Dica para o final de semana: 1° Festival Soma Rock

O Soma Rock é a ideia de unir bandas que vem se destacando no cenário do rock nacional e fortalecer a cena independente. O Primeiro show deste festival terá como destaque as Bandas NDK e Kilotones. O evento acontece neste Sábado, 12 de agosto, a partir das 19h.

As bandas NDK e Kilotones foram às bandas que abriram dois festivais importantes no Brasil, o festival João Rock e o Lollapalooza, neste ano.

O evento acontece no Breve – Rua Clélia N°470 – São Paulo. Os ingressos antecipados estão R$ 15,00, a Venda acontece online:

http://bit.ly/SomaRockSP

Na porta o ingresso será R$ 20,00.

Saiba mais sobre as bandas:

NDK – @ndkoficial

Kilotones – @kilotonesoficial

Show gratuito em tributo à Legião Urbana na Avenida Paulista

Neste domingo, dia 29 de janeiro, o palco Fiesp/Sesi receberá a banda Legião Urbana Tributo que cantará os clássicos que marcaram toda uma geração.

Criada há cinco anos na cidade de Marília, a banda promete apresentar ao público canções como “Será“, “Tempo Perdido“, “Eduardo e Mônica“, “Índios“, “Quase sem Querer” entre outros hits, que revolucionou o rock nacional.

O show começa a partir das 14h. Uma ótima oportunidade para cantar, dançar e celebrar uma das mais importantes bandas do cenário musical brasileiro.

Dica para ouvir + Entrevista: Canal XIII

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A Banda Canal XIII é uma banda de Rock Alternativo, formada desde 2013 e vem com Thiago Gomes (vocal), João Felipe (Guitarra), Yann Monteiro (Guitarra), Pedro Chiba (Baixista) e Ralf Zeq (Bateria). Suas letras falam sobre questões do cotidiano e sentimentos que convivem com o ser-humano, como as suas dores, objetivos, decepções e felicidades.

Este ano, lançaram o primeiro EP intitulado Navegantes de uma Imensidão Qualquer. As melodias são bem calmas e misturam-se com os riffs e acordes fortes. Destaco duas letras: Longo Inverno e Flores de Columbine; a primeira canção aborda sobre a violência contra a mulher, onde muitas são vítimas em seus próprios lares e não denunciam o crime. Já “Flores de Columbine” é uma canção com participação de Lucas Tavares baseada no Massacre que ocorreu em abril de 1999 no Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine. Os estudantes Eric Harris, de 18 anos e Dylan Klebold, de 17 anos assassinaram vários colegas e professores e em seguida cometeram suicídio.

Recentemente, os caras lançaram o clipe da música “Nunca Mais“, faixa deste EP.

A Banda já participou por diversos festivais da cena underground da região. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre o processo criativo e a produção do EP. Fica a Dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu em meados de outubro de 2013, na cidade de Cruzeiro, então eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes fomos apresentados por amigos em comum e daí começou o projeto Canal XIII. No inicio começamos a compor algumas canções e convidamos o Ralf Zeq, o João Felipe e o Pedro Darlan, para se unir a banda e gravarmos nosso primeiro EP independente, intitulado Navegantes de uma imensidão qualquer!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome Canal surgiu com um pouco de influência do avô do nosso vocalista Thiago Gomes, pois nosso lugar de ensaio é num porão cheio de TVs antigas que seu avô as concertava. E o XIII, é um número bem místico, veio pra acrescentar e tem o significado para cada região e cultura que representam algo diferente ex: sorte, azar, prosperidade, Transformação, Renascimento e liberdade.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nossa temática de letras consiste em falar sobre o cotidiano do ser humano e como ele interage com o mundo ao seu redor com suas dores, objetivos, decepções e felicidades. Tudo isso com uma pitada de poesia. A essência da nossa proposta é fazer algo diferente, criar uma identidade sólida que toque as pessoas. Não se prender a só um estilo, misturar várias vertentes do rock e levar uma mensagem boa, sempre!

Com melodias calmas, que mesclam com riffs e acordes fortes, dando esse contraste como se tudo em sua vida estivesse bem e de uma hora pra outra tudo desabasse. Passando por diversos festivais da cena underground da região, procuramos aos poucos nosso lugar ao sol!

– Quais são as influências musicais de cada um?

