Dicas de alongamentos

O corpo é constituído por ossos, músculos, tendões, ligamentos e cartilagens. Os músculos são os motores que tracionam os tendões, que movimentam os ossos e fazem o corpo se mover. Para a realização das tarefas diárias, os músculos passam o dia todo recebendo estímulos da contração que, associados às tensões da vida moderna, fazem com que eles encurtem. Este encurtamento acaba apertando osso contra osso, provocando problemas como dores e deformações. Para manter as articulações em boas condições é preciso fazer exercícios e alongamentos.

 

Por que se alongar?

– Reduz a tensão muscular, promovendo o relaxamento;

– Evita câimbras;

– Evita lesões nos músculos e articulações;

– Promove movimentos amplos e soltos;

– Melhora a circulação do sangue;

– Aumenta a flexibilidade;

– Fortalece ligamentos e tendões;

– Auxilia no equilíbrio corporal, importante para o envelhecimento saudável.

 

Dicas importantes:

– Nunca é tarde para começar a fazer alongamentos;

– Não espere as dores chegarem e, se chegaram, inicie já;

– Independentemente da idade, todas as pessoas devem fazer exercícios;

– Alongue-se sempre que puder, antes de se levantar, de se deitar, enquanto assiste à TV e antes de qualquer atividade física;

– Procure relaxar enquanto se alonga;

– Não ultrapasse seu limite a ponto de sentir dor durante os exercícios;

– Permaneça de 15 a 30 segundos esticando em cada posição, se não sentir dor;

– O conforto chega com o tempo, a melhoria é em longo prazo;

Dica para ouvir e entrevista: Banda Old Kitchen

Formada por amigos, em meados de 2012, a Old Kitchen é uma banda de Rock composta pelos membros André Lima (Voz e Guitarra); Calado (Bateria), Gabriel Teodoro (Baixo) e Pedro do Carmo (Guitarra).

Em 2014, lançaram seu primeiro álbum, que conta com dez faixas, em um repertório único e autoral. Suas influências vão do indie rock moderno a bandas clássicas, passando por The Strokes, Arctic Monkeys, The Killers, The Cure, The Killers, The Smiths e entre outros.

O Dicas da Paty bateu um papo com André Lima, o vocalista da banda que conta sobre produção musical,  suas influências e plano para este ano.

– Como aconteceu a formação da banda?

Eu (André Lima, vocalista e Guitarrista) e o Thiago Calado (Baterista) tocamos juntos em outras bandas há mais de 10 anos; porém, depois de um hiato devido a circunstâncias da vida, nos encontramos um dia e resolvemos fazer algo juntos novamente. Nessa época, o Thiago já estava em um projeto com o Rodrigo David, que foi quem produziu o nosso primeiro disco e a faixa Legado meu do último EP, e começamos algo novo. Enquanto esse projeto rolava, o Gabriel Teodoro, nosso baixista, já amigo de longa data, frequentava os ensaios e foi obrigado por nós a tocar baixo na banda hahaha….

Esse projeto se dissolveu, e mais tarde eu, Gabriel e Thiago nos juntamos e demos início a Old Kitchen. Já tínhamos uma ideia pré-concebida do que queríamos fazer, e tudo rolou muito rápido, nessa época (meados de 2012) éramos um trio, porém, devido a quantidade de guitarras nas gravações, sentimos a necessidade de ter mais um guitarrista na banda. O Pedro (Badá) já era um grande amigo nosso, também era um cara presente e que já vinha participando dos nossos shows a algum tempo, um dia paramos e nos perguntamos, “o Badá já é integrante da banda, certo? rs, então tiramos uma foto com ele, e aqui estamos nós.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Quando eu e Thiago montamos a nossa primeira banda, o nosso ensaio acontecia em uma cozinha de uma casa vazia que ficava no quintal da casa do Marcus, primo do Thiago e tecladista da banda na época. Era uma casa muito antiga e que pertencia a avó deles, e toda a nossa formação musical aconteceu naquela casa. Quando pensamos em um nome para a banda, eu tive essa ideia de Old Kitchen (que é cozinha velha), como uma homenagem a essa história, o fato de ser em inglês tem muito a ver com a sonoridade e pronuncia que parecia mais interessante.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Todos somos apaixonados pela música, posso responder por todos que esse é e sempre foi o nosso sonho.

 – Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Eu acho que a Old Kitchen não se enquadra em um estilo específico, devido a centenas de influências de cada um dos integrantes da banda. Diante disso, eu só poderia dizer que o nosso som é Rock, porém com grandes e fortes letras, linhas de guitarra, baixo marcantes, e uma levada. às vezes até dançante…. bem, é difícil traduzir em poucas palavras rsrs

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

Isso está muito ligado ao que cada um está disposto a encarar como vantagem, nós aceitamos todos os momentos que a banda viveu e vive como bons. Sempre encontramos uma forma de enquadrar o momento da banda a nossa realidade, e fazemos isso para que não exista um motivo que pare a Old Kitchen.

O desafio de produzir música autoral no Brasil, é talvez menor do que a uns 20 anos atrás, existem muito home estúdios que oferecem um material com boa qualidade ou até mesmo a própria banda pode produzir boa parte do seu material em casa. Agora, falando de carreira, não podemos ignorar o fato de que o Rock não é a menina dos olhos da indústria, então vira uma questão de escolha, do que cada um espera, nós da Old Kitchen queremos sempre mais, e trabalhamos duro para isso, batemos nas portas, e estamos escrevendo e nossa história, com toda a dificuldade, estamos felizes pelo privilégio de poder fazer o que amamos.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Temos muitas influências parecidas, viemos da mesma ” escola ” musical, sempre ouvimos muito The Smiths, The Strokes, The Cure, Arctic Monkeys, The Killers, Muse, e bandas mais antigas como Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones…., todos também ouvimos muitas bandas de Metal, progressivo e até música eletrônica como Daft Punk, kraftwerk, Pet Shop Boys…, somos uma banda realmente eclética.

– E os planos para 2018?

Nós sempre tivemos a política de não parar de trabalhar, independente de mercado, e influências externas. Juntamos nossos trocados e produzimos o nosso material, e é isso que vamos continuar fazendo. Se algo maior acontecer e mudar a nossa realidade, também será maravilhoso.

O que temos de mais próximo e a gravação de um clipe para uma das faixas no nosso último EP “Novas Receitas” então, fiquem de olho rsrs.

 

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

https://www.facebook.com/bandaoldkitchen

Youtube

Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

Dica para ouvir: Dias de Truta

A banda Dias de Truta está na estrada desde 2007, e já contabilizou sete discos autorais e um DVD ao vivo. Já dividiu o palco com bandas de renome como Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Jota Quest, Skank e vários outros grandes talentos da cena musical brasileira atual.

A DDT já tocou em grandes festivais, como o João Rock em 2012, vencendo o concurso de bandas e tendo a oportunidade de tocar para milhares de pessoas.  Além disso, participarão do reality show “Breakout Brasil” da Sony Spin. A banda ficou entre as cinco vencedoras, competindo com duas mil bandas.

Recentemente, participaram do projeto “New Act”, uma coletânea que reúne músicas de várias bandas. “Na Porta De Um Bar” foi gravada em São Paulo, no Midas Estúdio, dos produtores Giu Daga e Rick Bonadio.

Dias de Truta volta a tocar em São Paulo, no Jai Club, dia 13 Abril, a partir das 23h. A banda vem com a formação de Renan Karacol (Voz), Márcio Chula (voz e violão),Thales Chapéu (guitarra), Matheus Tomate (Baixo) e Héberton Cabeludo (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sua sobre sua trajetória, sobre sua relação com os fãs e o show que vai rolar em sampa. Confere, curta e compartilhe!

