Dica para ouvir: Banda Almanak

A banda de rock Almanak tem estrada musical desde 1998. Destacam-se no cenário pela qualidade do repertório e sua interação com o público. Sua Formação vem com Ellen Cristinne (Vocal), Ricardo Guerra (Vocal e Guitarra Base), Paulo Roveri (Guitarra Solo e Backing Vocals), J.B. Neto (Baixo) e JP (Bateria).

O vocal feminino inova o mercado das bandas covers de rock de São Paulo: Além das versões covers, a banda faz algumas versões próprias de músicas consagradas.

Já Participaram de diversos programas de rádio, se apresentam em casas conceituosas da noite paulistana e tocam em eventos fechados. No mês de fevereiro, eles gravarão o DVD Almanak 18 anos.Site

Show de Anna Tréa no Sesc São Caetano

Nesta Sexta, dia 24, às 20h, o Sesc São Caetano apresenta o repertório “Clareia”, da cantora Anna Trea. Este é o primeiro álbum da cantora que é multi-instrumentista e nesse trabalho tem o destaque dos acordes com o violão e a mistura do baixo elétrico. Atrelada a essa musicalidade está sua expressão corporal, resultado da vivência de anos nos mais diversos tipos de danças e no teatro.

Onde: Sesc São Caetano – Rua Piauí, 554, Santa Paula – São Caetano do Sul

Show da cantora Laura Wrona no Sesc Belenzinho

Nesta Sábado, dia 18, às 21h acontece no Sesc Belenzinho o show da cantora Laura Wrona, que apresenta o lançamento do seu primeiro EP, “R.H. Volcano”. O repertório foi produzido por Thiago Nassif e conta com participações de nomes como Edgard Scandurra, Juliana Perdigão e Guilherme Kastrup.  O valor da Entrada: R$ 6 comerciários; R$ 10 meia-entrada; R$ 20 inteira

Onde: Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1.000

Show da cantora Cátia de França no Sesc Belenzinho

Nesta Sexta, dia 17, às 21h acontece no Sesc Belenzinho o show da compositora Cátia de França, que apresenta seu álbum que a consagrou, “20 Palavras ao Redor do Sol” (1979).

O repertório tem a influência da sonoridade das canções dos anos 70 e da experiência musical que Cátia acumulou ao longo de outros cinco discos lançados. O valor da Entrada: R$ 9 comerciários; R$ 15 meia-entrada; R$ 30 inteira.

Onde: Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1.000

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Delittus

A Banda Delittus, que é da Região de Novo Hamburgo – RS está na estrada desde 2006.  Sua Formação vem com Matt Chelios (Voz e guitarra), Burn (Guitarra e Voz), Fell Rios (Bateria) e Ivan Schultz (Baixo).

Atualmente, a Delittus trabalha na divulgação do seu novo EP “VOLTA”. Por isso, o Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que tem uma galera fiel e que acompanha sempre a Banda.

Assista – Tempo Que Eu Perdi (Clipe Oficial)

– Como aconteceu a formação da banda?

O Matt entrou no projeto em 2004 como vocalista. Eu (Burn) entrei um mês depois na guitarra e backing vocal. Éramos uma banda de garagem chamada D’littu’s (que nome hehe) que tocava apenas covers de pop punk. Em 2006, entrou o Fell na bateria e partimos para a gravação do primeiro EP (Sob o outro lado do espelho) que se perdeu nos confins do universo. Depois disso, gravamos o primeiro clipe de “O Impossível” em 2009 e o primeiro álbum “Nada é impossível”, que foi relançado em 2015. Em 2010 ficamos morando e fazendo shows em São Paulo por um ano. Em 2011 o Ivan entrou para o baixo e lançamos “Resistência” (2011) e Gênesis (2014). Agora estamos com o lançamento do novo EP Volta, com o retorno do Matt Chelios aos vocais (ele saiu em 2011 e retornou em 2015).

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O primeiro baixista tinha o apelido de Littu (não se sabe o por quê). Um professor dele sugeriu o nome The littu’s band, que depois acabou se tornando D’littu’s, e posteriormente Delittus.

