Dica do Dia: SÊLA – Festival de Música.

Propondo uma libertação dos estereótipos femininos na música e buscando autonomia e consolidação de espaço no meio, a SÊLA traz mulheres protagonistas de suas obras e fundamentais para o cenário musical contemporâneo e para o que está por vir. O festival acontece dia 24 de junho (Sábado), das 16h às 23h.

Programação:

17h – Marina Melo

18h – BrisaFlow

18h50 – Paula Cavalciuk

19h40 – Camila Garófalo

20h30 – Nina Oliveira

21h20 – Marcelle Equivocada

Onde: Associação Cultural Cecilia (Centro)

Rua Vitorino Carmilo, 449 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01153-000

Quanto: Gratuito

Pocket Show Juliana Kehl na Fnac Paulista Gratuito

A cantora Juliana Kehl lança seu segundo disco, “Lua Full”, com produção de Gustavo Ruiz e Luiz Chagas, na Fnac Paulista, nesta sexta 28/04.

O pop feminino da cantora mostra o talento da compositora e intérprete, num disco permeado por temáticas que levantam reflexões sobre a construção simbólica da mulher contemporânea e seus desdobramentos nas relações afetivas e também a busca por identidade e liberdade.

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

Site

Yuotube

Instagram

Dica para o final de semana: Tributo Aos Anos 80

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Neste sábado, dia 15 de outubro, a partir das 22h, acontece à inauguração da Antenna 80 que pretende agitar a Noite Paulistana. Com sucessos que marcaram a década de 80 e estilos musicais que marcaram uma geração como: New Wave, Synthpop, EBM, Classic Rock, Pop, Freestyle e Nacionais.

Está festa ocorrerá no Club Hotel Cambridge que fica localizado na Rua João Adolfo 108 – Centro – SP. O valor de entrada para mulheres são R$20 ou R$40 Consumação e para os homens R$25 ou R$50 Consumação.

E para agitar essa noite, terá os DJS: Rodrigo Oakey / Van Depeche / Rob Ferrer / Nando Straits / Mauro Scrimomic.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/antenna80/

Dicas para ouvir + Entrevista: Banda Folks

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A Banda carioca Folks vem se destacando no cenário independente com um som autoral, composições bem elaboradas e melodias no estilo do Classic Rock. Tem um vocal potente do vocalista Kauan Calazans que se completa com Luca Neroni (guitarra), Paulinho Barros (guitarra/voz), Vitor Carvalho (baixo/Voz) e Ygor Helbourn (bateria),

A banda lançou em 2015 seu primeiro álbum, gravado na Toca do Bandido com produção de Felipe Rodarte. Tem um som envolvente e suas letras falam sobre questões amorosas e questões de autoconhecimento que cada um precisa ter. Destaco algumas músicas como: “Carol”, “A Casa dos lugares”, “Sei”, “Muito Som” e “Para Um Grande Amor“.

Eles já viajaram por diversos estados fora do Rio de Janeiro, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais e entre outros. Seu Clipe “Muito Som” está perto de completar 100 mil visualizações no Yuotube:

O vocalista Kauan Calazans conta para os leitores do Dicas da Paty sobre a produção do primeiro disco, a produção do clipe e de como surgiu a idealização do projeto #AcenaVive.

– Como aconteceu a formação da banda?

A galera já se conhecia da estrada. O Folks se formou em 2011, mas todos já tinham pelo menos 10 anos de experiência na cena independente. Nós juntamos naquela época pra fazer um som que tocasse nossos corações, que realmente nos fizesse sentir bem, quando entramos no estúdio não sabíamos o que iria acontecer.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nós já estávamos compondo, mas não tinha nome e estávamos nessa busca… Aí uma vez eu estava ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez da música “Stand by Me“, e no meio ele fala algo do tipo “whats up folks? / how you doing folks?”. E o Folks nada mais é do que pessoas/galera, e o que queremos com a música é isso, agregar pessoas de diferentes tipos, ideais, classe social, a gente acha que a música pode unir todo mundo independente de qualquer diferença. Criar um movimento onde as pessoas priorizem o amor.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Sempre. Nossa batalha diária é sobreviver com a música por quê viver de música, nós já vivemos desde que fizemos nosso primeiro show, depois disso não teve como largar! rs

– Quais são as influências musicais de cada um?

A galera é bem eclética… Eu curto muito rock clássico dos anos 70, grunge dos 90…. O Paulinho é do Hardcore e curte anos 80… O Ygor curte muita música pesada…. Luca é do blues total… E o Vitor é fascinado pela MPB e Ramones.

– Vocês foram chamados para participar do projeto A cena Vive, como foi essa experiência?

