de música, mas fora da música, todos têm outros projetos e outros empregos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

O Conféxs é uma banda de Rock com alguns elementos de Rap.

– Quais são as influências musicais de cada um?

No geral, a banda tem como influências o CPM 22, Charlie Brown Jr, P.O.D, Link in Park, Racionais Mc’s e Limp Bizkit.

– Vocês ganharam o concurso do Barulho Festival, Como foi essa participação?

Entramos no festival com a intenção de participa e mostrar nosso som; passamos por uma etapa, depois duas, três, todas; Quando vimos já estávamos na final e acabamos ganhando!

Nesse link tem um vídeo de uma das etapas do festival:

– Como surgiu a ideia do clipe DNA?

Nós queríamos gravar o clipe dentro de uma casa que estivesse em construção para fugir do clichê de algumas bandas que gravam clipes em casas legais e top; nada contra quem faz isso rsrsrs, só que queríamos quebrar essa linha. Arrumamos a casa, no dia da gravação o dono deu pra trás e no fim fizemos na laje da casa do Moises que estava em construção também e em segundo plano para a gravação.

– E os planos para 2017?

A gravação de um EP com músicas novas e a primeira letra de trabalho que vai ser lançada, se chama Sou Guerreiro; além de vídeos que já estamos produzindo, shows e a comemoração dos10 anos de Conféxs!

 

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Gravação do DVD AO VIVO da Banda Strike

Com 13 anos de estrada, a Banda Strike grava seu primeiro DVD Ao Vivo, no Hangar 110.  O show será para relembrar os maiores sucessos da banda com as novas músicas de trabalho.

O show vai acontecer nesse sábado, dia 11, a partir das 19h. O Ingresso para gravação do DVD é 60,00 reais. O Hangar 110 fica na Rua Rodolfo Miranda,110.

Já para quem quer curtir ainda mais essa comemoração, os fãs podem adquirir um pacote after party dvd strike, o valor do ingresso é 190,00 reais que inclui: ingresso para o show de gravação no Hangar110, camiseta STRIKE e a entrada para a festa fechada exclusiva após o show de gravação (AFTER PARTY). Essa festa não será aberta ao público, portanto só terá acesso os que tiverem a pulseira de identificação que será entregue na entrada para o show de gravação. A After Party será no JAI Club – Rua Vergueiro, 2676 – Vila Mariana.

#ficaadica

Dica para ouvir + Entrevista com Banda Alteza

Já pensou na mistura de estilos que vão desde o pop/rock ao reggae e com letras fáceis de pegar. Então, dessa mistura surge à banda Alteza que tem inicio em 2015 e aborda temas sobre amor e esperança. A música de trabalho “Penso em Você” já possui mais de três mil visualizações no Youtube. Sua formação vem com formação de B. Brown (voz e guitarra), Fábio D Lugo (guitarra), Rainer Ladewig (baixo) e Gabriel Izar (bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre a produção do primeiro álbum “Vencendo Toda a Maldade”, sobre suas influências musicais e a produção da música “Penso em Você”:

Como aconteceu a formação da banda?

Esta formação de agora é a mais recente. Já passamos por algumas mudanças, mais precisamente na bateria. O Binho (guitarra) e o Rainer (baixo) são família, então é mais fácil para eles. Na verdade a banda começou com eles. Eles tocavam juntos em outra banda que acabou e resolveram continuar tocando em uma nova banda, idealizada pelos dois. Então, encontraram o Brown (vocal) no cifra clube e a química rolou logo de cara. O som e os timbres encaixaram e só faltava o baterista. Passaram dois anos antes de o Gabriel chegar, em Julho do ano passado, e também foi o encaixe perfeito. Rainer até brincou nos primeiro ensaio: “É ele! Batera e baixo conversando na música toda! A cozinha está completa!”. E o Gabriel entrou como se já fizesse parte da banda há anos.

Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda é uma menção ao Queen, mas temos duas histórias para explicar o surgimento da ideia. A primeira foi em uma noite em que o Binho estava na casa do Rainer, tomando cerveja e viu a coroa da Budweiser no rótulo da garrafa e teve a ideia. A segunda é que em uma volta de um show, de madrugada, o Brown chutou uma garrafa de Budweiser na rua. Binho olhou para a garrafa e viu a coroa no rótulo. Embora nem a gente mesmo saiba qual é a história original, o importante é que a ideia surgiu de um rótulo de cerveja.

“o importante é que a ideia surgiu de um rótulo de cerveja”.

Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Acho que todo mundo que tem banda tem o sonho de viver de música e é por isso que insistimos neste caminho tão duro e ingrato. É difícil, mas para quem acha que é só vida boa, não é não! É muita porrada, com muita estrada, pouco tempo, pouco dinheiro, muitos nãos e muitas frustrações. E é por isso que é tão gratificante cada conquista, pois só nós sabemos o quanto batalhamos para chegar até aqui. Viver da música sempre foi e sempre será um sonho de todos aqui da Alteza, assim como de muitas bandas por aí. Este sempre foi o plano principal o resto, resto eu digo trabalho, é só plano paralelo para conseguirmos chegar ao sonho principal sem morrer de fome.

“Viver da música sempre foi e sempre será um sonho de todos aqui da Alteza”.

Quais são as influências musicais de cada um?

A Alteza é uma mistura de ritmos e estilos. Cada um da banda gosta de uma vertente musical, e até existem alguns pontos em comum, como CBJR, RHCP, Rappa, Pearl Jam, Guns, e algumas outras. Apesar de todo mundo escutar de tudo, no geral, cada um escuta mais algum estilo. O Rainer é mais do Metal, gosta de Iron Maiden, Metallica, essa linha. Até o visual dele é desta tribo. Já o Brown é o oposto, estilo mais regueiro, curte um bom Bob Marley, Onze20, Maneva, ForFun, SOJA e etc.; e também tem uma pegada mais rap. O Fábio também fica mais na área do rock, gosta de um rock mais clássico dos anos 90 e 2000: Live, Guns, PapaRoach, Linkin Park, CBJR. E o Gabriel é mais da pegada HardCore: Offspring, Millencolin Dead Fish, Sugar Kane, Hateen, Garage Fuzz, apesar de ter como grande inspirador da batera o Chad Smith do RHCP. E com isso a banda ganha muito com essa mistura toda de estilo, pois cada um põe um pouco de si nas músicas. Tanto que, quem vai aos nossos shows sabe que uma música não tem nada a ver com a outra. Normalmente começamos os shows com uma paulada mais para o Hard core de som mais rápido e muita guitarra. Passamos para um funk americano com domínio do baixo e bateria mais swingada. Entramos em uma parte mais lenta com nossas canções mais pops. E terminamos indo para um Reggae misturado com Rock, também bem pegado. E isso é a Alteza, uma mistura musical de quatro pessoas com gostos completamente diferentes que vem dando certo ao encontrarmos os nossos pontos em comum.

Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Acho que já descrevi um pouco na pergunta anterior. Mas se fosse para definir em uma palavra eu usaria a palavra diversidade. Somos uma banda capaz de fazer um Reggae com a mesma qualidade que fazemos um funk, ou um pop. A Alteza é uma banda que flutua entre os ritmos musicais e tenta trazer um pouco de tudo para os ouvidos de quem nos acompanha. Nossas letras são bem marcantes e vão desde o clássico amor (quem nunca sofreu por amor, não é?) até o cotidiano paulista de acordar cedo e se matar de trabalhar sem ter mais tempo para nada.

“A Alteza é uma banda que flutua entre os ritmos musicais e tenta trazer um pouco de tudo para os ouvidos de quem nos acompanha”

Como foi a produção da música “Penso em Você”?

