Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

Site

Yuotube

Instagram

Dica para o final de semana: Tributo Aos Anos 80

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Neste sábado, dia 15 de outubro, a partir das 22h, acontece à inauguração da Antenna 80 que pretende agitar a Noite Paulistana. Com sucessos que marcaram a década de 80 e estilos musicais que marcaram uma geração como: New Wave, Synthpop, EBM, Classic Rock, Pop, Freestyle e Nacionais.

Está festa ocorrerá no Club Hotel Cambridge que fica localizado na Rua João Adolfo 108 – Centro – SP. O valor de entrada para mulheres são R$20 ou R$40 Consumação e para os homens R$25 ou R$50 Consumação.

E para agitar essa noite, terá os DJS: Rodrigo Oakey / Van Depeche / Rob Ferrer / Nando Straits / Mauro Scrimomic.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/antenna80/

Dica de livro: O trovador solitário

O livro escrito pelo jornalista Arthur Dapieve, mostra a trajetória do cantor. O leitor entende bem os pensamentos de Renato, sobre sua influência na música, na poesia e na vida de jovens da época; por isso faz você entender um pouco mais sobre a idolatria que cerca seu nome. Representante da maior banda nacional, mas às voltas com a solidão, com amores não correspondidos, com o fantasma do HIV e problemas na relação bipolar com seu público. Renato Russo formou sua própria Legião, com uma única diferença: ela segue forte e firme, por entre metrópoles, zonas rurais, planalto central, cerrado, caatinga, atravessando fronteiras, tempos e silêncios.

Dicas para ouvir + Entrevista: Banda Folks

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A Banda carioca Folks vem se destacando no cenário independente com um som autoral, composições bem elaboradas e melodias no estilo do Classic Rock. Tem um vocal potente do vocalista Kauan Calazans que se completa com Luca Neroni (guitarra), Paulinho Barros (guitarra/voz), Vitor Carvalho (baixo/Voz) e Ygor Helbourn (bateria),

A banda lançou em 2015 seu primeiro álbum, gravado na Toca do Bandido com produção de Felipe Rodarte. Tem um som envolvente e suas letras falam sobre questões amorosas e questões de autoconhecimento que cada um precisa ter. Destaco algumas músicas como: “Carol”, “A Casa dos lugares”, “Sei”, “Muito Som” e “Para Um Grande Amor“.

Eles já viajaram por diversos estados fora do Rio de Janeiro, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais e entre outros. Seu Clipe “Muito Som” está perto de completar 100 mil visualizações no Yuotube:

O vocalista Kauan Calazans conta para os leitores do Dicas da Paty sobre a produção do primeiro disco, a produção do clipe e de como surgiu a idealização do projeto #AcenaVive.

– Como aconteceu a formação da banda?

A galera já se conhecia da estrada. O Folks se formou em 2011, mas todos já tinham pelo menos 10 anos de experiência na cena independente. Nós juntamos naquela época pra fazer um som que tocasse nossos corações, que realmente nos fizesse sentir bem, quando entramos no estúdio não sabíamos o que iria acontecer.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nós já estávamos compondo, mas não tinha nome e estávamos nessa busca… Aí uma vez eu estava ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez da música “Stand by Me“, e no meio ele fala algo do tipo “whats up folks? / how you doing folks?”. E o Folks nada mais é do que pessoas/galera, e o que queremos com a música é isso, agregar pessoas de diferentes tipos, ideais, classe social, a gente acha que a música pode unir todo mundo independente de qualquer diferença. Criar um movimento onde as pessoas priorizem o amor.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Sempre. Nossa batalha diária é sobreviver com a música por quê viver de música, nós já vivemos desde que fizemos nosso primeiro show, depois disso não teve como largar! rs

– Quais são as influências musicais de cada um?

A galera é bem eclética… Eu curto muito rock clássico dos anos 70, grunge dos 90…. O Paulinho é do Hardcore e curte anos 80… O Ygor curte muita música pesada…. Luca é do blues total… E o Vitor é fascinado pela MPB e Ramones.

– Vocês foram chamados para participar do projeto A cena Vive, como foi essa experiência?

Na verdade nós somos um dos idealizadores da #AcenaVive.

Em 2012 tínhamos acabado de lançar uma demo, assim como amigos de outras bandas. Não existia oportunidade nenhuma pra ninguém, só casas ruins, com equipamento caindo aos pedaços e pessoas que não respeitavam seu trabalho. Aí nos juntamos com outras duas bandas amigas do Rio (909 e Canto Cego) e criamos um evento chamado Rock Bandido. Esse evento lotou, ficou gente do lado de fora… Com esse sucesso, várias bandas da área queriam tocar no evento, e quando perguntavam qual e-mail era pra mandar o material, nós falávamos que não existia e que pra você tocar no evento você tinha que ir lá prestigiar as bandas que estavam tocando na edição anterior, trocar uma ideia, se conhecer e aí sim a gente pensava numa data. O grande lance foi tentar implantar uma ideologia que pra cena viver não basta só você querer fazer seu show, tem que prestigiar quem está a sua volta. Nisso, o Felipe Rodarte que é produtor do nosso disco, teve uma visão sobre tudo isso que estava acontecendo e resolver organizar as coisas pra termos uma dimensão maior. Ele me ligou, pediu pra eu ligar pra representantes de algumas bandas e marcarmos uma reunião. Esse é o embrião do que se tornou #AcenaVive, que não é um projeto ou coletivo, é muito maior que isso, é uma ideologia. Ideologia essa que consiste em você priorizar o que está ao seu redor ao invés de ficar trancado na “bolha do eu”.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Esse final de semana que estivemos em São Paulo fizemos cinco shows, sendo que em dois deles, tiveram fãs que saíram do RJ só pra nos assistir.  A gente fica amarradão em saber que uma galera programou uma viagem que dura umas 6/7 horas, só por causa do nosso show. Ficamos lisonjeados.

