Dica para ouvir + Entrevista: La Madre

A La Madre é uma Banda de Rock de São Paulo que tem formação desde 2009. No início, seu repertório era repleto de covers com músicas clássicas do Rock Nacional e Internacional. No decorrer das apresentações que realizavam em bares e pubs, de São Paulo e outros Estados, a banda se dedicou ao trabalho autoral.

A banda lançou um CD autoral em Outubro de 2015 e, desde então, tem feito shows e divulgado este novo trabalho. Recentemente a banda lançou o novo clipe da música Destinos.

O vídeo clipe conta a história de uma pessoa que vive um dilema interno com suas emoções e se encontra perdido sem saber qual o sentido da vida. Até que ele conhece uma linda garota que o ajuda a sair daquela depressão e o leva para assistir o show da banda La Madre.

Sua formação vem com Leo Richter (Voz / Guitarra), Tico Rodriguez, (Guitarra), Felipe Gabriel (Baixo) e Nando Oliveira (Bateria), O vocalista já teve destaque na grande na mídia no início dos anos 2000, quando integrou a banda Twister, grupo de grande sucesso e uma febre entre as adolescentes da época.

Atualmente, a banda está com o projeto Vida de Fã, uma web série que mostrará histórias engraçadas, emocionantes e curiosas de fãs de vários artistas. Para participar da série, o fã precisa enviar sua história – de acordo com o regulamento – para seleção da produção da série e para a fã selecionada ganhará um pocket show da La Madre. As gravações contarão com direção de Léo Richter, que atualmente, se divide entre os vocais e a guitarra do La Madre e também faz parte da banda de apoio nos shows da Banda Malta.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre suas influências, sobre o que acham da situação do rock atual e a ideia da produção de Vida de fã, confere aí:

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Leo> Eu dei a ideia do nome, pois estive muitas vezes no México e fiquei fascinado pela cultura e música de lá. Trouxe muitas influências de lá. Os mexicanos usam muito a expressão “La Madre” para definir quando uma coisa está boa (ótima), uma comida, uma música, um filme, etc. Então quando voltei para o Brasil e montei a banda eu queria um nome forte, e me lembrei dessa expressão!

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Leo> Eu sempre soube que a música seria minha vida, desde os 13 anos eu já via claramente isso, e desde então sigo nessa jornada.

E paralelamente eu também trabalho com produção de vídeo.

Felipe> Sempre tive o interesse da área musical!

Tico>  Sempre tive interesse na área musical e tive influencia por ter músicos na família, por isso gosto desde criança.

Nando> Eu Fiz publicidade, apenas técnico, mas tinha vontade de seguir a propaganda. Ao fim do ensino médio já comecei a dar aulas com o convite do meu professor da época. Em poucos meses já tinha uma grade de uns 10 alunos e estava ganhando minha grana com música. Nesta mesma época, recebi um convite de uma banda local que fazia shows na noite do Vale do Paraíba. Daí eu resolvi que a música seria meu caminho. Sempre digo que não escolhi a música e sim a música me escolheu! Rs. Larguei a publicidade e me dediquei seriamente à bateria, até me formar em música em 2004. E aqui estou até hoje.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Leo> Rock anos 70 e 80, Metal Alternativo, Post-Grunge e Música Clássica. Desde Cazuza, Engenheiros, Oficina G3, Kansas, Journey, Iron Maiden, Dream Theater, Mr. Big, Metallica, Alter Bridge e Beethoven. Cantores: Bruce Dickinson, Steve Perry, Myles Kennedy, Mauro Henrique;

Felipe> Bandas: Iron Maiden, Deep Purple, Whitesnake, Aerosmith, Mr.Big, Pantera, Skid Row, Nickelback e etc. Baixistas: steve harris, glenn hughes, billy sheehan, geddy Lee, marco mendoza, rudy sarzo, Dave LaRue, Randy Coven, Flea;

Tico> Influência de Van Halen, Raimundos, Engenheiros do Hawaii. Já na Guitarrista: Eddie Van Halen

Nando>  Cresci ouvindo música evangélica e isso me ajudou a curtir de tudo um pouco. As bandas que mais marcaram foram: Van Halen, Dream Theater, Petra, Mr. Big, Deep Purple e entre muuuuitas outras. Já Bateristas: Buddy Rich, Dennis Chambers, Pat Torpey, John Bonham, Dave Weckl, Kiko Freitas e João Barone.