A Penso em Você desde o começo da banda foi a música que mais nos chamou atenção nos shows, pela aceitação do público. O refrão é bem marcante e fácil de lembrar, e acho que isso ajudou na empolgação da galera nos shows. A letra é bem atual também, sobre o hábito de trocar mensagens no período de flerte e a vontade de estar com aquela pessoa da mensagem, conhecer melhor e tudo mais. Então resolvemos gravá-la para um webclipe seguindo a história da letra, mas como nada é fácil nessa vida, no dia da gravação deu tudo errado e acabou que nós mesmo tivemos que gravar, na chuva, e editar o clipe que está no Youtube com mais de 3 mil views.

Vocês estão produzindo o primeiro álbum, como está sendo o processo de produção e quando ele será lançado?

Estamos em estúdio sim. Temos 10 músicas prontas para serem gravadas, e mais um monte para ser feitas, que já temos letra e melodia. A princípio vamos lançar um EP de três músicas, mas ainda estamos estudando tudo direitinho. Como já disse, essa formação é muito recente e ainda estamos nos acostumando a trabalhar juntos. Além de ensaiar nosso show e aprimorar algumas músicas, mas a previsão é o lançamento do EP ainda este ano.

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Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Born2Bleed

A Banda de Metal Born2Bleed vem do Rio de Janeiro e traz na bagagem seu primeiro single Vida de Guerra, lançado em outubro de 2016, com uma união da velocidade e groove, dois estilos distintos, Metal e Hardcore unidos em um único propósito: passar modernidade de vários estilos sem se prender a moldes estabelecidos.

Seus integrantes já tem experiência da cena underground, seus membros são: Felipe Lameira (Vocal/ Ex-Hatefulmurder). Marcio Venturim (Guitarra), Marcos Medeiros (Baixo) e Turko Ouriques (Bateria);

O Dicas da Paty bateu um papo com o vocalista Felipe Lameira, que fala sobre a produção do single de trabalho atual e a previsão do lançamento do primeiro disco neste semestre, e muito mais!!!!!!

– Como aconteceu a formação da banda -?

Lameira: Bom, basicamente tudo ocorreu logo depois da minha saída do Hatefulmurder. A sinergia não continuava a mesma e eu não me sentia bem trabalhando com os caras. Preferi sair e começar algo novo, com uma nova energia, uma nova proposta. Assim que saiu a noticia fui procurado pelo guitarrista Marcio Venturim, me perguntando se eu estava interessado em um novo projeto. Falei que sim e que já tinha algo em mente. Após algumas reuniões e conversas, começamos a montar o time que faltava. Marcio chamou Marcos Medeiros para assumir o baixo, que eu já conhecia também, e o Turko Ouriques se prontificou imediatamente quando soube que eu precisava de um baterista. Hoje todos completam o time muito bem, dando uma forma maior ainda ao que eu havia pensado para a proposta inicial.

“Hoje todos completam o time muito bem”

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Lameira: Olha, eu passei varias semanas tentando pensar em um nome para a banda. Queríamos algo forte e sonoro, mas também carregado de um significado, algo que representa-se o que a banda é. Escutando os sons que sempre escuto me apareceu a frase: “Born to Bleed” – (quem conhece sabe exatamente de onde isso veio). Era exatamente isso. O mundo não é um parque de diversões. A vida fará de tudo para te jogar no chão e caberá a você saber lidar com isso: escolher ficar ali, no chão sangrando esperando morrer, ou lutar e se levantar todas as vezes que isso acontecer, não importando quantas vezes for; Essa é a mensagem também do nosso single “Vida e Guerra”.

“A vida fará de tudo para te jogar no chão e caberá a você saber lidar com isso”

– Como foi à produção do single “Vida de Guerra”?