Na verdade nós somos um dos idealizadores da #AcenaVive.

Em 2012 tínhamos acabado de lançar uma demo, assim como amigos de outras bandas. Não existia oportunidade nenhuma pra ninguém, só casas ruins, com equipamento caindo aos pedaços e pessoas que não respeitavam seu trabalho. Aí nos juntamos com outras duas bandas amigas do Rio (909 e Canto Cego) e criamos um evento chamado Rock Bandido. Esse evento lotou, ficou gente do lado de fora… Com esse sucesso, várias bandas da área queriam tocar no evento, e quando perguntavam qual e-mail era pra mandar o material, nós falávamos que não existia e que pra você tocar no evento você tinha que ir lá prestigiar as bandas que estavam tocando na edição anterior, trocar uma ideia, se conhecer e aí sim a gente pensava numa data. O grande lance foi tentar implantar uma ideologia que pra cena viver não basta só você querer fazer seu show, tem que prestigiar quem está a sua volta. Nisso, o Felipe Rodarte que é produtor do nosso disco, teve uma visão sobre tudo isso que estava acontecendo e resolver organizar as coisas pra termos uma dimensão maior. Ele me ligou, pediu pra eu ligar pra representantes de algumas bandas e marcarmos uma reunião. Esse é o embrião do que se tornou #AcenaVive, que não é um projeto ou coletivo, é muito maior que isso, é uma ideologia. Ideologia essa que consiste em você priorizar o que está ao seu redor ao invés de ficar trancado na “bolha do eu”.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Esse final de semana que estivemos em São Paulo fizemos cinco shows, sendo que em dois deles, tiveram fãs que saíram do RJ só pra nos assistir.  A gente fica amarradão em saber que uma galera programou uma viagem que dura umas 6/7 horas, só por causa do nosso show. Ficamos lisonjeados.

– Como foi gravar na Toca do Bandido e a experiência de gravar o primeiro disco?

Foi incrível! A Toca é um templo!

Agente teve uma preocupação muito grande em relação aos timbres e o acervo da Toca nos ajudou a suprir essa vontade de fazer um disco completamente orgânico. Sempre nos falaram que éramos muito bons ao vivo, então o Rodarte, que produziu o disco foi pra essa direção no conceito do álbum.

O disco saiu em julho do ano passado pelo Toca Discos, que é o selo da Toca do Bandido e chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, estamos muito felizes com a resposta que tem rolado até hoje desse trabalho. Ainda tem bastante água pra rolar.

– Como foi a produção do clipe “Muito Som”?

Foi um processo bem legal, foi uma experiência nova pra gente e aprendemos muito.

“Muito Som” é uma música muito especial pra gente, então tivemos o cuidado com o clipe, essa música nos shows tem uma energia muito boa, na verdade ela passa uma energia boa para o público, e nós queremos que de alguma forma o clipe passasse isso também.

A Constança Scofield ajudou na direção artística e a galera da Semaforo Audiovisual de Goiânia que finalizou o roteiro e dirigiu.

Realmente o resultado superou nossas expectativas, ficou um trabalho muito bonito!

– E os planos para o final de 2016?

A gente pretende lançar dois videoclipes do nosso primeiro disco e já começamos o processo de composição para o próximo! A máquina não pode parar!

Acompanhe as mídias sociais de Folks:

ITunes

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Dica para ouvir + Entrevista: Blend 87

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A Banda Blend 87 tem influências de várias vertentes desde MPB, POP Internacional e Rock. São letras autorais bem elaboradas e traz uma proposta diferente de música brasileira.

Da região de Juiz de Fora (MG), a banda se destaca com o vocal feminino de Bruna Marlière que se completa com a formação de Douglas Poerner (baixo), Nathan Itaborahy (bateria), Renato da Lapa (violão e guitarra) e Vinícius Steinbach (teclado).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera, que fala sobre a produção do primeiro disco, de como surgiu a banda e de como está sendo a experiência de participar do Festival Maloca, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda foi idealizada pelo tecladista, Vinícius Steinbach, que já vinha tentando reunir os integrantes para um novo projeto. Devido à dificuldade de agendas e desencontros, este encontro só aconteceu em 2012, quando alguns artistas de Juiz de Fora se reuniram para homenagear o aniversário do primeiro álbum dos Beatles, cada um regravando uma versão de cada faixa do disco.