– Como foi gravar na Toca do Bandido e a experiência de gravar o primeiro disco?

Foi incrível! A Toca é um templo!

Agente teve uma preocupação muito grande em relação aos timbres e o acervo da Toca nos ajudou a suprir essa vontade de fazer um disco completamente orgânico. Sempre nos falaram que éramos muito bons ao vivo, então o Rodarte, que produziu o disco foi pra essa direção no conceito do álbum.

O disco saiu em julho do ano passado pelo Toca Discos, que é o selo da Toca do Bandido e chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, estamos muito felizes com a resposta que tem rolado até hoje desse trabalho. Ainda tem bastante água pra rolar.

– Como foi a produção do clipe “Muito Som”?

Foi um processo bem legal, foi uma experiência nova pra gente e aprendemos muito.

“Muito Som” é uma música muito especial pra gente, então tivemos o cuidado com o clipe, essa música nos shows tem uma energia muito boa, na verdade ela passa uma energia boa para o público, e nós queremos que de alguma forma o clipe passasse isso também.

A Constança Scofield ajudou na direção artística e a galera da Semaforo Audiovisual de Goiânia que finalizou o roteiro e dirigiu.

Realmente o resultado superou nossas expectativas, ficou um trabalho muito bonito!

– E os planos para o final de 2016?

A gente pretende lançar dois videoclipes do nosso primeiro disco e já começamos o processo de composição para o próximo! A máquina não pode parar!

Acompanhe as mídias sociais de Folks:

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Dica para ouvir: Backfield Rock

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A Backfield Rock é uma banda de rock independente formada em São Bernardo do Campo, SP em 2008. Tem influências de bandas como: Red Hot Chilli Peppers, Charlie Brown Jr, Pearl Jam e Limp Bizkit.

Sua formação vem com: Zack (Vocal), Fernando (Guitarra), Julio (Baixo) e Barba (Bateria). O nome da banda é derivado de um posicionamento no futebol americano composto por 4 ou 5 jogadores, pode ser apenas defensivo ou ofensivo.

Redes sociais:

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Dicas da Paty conferiu a Expomusic – João Suplicy + Banda Ndk

O Dicas da Paty conferiu o último da EXPOMUSIC – 33ª Feira Internacional da Música é um dos eventos mais importantes do ramo de música e aconteceu nos dias 21 á 25 de setembro no Pavilhão do Anhembi.

A edição deste ano reuniu uma diversidade de instrumentos musicais, equipamentos eletrônicos, acessórios, tecnologias e equipamentos de áudio, vídeo e mais variadas novidades do mercado. Além, de workshops e shows.

O evento é muito importante também na área de negócios e relacionamento entre fabricantes, importadores, lojistas, compradores corporativos e músicos profissionais.

 

Dica para ouvir: Banda Doze

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A Banda de rock Doze é da região de Santo André – SP. Lançou , em 2015, o primeiro álbum, gravado, mixado e masterizado no Family Mob Studios por André Kbelo.

No seu canal no Yuotube, a banda divulgou o Clipe oficial da música “Nation”, que faz parte do álbum de estreia da banda, lançado em 2015.

Sua formação vem com Tiago Barranco (Voz), Bruno Novato (Guitarra), Eduardo Kalynytschenko (Guitarra), Breno Martins (Baixo) e Caio Silva (Bateria).

Redes Sociais:

Site: dozeoficial.com

Instagram: instagram.com/dozeoficial

Youtube: youtube.com/dozeoficial

Twitter: twitter.com/doze_oficial

Dica para ouvir: Aeromoças e Tenistas Russas

Aeromoças e Tenistas Russas tem um projeto instrumental, os caras (sim, são todos garotos) tem um som com uma mistura consciente de elementos rítmicos, harmônicos e melódicos. O grupo é de São Carlos/SP e consolidou-se no cenário da música independente brasileira com mais de 300 shows realizados em 20 estados brasileiros e nos países vizinhos Argentina e Uruguai; seu ultimo

disco lançado é Positrônico (2015).

 

Dica para ouvir: Banda Guido

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Como tantas bandas de rock, esta começou seu trajeto no circuito universitário, precisamente na Unesp de Assis (SP). Com o tempo, somente Lucas Guido continuou o projeto. Hoje, tem novos parceiros.

A banda lançou seu disco de estreia, ‘Triste Cru’, em outubro de 2012. O trabalho marcou a mudança do grupo para São Paulo, onde passou a se apresentar em casas de shows e iniciou a produção de seu segundo e atual disco de estúdio. Intitulado ‘Coragem!’, o novo trabalho reúne 11 faixas ininterruptas de rock, com traços de jazz, soul e psicodélica.

Güido – Lavínia (Clipe Oficial)

Dica para o Final de Semana: Show de Filipe Catto Gratuito

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No próximo domingo, dia 25 de setembro, o cantor Filipe Catto será o convidado do projeto “Encontros Musicais”, evento da rádio Nova Brasil FM. O show acontecerá ao meio-dia, na praça do 2º piso do Shopping Eldorado. O cantor apresenta o novo álbum, intitulado Tomada com onze faixas.