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda DDT completa 11 anos em 2018, e tudo começou com a vontade de tocar as músicas que a gente escrevia. Primeiro participamos de um festival, e daí para frente resolvemos não parar mais.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Inicialmente iríamos participar de um festival. E começamos a ensaiar pra esse festival, e esse tempo que estávamos nos encontrando pra ensaiar e para tocar, eram os nossos dias de Truta. Truta é um gíria que significa amizade.

– Como vocês veem a cena independente atual?

A internet possibilita muita coisa que antes não era possível. Isso faz com que a cena independente consiga ganhar força mesmo longe das grandes mídias. Pela internet podemos acompanhar artistas de todo o Brasil que fazem um som de muita qualidade e bastante plural.

– Quais são as influências musicais de cada um?

A banda bebe muito em fontes do rock nacional. Porém, sempre tivemos influência também do rock internacional, progressivo.

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Poder falar e saber que tem uma galera que nos ouve, e que captam nossa mensagem é algo muito gratificante, e ao mesmo tempo, demanda muita responsabilidade. Temos um compromisso com nosso público e com a nossa mensagem. O contato com o público talvez seja a melhor parte!

– A Banda sempre vem fazer show em sampa, como é a relação com os fãs daqui e qual a expectativa para o show no Jai Club?

Já é a terceira vez que vamos nos apresentar na Jai, e sempre é muito legal. O público de São Paulo, tanto interior como capital, recebe o DDT de uma maneira muito única. Talvez, por não estarmos com tanta frequência por lá, mas quando chegamos pra alguma apresentação, o público faz muita questão da banda e nos respeita muito. Essa troca de energia é que faz tudo se tornar especial.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já houveram algumas loucuras sim, algumas nem poderiam ser citadas hehehe; porém, sempre nos surpreendemos quando vemos pessoas que tatuam letras ou símbolos da banda. Tatuagem é para sempre né?!

– E os planos para 2018?

Estamos em estúdio terminando o 7º disco da banda, chamado DDT10. O disco deve ser lançado em julho e trabalhado ao longo do ano. Além do disco sempre abastecemos nosso canal no YouTube com materiais que mostram o dia a dia da banda fora dos palcos.

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

Link do Evento em São Paulo:

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Dica para ouvir: Banda Fuss

A Banda que é da região de Canoas, vem se destacando no cenário musical, mesclando composições da nova geração do indie rock.

Teve seu primeiro EP nomeado “Rizomas” e seu segundo EP “Luzes”, conquistando vários festivais pelo Brasil.

Sua formação vem com Lucas Patrício, Lucas Tambosi, Eduardo Fraga e Heitor Rodrigues.

Acompanhe as redes sociais da Banda:

@OficialFuss

http://www.oficialfuss.com

http://spoti.fi/1YX0ep7

 

Dica para ouvir: Banda HSE7E

Na estrada desde 2005, a banda HSE7E lançou em 2009, sua primeira canção “O que eu fui buscar”. Em 2014, lançou o vídeo clipe do single “Como Esquecer”. Seu repertório mescla rock, pop e outros hits nacionais e internacionais. A Banda já dividiu o palco com grandes bandas do cenário nacional como Capital Inicial, RPM, CPM22, Jota Quest, Fresno, Malta e Os Paralamas do Sucesso.

Com esse repertório eclético, a banda vem com formação de Marcos Proença (Vocal), Breno Silvello (Guita), Cae Spadotto (Teclados), GH IBateria) e Caio Teisen (Baixo).

Clipe: Como Esquecer

https://www.facebook.com/bandah7oficial

Daily Vlog – Expomusic 2017

SAIUUU Vídeo novo

O Dicas da Paty conferiu a Expomusic, evento internacional de música, áudio, iluminação e acessórios.