Yann Monteiro> Emery, Enter Shikari e Aiden;

Thiago Gomes> Breaking Benjamin, Slaves e Emarosa;

Ralf Zeq> A Day To Remenber, Red Hot Chilli Peppers e arctic monkeys;

Joao Felipe> Fresno, Esteban, visconde;

Pedro Chiba> Royal blood, death from above 1979* e twenty one pistol.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Geralmente, quem fica responsável pela parte de composição é mais eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes. Chegamos com a letra e a melodia já prontas e mostramos para o resto da banda que acabam colaborando mais na pré-produção das canções com arranjos e ideias.

– Como foi a produção do EP Navegantes de uma Imensidão Qualquer?

O processo de gravação foi um tanto quanto longo pra um EP. Foram sete meses de produção intensa. Chegaram a ter alguns dias que o Yann e eu (Ralf) ficamos aproximadamente 12 horas gravando e regravando os detalhes, mas no final foi muito satisfatório ver o resultado. É um esforço que com certeza valeu a pena e faríamos de novo sem dúvidas.

– E os planos para o final do ano?

7- Nossos planos pro final do ano são gravar nosso primeiro álbum, fazer um clipe e quem sabe fazer um turnê pelo nosso país.

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

Site

Yuotube

Instagram

Dicas para ouvir + Entrevista: Banda Folks

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A Banda carioca Folks vem se destacando no cenário independente com um som autoral, composições bem elaboradas e melodias no estilo do Classic Rock. Tem um vocal potente do vocalista Kauan Calazans que se completa com Luca Neroni (guitarra), Paulinho Barros (guitarra/voz), Vitor Carvalho (baixo/Voz) e Ygor Helbourn (bateria),

A banda lançou em 2015 seu primeiro álbum, gravado na Toca do Bandido com produção de Felipe Rodarte. Tem um som envolvente e suas letras falam sobre questões amorosas e questões de autoconhecimento que cada um precisa ter. Destaco algumas músicas como: “Carol”, “A Casa dos lugares”, “Sei”, “Muito Som” e “Para Um Grande Amor“.

Eles já viajaram por diversos estados fora do Rio de Janeiro, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais e entre outros. Seu Clipe “Muito Som” está perto de completar 100 mil visualizações no Yuotube:

O vocalista Kauan Calazans conta para os leitores do Dicas da Paty sobre a produção do primeiro disco, a produção do clipe e de como surgiu a idealização do projeto #AcenaVive.

– Como aconteceu a formação da banda?

A galera já se conhecia da estrada. O Folks se formou em 2011, mas todos já tinham pelo menos 10 anos de experiência na cena independente. Nós juntamos naquela época pra fazer um som que tocasse nossos corações, que realmente nos fizesse sentir bem, quando entramos no estúdio não sabíamos o que iria acontecer.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nós já estávamos compondo, mas não tinha nome e estávamos nessa busca… Aí uma vez eu estava ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez da música “Stand by Me“, e no meio ele fala algo do tipo “whats up folks? / how you doing folks?”. E o Folks nada mais é do que pessoas/galera, e o que queremos com a música é isso, agregar pessoas de diferentes tipos, ideais, classe social, a gente acha que a música pode unir todo mundo independente de qualquer diferença. Criar um movimento onde as pessoas priorizem o amor.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Sempre. Nossa batalha diária é sobreviver com a música por quê viver de música, nós já vivemos desde que fizemos nosso primeiro show, depois disso não teve como largar! rs

– Quais são as influências musicais de cada um?

A galera é bem eclética… Eu curto muito rock clássico dos anos 70, grunge dos 90…. O Paulinho é do Hardcore e curte anos 80… O Ygor curte muita música pesada…. Luca é do blues total… E o Vitor é fascinado pela MPB e Ramones.

– Vocês foram chamados para participar do projeto A cena Vive, como foi essa experiência?

Na verdade nós somos um dos idealizadores da #AcenaVive.