Lameira: A produção foi bem tranquila. Assim que fechamos a música e a letra, arregimentamos nosso amigo Murilo Pirozzi para dividir a produção conosco. Tenho uma parceria de trabalho com ele de muito tempo, desde 2008. Gravamos tudo em nosso home Studio e entregamos para que o Murilo desse seu toque final. O resultado ficou fantástico. O que só comprovou pra mim que podemos fazer muito, com pouco, desde que seja da forma certa.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Lameira: As influências são as mais diferenciadas. Todos têm suas bandas preferidas e os gêneros com que se identificam mais, que passam por tudo: Metalcore, Hardcore, Deathcore, Thrash, Death, punk e etc. Essas múltiplas influências fazem o som ficar mais completo em minha opinião. Gostamos de coisas clássicas, bandas do começo e bandas com sons bem atuais e modernos. Estamos de olho no futuro, mas sempre respeitando o passado. Além disso, claro somos influenciados pelos sons que nos cercam, a urbanidade, Rio de Janeiro, o asfalto e a favela e todo contexto. Muitas coisas dentro de uma só. Por isso dizemos que o nosso som é o “Favelacore”. Uma mistura disso tudo.

– Como vocês veem a situação do metal nacional atualmente?

Lameira: Bom, a cena geral do Metal sempre foi complicada. Vi novas bandas surgirem e se tornarem fortes, mas ainda vivemos sem apoio e exposição na grande mídia. E agora o rock como todo se vê perdendo território para os ritmos que já conhecemos e não precisam ser citados. As redes sociais e a internet ajudam a divulgar melhor o trabalho, mas muitos reclamam que esse mesmo público não comparece sempre aos shows. São temos novos, com muito conteúdo, com novas demandas, um novo comportamento e novos jeitos de se consumir música. Temos que nos adaptar.

– Qual a dica que vocês falariam para jovens que se interessam em criar uma banda e seguir carreira artística?

Lameira: Uma dica? Vamos lá: Preste atenção nos grandes. Aprenda com seus erros e acertos, mas sempre procurando ser autentico no que faz. Nem que seja em um detalhe, mas façam algo diferente. Bandas comuns que ficam se repetindo existem aos montes, e ninguém quer uma copia barata de algo que já existe. Seja algo que te represente, seja único. Não tenha medo de errar. Caia, levante-se e continue. Quem acredita no que faz, não desiste.

“Nem que seja em um detalhe, mas façam algo diferente”

– E os planos para 2017?

Lameira: Muitos. Entraremos em estúdio para gravar o primeiro álbum. A previsão de lançamento é para esse semestre ainda. Começaremos também a venda de merchandising e o mais importante: shows. Quantos forem possíveis. Uma banda só é uma banda de verdade encarando a estrada e fazendo shows. É assim que ela amadurece e se torna “grande” dentro do que faz.

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Dica para ouvir + Entrevista: Luneta Vinil

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A banda Luneta Vinil tem uma proposta diferente, suas músicas mesclam vários estilos como o indie, classic rock, folk e música brasileira. As letras retratam histórias de amor e sobre o cotidiano.

O grupo, que é da região de Guarulhos, iniciou suas atividades com Elís Lucas (Voz e Violão), Cristiane Araújo (Voz e Percussão) e Bruno Dela Torre (Baixo); atualmente, ganhou mais dois integrantes: Márcio Menechini (Guitarra) e Carlão Semprini (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um Papo com Elís que fala sobre o surgimento da banda, da produção do EP “Tanta coisa pra falar” e o processo de lançamento do novo disco ”Tocando Amores”.

– Como aconteceu a formação?

Conheci a Cris quando eu tocava em um barzinho em 2012, aí a convidei para tocar comigo. O Bruno é cunhado de um grande amigo meu, e numa oportunidade que tivemos de conversar, mostrei meus sons a ele, que de cara se interessou. Então, nasceu o trio Luneta Vinil, em 2013. De lá pra cá passaram outras pessoas pela banda e, recentemente, nos tornamos um quinteto. Saímos da versão acústica do EP com a entrada do nosso produtor na guitarra (Marcio Menechini) e o Carlão na batera. Essa nova formação entrará em campo no lançamento do nosso disco “Tocando Amores”.

– Qual é a melhor parte e a maior dificuldade em trabalhar com música?