– Vocês tem uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Temos muito público fiel na internet. Pessoas que vemos que estão sempre compartilhando nossas fotos, lançamentos, vídeos, e sempre surge uma galera nova que ajuda a espalhar. Em quase todos os shows temos uma ótima resposta do público. Sentimos sempre uma energia muito forte da galera quando escutam e sentem nossas músicas ao vivo.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já tivemos uma fã que escreveu um rolo de carta gigantesco. Tivemos também fãs que praticamente iam a todos os lugares que a gente estava, quando morávamos em São Paulo.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Em geral todos gostam bastante de Bon Jovi, Foo Fighters, Anberlin, Alter Bridge, mas cada um tem suas preferências particulares. Eu (Burn), particularmente ouço muitas coisas diferentes. Gosto muito de Richie Sambora (guitarrista do Bon Jovi), John Mayer, Ed Sheeran, Mr. Big, mas ouço de tudo.

– Como foi a produção do EP novo?

Levamos todas as ideias para o ensaio e acabamos selecionando as quatro músicas que foram para o EP (O mesmo sol, Me dê um sinal, Tempo que eu perdi e Pra sempre). Lapidamo-las e partimos para a gravação no estúdio Holiday, com mixagem e masterização no estúdio K30. Foi bem mais rápido do que o nosso CD anterior, Gênesis, que demorou mais de um ano pra compor e gravar.

– E os planos para 2017?

Pretendemos divulgar bastante o EP Volta, fazendo shows por todo o Brasil. Também queremos lançar versões acústicas, vídeos de estrada e novos vídeos covers. Talvez a gente lance algo novo autoral ainda esse ano, quem sabe.

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Casa das Rosas realiza mostra de cinema japonês ao ar livre

Entre os dias 7 e 21 de março; 4 e 18 de abril, às 19h30 acontece na casa das rosas com parceria da Fundação Japão, as exibições de sessões sobre o cinema Japonês, especialmente o Anime de Makoto Shinkai.

Makoto Shinkai é um diretor que foca em seus trabalhos o uso de computador. O público tem a oportunidade de conhecer técnicas de iluminação e movimentação da câmera, além do exagero de fotografia e flashes.

Confira a programação completa e saiba mais sobre os títulos:

– 7 de março às 19h30

O Lugar Prometido em Nossa Juventude (Kumo no Mukou, Yakusoku no Basho)

Sinopse: Hiroki e Takuya moram em Aomori e são estudantes do ensino fundamental. Atraídos pela colega Sayuri, ambos ficam intrigados pela misteriosa torre erguida do outro lado da fronteira do Estreito de Tsugaru, em Hokkaido. Os meninos prometem a Sayuri voar até esta torre a bordo de um avião construído por eles mesmo.

– 21 de março às 19h30

5 Centímetros por Segundo (Byôsoku 5 Senchimêtoru)

Sinopse: O filme narra a história de Takaki, Akari e seus amigos. Ao retornar para Tóquio, Akari recebe a notícia que Takaki deve se mudar. Mesmo com a entrada de outras pessoas em sua vida, Takaki não esquece Akari e passa a imaginar se um dia terá a chance de encontrá-la novamente.

– 4 de abril às 19h30

Em Busca das Estrelas (Hoshi wo ou Kodomo)

Sinopse: Uma história de amadurecimento, que envolve o amor da jovem Asuna, que tem o hábito de passar seus dias escutando uma música misteriosa. Até que certo dia, ela conhece Shun, um rapaz com quem parte em uma viagem de aventuras para entender as belezas e as crueldades do mundo.

– 18 de abril às 19h30

O Jardim das Palavras (Kotonoha no Niwa)

Sinopse: Takao é um estudante de ensino médio que almeja se tornar um artesão de sapatos. Para se dedicar a este sonho, ele falta às aulas em dias chuvosos para ficar no jardim japonês do parque desenhando calçados. No local, Takao passa a encontrar Yukino, uma mulher misteriosa do qual deseja produzir um par de sapatos que a faça caminhar e encontrar o seu caminho.

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Descaso

Com originalidade e critica social em suas letras, a Banda Descaso se destaca no cenário alternativo com bom é velho Rock n’Roll. Desde 2012, os caras estão na ativa conciliando música e biologia. Biologia porque seus integrantes são biólogos formados pela Universidade Estadual Paulista – (UNESP – São Vicente). Algo que era apenas um passa tempo, acabou se tornando coisa séria e a Descaso vai conquistando ainda mais público.

Em sua trajetória, a banda já ganhou uma gravação da música “Onde os Sujos se Dão Bem”, pela participação do festival Light House. Além disso, a Descaso criou um festival de bandas independentes chamado Movimento Rock n Roll Estudantil na Baixada Santista. Na metade de 2013, lançaram seu primeiro álbum demo denominado “Filosofia de Boteco”, com seis músicas próprias da banda.