Acompanhe as bandas que estão no vídeo:

NDK:
www.ndkoficial.com.br

https://www.facebook.com/ndkoficial

Kilotones:

https://www.kilotones.com.br

https://www.facebook.com/kilotonesoficial

 

P7:

www.p7oficial.com

Gabi Luthai
https://www.facebook.com/GabiLuthaiOficial/?ref=br_rs

 

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Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Soulvenir

A banda maranhense Soulvenir está na estrada desde 2011, com um som que mescla entre o indie rock, folk, pop e ritmos eletrônicos. Em 2016, lançaram o primeiro single do disco ‘Uterearth’, chamado Gravity, gravado no estúdio Casa do Mato, no Rio de Janeiro. A produção foi assinada por Rodrigo Vidal e foi disponibilizada nas plataformas digitais, como Spotify, Deezer e Apple Music.

Neste Disco, está a canção “Wild Angel”, que ganhou um clipe que pode ser visto logo abaixo:

Formada por Adnon Soares (vocal e guitarra), Domingos Thiago (guitarra e backing vocal), Marlon Silva (baixo e backing vocal), Wilson Moreira (bateria) e Sandoval Filho (sintetizadores e backing vocal). A banda, foi vencedora da primeira edição do concurso internacional EDP Live Bands em 2016, e garantiu apresentação no NOS Alive 2016, um dos maiores festivais da Europa.

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre o surgimento da Banda, processo criativo e produção do novo DVD.

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– Como aconteceu a formação da banda?

A banda surgiu em meados de 2011, após o encerramento de outras bandas que os integrantes participavam. Havia antes da banda uma relação mais próxima, tanto por convívio no cenário musical do Maranhão na época, tanto pela relação pessoal de amizade; além de parentesco (Domingos Thiago, guitarrista, e Sandoval Filho, sintetizadores, são irmãos e tios do primeiro filho do Adnon), onde o nosso vocalista, Adnon Soares, foi o ponto que reuniu todos os integrantes para apresentar algumas composições que ele tinha, paralelo ao antigo projeto musical que ele e o Wilson (bateria) tinham. Passamos por uma boa temporada de preparativos das músicas que iriam fazer parte do nosso primeiro álbum, “Galaxy Species (2014)”. E até hoje continuamos com a formação inicial.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda, primeiramente era Souvenir (palavra que vem do francês, para se referir à lembrança), e era o termo que achamos que poderia remeter um pouco ao que passamos nas músicas, uma sensação de nostalgia e outras coisas ligadas a boas lembranças. Posteriormente mudamos o nome, acrescentando o L (Soulvenir) por conta de outros trabalhos terem o mesmo nome.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

O nosso foco sempre foi música. Todos na banda, ainda que com atividades paralelas, sempre priorizaram a música. Sempre trabalhamos tocando nas noites maranhenses, participando também de trabalhos autorais de amigos do cenário (parte do Soulvenir acompanhou o cantor e querido amigo Phill Veras por uma temporada, além de outros projetos musicais). Dois dos nossos integrantes são produtores musicais ativos no cenário maranhense e assim vamos priorizando a música.

 – Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

A gente poderia descrever como um sonho que, cada vez mais, vem tomando forma, com todo o carinho e energia que é depositado em forma de canções.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Como somos cinco, são as mais diversas possíveis. O rock existe como elemento em comum de todos, mas existem muitas outras linhas musicais que gostamos, como reggae, jazz, blues, ritmos locais (tambor de crioula, por exemplo), maracatu, ritmos africanos, música eletrônica. Varia muito, mas todo tipo de som que nos passa uma energia boa, tá valendo demais!

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Geralmente, grande parte das composições parte do Adnon Soares (vocal), aonde ele vinha com muitas das ideias já prontas e a banda toda ia fazendo suas colaborações, às vezes em algumas letras compostas em conjunto, como “Reach Out The Sun” (do nosso primeiro álbum). No “Uterearth”, nosso novo álbum, o processo já foi um processo muito mais colaborativo, onde o Adnon apresentou alguns “esqueletos” das músicas (bases, melodia e letra) e fomos compondo todas as estruturas.