A melhor parte é que isso nos move, nos faz sentirmos inteiros. A dificuldade é o investimento, o mercado. Com a internet, se por um lado tornou-se mais acessível mostrar o trabalho; por outro, tornou-se mais competitivo também.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Eu ouço de tudo, mas principalmente muita música brasileira, do sul ao norte do país. Tom Zé, Itamar Assumpção e Arnaldo Antunes formam o trio de compositores que representa uma espécie de escola pra mim. São letristas incríveis. Elis Regina, a melhor intérprete. E a nova safra de artistas como Marcelo Jeneci, Léo Fressato e Pélico, são alguns nomes que também me influenciam. A Cris é bem eclética, gosta tanto de Maria Gadú, O Rappa e Criolo quanto Metálica, Florence e Dire Straits. Já os meninos têm o rock and roll como maior influência em comum.

– Por serem duas vocalistas, como vocês percebem o mercado musical? Ele é mais receptivo ou tem mais barreiras profissionalmente?

Percebemos que a maioria das bandas é formada por homens no vocal, mas até agora não sentimos diferença em relação a isso.

– Como foi o processo do EP Tanta Coisa Pra Falar?

O processo sempre é parte fundamental do trabalho. É quando vemos a transformação da música e seu amadurecimento. O EP foi produzido por nós três, Cris, Bruno e eu. Tínhamos apenas um ano de banda e metemos as caras. O pessoal que já nos acompanhava nos shows, nos cobrava um registro, então o fizemos. Gravamos no estúdio de um amigo, Leandro Sousa, na Casa Clam, um espaço cultural independente aqui da cidade. Organizamos e bancamos o trabalho, assim como estamos fazendo com o disco. Demos o melhor que podíamos naquele momento. Aprendemos muito. E foi um bonito registro daquele tempo. Hoje, com um produtor no comando, Marcio Menechini, a história é outra. O aprendizado triplica.
– E os planos para o segundo semestre de 2016?

Estamos finalizando o nosso primeiro disco, que terá 13 faixas. E enquanto não voltamos aos palcos  estamos planejando esse lançamento, que será no primeiro semestre de 2017.

Baixe o single:

 

 

Dica para ouvir + Entrevista: Canal XIII

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A Banda Canal XIII é uma banda de Rock Alternativo, formada desde 2013 e vem com Thiago Gomes (vocal), João Felipe (Guitarra), Yann Monteiro (Guitarra), Pedro Chiba (Baixista) e Ralf Zeq (Bateria). Suas letras falam sobre questões do cotidiano e sentimentos que convivem com o ser-humano, como as suas dores, objetivos, decepções e felicidades.

Este ano, lançaram o primeiro EP intitulado Navegantes de uma Imensidão Qualquer. As melodias são bem calmas e misturam-se com os riffs e acordes fortes. Destaco duas letras: Longo Inverno e Flores de Columbine; a primeira canção aborda sobre a violência contra a mulher, onde muitas são vítimas em seus próprios lares e não denunciam o crime. Já “Flores de Columbine” é uma canção com participação de Lucas Tavares baseada no Massacre que ocorreu em abril de 1999 no Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine. Os estudantes Eric Harris, de 18 anos e Dylan Klebold, de 17 anos assassinaram vários colegas e professores e em seguida cometeram suicídio.

Recentemente, os caras lançaram o clipe da música “Nunca Mais“, faixa deste EP.