– Como vocês veem a situação do rock nacional atualmente?

Leo> Não vemos muitas bandas fazendo Rock Nacional, pois elas querem estar na mídia, nas rádios… E isso faz com que mudem seu estilo, se adequem para serem aceitas. Sinto que com a força da internet hoje, as bandas podiam apostar mais na sua música, tenho certeza que o público está aí sedento por isso, só faltam mais bandas acreditarem e fortalecerem a cena novamente.

Fazerem música sem se preocuparem em agradar o cara da gravadora, ou da rádio, não dependerem da grande mídia.

Se o trabalho é bom e diferenciado, certamente com o tempo conquistará seu espaço!

Felipe> O rock nacional atualmente está parado, congelado, estático, sem espaço para se mover, a nível nacional eu acredito que bandas que conseguiram solidificar e perpetuar uma carreira  ficaram no passado no final dos anos 70′, nos anos 80′ e 90′ e pouquíssimo nos anos 2000 como os Titãs, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Capital Inicial, Charlie Brown Jr, Rappa, J Quest e etc e ate hoje vivem dos sucessos desses anos. O Brasil está carente de rock atual de qualidade, porém as “vitrines” televisivas comuns e mídias populares também não estão muito abertas para o gênero. O foco e todo voltado para gêneros populares regionais e variações modernas “universitárias”

Nando> Vejo que o mercado do rock está cada vez mais difícil. A música hoje está muito voltada ao que dá dinheiro, ao que enriquece empresários. E o rock, por não ser de acesso de massa, principalmente no Brasil, sofre com isso, pois é um gênero autêntico. A maioria dos roqueiros se preocupa com a arte, com técnica e isso vai contra o mercado. Já estamos num período onde não surgem mais bandas de rock de verdade. Tudo o que se vê é mistura de rock com alguma coisa, na tentativa de embalar algo na rádio e que seja de gosto bem popular.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Felipe> Sim, aos 17 anos vendi meu primeiro contra baixo de cinco cordas, que, diga-se de passagem, era meu único baixo no momento por um valor extremamente baixo, para ir a um show que tocou o Whitesnake, Judas Priest e o Angra… Resumindo… Fiquei sem baixo por alguns bons meses, precisando sempre de emprestados dos amigos para shows, ensaios e etc…

– Como foi à produção do clipe Depois?

Leo> A música é simples e direta, e como é o nosso primeiro clipe queríamos algo simples e direto também, que valorizasse cada integrante da banda, sem ter um roteiro rebuscado e com história.

Então filmamos no mesmo Studio que gravamos nosso CD, o Power Áudio em Guarulhos.

Clipe Depois

– Como surgiu a ideia da Web série Vida de fã? E como está sendo a experiência?

Leo> Quando nós começamos nossas carreiras musicas não tinha muitos lugares pra tocar, então fazíamos shows nas festas na casa dos amigos, na garagem… Então resolvemos resgatar essas memórias e montar a web serie, onde reverenciamos os fãs, que contam suas histórias quando visitamos suas casas para fazer um pocket show para ele e seus amigos e também registrar suas histórias.

– E os planos para o final do ano?

Leo> Os planos são filmar mais episódios da web serie e também lançar mais um clipe, além do novo show que estamos preparando e também à gravação de um novo single.

Redes Sociais da Banda:

www.facebook.com/bandalamadre

Insragram @lamadrerock

www.youtube.com/lamadrerock

www.lamadrerock.com.br

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Dica para ouvir + Entrevista: Canal XIII

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A Banda Canal XIII é uma banda de Rock Alternativo, formada desde 2013 e vem com Thiago Gomes (vocal), João Felipe (Guitarra), Yann Monteiro (Guitarra), Pedro Chiba (Baixista) e Ralf Zeq (Bateria). Suas letras falam sobre questões do cotidiano e sentimentos que convivem com o ser-humano, como as suas dores, objetivos, decepções e felicidades.

Este ano, lançaram o primeiro EP intitulado Navegantes de uma Imensidão Qualquer. As melodias são bem calmas e misturam-se com os riffs e acordes fortes. Destaco duas letras: Longo Inverno e Flores de Columbine; a primeira canção aborda sobre a violência contra a mulher, onde muitas são vítimas em seus próprios lares e não denunciam o crime. Já “Flores de Columbine” é uma canção com participação de Lucas Tavares baseada no Massacre que ocorreu em abril de 1999 no Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine. Os estudantes Eric Harris, de 18 anos e Dylan Klebold, de 17 anos assassinaram vários colegas e professores e em seguida cometeram suicídio.