Em 2012 tínhamos acabado de lançar uma demo, assim como amigos de outras bandas. Não existia oportunidade nenhuma pra ninguém, só casas ruins, com equipamento caindo aos pedaços e pessoas que não respeitavam seu trabalho. Aí nos juntamos com outras duas bandas amigas do Rio (909 e Canto Cego) e criamos um evento chamado Rock Bandido. Esse evento lotou, ficou gente do lado de fora… Com esse sucesso, várias bandas da área queriam tocar no evento, e quando perguntavam qual e-mail era pra mandar o material, nós falávamos que não existia e que pra você tocar no evento você tinha que ir lá prestigiar as bandas que estavam tocando na edição anterior, trocar uma ideia, se conhecer e aí sim a gente pensava numa data. O grande lance foi tentar implantar uma ideologia que pra cena viver não basta só você querer fazer seu show, tem que prestigiar quem está a sua volta. Nisso, o Felipe Rodarte que é produtor do nosso disco, teve uma visão sobre tudo isso que estava acontecendo e resolver organizar as coisas pra termos uma dimensão maior. Ele me ligou, pediu pra eu ligar pra representantes de algumas bandas e marcarmos uma reunião. Esse é o embrião do que se tornou #AcenaVive, que não é um projeto ou coletivo, é muito maior que isso, é uma ideologia. Ideologia essa que consiste em você priorizar o que está ao seu redor ao invés de ficar trancado na “bolha do eu”.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Esse final de semana que estivemos em São Paulo fizemos cinco shows, sendo que em dois deles, tiveram fãs que saíram do RJ só pra nos assistir.  A gente fica amarradão em saber que uma galera programou uma viagem que dura umas 6/7 horas, só por causa do nosso show. Ficamos lisonjeados.

– Como foi gravar na Toca do Bandido e a experiência de gravar o primeiro disco?

Foi incrível! A Toca é um templo!

Agente teve uma preocupação muito grande em relação aos timbres e o acervo da Toca nos ajudou a suprir essa vontade de fazer um disco completamente orgânico. Sempre nos falaram que éramos muito bons ao vivo, então o Rodarte, que produziu o disco foi pra essa direção no conceito do álbum.

O disco saiu em julho do ano passado pelo Toca Discos, que é o selo da Toca do Bandido e chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, estamos muito felizes com a resposta que tem rolado até hoje desse trabalho. Ainda tem bastante água pra rolar.

– Como foi a produção do clipe “Muito Som”?

Foi um processo bem legal, foi uma experiência nova pra gente e aprendemos muito.

“Muito Som” é uma música muito especial pra gente, então tivemos o cuidado com o clipe, essa música nos shows tem uma energia muito boa, na verdade ela passa uma energia boa para o público, e nós queremos que de alguma forma o clipe passasse isso também.

A Constança Scofield ajudou na direção artística e a galera da Semaforo Audiovisual de Goiânia que finalizou o roteiro e dirigiu.

Realmente o resultado superou nossas expectativas, ficou um trabalho muito bonito!

– E os planos para o final de 2016?

A gente pretende lançar dois videoclipes do nosso primeiro disco e já começamos o processo de composição para o próximo! A máquina não pode parar!

Acompanhe as mídias sociais de Folks:

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Dica para o Final de Semana: Manilha Rock Fest

Manilha Rock Fest

Neste Sábado, dia 1 de Outubro, acontece o festival Manilha Rock Fest. Reunindo várias bandas independentes em dois palcos. A intenção é apoiar o cenário independente e destacar Bandas que estão na estrada há um tempo.

As bandas confirmadas para este evento são: 5PRAStANtAS, Mafalda Morfina, Mercúrio Cromo, Rhino Head, Music Box (de Santos), Balaclava e encerrando a noite The Ocean homenageando Led Zeppelin. No palco Acústico terá as Bandas Relize e Rardyss.

O Evento acontece na tradicional casa de shows Feeling. Perto da estação de metrô vila Mariana. O Valor do ingresso é 20 Reais e o evento começa a partir das 16h. O Feeling fica na Rua Domingos de Morais, 1739! – São Paulo. A idealização do festival é do Estúdio Manilha e tem o apoio da Geração Y Produções e Crossover.

Dica para ouvir: Backfield Rock

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A Backfield Rock é uma banda de rock independente formada em São Bernardo do Campo, SP em 2008. Tem influências de bandas como: Red Hot Chilli Peppers, Charlie Brown Jr, Pearl Jam e Limp Bizkit.

Sua formação vem com: Zack (Vocal), Fernando (Guitarra), Julio (Baixo) e Barba (Bateria). O nome da banda é derivado de um posicionamento no futebol americano composto por 4 ou 5 jogadores, pode ser apenas defensivo ou ofensivo.