– Como surgiu a ideia do clipe “Wild Angel”?

O clipe veio do Domingos Thiago (nosso guitarrista), com imagens de Marcelo Cunha, aproveitando as instalações do estúdio Casa do Mato (RJ), onde nos internamos ao lado do Rodrigo Vidal (produtor musical/diretor musical do programa “Música Boa” – Multishow) pra gravar o segundo álbum. Também foi feito todo o registro dos dias no estúdio para a criação de um documentário dessa nova fase.

– Como está sendo o preparativo do lançamento do DVD? Conte-nos como foi à produção?
O processo do DVD surgiu bem rápido, de conversas da banda sobre a necessidade de registrar esse material recém-lançado e também mesclando as canções que o público mais curte nos nossos shows. Graças a muita gente conseguimos realizar mais esse sonho. Foi um trabalho totalmente colaborativo, com profissionais todos do Maranhão (em sua maioria, mulheres). A gravação durou dois dias, no ponto mais alto de São Luís (Marcus Barbosa Intellgiente Office), com produção ( e apoio imensurável) da Basarone Produções e Musika S.A, com direção de Laila Razzo e captação de áudio do Black Room Estúdio (também responsável pela mixagem das gravações).
Estamos agora na finalização do material, para lançar o mais breve possível, sendo os vídeos editados pelo Domingos Thiago.

Dica para o Final de Semana: Expomusic

Entre os dias 4 a 8 de outubro, no Anhembi, em São Paulo, acontece a Expomusic. Um dos maiores eventos profissionais da música no mundo, e segue a tendência internacional de reunir negócios, entretenimento, conteúdo e educação.

Os dois primeiros dias (4 e 5) são abertos exclusivamente a lojistas, compradores e profissionais do setor, e os demais (6, 7 e 8), aos amantes da música em geral, mediante bilheteria.

No Pavilhão de Exposições do Anhembi estarão expostas as novidades em instrumentos e acessórios de grandes marcas mundiais. São milhares produtos lançados por empresas nacionais e estrangeiras, de diversos países, que os visitantes podem degustar.

No lugar da praça de alimentação, o Expomusic Fest reúne uma série de atrações para os visitantes, como food trucks, bar, exposição de fotos, pinturas, grafites e pôsteres, estúdio de tatuagem, salão de beleza e barbearia, lojas temáticas, exibição de musicais e shows, espaço para crianças e muito mais.

A Arena Expomusic, na parte externa do pavilhão, é o espaço para shows no Palco Flutuante, onde acontecem atrações como Rock Lounge, Aquarian Day Drum Show e o Festival das Escolas de Música.

O evento conta, ainda, com o Expomusic Talks, que recebe especialistas e representantes de marcas consagradas e startups para tratar de temas como inovação, tecnologia, marketing, varejo, carreira e outros. A Expomusic reserva também um espaço especial para a Musicalização Infantil, onde crianças participam de oficinas de iniciação musical.

Uma das novidades da Expomusic deste ano é o do IA – Salão de Iluminação e Áudio PRO, realizado nos três primeiros dias da Expomusic (4 a 6 de outubro) no Hall Nobre II do complexo do Anhembi. O espaço foi criado especialmente para atender aos profissionais que visitam a feira em busca de tecnologias, soluções e novidades em sonorização e iluminação para shows ao vivo, efeitos especiais, instalações e projetos comerciais de grandes empresas, governos, lojas, shopping, estúdios, templos, igrejas, teatros e outros.

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Love Chaleira

A Banda Love Chaleira com seu som autoral vêm conquistando o público, com influências do rock dos anos 80/90, SKa, blues, soul e folk. Formada desde 2008, a banda da região sul do País, vem com formação atual de Rafa Kunz (Vocal), Rodrigo Rysdyk (Baixo), André Baires (Bateria) e Juliano Dering (Guitarra).

