Dicas de Lugares: O Pasquim Bar&Prosa

Localizado na Vila Madalena, inspirado nos saudosos botecos cariocas da época de 70, o bar propõe à clientela o ambiente ideal para boas conversas. O cardápio traz os famosos cartoons e faz referências ao espírito humorístico e irônico do jornal. Ziraldo é o grande homenageado, observe em uma das paredes a reprodução de 7 metros do mural conhecido como “A Santa Ceia”, produzido por ele e amigos na década de 60 (original no RJ, Canecão, 32m).

Está localizado na Rua Aspicuelta, 524 – Alto de Pinheiros, São Paulo. Aberto de Terça à Sexta a partir das 17h; e aos Sábados e Domingos a partir das 13h.

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Infuria

A Banda Infuria está na cena independente desde 2015, formada em Porto Alegre, os caras fazem um som próprio com influências do grunge e Rock mais clássico.

A Infuria vem com formação de um trio: Magrão Fonseca (Guitarrista e vocalista), Michael Fonseca (Baixista) e Anderson Almeida (Baterista).

Recentemente lançaram o CD “Imperfeito” e o Clipe Oficial Destrua, está música faz parte do álbum lançado.

O Dicas da Paty bate um papo com essa galera que fala sobre o novo álbum de trabalho, o clipe oficial e os planos para o ano que vem. Curta, compartilhe e comentem o que acharam.

 

– Como aconteceu a formação da banda? 

Eu (Magrão), toquei durante sete anos na banda Fermo, banda no qual nós três já havíamos tocado juntos, o Anderson em 2007 a 2009; e o Michael em 2009 a 2010. Quando a banda acabou em 2015, eu não queria dar um tempo, queria continuar com novas ideias, com uma nova musicalidade que estava vivendo no momento, então não pensei duas vezes ao chamar velhos amigos de confiança pra essa nova etapa, tirando o fato que eu e o Michael somos primos, nós criamos juntos, ele me ensinou a tocar e conheci o Anderson em 2005, digamos que somos macacos velhos, mas gatinhos! (risos)

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nossa vontade de fazer Rock com peso sempre predominaram, então queríamos que o nome fosse algo agressivo que mostrasse através do nome o nosso tipo de som, algo Furioso; no início a ideia era Fúria, mas pesquisamos e já tinha uma banda com esse nome, então optamos por INFURIA, acho que ficou um bom nome, que combina bem com nosso Rock!

“queríamos que o nome fosse algo agressivo que mostrasse através do nome o nosso tipo de som”

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que foge de tudo que é padrão, somos audaciosos, sem medo de “sentar o dedo”.

 

– Quais são as influências musicais de cada um?

Basicamente ouvimos e gostamos das mesmas bandas, acho que por unanimidade, bandas como Queens of The Stone age, MUSE, Silverchair e Nirvana.

 

– Como surgiu à ideia do clipe Destrua? Contem-nos como foi sua elaboração? Por que a escolha desse som?

Destrua é a nossa porta de entrada para o que realmente somos, desde a melodia, pesada, angustiante, que te pega de surpresa, a letra que retrata nada mais nada menos do que somos hoje; para nossa sociedade, pessoas descartáveis. Escolhemos por todos esses fatores e também porque amamos tocá-la, então pensamos, poxa, esse som merece um clipe; então chamamos nosso quarto integrante William Herrmann, que produz todo nosso material, todos os clipes, que nos atura e mata no peito nossas ideias de “giríco” e pega junto, unimos as ideias de fazer algo retro ao estilo VHS anos 80, usar prédios sendo destruídos; uma atuação de gala da banda, com a ajuda do nosso ilustre produtor Fell Rios, saiu essa obra de arte contemporânea.

 

– Qual a dica que você daria para jovens que se interessam em criar uma banda e seguir carreira artística?

Cara a gente toca a 15 anos no mínimo, vou ser breve, a música me deu muitas alegrias, ainda vai me dar muitas outras, então toque com coração, dedicação, busque sempre evoluir, não pare no tempo, e principalmente, faça o que vem da alma, não faça o que te falaram pra fazer, ou em busca de sucesso, se tu tocar de coração, ele vem ao natural, se não vir, tu fez o que tu ama e o que é de verdade, isso é importante!

“Toque com coração, dedicação, busque sempre evoluir, não pare no tempo, e principalmente, faça o que vem da alma”

– E os planos para o segundo semestre de 2017?

Como lançamos há três meses apenas nosso primeiro álbum, estamos fazendo muitos shows da Tour do álbum, pretendemos lançar mais um clipe, já lançamos 2, mas, tcha tcha tcha tchammm!!!! (risos) Já temos umas 15 músicas pré-produzidas, e delas vamos tirar cinco para talvez no início do ano tenhamos um EP para lançar, com uma cara nova e músicas muito mais loucas!

 

Gostaríamos de deixar um grande abraço ao pessoal do blog, por dar espaços a bandas novas do nosso cenário musical, isso é muito importante é a gente Valoriza demais isso! Que precisarem estaremos à disposição!
Grande abraço do Magro, do Michael e do Andy. Nos chamem de INFURIA e que a loucura esteja sempre em nós!!