Recentemente, os caras lançaram o clipe da música “Nunca Mais“, faixa deste EP.

A Banda já participou por diversos festivais da cena underground da região. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre o processo criativo e a produção do EP. Fica a Dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu em meados de outubro de 2013, na cidade de Cruzeiro, então eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes fomos apresentados por amigos em comum e daí começou o projeto Canal XIII. No inicio começamos a compor algumas canções e convidamos o Ralf Zeq, o João Felipe e o Pedro Darlan, para se unir a banda e gravarmos nosso primeiro EP independente, intitulado Navegantes de uma imensidão qualquer!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome Canal surgiu com um pouco de influência do avô do nosso vocalista Thiago Gomes, pois nosso lugar de ensaio é num porão cheio de TVs antigas que seu avô as concertava. E o XIII, é um número bem místico, veio pra acrescentar e tem o significado para cada região e cultura que representam algo diferente ex: sorte, azar, prosperidade, Transformação, Renascimento e liberdade.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nossa temática de letras consiste em falar sobre o cotidiano do ser humano e como ele interage com o mundo ao seu redor com suas dores, objetivos, decepções e felicidades. Tudo isso com uma pitada de poesia. A essência da nossa proposta é fazer algo diferente, criar uma identidade sólida que toque as pessoas. Não se prender a só um estilo, misturar várias vertentes do rock e levar uma mensagem boa, sempre!

Com melodias calmas, que mesclam com riffs e acordes fortes, dando esse contraste como se tudo em sua vida estivesse bem e de uma hora pra outra tudo desabasse. Passando por diversos festivais da cena underground da região, procuramos aos poucos nosso lugar ao sol!

– Quais são as influências musicais de cada um?

Yann Monteiro> Emery, Enter Shikari e Aiden;

Thiago Gomes> Breaking Benjamin, Slaves e Emarosa;

Ralf Zeq> A Day To Remenber, Red Hot Chilli Peppers e arctic monkeys;

Joao Felipe> Fresno, Esteban, visconde;

Pedro Chiba> Royal blood, death from above 1979* e twenty one pistol.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Geralmente, quem fica responsável pela parte de composição é mais eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes. Chegamos com a letra e a melodia já prontas e mostramos para o resto da banda que acabam colaborando mais na pré-produção das canções com arranjos e ideias.

– Como foi a produção do EP Navegantes de uma Imensidão Qualquer?

O processo de gravação foi um tanto quanto longo pra um EP. Foram sete meses de produção intensa. Chegaram a ter alguns dias que o Yann e eu (Ralf) ficamos aproximadamente 12 horas gravando e regravando os detalhes, mas no final foi muito satisfatório ver o resultado. É um esforço que com certeza valeu a pena e faríamos de novo sem dúvidas.

– E os planos para o final do ano?

7- Nossos planos pro final do ano são gravar nosso primeiro álbum, fazer um clipe e quem sabe fazer um turnê pelo nosso país.

Dica de lugares: Johnnie Wash

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Se você curte assuntos relacionados à moto e música, o Johnnie Wash é o lugar certo. O local tem oficina, venda de peças, lava-rápido, acessórios, roupas, customização para as motos e um bar aonde toda a decoração remete à motocicleta e motociclistas.

Geralmente, os frequentadores são os amantes de duas rodas, onde eles podem aproveitar a varanda, um salão interno e uma mesa de bilhar. Costuma reunir tribos de diversos estilos e perfis. Além disso, às Sextas-Feiras a programação musical é repleta do bom e velho Rock’n Roll e Blues, a partir das 20h com banda ao vivo.

Localizado na Vila Olímpia em São Paulo, fica na Rua Gomes de Carvalho, 815.

Dica de final de semana: Tributo Charlie Brown JR

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Em comemoração aos 31 anos da Rádio Rock, a rádio homenageará essa banda que influenciou vários jovens por todo Brasil e unirá vários artistas. O show será no Espaço das Américas, Sábado dia 22 de outubro, venha para uma grande celebração.

As Bandas já divulgadas para este evento são a Bula e Raimundos, além dos integrantes: Marcão, Heitor e Graveto com convidados. Alguns convidados só serão revelados no dia do show, então você não vai perder essa hein.