A Love Chaleira está para lançar um novo EP e o Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre sua trajetória, a produção do clipe Sempre Falei e a produção desse novo trabalho que deve chegar ao final do ano.

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– Como aconteceu a formação da banda?

Bom, isso é uma longa história…

A primeira formação foi com Rodrigo Rysdyk (baixo), Rafael Kunz (vocal), Zé Roberto Muniz (Guitarra) e Dudu Ribeiro (batera). Ficamos com essa formação por bastante tempo e todas as composições do primeiro EP (Love Chaleira) surgiram nesta fase. Depois o Dudu foi morar no Rio e o Zé tomou outros rumos profissionais, mas ambos estão até hoje conectados na banda! Dai entrou Matheus Garcia (bateria) e Márcio Rutkoski (Guita).

Com esta formação gravamos o primeiro EP, porém no dia no lançamento o Márcio deixou esse plano em um acidente de carro; Bom, com isso ficamos um tempo mantendo os shows com ajuda de amigos na guitarra até o Juliano Dering (Juba) assumir a guitarra. A formação atual é Rodrigo Rysdyk, Rafael Kunz, Juba e André Baires (Baterista).

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Logo no inicio, em uma reunião da banda na casa do Rodrigo, após algumas cervejas, o Zé Roberto olha para estante da sala, vê uma capa de um filme e pergunta: “Quem filme é esse? Love Chaleira?”.

Na verdade era o filme “Love in the Time of Cholera”, ele leu errado. Isso gerou um ataque de risada em todos, no final achamos que era um bom nome para a banda… Maldita cerveja! kkk

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

É uma banda com uma sonoridade que conversa com as coisas que estão rolando agora, com o rock contemporâneo, buscando levadas dançantes e empolgantes. Letras que abordam o cotidiano, às vezes um tanto perturbador, ás vezes leve e descomprometido.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

Bom, a vantagem é fazer o que gostamos e conseguir expressar os sentimentos com a nossa música, levando uma mensagem ou uns sentimentos até as pessoas.

Os desafios são brutais! O mercado está bem encolhido, não só para o rock, mas de uma forma geral; só que não da para ficar reclamando né? A saída é trabalho, trabalho e trabalho.

A grande questão é como trabalhar! A fórmula de como construir uma carreira está em constante mutação hoje, o artista precisa fazer varias coisas para conseguir fazer suas músicas serem escutadas por mais de 30 segundos na net.

Então, estamos envolvidos em várias atividades culturais; nós estamos inseridos em uma produtora (Holiday Produtora) e estamos envolvidos em organizar festivais (Holiday Rock Festival); formamos parcerias com bandas que estão na estrada e vamos construindo uma rede de contatos para divulgar a banda e trilhar a carreia.

 

– O vídeo clipe “Sempre Falei”, Contem-nos como foi sua elaboração? Por que a escolha desse som?

No primeiro EP, “Sempre falei” era a música com a vibe exata que a gente queria pra banda naquele momento, uma música dançante; assim que o a Pré do EP saiu, fui uma unanimidade que esse som deveria ser o single do EP.

O clipe nasceu de várias reuniões, ajustando as ideias ao orçamento. O plano inicial era fazer um clipe da banda tocando, dai foi uma construção até chegarmos à ideia de a banda tocar em programas de TV e invadindo a tela das pessoas. O Clipe foi produzido pela Gandolfi Filmes e Música Direção: Edson Gandolfi.

 

– Vocês estão produzindo um EP novo, como está sendo a produção?

Sim, estamos trabalhando nas novas músicas desde Janeiro. As músicas já estão gravadas e agora estamos produzindo o material (Clipes) para fazer o lançamento do EP.

 

– Já tem data de lançamento?

Não temos o dia exato, mas será nos primeiros dias de Novembro!

Clipe do single “Sempre Falei”:

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