Dica para ouvir e entrevista com a Banda No Trauma

Fundada desde 2011, a banda carioca No Trauma, traz um rock com uma pegada pesada. Já fez vários shows em casas conceituosas do Rio de Janeiro.  Em 2015, lançaram a música VIVA FORTE https://www.youtube.com/watch?v=k5dts5_kknk …No Trauma!

O Dicas da Paty um papo com essa galera. Curte aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

Bem, a formação atual se consolidou depois de muitas mudanças; hoje, com a nossa formação atual, alcançamos um som único e mais coeso. Marvin (batera) e Tuninho (guitarra) estão na banda desde o início, Hosmany (vocal) veio bem na época que estávamos produzindo o nosso disco Viva Forte até o seu leito de morte, João (baixo) veio pouco depois do disco já gravado.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda vem de um conceito um pouco difícil de explicar, temos um paradoxo entre o inglês e o português no nome, mas parte do princípio de não se abalar, não se enfraquecer, não deixar que traumas te parem, mesmo estando em trauma; daí o paradoxo do inglês português, no trauma (estar traumatizado) e no trauma (sem trauma) .

 

– Qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é tocar, fazer show, vê o êxtase das pessoas cantando nossas músicas. A parte mais difícil e creio eu que para qualquer artista independente de ser no Brasil, seria a administração do projeto, pois levamos uma vida dupla, entre a música e um trabelho externo a ela pois viver de música pra gente ainda não é possível, mas será.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

O No Trauma é uma experiência, é uma reflexão, é um esporro, é um alívio para quem ouve e é mais além, para quem vai a um show nosso um presente. Conheça nosso trabalho.

 

– Como vocês veem a cena independente atual?

A cena independente no Brasil tem muitas flutuações, a poucos anos estava muito boa, hoje já vive algumas dificuldades, mas creio que o momento do País também não está propício, mas ela vive e nunca morrerá a música é eterna.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A vantagem e a liberdade, seu trabalho ganha total autenticidade com isso, a desvantagem é o investimento para tal, você é seu próprio investidor e as vezes, você pode ser um puta artista, mas depende de um investimento para poder crescer.

 

– Quais são as influências e o diferencial No Trauma?

As influências são muitas, desde artistas do nosso gênero a outros estilos de música diferentes, abrangemos até livros, filmes e etc. para compor tudo que é o No Trauma

 

– E os planos para 2018?

2018 já está sendo um ano de plantio para nós, estamos compondo para o novo disco, e ainda esse semestre teremos um clipe novo do nosso último disco e mais algumas novidades ainda sobre o Viva forte até o seu leito de morte .

Acompanhe as Redes Sociais da Banda:

https://www.facebook.com/NoTraumaOFICIAL

Instagram: @notraumaoficial

Canal no Youtube

Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

7 Dicas para você divulgar sua Banda

Este artigo contém 7 dicas para você divulgar sua banda do jeito mais simples e assertivo.

1 – Identidade Online

  • Personalize seu Facebook, Instagram, Canal no Youtube e um email para contato;
  • Configure URLs personalizadas;
  • Sempre deixe disponível todos os links dos trabalhos.

2 – Engajamento

  • Não tenha vários canais e nenhum conteúdo;
  • Não poste somente quando tem show, não deixe seu fã esperando;
  • Responda sempre, ninguém gosta de perguntar algo e não ser visualizado;
  • Sempre tem algumas pessoas que sempre vão ao show ou que estão por lá, então junte seus seguidores; No whatsapp crie grupo para o pessoal ficar mais próximo da Banda;
  • Sempre ofereça novidades, brindes e promoções sobre a banda. (Unir forças)

3- Promova Ações

  • Deêm brindes (desde bottons, camisetas, ingressos e etc);
  • Não esqueça de planejar uma ação que gere mais seguidores e certifique-se que quem ganhe o ingresso leve consigo um acompanhante.

 

4- #hashtags

  • A tag que você coloca em sua foto é o elo da sua pequena imagem com todo o restante do universo. As hashtags certas podem dar uma exposição imensa às suas fotos, deixando-as abertas para serem descobertas. Marcar uma foto com a hashtag apropriada permite que você figure entre os mais populares do momento na rede social;
  • Portanto, seja criativo e pense sobre qual hashtag cairia como uma luva para o público que mais tem a ver com sua imagem.

OBS. O ideal para cada imagem é ter entre uma e três hashtags, sendo cinco o limite do aceitável.

  • Além de dar um UP no alcançe, será mais facil localizar um comentário ou movimento da banda na internet.

5 – Deixe sua Letra em sites como:

  • Vagalume, Cifra-club, letras.com e etc;
  • Coloque sua banda no Wikipedia (se você não conseguir criar um site.

6 – Utilize seu som como conteúdo

  • Divulgue seus ensaios e vídeos de shows;
  • Crie frases com os refrões de sua música;
  • Crie Posts com conteúdo como: Ensinando a tocar suas letras. Grave covers, Making Of de shows.

7 – Melhores Horários para Postagens

  • Instagram — 17h às 18h

O Instagram é uma rede bem diferente, já que recebe maior tráfego nos finais de semana (Sábados e Domingos), especialmente, no turno da tarde. Na hora de medir resultados, uma coisa que pode ajudar a saber qual é o melhor horário para postar nas redes sociais é a utilização de ferramentas de medição.

  • Facebook — 12h às 17h

A partir das 09h, o Facebook disponibiliza uma ferramenta para saber como os seus clientes se comportam na rede. Isso pode ser feito ao acessar o painel da sua própria página, na guia Publicações ou utilize o Gerenciador de Páginas – Dentro do Facebook.

 

Mariana Caramelo

contato@maricaramelo.com.br

(11) 98749-0833