Percebendo a conexão musical e o desejo comum de fazer música, o projeto foi ganhando continuidade, até estrear nos palcos em maio de 2013, com um repertório variado que reunia diversas influências nacionais e internacionais. A formação atual, com Nathan Itaborahy na bateria, aconteceu em 2014 e acendeu ainda mais a proposta autoral da banda, já que todos os cinco integrantes são compositores.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nos primeiros ensaios, antes de começar, sempre acontecia um café e um bate-papo e, em cada ocasião, o Vinícius levava um “blend” diferente de grãos pra fazer o café. A ideia do nome foi intuitiva quando se percebeu que a banda era fruto de uma mistura (tradução ao pé da letra da palavra “blend”) de estilos diferentes, que resultavam numa síntese sonora bem interessante.

E o número 87 representa o período no qual cada um nasceu; que vai do ano de 86 até 1989. A ideia da média entre os anos de nascimento era mostrar que tipo de som nasceria dessa geração, quase que como uma safra de grãos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma tentativa feliz de fazer alguma novidade da nossa mistura. O ritual do som, a celebração da possibilidade de estar juntos. Somos cinco juiz-foranos que não se cabem e acabam extravasando som.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Beatles, Norah Jones, Los Hermanos, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Clube da Esquina, Skank, Graveola e o Lixo Polifônico, entre muitos outros que compõem essa mistura.

– Como foi participar do Festival da Maloca?

Foi uma experiência muito intensa e proveitosa. Passamos um dia inteiro entre gravar o single, o clipe e fazer a sessão de fotos. Encontramos na produtora pessoas maravilhosas e muito profissionais. Foi um dia de muito aprendizado, e de uma vivência musical da qual a banda se lembrará sempre. Agora vamos aguardar a divulgação dos vídeos a partir do dia 10 de outubro e torcer para que estejamos entre os cinco mais votados que irão participar de um show em Belo Horizonte.

– Vocês estão produzindo o primeiro disco, como está sendo esse processo?

Tem sido um processo de muito crescimento. O disco foi aprovado para ser realizado através de recursos da Lei Municipal Murilo Mendes de Incentivo à Cultura e desde o início do ano todo o projeto da banda vem cada dia mais tomando forma. A convivência intensa, a agenda apertada, a dedicação, a experiência de outros profissionais e opinião sobre nosso trabalho, tudo isso tem feito a banda estar cada vez mais alinhada e coesa. É uma etapa extremamente importante de concepção deste primeiro álbum e estamos aproveitando todas as oportunidades para fazer desse um momento inesquecível.

– E os planos para o segundo semestre de 2016?

São muitos. Temos a participação no Festival da Maloca, que está começando, também fomos selecionados para um Festival de música autoral aqui em Juiz de Fora, o Sangue Novo, a gravação do CD será em outubro e já temos alguns shows agendados. A expectativa é que o CD também seja lançado antes do fim do ano. Vamos seguir trabalhar muito para que isso ocorra.

Saiba mais da Banda:

Soundcloud:

Facebook:

Dica para ouvir: Backfield Rock

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A Backfield Rock é uma banda de rock independente formada em São Bernardo do Campo, SP em 2008. Tem influências de bandas como: Red Hot Chilli Peppers, Charlie Brown Jr, Pearl Jam e Limp Bizkit.

Sua formação vem com: Zack (Vocal), Fernando (Guitarra), Julio (Baixo) e Barba (Bateria). O nome da banda é derivado de um posicionamento no futebol americano composto por 4 ou 5 jogadores, pode ser apenas defensivo ou ofensivo.

Redes sociais:

Site

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Youtube

 

 

Dica para ouvir: Banda Doze

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A Banda de rock Doze é da região de Santo André – SP. Lançou , em 2015, o primeiro álbum, gravado, mixado e masterizado no Family Mob Studios por André Kbelo.

No seu canal no Yuotube, a banda divulgou o Clipe oficial da música “Nation”, que faz parte do álbum de estreia da banda, lançado em 2015.

Sua formação vem com Tiago Barranco (Voz), Bruno Novato (Guitarra), Eduardo Kalynytschenko (Guitarra), Breno Martins (Baixo) e Caio Silva (Bateria).

Redes Sociais:

Site: dozeoficial.com

Instagram: instagram.com/dozeoficial

Youtube: youtube.com/dozeoficial

Twitter: twitter.com/doze_oficial

Dica para ouvir: Aeromoças e Tenistas Russas

Aeromoças e Tenistas Russas tem um projeto instrumental, os caras (sim, são todos garotos) tem um som com uma mistura consciente de elementos rítmicos, harmônicos e melódicos. O grupo é de São Carlos/SP e consolidou-se no cenário da música independente brasileira com mais de 300 shows realizados em 20 estados brasileiros e nos países vizinhos Argentina e Uruguai; seu ultimo

disco lançado é Positrônico (2015).