Dica de Banda + Entrevista: Dois Quartos

Da região de Jundiaí, surge a banda Dois Quartos, que trás ao público um rock autoral alternativo. Sua formação vem desde 2015, com o lançamento do EP Premedito. Em 2016, eles lançaram o segundo EP Possivelmente com seis músicas.  Os integrantes são: Lucas Vivot (Voz/Guitarra), Thalles Horovitz (Voz/Guitarra), Vitor Colombo (Baixo) e Rafael Menuchi (Bateria).

Em breve será lançado mais um trabalho, em que o público vai definir a música de trabalho para a gravação do Web Clipe. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera, confere e compartilhe com seus amigos

– Como aconteceu a formação da banda?

Após três anos sem tocar, eu (Vivot) e o Thalles nos encontramos na faculdade e conversávamos todo dia sobre música. Demos a ideia de montar uma banda com a influência das coisas novas que estávamos ouvindo. Nós quatro já tivemos banda, Rafael e eu (Vivot) com a 941B, e Thalles com VItor na LINKE.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome veio do fato da banda sempre se dividir em 2/4 com opiniões, gostos e, principalmente, por termos vindo dois integrantes de uma banda e dois integrantes de outra.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nós somos uma banda com uma cara bem diferente do que as outras bandas habituais, por exemplo, não tem muita guitarra nas nossas músicas; no entanto, tem muita coisa eletrônica. Um estilo com uma cara bem pop misturada com indierock.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As principais influências musicais de cada um:

Lucas Vivot: Oh Wonder, Mutemath, Supercombo, Fall Out Boys, Capital Cities, Years and Years, Haim.

Thalles: Oh Wonder, Louis the Child, Miike Snow, Bastille, Imagine Dragons, Haim, Foster the people.

Vitor: Red Hot Chilli Peppers, Mutemath, Tame Impala, The Killers

Rafael: Mutemath, Fall Out Boys, gênero Future Bass.

– E os planos para o segundo semestre de 2017?

No segundo semestre, vamos lançar uma série de 10 músicas inéditas e o público que vai escolher qual delas vai ser gravada de forma oficial para o Web clipe. A intenção é gravar ela e mais dois singles, com o total de três músicas novas para o final do semestre e, para que no ano que vem gravemos nosso primeiro álbum completo.

DOIS QUARTOS – Dias Que Sonhei (WebClipe)

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Dica para ouvir: Bandavoou

A banda Voou é da região de Recife e tem início desde 2011. O grupo ganhou visibilidade do público pela divulgação de vídeos postados na internet. Seu repertório enfatiza a música popular Brasileira. Seus integrantes são: Carlos Filho, PC Silva, Rostan Junior, Lula Borges e Ed Staudinger.

http://www.bandavoou.net/

Dica para ouvir: Banda Almanak

A banda de rock Almanak tem estrada musical desde 1998. Destacam-se no cenário pela qualidade do repertório e sua interação com o público. Sua Formação vem com Ellen Cristinne (Vocal), Ricardo Guerra (Vocal e Guitarra Base), Paulo Roveri (Guitarra Solo e Backing Vocals), J.B. Neto (Baixo) e JP (Bateria).

O vocal feminino inova o mercado das bandas covers de rock de São Paulo: Além das versões covers, a banda faz algumas versões próprias de músicas consagradas.

Já Participaram de diversos programas de rádio, se apresentam em casas conceituosas da noite paulistana e tocam em eventos fechados. No mês de fevereiro, eles gravarão o DVD Almanak 18 anos.Site

Show de Anna Tréa no Sesc São Caetano

Nesta Sexta, dia 24, às 20h, o Sesc São Caetano apresenta o repertório “Clareia”, da cantora Anna Trea. Este é o primeiro álbum da cantora que é multi-instrumentista e nesse trabalho tem o destaque dos acordes com o violão e a mistura do baixo elétrico. Atrelada a essa musicalidade está sua expressão corporal, resultado da vivência de anos nos mais diversos tipos de danças e no teatro.

Onde: Sesc São Caetano – Rua Piauí, 554, Santa Paula – São Caetano do Sul

Show da cantora Elza Soares gratuito no Sesc Itaquera

No Domingo, dia 19, às 16h a cantora Elza Soares apresenta o trabalho “A Mulher do Fim do Mundo”, vencedor do Grammy Latino e eleito como um dos dez melhores discos do ano pelo The New York Times; vencedor dos principais prêmios musicais e técnicos de 2015 e 2016.

Onde: Sesc Itaquera – Avenida Fernando Espírito Santo Alves de Mattos, 1000

Show da cantora Laura Wrona no Sesc Belenzinho

Nesta Sábado, dia 18, às 21h acontece no Sesc Belenzinho o show da cantora Laura Wrona, que apresenta o lançamento do seu primeiro EP, “R.H. Volcano”. O repertório foi produzido por Thiago Nassif e conta com participações de nomes como Edgard Scandurra, Juliana Perdigão e Guilherme Kastrup.  O valor da Entrada: R$ 6 comerciários; R$ 10 meia-entrada; R$ 20 inteira

Onde: Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1.000

Show da cantora Cátia de França no Sesc Belenzinho

Nesta Sexta, dia 17, às 21h acontece no Sesc Belenzinho o show da compositora Cátia de França, que apresenta seu álbum que a consagrou, “20 Palavras ao Redor do Sol” (1979).