Redes sociais:

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Dica para ouvir: Banda Guido

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Como tantas bandas de rock, esta começou seu trajeto no circuito universitário, precisamente na Unesp de Assis (SP). Com o tempo, somente Lucas Guido continuou o projeto. Hoje, tem novos parceiros.

A banda lançou seu disco de estreia, ‘Triste Cru’, em outubro de 2012. O trabalho marcou a mudança do grupo para São Paulo, onde passou a se apresentar em casas de shows e iniciou a produção de seu segundo e atual disco de estúdio. Intitulado ‘Coragem!’, o novo trabalho reúne 11 faixas ininterruptas de rock, com traços de jazz, soul e psicodélica.

Güido – Lavínia (Clipe Oficial)

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Evren

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A Banda Paulistana Evren está na cena independente já faz três anos e tem um público fiel. Com mais de 5.600 seguidores na Página oficial do Facebook, a tendência é que este número aumente pelo lançamento do novo disco intitulado 4Reis.

O álbum 4Reis foi gravado, mixado e masterizado na NGMusic por Vinícios Nage e este mês eles lançaram na página do Yuotube a Faixa 07 “Falsa Calmaria”.

Sua formação vem com Fábio Vieira (Voz e Guitarra), Sabão (Baixo), Clayton (Guitarra) e Rafael Molessani (Bateria). E o Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre a produção do novo disco e sobre a cena independente, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda foi gradual, iniciou com o Fábio (Voz, guitarra base) e o Sabão (Contrabaixo), em seguida teve a entrada do Rafael (Bateria), após isso teve a passagem do Tiago nas guitarras solo, mas o Tiago anunciou saída da banda por motivos particulares e quem assumiu as Guitarras solo foi o Clayton!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

EVREN é Universo em Turco, e a ideia vem de unir versos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Para quem não conhece a EVREN eu descrevo a banda como um Rock Doidera haha, brincadeira acho que um som autêntico e letras trabalhadas, com verdadeiras influências do bom Rock sem deixar de lado uma boa melodia, somos parte de um movimento.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Fábio – Thrice/Silverchair

Renan – Thrice/Red Hot Chili Peppers

Rafael – Blink 182/Foo Fighters

Clayton – Beatles/Jimi Hendrix

– Vocês tem uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Sim, sim tem uma galera fiel sim, que sempre está com a gente, e é simples responder isso né, essa galera é o motivo de tudo, o combustível da parada saca, a gente tem uma missão e essa missão é compartilhar nossas ideias com essa galera e aumentar cada vez mais esse contato de ideais, amor e música. E sobre o contato com a nossa Família (Assim que a gente vê o publico) é bem próximo tanto nos shows quanto aqui na internet, acreditamos que o vinculo é o grande tempero da energia trocada, todos somos EVREN.

– Como surgiu a ideia e a produção do disco 4reis?

A ideia surgiu do fato de dar as caras na cena e mostrarmos o porque de estar nela, o quatro reis é um registro de vivência da banda ao longo de tres anos, que relata o inicio de tudo. Este disco conta com a produção musical de Vinicios Nage (NGMusic), e a direção de voz de Lucas Nage (Banda Supertoy). São dez faixas que viajam dentro das principais vertentes do Rock.

– Quais são as maiores dificuldades de ter uma banda e como vocês lidam com elas?

Vejo na banda um trabalho assim como em outras profissões, então dificuldades existem sim, infelizmente vejo uma competição entre bandas da cena que não deveria existir, lugares onde o dinheiro fala mais que a musicalidade, enfim poderia ficar horas “Chorando” as dificuldades, mas resolvemos olhar positivo e trabalhar sempre, e principalmente oferecer bom conteúdo.

– E os planos para o segundo semestre de 2016?

Acho que a finalização do disco Quatro Reis é o principal, temos também algumas datas de programas para gravar, estamos pensando em um clipe, e qual vai ser o primeiro som para este registro filmado? Não sabemos ainda haha!! Mas uma coisa é fato, já estamos pré-produzindo um EP com mais quatro faixas e o nome dele vai ser Quatro Planetas, que é uma continuação do disco Quatro Reis!

