Dica de Espetáculo: Refluxo

Sinopse: Refluxo é uma necessidade de expelir o que de mais indigesto a sociedade tem nos feito engolir: a violência moral. Dário é um ascensorista que trabalha em um prédio de classe média decadente onde todos acham que suas próprias inquietudes são sempre as mais insuportáveis. Naquele dia, em especial, dois incidentes atravessam seu trajeto até o trabalho: uma obstrução monstruosa nas linhas do metrô e uma árvore que cai em frente ao prédio. De um ninho da árvore, ele recolhe um pássaro, uma espécie de esperança que tenta preservar neste dia estranho, permeado por moradores que transitam entre o extremo da violência e a conveniente generosidade. Algo muito terrível está acontecendo. Ninguém sairá imune, impune.

Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (SESI) (Paulista)

Data: até 2 de Julho; Quartas, quintas, sextas e sábados, às 20h30; domingo, às 19h30

Gratuito

Leci Brandão faz o show Auditório Ibirapuera

No dia 5 de março, às 19h, a cantora Leci Brandão apresenta seu novo CD “Simples Assim” no Auditório Ibirapuera. Neste último trabalho da artista, o CD vem com faixas inéditas e composições de autores como: Nilson Chaves, Joãozinho Gomes, Zé Maurício, Carlos Caetano, Pedrinho Sem Braço e Luiz Claudio Picolé. Com 40 anos de carreira, a cantora estava há quatro anos sem lançar um disco. Os ingressos custam R$20 e R$10 (meia-entrada).

Show gratuito em tributo à Legião Urbana na Avenida Paulista

Neste domingo, dia 29 de janeiro, o palco Fiesp/Sesi receberá a banda Legião Urbana Tributo que cantará os clássicos que marcaram toda uma geração.

Criada há cinco anos na cidade de Marília, a banda promete apresentar ao público canções como “Será“, “Tempo Perdido“, “Eduardo e Mônica“, “Índios“, “Quase sem Querer” entre outros hits, que revolucionou o rock nacional.

O show começa a partir das 14h. Uma ótima oportunidade para cantar, dançar e celebrar uma das mais importantes bandas do cenário musical brasileiro.

Show da Banda Maskavo em São Paulo

A banda de reggae Maskavo, realizará show nessa sexta (13), de janeiro, na casa Jai Club. A banda que vem com formação desde 1993; apresentará seu single novo com a divulgação do clipe novo “Maria ou Joana”.

O show terá participação da Banda Koru e a discotecagem fica por conta do DJ Andi Vannelli. O Valor de entrada é R$ 60,00 (INTEIRA) e R$ 30,00 (MEIA-ENTRADA). A Jai club fica localizada na Rua vergueiro, 2676, próximo do Metrô Ana Rosa, em São Paulo.

Entrevista com Desertores em Veneta

SAIUUUU NOVA ENTREVISTA
O Dicas da Paty gravou uma entrevista com Desertores em Veneta. Os meninos contam sobre o surgimento da Banda, sobre o que acham do cenário musical nacional e planos para 2017.
Se você curte música, novidades na área cultural e gosta de conhecer novas bandas; então confere o vídeo, curta e compartilhe com seus amigos.
A entrevista foi feita no Laje 795, agradeço ao local por ter disponibilizado o local.
O Dicas da PaTy é um site com artigos, notícias e reportagens. Além, de sugestões para você acompanhar vídeos, lugares, música, séries e livros.

Dica para ouvir: The Bunker Band

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A banda de Pop Rock The Bunker Band, tem formação desde 2011, da região do Rio de Janeiro, seus integrantes são: Daniel Gomez (Voz/Guitarra), Samuel Oliveira (Voz/Guitarra), Leonardo Antunes (Teclado), Sérgio Scaramelo (Bateria) e Fernando Amaral (Baixo).

A banda lançou no ano passado, o EP The Story Hasn’t Been Told Yet, são melodias com sonoridade que empolgam quem está escutando. Indico escutarem A Coffee or TwoPiece of the Puzzle e The End que tem uma junção de riffs e batidas rápidas.

Dica para ouvir: Digo Policiano

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O cantor Digo Policiano está se destacando cada vez mais no cenário autoral. Suas letras românticas afirmam o sucesso pelas visualizações de vídeos no Yuotube, são mais de 300 mil visualizações em seu canal.

O cantor que é da região de São José do Rio Pardo iniciou a sua carreira desde 2011. No ano de 2014, depois do lançamento do EP Fui Voar, suas músicas começaram a se destacar no interior de São Paulo. Hoje, já morando na capital de São Paulo, o cantor teve o auxilio da internet para que suas músicas fossem transmitidas pra quem quiser ouvir. Destaco canções como: Primeiro Trem, Amigo Sentidor e De Longe.

Após o sucesso na web, ele teve a oportunidade de gravar um DVD em sua cidade natal, que lotou o teatro e seu clipe “Amigo Sentidor“ foi escolhido em nono lugar como o melhor videoclipe nacional de 2014, pelo site 1001videoclipes, concorrendo com nomes de pesos como Banda do Mar, O Rappa, Pitty, Criolo, Emicida e Capital Inicial.