Pontos de venda:

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

Site

Yuotube

Instagram

Dica para o final de semana: Tributo Aos Anos 80

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Neste sábado, dia 15 de outubro, a partir das 22h, acontece à inauguração da Antenna 80 que pretende agitar a Noite Paulistana. Com sucessos que marcaram a década de 80 e estilos musicais que marcaram uma geração como: New Wave, Synthpop, EBM, Classic Rock, Pop, Freestyle e Nacionais.

Está festa ocorrerá no Club Hotel Cambridge que fica localizado na Rua João Adolfo 108 – Centro – SP. O valor de entrada para mulheres são R$20 ou R$40 Consumação e para os homens R$25 ou R$50 Consumação.

E para agitar essa noite, terá os DJS: Rodrigo Oakey / Van Depeche / Rob Ferrer / Nando Straits / Mauro Scrimomic.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/antenna80/

Dica de livro: O trovador solitário

O livro escrito pelo jornalista Arthur Dapieve, mostra a trajetória do cantor. O leitor entende bem os pensamentos de Renato, sobre sua influência na música, na poesia e na vida de jovens da época; por isso faz você entender um pouco mais sobre a idolatria que cerca seu nome. Representante da maior banda nacional, mas às voltas com a solidão, com amores não correspondidos, com o fantasma do HIV e problemas na relação bipolar com seu público. Renato Russo formou sua própria Legião, com uma única diferença: ela segue forte e firme, por entre metrópoles, zonas rurais, planalto central, cerrado, caatinga, atravessando fronteiras, tempos e silêncios.

Dicas para ouvir + Entrevista: Banda Folks

folks

A Banda carioca Folks vem se destacando no cenário independente com um som autoral, composições bem elaboradas e melodias no estilo do Classic Rock. Tem um vocal potente do vocalista Kauan Calazans que se completa com Luca Neroni (guitarra), Paulinho Barros (guitarra/voz), Vitor Carvalho (baixo/Voz) e Ygor Helbourn (bateria),

A banda lançou em 2015 seu primeiro álbum, gravado na Toca do Bandido com produção de Felipe Rodarte. Tem um som envolvente e suas letras falam sobre questões amorosas e questões de autoconhecimento que cada um precisa ter. Destaco algumas músicas como: “Carol”, “A Casa dos lugares”, “Sei”, “Muito Som” e “Para Um Grande Amor“.

Eles já viajaram por diversos estados fora do Rio de Janeiro, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais e entre outros. Seu Clipe “Muito Som” está perto de completar 100 mil visualizações no Yuotube:

O vocalista Kauan Calazans conta para os leitores do Dicas da Paty sobre a produção do primeiro disco, a produção do clipe e de como surgiu a idealização do projeto #AcenaVive.

– Como aconteceu a formação da banda?

A galera já se conhecia da estrada. O Folks se formou em 2011, mas todos já tinham pelo menos 10 anos de experiência na cena independente. Nós juntamos naquela época pra fazer um som que tocasse nossos corações, que realmente nos fizesse sentir bem, quando entramos no estúdio não sabíamos o que iria acontecer.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nós já estávamos compondo, mas não tinha nome e estávamos nessa busca… Aí uma vez eu estava ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez da música “Stand by Me“, e no meio ele fala algo do tipo “whats up folks? / how you doing folks?”. E o Folks nada mais é do que pessoas/galera, e o que queremos com a música é isso, agregar pessoas de diferentes tipos, ideais, classe social, a gente acha que a música pode unir todo mundo independente de qualquer diferença. Criar um movimento onde as pessoas priorizem o amor.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Sempre. Nossa batalha diária é sobreviver com a música por quê viver de música, nós já vivemos desde que fizemos nosso primeiro show, depois disso não teve como largar! rs

– Quais são as influências musicais de cada um?

A galera é bem eclética… Eu curto muito rock clássico dos anos 70, grunge dos 90…. O Paulinho é do Hardcore e curte anos 80… O Ygor curte muita música pesada…. Luca é do blues total… E o Vitor é fascinado pela MPB e Ramones.

– Vocês foram chamados para participar do projeto A cena Vive, como foi essa experiência?

Na verdade nós somos um dos idealizadores da #AcenaVive.