A Banda já participou por diversos festivais da cena underground da região. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre o processo criativo e a produção do EP. Fica a Dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu em meados de outubro de 2013, na cidade de Cruzeiro, então eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes fomos apresentados por amigos em comum e daí começou o projeto Canal XIII. No inicio começamos a compor algumas canções e convidamos o Ralf Zeq, o João Felipe e o Pedro Darlan, para se unir a banda e gravarmos nosso primeiro EP independente, intitulado Navegantes de uma imensidão qualquer!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome Canal surgiu com um pouco de influência do avô do nosso vocalista Thiago Gomes, pois nosso lugar de ensaio é num porão cheio de TVs antigas que seu avô as concertava. E o XIII, é um número bem místico, veio pra acrescentar e tem o significado para cada região e cultura que representam algo diferente ex: sorte, azar, prosperidade, Transformação, Renascimento e liberdade.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nossa temática de letras consiste em falar sobre o cotidiano do ser humano e como ele interage com o mundo ao seu redor com suas dores, objetivos, decepções e felicidades. Tudo isso com uma pitada de poesia. A essência da nossa proposta é fazer algo diferente, criar uma identidade sólida que toque as pessoas. Não se prender a só um estilo, misturar várias vertentes do rock e levar uma mensagem boa, sempre!

Com melodias calmas, que mesclam com riffs e acordes fortes, dando esse contraste como se tudo em sua vida estivesse bem e de uma hora pra outra tudo desabasse. Passando por diversos festivais da cena underground da região, procuramos aos poucos nosso lugar ao sol!

– Quais são as influências musicais de cada um?

Yann Monteiro> Emery, Enter Shikari e Aiden;

Thiago Gomes> Breaking Benjamin, Slaves e Emarosa;

Ralf Zeq> A Day To Remenber, Red Hot Chilli Peppers e arctic monkeys;

Joao Felipe> Fresno, Esteban, visconde;

Pedro Chiba> Royal blood, death from above 1979* e twenty one pistol.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Geralmente, quem fica responsável pela parte de composição é mais eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes. Chegamos com a letra e a melodia já prontas e mostramos para o resto da banda que acabam colaborando mais na pré-produção das canções com arranjos e ideias.

– Como foi a produção do EP Navegantes de uma Imensidão Qualquer?

O processo de gravação foi um tanto quanto longo pra um EP. Foram sete meses de produção intensa. Chegaram a ter alguns dias que o Yann e eu (Ralf) ficamos aproximadamente 12 horas gravando e regravando os detalhes, mas no final foi muito satisfatório ver o resultado. É um esforço que com certeza valeu a pena e faríamos de novo sem dúvidas.

– E os planos para o final do ano?

7- Nossos planos pro final do ano são gravar nosso primeiro álbum, fazer um clipe e quem sabe fazer um turnê pelo nosso país.

Dica para o Final de Semana: Show da Banda Maldita em São Paulo

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A banda Maldita vem para São Paulo, como atração principal do SP Music RUA, neste sábado dia 8 de outubro e este show faz parte da sequência da turnê do álbum “Estranhos Em Uma Terra Estranha”.

O festival acontece em frente à Galeria do Rock (Boulevard São João) e visa mostrar a cultura independente com shows, exposições, food trucks e workshops.

O festival começa a partir das 12h e o show da Banda Maldita tem previsão de tocar às 19h.

Maiores informações no site:

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Dica para ouvir: Banda Guido

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Como tantas bandas de rock, esta começou seu trajeto no circuito universitário, precisamente na Unesp de Assis (SP). Com o tempo, somente Lucas Guido continuou o projeto. Hoje, tem novos parceiros.

A banda lançou seu disco de estreia, ‘Triste Cru’, em outubro de 2012. O trabalho marcou a mudança do grupo para São Paulo, onde passou a se apresentar em casas de shows e iniciou a produção de seu segundo e atual disco de estúdio. Intitulado ‘Coragem!’, o novo trabalho reúne 11 faixas ininterruptas de rock, com traços de jazz, soul e psicodélica.

Güido – Lavínia (Clipe Oficial)

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Cafeína

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A Banda Cafeína é uma Banda de rock alternativo que mescla um som pesado junto com um som mais melódico. Da região de Castanhal, no estado do Pará, sua formação é composta pelos integrantes: André Costa (Vocal/Baixo), Clailson Sena (Bateria), Moletom Saldanha (Guitarra) e Renan Miranda (Guitarra). Está formação atual é desde 2012, mas o inicio de sua trajetória e desde 2005.