Já dividiram palco com várias bandas nacionais de peso, como Terra Celta e CPM 22. No mês que vem, dia 18 de março, a Descaso se apresentará no show da banda Hateen no Feeling Music Bar. Evento

Sua formação vem com os integrantes que tem apelidos peculiares, como Seu Bosta (Ivan Laurino) no Vocal, Buzina (Andrey Bragagnolo) na Guitarra, Tadinho (André Pardal) na Guitarra, Nhonho (Marcos Sisdeli) no Baixo e Bodeia (Gabriel Izar) na Bateria.

O Dicas da Paty bateu um papo com o vocalista Ivan Laurino que fala sobre a produção do novo CD, as dificuldades de conciliar estudo e música, e muito mais!!!!

– Vocês se conheceram na Universidade? Como foi esse encontro e a ideia de criar a banda?

Sim, nos conhecemos na Universidade (Unesp – Campus São Vicente), e na época nem passava pela nossa cabeça que teríamos uma banda juntos. Eu e o Tadinho (André Pardal) entramos na faculdade em 2008, na sétima turma do curso de Ciências Biológicas. O Bodeia (Gabriel Izar) e o Nhonho (Marcos Sisdeli) tinham entrado em 2007, foram nossos veteranos. Durante os primeiros anos, fazíamos alguns sons juntos, com violão, nos bares e festas da faculdade, mas nada sério. Em 2012, o Buzina (Andrey Bragagnolo) entrou no curso e a partir desse ano começamos a tocar pra valer. Montamos a Descaso e passamos a fazer apresentações nos bares da Baixada Santista, Capital e interior de São Paulo. Em 2013 já lançamos nosso primeiro álbum demo com seis músicas autorais.

– Como foi relacionar os estudos ao mesmo tempo com a música?

Relacionar os estudos com a música nunca foi fácil, mas, ao mesmo tempo, tornou nosso período universitário muito mais divertido e insano. É claro, que muitas vezes, tivemos que desmarcar shows e ensaios de última hora por causa de compromissos acadêmicos, só que isso nunca impediu a gente de remarcar e continuar com o Rock n Roll. Na verdade, essa dificuldade é uma realidade de praticamente todas as bandas independentes no país. Infelizmente, na atualidade o rock autoral é muito pouco valorizado, em termos financeiros, o que faz com que os músicos estejam sempre em uma vida dupla, entre a arte e o trabalho, entre a arte e o estudo, tentando crescer pra algum lado.

– Pra quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

A Descaso é uma banda que segue as raízes do Rock n Roll e do Blues, trazendo em suas letras toda a energia da noite boêmia, na qual universitários e trabalhadores se identificam. Falar de álcool e noites de bêbado é apenas um retrato do que é hoje em dia um dos poucos momentos de alívio para as pessoas em nossa sociedade, considerando o peso que é viver, estudar e trabalhar nesse mundo insano e corrido. Também, é claro, não faltam nas letras da Descaso uma boa pitada irônica ou direta de crítica social, atacando todas as formas de conservadorismo que circundam as vidas de todos nós.

– Quais são as maiores dificuldades de ter uma banda e como vocês lidam com elas?

A maior dificuldade de ter uma banda é ter tempo pra se dedicar à banda. A única forma de lidar com essa dificuldade é separar determinadas noites da semana exclusivamente para a banda. Sabemos que não tem como a Descaso sobreviver se não colocarmos a banda como prioridade em certos momentos. Não podemos deixar que o trabalho ou os estudos façam com que a gente abandone aquilo que nos faz bem, então seguimos firmes por hora, mesmo que isso signifique deixar o trabalho e o estudo em segundo plano por alguns momentos. A segunda dificuldade é conseguir tocar nos bares sem ter que pagar. Sim, é verdade. A maioria dos bares só deixam as bandas independentes tocarem se elas venderem uma quantidade x de ingressos. Se vender x – 1 não toca. Ou toca, e tira do próprio bolso o dinheiro que falta. Isso é realmente uma dificuldade peculiar. Tocar ganhando dinheiro então é praticamente um sonho.

– Vocês estão pra lançar um CD, como foi essa produção e o que o público pode esperar?

O CD novo da Descaso é sem dúvida nossa grande obra prima até então. As músicas do CD demo já foram de grande agrado do público, mas podemos garantir que as novas, além de estarem muito melhor produzidas, possuem muito mais conteúdo e técnica musical. É nítida a evolução que tivemos e o público pode esperar nada menos do que um puta álbum de Rock n Roll brasileiro.