Em 2012 tínhamos acabado de lançar uma demo, assim como amigos de outras bandas. Não existia oportunidade nenhuma pra ninguém, só casas ruins, com equipamento caindo aos pedaços e pessoas que não respeitavam seu trabalho. Aí nos juntamos com outras duas bandas amigas do Rio (909 e Canto Cego) e criamos um evento chamado Rock Bandido. Esse evento lotou, ficou gente do lado de fora… Com esse sucesso, várias bandas da área queriam tocar no evento, e quando perguntavam qual e-mail era pra mandar o material, nós falávamos que não existia e que pra você tocar no evento você tinha que ir lá prestigiar as bandas que estavam tocando na edição anterior, trocar uma ideia, se conhecer e aí sim a gente pensava numa data. O grande lance foi tentar implantar uma ideologia que pra cena viver não basta só você querer fazer seu show, tem que prestigiar quem está a sua volta. Nisso, o Felipe Rodarte que é produtor do nosso disco, teve uma visão sobre tudo isso que estava acontecendo e resolver organizar as coisas pra termos uma dimensão maior. Ele me ligou, pediu pra eu ligar pra representantes de algumas bandas e marcarmos uma reunião. Esse é o embrião do que se tornou #AcenaVive, que não é um projeto ou coletivo, é muito maior que isso, é uma ideologia. Ideologia essa que consiste em você priorizar o que está ao seu redor ao invés de ficar trancado na “bolha do eu”.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Esse final de semana que estivemos em São Paulo fizemos cinco shows, sendo que em dois deles, tiveram fãs que saíram do RJ só pra nos assistir.  A gente fica amarradão em saber que uma galera programou uma viagem que dura umas 6/7 horas, só por causa do nosso show. Ficamos lisonjeados.

– Como foi gravar na Toca do Bandido e a experiência de gravar o primeiro disco?

Foi incrível! A Toca é um templo!

Agente teve uma preocupação muito grande em relação aos timbres e o acervo da Toca nos ajudou a suprir essa vontade de fazer um disco completamente orgânico. Sempre nos falaram que éramos muito bons ao vivo, então o Rodarte, que produziu o disco foi pra essa direção no conceito do álbum.

O disco saiu em julho do ano passado pelo Toca Discos, que é o selo da Toca do Bandido e chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, estamos muito felizes com a resposta que tem rolado até hoje desse trabalho. Ainda tem bastante água pra rolar.

– Como foi a produção do clipe “Muito Som”?

Foi um processo bem legal, foi uma experiência nova pra gente e aprendemos muito.

“Muito Som” é uma música muito especial pra gente, então tivemos o cuidado com o clipe, essa música nos shows tem uma energia muito boa, na verdade ela passa uma energia boa para o público, e nós queremos que de alguma forma o clipe passasse isso também.

A Constança Scofield ajudou na direção artística e a galera da Semaforo Audiovisual de Goiânia que finalizou o roteiro e dirigiu.

Realmente o resultado superou nossas expectativas, ficou um trabalho muito bonito!

– E os planos para o final de 2016?

A gente pretende lançar dois videoclipes do nosso primeiro disco e já começamos o processo de composição para o próximo! A máquina não pode parar!

Acompanhe as mídias sociais de Folks:

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Soundcloud

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Dica para ouvir: Backfield Rock

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A Backfield Rock é uma banda de rock independente formada em São Bernardo do Campo, SP em 2008. Tem influências de bandas como: Red Hot Chilli Peppers, Charlie Brown Jr, Pearl Jam e Limp Bizkit.

Sua formação vem com: Zack (Vocal), Fernando (Guitarra), Julio (Baixo) e Barba (Bateria). O nome da banda é derivado de um posicionamento no futebol americano composto por 4 ou 5 jogadores, pode ser apenas defensivo ou ofensivo.

Redes sociais:

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Dicas da Paty conferiu a Expomusic – João Suplicy + Banda Ndk

O Dicas da Paty conferiu o último da EXPOMUSIC – 33ª Feira Internacional da Música é um dos eventos mais importantes do ramo de música e aconteceu nos dias 21 á 25 de setembro no Pavilhão do Anhembi.

A edição deste ano reuniu uma diversidade de instrumentos musicais, equipamentos eletrônicos, acessórios, tecnologias e equipamentos de áudio, vídeo e mais variadas novidades do mercado. Além, de workshops e shows.

O evento é muito importante também na área de negócios e relacionamento entre fabricantes, importadores, lojistas, compradores corporativos e músicos profissionais.