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Dica para o Final de Semana: O Pintinho Amarelinho

Certo dia, o Pintinho Amarelinho e sua irmã estavam brincando quando ficam sabendo, através da dona Barata, que o grande e maldoso Gavião está rondando o sítio do senhor Lobato. Todos ficam com muito medo e, dona Galinha, proíbe seus pintinhos de brincarem fora do galinheiro. Entretanto, o Pintinho Amarelinho, além de medroso, também é muito teimoso e resolve enfrentar seus medos. Com a ajuda do Sapo Cururu, ele pede ajuda para vários animais daquele sítio. Falam com Borboletinha, Formiguinha, dona Vaca, uma Pombinha Branca e muitos outros. Certo dia, ele tem a grande ideia de usar a fedorenta bomba que o senhor Sapo tem no pé. Depois de capturado, o senhor Gavião conta um segredo para o Pintinho que muda toda a história e prova para todos que as aparências enganam e muito!

Local: Teatro Ruth Escobar – Sala Miriam Muniz (Paulista)

Data: até 24 de Setembro; Domingos, às 16h.

Dica para o Final de Semana: O Mágico de Oz – O Espetáculo

O espetáculo tem texto e direção geral de um dos nomes mais conceituados na dramaturgia do Teatro para Crianças, Fernando Lyra Júnior, que ao longo de seus mais de 20 anos dedicados ao palco foi detentor de vários prêmios e críticas elogiosas. A peça conta a história de Dorothy, uma garotinha que se perde no Mundo de Oz e para conseguir o caminho de volta para a casa precisa encontrar o Grande Mágico de Oz. Com a ajuda da Bruxa do Norte, Dorothy começa a sua procura no caminho até o Castelo do Mágico, onde muita coisa acontece. Ela conhece seus três inseparáveis amigos: O Espantalho, O Homem de Lata e o Leão, que ajudam a menina a atingir seus objetivos.

Local: Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat (Paulista): Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista, São Paulo

Até 24 de Setembro; Domingos, às 17h30.

Na bilheteria: R$ 40,00

CCBB promove edição de arte digital gratuita

Até o dia 18 de setembro, das 9h às 21h, o Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, promove a Mostra de arte visual.

Está é a primeira edição do FILE SOLO, uma modalidade inédita do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, que propõe diferentes experiências sensoriais.

O evento é gratuito e reúnem as obras do premiado artista belga Lawrence Malstaf, que usa a tecnologia e a física como ponto de partida e inspiração, ele cria experiências sensoriais e tecnológicas.

Dica para o Final de Semana: Free Beats no Bixiga

Considerada uma das festas mais populares de São Paulo, a Free Beats tem o intuito de ocupar espaços públicos com muita mistura musical. E neste Sábado (2), a Praça Dom Orione, no Bixiga, receberá essa festa no período da tarde.

A festa terá muita música, feira de discos, comidas e bons drinks. Vai ser entre ás 14h até 21h, totalmente gratuito.

Dica de Filme: A Família Bélier

O Filme conta a história de uma família francesa que vive em uma cidade no interior e tem como renda a produção própria de laticínios de sua pequena propriedade. O grande diferencial dela é o fato de todos serem surdos, exceto Paula.

Paula é uma adolescente típica de 16 anos que vive os conflitos normais de sua idade: primeira paixão, amizades, inseguranças e sonhos. Além disso, ela é intérprete de seus pais e do irmão, que dependem dela para se relacionar com o resto do mundo. De forma inesperada, Paula descobre possuir um talento excepcional para cantar e é estimulada a participar de um concurso para estudar em uma respeitada escola de canto de Paris. A adolescente passa a viver em conflito por ter que escolher entre seu talento e a família.

A Família Bélier poderia ser um filme sobre conflitos familiares como tantos outros que o cinema já retratou, mas se torna único pela singeleza de seus personagens. Um filme que retrata a coragem necessária que às pessoas se dispõem a praticar o amor na sua mais genuína expressão.

Um filme lindo de ver, sentir e ouvir!

Dica de lugares: Rockerama Club e Hamburgueria

O Rockerama é uma casa noturna e hamburgueria inspirada nos anos 50. O espaço é dividido em dois andares. O piso térreo, onde fica o palco para os shows ao vivo, a pista de dança e o bar. No segundo piso temos um mezanino em formato de U com o centro vasado para permitir a visualização de bandas de qualquer local.

O cardápio oferece comida típica americana, com hambúrguer e brownie. A casa está localizada na Rua Rui Barbosa, em um dos locais mais boêmios de São Paulo, o bairro do Bexiga.

Endereço: Rua Rui Barbosa, 401 – Bela Vista – São Paulo – SP

Facebook: http://www.facebook.com/rockeramaclub/timeline

Abre de Quarta á Domingo. Veja a programação no Facebook da casa.

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

Site

Yuotube

Instagram

Dica para o final de semana: Tributo Aos Anos 80

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Neste sábado, dia 15 de outubro, a partir das 22h, acontece à inauguração da Antenna 80 que pretende agitar a Noite Paulistana. Com sucessos que marcaram a década de 80 e estilos musicais que marcaram uma geração como: New Wave, Synthpop, EBM, Classic Rock, Pop, Freestyle e Nacionais.

Está festa ocorrerá no Club Hotel Cambridge que fica localizado na Rua João Adolfo 108 – Centro – SP. O valor de entrada para mulheres são R$20 ou R$40 Consumação e para os homens R$25 ou R$50 Consumação.

E para agitar essa noite, terá os DJS: Rodrigo Oakey / Van Depeche / Rob Ferrer / Nando Straits / Mauro Scrimomic.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/antenna80/