 

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Cafeína

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A Banda Cafeína é uma Banda de rock alternativo que mescla um som pesado junto com um som mais melódico. Da região de Castanhal, no estado do Pará, sua formação é composta pelos integrantes: André Costa (Vocal/Baixo), Clailson Sena (Bateria), Moletom Saldanha (Guitarra) e Renan Miranda (Guitarra). Está formação atual é desde 2012, mas o inicio de sua trajetória e desde 2005.

A banda já participou de vários eventos e festivais, apresentando suas músicas tem como abordagem questões amorosas, sociais e situações do cotidiano de cada um.

Em maio de 2016, a banda lançou seu primeiro trabalho intitulado “Ascensão”, um EP com seis faixas. O EP foi produzido por Janilson Barbosa e tem sua distribuição online para todos conferirem.

O Dicas da Paty bateu um Papo com a galera, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda? 

A Banda Cafeína nasceu em 2005, dos irmãos Alan Costa e Adriano Costa, no sentido de tocar como banda de garagem, só para os amigos mais próximos e conhecidos, na cidade de Castanhal, região metropolitana no estado do Pará. Adriano tocava baixo, e Alan, guitarra. Certo dia, os dois estavam conversando com mais três amigos, e eles tiveram a ideia de chamá-los para formar o Cafeína; esses três amigos eram: Madson Careca na guitarra, Tiago Purosso na bateria, e Gaby Barros, estando no vocal. Desde então a banda fora mudando os integrantes, até estar na formação atual que está hoje.

 

 – Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Simples: Alan (guitarra), Adriano (ex-baixo) e André (atual-baixo), são irmãos. Eles eram (e ainda são) apaixonados por café. A subjeção do nome veio depois de tanto que os três tomaram café juntos na época dos primórdios da banda; a ideia veio à cabeça, e o nome pegou. Desde então a banda usa este nome para se apresentar.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Fazemos um som alternativo, intercalando entre um som mais pesado, e um som mais melódico, nada muito diferente; riffs de guitarra simples, com letras que falam de amor, quanto ao desgosto de como está a nossa sociedade no geral, sobre a desigualdade social, e sobre nós mesmos, algo que seja direto que deixe uma marca pra quem ouvir as músicas.

 

 – Quais são as influências musicais de cada um?

Bom, é uma mistura bem grande e louca: Eu (Renan Miranda) curto bastante Rock Alternativo/Jazz Fusion/Shoegaze, e bandas como Red Hot Chili Peppers, CHON e Title Fight não podem sair da minha playlist. Já o Clailson e o Alan têm os gostos idênticos, ambos curtem bastante New Metal, e sempre estão ouvindo Slipknot, Korn, Linkin Park e Evanescence, por conta dos vocais agressivos e das melodias pesadas. E o André é fã de carteirinha de reggae. Chimarruts, S.O.J.A e Mato Seco sempre lhes dão inspiração. A banda como um todo curte Hardcore melódico, e ela sempre fala bastante nos projetos das bandas Dead Fish, Bullet Bane, Plastic Fire e Zander, que são influências universais para nós quatro.

 

 – Como foi a produção do EP “Ascensão”?

Durou aproximadamente um ano, tivemos um trabalho árduo para montar essas seis músicas. Corríamos para o estúdio de um amigo nosso (Janilson Barbosa) da nossa cidade, gravávamos cada instrumento, e esperávamos o trabalho ser mixado e masterizado. O nosso tempo foi muito corrido nessa época e sempre tínhamos que nos policiar e fazer as agendas das sessões; e o Janilson foi uma ótima pessoa em deixar o trabalho com um ‘ar’ de cara nova para as seis músicas que estão no EP. Tudo feito com muito amor e carinho para quem ouvir o EP, e para nós mesmos, que trabalhamos bastante no mesmo.

 

 – E os planos para o segundo semestre de 2016?

Pra agora, estamos correndo atrás de eventos para tocar em nossa cidade. A banda está trabalhando em novas composições, mas sem deixar de lado o nosso novo EP. Os eventos regionais sempre acontecem, e sempre estaremos lutando para tocar neles, e estamos preparando uma agenda ainda este ano. Já ano que vem, em janeiro, começaremos com gás em eventos confirmados aqui na cidade, e em outras cidades do estado, se possível, fechar com algum selo independente, e poder realizar um tour regional, ou nacional. Estamos muito esperançosos por isso.

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