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Dica para ouvir + Entrevista: Luneta Vinil

luneta

A banda Luneta Vinil tem uma proposta diferente, suas músicas mesclam vários estilos como o indie, classic rock, folk e música brasileira. As letras retratam histórias de amor e sobre o cotidiano.

O grupo, que é da região de Guarulhos, iniciou suas atividades com Elís Lucas (Voz e Violão), Cristiane Araújo (Voz e Percussão) e Bruno Dela Torre (Baixo); atualmente, ganhou mais dois integrantes: Márcio Menechini (Guitarra) e Carlão Semprini (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um Papo com Elís que fala sobre o surgimento da banda, da produção do EP “Tanta coisa pra falar” e o processo de lançamento do novo disco ”Tocando Amores”.

– Como aconteceu a formação?

Conheci a Cris quando eu tocava em um barzinho em 2012, aí a convidei para tocar comigo. O Bruno é cunhado de um grande amigo meu, e numa oportunidade que tivemos de conversar, mostrei meus sons a ele, que de cara se interessou. Então, nasceu o trio Luneta Vinil, em 2013. De lá pra cá passaram outras pessoas pela banda e, recentemente, nos tornamos um quinteto. Saímos da versão acústica do EP com a entrada do nosso produtor na guitarra (Marcio Menechini) e o Carlão na batera. Essa nova formação entrará em campo no lançamento do nosso disco “Tocando Amores”.

– Qual é a melhor parte e a maior dificuldade em trabalhar com música?

A melhor parte é que isso nos move, nos faz sentirmos inteiros. A dificuldade é o investimento, o mercado. Com a internet, se por um lado tornou-se mais acessível mostrar o trabalho; por outro, tornou-se mais competitivo também.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Eu ouço de tudo, mas principalmente muita música brasileira, do sul ao norte do país. Tom Zé, Itamar Assumpção e Arnaldo Antunes formam o trio de compositores que representa uma espécie de escola pra mim. São letristas incríveis. Elis Regina, a melhor intérprete. E a nova safra de artistas como Marcelo Jeneci, Léo Fressato e Pélico, são alguns nomes que também me influenciam. A Cris é bem eclética, gosta tanto de Maria Gadú, O Rappa e Criolo quanto Metálica, Florence e Dire Straits. Já os meninos têm o rock and roll como maior influência em comum.

– Por serem duas vocalistas, como vocês percebem o mercado musical? Ele é mais receptivo ou tem mais barreiras profissionalmente?

Percebemos que a maioria das bandas é formada por homens no vocal, mas até agora não sentimos diferença em relação a isso.

– Como foi o processo do EP Tanta Coisa Pra Falar?

O processo sempre é parte fundamental do trabalho. É quando vemos a transformação da música e seu amadurecimento. O EP foi produzido por nós três, Cris, Bruno e eu. Tínhamos apenas um ano de banda e metemos as caras. O pessoal que já nos acompanhava nos shows, nos cobrava um registro, então o fizemos. Gravamos no estúdio de um amigo, Leandro Sousa, na Casa Clam, um espaço cultural independente aqui da cidade. Organizamos e bancamos o trabalho, assim como estamos fazendo com o disco. Demos o melhor que podíamos naquele momento. Aprendemos muito. E foi um bonito registro daquele tempo. Hoje, com um produtor no comando, Marcio Menechini, a história é outra. O aprendizado triplica.
– E os planos para o segundo semestre de 2016?

Estamos finalizando o nosso primeiro disco, que terá 13 faixas. E enquanto não voltamos aos palcos  estamos planejando esse lançamento, que será no primeiro semestre de 2017.

Baixe o single:

 

 

Dica para ouvir: Alameda Dos Anjos

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A Banda de Pop-Rock, Alameda Dos Anjos aborda temas de conflitos atuais como homofobia, conflitos religiosos e amorosos. Sua formação vem Dani Policastro  (Voz, Teclado, Guitarra e Violão), Diego Balbino (Voz, Violão e Guitarra), Marcello Sorrany (Voz, Guitarra e Violão), Mauricio Santos (Baixo e Voz), e Léo Policastro (Bateria)

Suas influências são inspiradas nas bandas de rock dos anos 80, 90 e grandes nomes da MPB. Tem um álbum lançado no final do ano passado Por mais simples que seja.

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre o seu surgimento, a criação do álbum e os planos para o futuro, fica a dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

O Marcello e o Mauricio que trabalhavam juntos tiveram a primeira ideia de tocarem juntos. Descobriram algum tempo depois nos CEU Jambeiro, em Guaianazes, o programa Vocacional de música que acontece em vários equipamentos da cidade de São Paulo e viram nele a possibilidade de formação de bandas e o resto foi acontecendo realmente por conta do programa. Um dia, o Marcello foi num show e conheceu a Dani que também estava no Vocacional do Centro Cultural da Juventude, na Cachoeirinha, e trocaram contatos.