A banda já participou de vários eventos e festivais, apresentando suas músicas tem como abordagem questões amorosas, sociais e situações do cotidiano de cada um.

Em maio de 2016, a banda lançou seu primeiro trabalho intitulado “Ascensão”, um EP com seis faixas. O EP foi produzido por Janilson Barbosa e tem sua distribuição online para todos conferirem.

O Dicas da Paty bateu um Papo com a galera, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda? 

A Banda Cafeína nasceu em 2005, dos irmãos Alan Costa e Adriano Costa, no sentido de tocar como banda de garagem, só para os amigos mais próximos e conhecidos, na cidade de Castanhal, região metropolitana no estado do Pará. Adriano tocava baixo, e Alan, guitarra. Certo dia, os dois estavam conversando com mais três amigos, e eles tiveram a ideia de chamá-los para formar o Cafeína; esses três amigos eram: Madson Careca na guitarra, Tiago Purosso na bateria, e Gaby Barros, estando no vocal. Desde então a banda fora mudando os integrantes, até estar na formação atual que está hoje.

 

 – Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Simples: Alan (guitarra), Adriano (ex-baixo) e André (atual-baixo), são irmãos. Eles eram (e ainda são) apaixonados por café. A subjeção do nome veio depois de tanto que os três tomaram café juntos na época dos primórdios da banda; a ideia veio à cabeça, e o nome pegou. Desde então a banda usa este nome para se apresentar.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Fazemos um som alternativo, intercalando entre um som mais pesado, e um som mais melódico, nada muito diferente; riffs de guitarra simples, com letras que falam de amor, quanto ao desgosto de como está a nossa sociedade no geral, sobre a desigualdade social, e sobre nós mesmos, algo que seja direto que deixe uma marca pra quem ouvir as músicas.

 

 – Quais são as influências musicais de cada um?

Bom, é uma mistura bem grande e louca: Eu (Renan Miranda) curto bastante Rock Alternativo/Jazz Fusion/Shoegaze, e bandas como Red Hot Chili Peppers, CHON e Title Fight não podem sair da minha playlist. Já o Clailson e o Alan têm os gostos idênticos, ambos curtem bastante New Metal, e sempre estão ouvindo Slipknot, Korn, Linkin Park e Evanescence, por conta dos vocais agressivos e das melodias pesadas. E o André é fã de carteirinha de reggae. Chimarruts, S.O.J.A e Mato Seco sempre lhes dão inspiração. A banda como um todo curte Hardcore melódico, e ela sempre fala bastante nos projetos das bandas Dead Fish, Bullet Bane, Plastic Fire e Zander, que são influências universais para nós quatro.

 

 – Como foi a produção do EP “Ascensão”?

Durou aproximadamente um ano, tivemos um trabalho árduo para montar essas seis músicas. Corríamos para o estúdio de um amigo nosso (Janilson Barbosa) da nossa cidade, gravávamos cada instrumento, e esperávamos o trabalho ser mixado e masterizado. O nosso tempo foi muito corrido nessa época e sempre tínhamos que nos policiar e fazer as agendas das sessões; e o Janilson foi uma ótima pessoa em deixar o trabalho com um ‘ar’ de cara nova para as seis músicas que estão no EP. Tudo feito com muito amor e carinho para quem ouvir o EP, e para nós mesmos, que trabalhamos bastante no mesmo.

 

 – E os planos para o segundo semestre de 2016?

Pra agora, estamos correndo atrás de eventos para tocar em nossa cidade. A banda está trabalhando em novas composições, mas sem deixar de lado o nosso novo EP. Os eventos regionais sempre acontecem, e sempre estaremos lutando para tocar neles, e estamos preparando uma agenda ainda este ano. Já ano que vem, em janeiro, começaremos com gás em eventos confirmados aqui na cidade, e em outras cidades do estado, se possível, fechar com algum selo independente, e poder realizar um tour regional, ou nacional. Estamos muito esperançosos por isso.

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