 

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Festival Brasil Prog acontece no Centro Cultural de São Paulo

Entre os dias 17, 18 e 19 de fevereiro (sexta e sábado, às 19h; e domingo, às 18h), acontece um festival que reúne quatro bandas de diferentes gerações. Este Festival é voltado ao rock progressivo, estilo que é constituído de músicas longas ou curtas demais.

Programação:

Dia 17/2 – Sérgio Hinds & César de Mercês Tocam O Terço Lado B

Dia 18/2 – Bombay Groovy e Monstro Amigo (Encontro de duas das melhores bandas na nova geração do Progressivo brasileiro).

Dia 19/2 – Violeta de Outono – lançamento do novo CD

 

O Festival acontece na Sala Adoniran Barbosa e os ingressos é R$20,00 – a venda estará disponível na bilheteria em seu horário de funcionamento (terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30).

Dica para ouvir + Entrevista ConFéXS

A banda Conféxs está na ativa desde 2007, nesse meio tempo, ocorreram várias mudanças que focaram na identidade da banda. Sua formação vem com Leandro (Vocal), Higor (Guitarra), Robson (Baixo) e Raphael (Bateria).

A banda tem em base o rock com influência do Rap. De inicio, a banda foi destaque do programa Garagem do Faustão no ano de 2011 e o clipe da música DNA esteve na programação da Play TV em 2014; além da banda, ter ganhado o Festival Barulho, promovido pela Fabrica de Cultura do Jardim São Luís, na zona sul de São Paulo.

O Dicas da Paty bateu papo com essa galera que fala sobre planos futuros, a participação do Festival Barulho e a produção do clipe DNA:

Como aconteceu a formação da banda?

Entre 2006 e 2007, o Moises e o Leandro montaram uma banda para um trabalho de escola e no fim essa banda surgiu: o Conféxs.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A banda pensou em alguns nomes e todos já existiam. e inconformado, o Moises abriu um caderno, pegou uma caneta e começou a misturar letras tentando inventar um nome e nisso surgiu Confex. Ele achou meio cru o X no fim e acrescentou o S, ficando assim CONFÉXS! Um nome inventado para não ter outro igual.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Todos os membros que já passaram pela banda sempre tiveram interesse em viver de música, mas fora da música, todos têm outros projetos e outros empregos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

O Conféxs é uma banda de Rock com alguns elementos de Rap.

– Quais são as influências musicais de cada um?

No geral, a banda tem como influências o CPM 22, Charlie Brown Jr, P.O.D, Link in Park, Racionais Mc’s e Limp Bizkit.

– Vocês ganharam o concurso do Barulho Festival, Como foi essa participação?

Entramos no festival com a intenção de participa e mostrar nosso som; passamos por uma etapa, depois duas, três, todas; Quando vimos já estávamos na final e acabamos ganhando!

Nesse link tem um vídeo de uma das etapas do festival:

– Como surgiu a ideia do clipe DNA?

Nós queríamos gravar o clipe dentro de uma casa que estivesse em construção para fugir do clichê de algumas bandas que gravam clipes em casas legais e top; nada contra quem faz isso rsrsrs, só que queríamos quebrar essa linha. Arrumamos a casa, no dia da gravação o dono deu pra trás e no fim fizemos na laje da casa do Moises que estava em construção também e em segundo plano para a gravação.

– E os planos para 2017?

A gravação de um EP com músicas novas e a primeira letra de trabalho que vai ser lançada, se chama Sou Guerreiro; além de vídeos que já estamos produzindo, shows e a comemoração dos10 anos de Conféxs!

 

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Festival Lab Com Vida acontece nesse fim de semana

Neste Fim de semana, acontece o Festival Lab Com Vida no CCSP, que reunirá artistas e parceiros que fazem parte da história da produtora com oito anos de estrada. O valor do ingresso é R$25,00 (a venda estará disponível na bilheteria em seu horário de funcionamento) e tem opção de meia entrada. A duração será 90 minutos na Sala Adoniran Barbosa (622 lugares). Sexta e sábado, 19h; e domingo, às 18h,

Programação

Dia 10/2 – Kamau e banda (DJ Erick Jay, Jeffe, Jhow Produz) – convidada: Rashid e Parteum

Dias 11 e 12/2 – Emicida e DJ Nyack – convidados: Fióti, Drik Barbosa e Coruja BC1