Pouco tempo depois Marcello conheceu também o Diego pelo programa, num encontro entre os equipamentos de cultura da Zona leste e ele tinha outro projeto, chamado Diz, de voz e violão. Após esse encontro, aconteceu uma apresentação desses grupos em Pinheiros e a Dani foi assistir. Ela e o Marcello já estavam com a ideia de juntar o grupo, o Marcello Chamou o Mauricio e ela chamou o Léo, seu irmão com quem já tocava a bastante tempo.

A banda seguiu como um quarteto de outubro a dezembro de 2014. No fim do ano, a Diz se desfez e surgiu a ideia de chamar o Diego para a banda. Tanto ele quanto a Alameda foram convidados para tocar no Praça & Prosa, um sarau organizado pelos jovens monitores de algumas bibliotecas da ZL. Após a apresentação, o convite foi feito e finalmente sentimos que a banda está completa.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nossa primeira ideia era outro nome e até criamos o nosso logo e tudo mais em cima dele. Porém, já havia uma banda com aquele nome e então, veio à ideia de Alameda os Anjos, uma referência a algo que todos gostam e soa legal. Até o logo combinou melhor com ele (risos).

– Vocês foram patrocinados pelo programa VAI da Prefeitura de São Paulo, como ocorreu esse apoio?

O VAI é um edital anual de incentivo à cultura para artistas e grupos que estão começando seus projetos. Tivemos a sorte de ser um dos grupos selecionados logo em nosso primeiro ano de banda, isso tanto pelo nosso som quanto pela temática de nossas músicas. No primeiro ano gravamos o nosso primeiro disco e fizemos algumas apresentações em centros culturais. Fomos aprovados novamente esse ano e estamos realizando apresentações de rua para divulgar o trabalho para mais pessoas. Somos muito gratos ao programa, pois sem ele nem saberíamos como chegar até aqui. Agora temos equipamento e condições de realizar nossas apresentações por conta própria, sem depender de convites ou da venda de ingressos para as casas de shows, e isso é muito importante para uma banda em fase de formação de público.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Não temos uma divisão, geralmente, tudo vai acontecendo; Quanto às músicas do disco, foram feitas individualmente pelo Diego, a Dani e o Marcello, letra e melodia. Porém, cada um deu a sua cara quando começamos a criar os arranjos. Ainda temos muitas músicas feitas individualmente, mas também começamos nossas parcerias, tanto com outros membros da banda quanto com outros artistas. O Mauricio também está compondo, o Diego tem parcerias com a Dani, o Mauricio, o Marcello e o Mano Chel, que é um Rapper muito bom de Guaianazes e temos também um a música totalmente composta por um grande amigo nosso, o cantor e compositor Gabriel Ferreira.

– Como surgiu a ideia do álbum “Por mais simples que seja”?

Quando conversamos logo após a entrada do Diego para a banda, percebemos que já tínhamos músicas suficientes para um disco. Como havíamos gravado nosso ensaio para a apresentação no Praça & Prosa (uma gravação horrível feita com uma câmera e o som de um amplificador onde ligávamos todos os instrumentos) começamos a divulgar assim mesmo, mas sabíamos que precisávamos de um material melhor. Foi então que ficamos sabendo do VAI. Já havíamos percebido também que as músicas tinham muita coisa em comum. Passamos por coisas parecidas e escrevemos sobre o que sentimos. O medo, a solidão, a LGBTfobia, depressão e a busca do amor na cidade grande são os pontos principais desse trabalho.
Após sermos aprovados no edital, convidamos o Fernando Diniz (que havia sido Artista Orientador do Marcello e do Mauricio no vocacional) para dirigir o trabalho. A Eva Figueiredo e o Paulo de Tarso também se ofereceram para ajudar e gravamos no Estúdio K9 do Thiago Sabino que também deu a maior força. Além deles, também tivemos muito apoio do Ricardo Valverde, da Tutti Madazio, do Edson Pelicer, que criou conosco a capa do disco.. É tanta gente que dá medo de esquecer alguém (risos).

– E os planos para o final de 2016?

Estamos finalizando a gravação de nosso primeiro videoclipe da canção “Desgrenhado”, que está sendo produzido pela Mirrah Iañes. Também gravamos com ela uma apresentação que aconteceu no Teatro Flávio Império no dia 07/10/2016. Como temos muito material da gravação do disco em vídeo também, temos a ideia de juntar tudo num documentário sobre ele ou simplesmente lançar esses vídeos no Yuotube, mas ainda estamos estudando o que será melhor. Estamos nos apresentando também em Saraus pela cidade e temos mais algumas apresentações de rua pelo VAI até janeiro, com datas a serem confirmadas e seguimos trabalhando nas músicas novas.

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Dicas de séries: Felicity


SAIUUUU VÍDEO NOVO!!!!
Você já assistiu Felicity? Nãooooo, então confere um pouco sobre essa série que marcou a geração dos anos 90.
Caso você conheça a série, diga o que mais sente saudades da série.
#VemComAGenteNoDicasDaPaty

 

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