O repertório tem a influência da sonoridade das canções dos anos 70 e da experiência musical que Cátia acumulou ao longo de outros cinco discos lançados. O valor da Entrada: R$ 9 comerciários; R$ 15 meia-entrada; R$ 30 inteira.

Onde: Sesc Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1.000

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Delittus

A Banda Delittus, que é da Região de Novo Hamburgo – RS está na estrada desde 2006.  Sua Formação vem com Matt Chelios (Voz e guitarra), Burn (Guitarra e Voz), Fell Rios (Bateria) e Ivan Schultz (Baixo).

Atualmente, a Delittus trabalha na divulgação do seu novo EP “VOLTA”. Por isso, o Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que tem uma galera fiel e que acompanha sempre a Banda.

Assista – Tempo Que Eu Perdi (Clipe Oficial)

– Como aconteceu a formação da banda?

O Matt entrou no projeto em 2004 como vocalista. Eu (Burn) entrei um mês depois na guitarra e backing vocal. Éramos uma banda de garagem chamada D’littu’s (que nome hehe) que tocava apenas covers de pop punk. Em 2006, entrou o Fell na bateria e partimos para a gravação do primeiro EP (Sob o outro lado do espelho) que se perdeu nos confins do universo. Depois disso, gravamos o primeiro clipe de “O Impossível” em 2009 e o primeiro álbum “Nada é impossível”, que foi relançado em 2015. Em 2010 ficamos morando e fazendo shows em São Paulo por um ano. Em 2011 o Ivan entrou para o baixo e lançamos “Resistência” (2011) e Gênesis (2014). Agora estamos com o lançamento do novo EP Volta, com o retorno do Matt Chelios aos vocais (ele saiu em 2011 e retornou em 2015).

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O primeiro baixista tinha o apelido de Littu (não se sabe o por quê). Um professor dele sugeriu o nome The littu’s band, que depois acabou se tornando D’littu’s, e posteriormente Delittus.

– Vocês tem uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Temos muito público fiel na internet. Pessoas que vemos que estão sempre compartilhando nossas fotos, lançamentos, vídeos, e sempre surge uma galera nova que ajuda a espalhar. Em quase todos os shows temos uma ótima resposta do público. Sentimos sempre uma energia muito forte da galera quando escutam e sentem nossas músicas ao vivo.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já tivemos uma fã que escreveu um rolo de carta gigantesco. Tivemos também fãs que praticamente iam a todos os lugares que a gente estava, quando morávamos em São Paulo.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Em geral todos gostam bastante de Bon Jovi, Foo Fighters, Anberlin, Alter Bridge, mas cada um tem suas preferências particulares. Eu (Burn), particularmente ouço muitas coisas diferentes. Gosto muito de Richie Sambora (guitarrista do Bon Jovi), John Mayer, Ed Sheeran, Mr. Big, mas ouço de tudo.

– Como foi a produção do EP novo?

Levamos todas as ideias para o ensaio e acabamos selecionando as quatro músicas que foram para o EP (O mesmo sol, Me dê um sinal, Tempo que eu perdi e Pra sempre). Lapidamo-las e partimos para a gravação no estúdio Holiday, com mixagem e masterização no estúdio K30. Foi bem mais rápido do que o nosso CD anterior, Gênesis, que demorou mais de um ano pra compor e gravar.

– E os planos para 2017?

Pretendemos divulgar bastante o EP Volta, fazendo shows por todo o Brasil. Também queremos lançar versões acústicas, vídeos de estrada e novos vídeos covers. Talvez a gente lance algo novo autoral ainda esse ano, quem sabe.

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Leci Brandão faz o show Auditório Ibirapuera

No dia 5 de março, às 19h, a cantora Leci Brandão apresenta seu novo CD “Simples Assim” no Auditório Ibirapuera. Neste último trabalho da artista, o CD vem com faixas inéditas e composições de autores como: Nilson Chaves, Joãozinho Gomes, Zé Maurício, Carlos Caetano, Pedrinho Sem Braço e Luiz Claudio Picolé. Com 40 anos de carreira, a cantora estava há quatro anos sem lançar um disco. Os ingressos custam R$20 e R$10 (meia-entrada).

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Descaso

Com originalidade e critica social em suas letras, a Banda Descaso se destaca no cenário alternativo com bom é velho Rock n’Roll. Desde 2012, os caras estão na ativa conciliando música e biologia. Biologia porque seus integrantes são biólogos formados pela Universidade Estadual Paulista – (UNESP – São Vicente). Algo que era apenas um passa tempo, acabou se tornando coisa séria e a Descaso vai conquistando ainda mais público.

Em sua trajetória, a banda já ganhou uma gravação da música “Onde os Sujos se Dão Bem”, pela participação do festival Light House. Além disso, a Descaso criou um festival de bandas independentes chamado Movimento Rock n Roll Estudantil na Baixada Santista. Na metade de 2013, lançaram seu primeiro álbum demo denominado “Filosofia de Boteco”, com seis músicas próprias da banda.

Já dividiram palco com várias bandas nacionais de peso, como Terra Celta e CPM 22. No mês que vem, dia 18 de março, a Descaso se apresentará no show da banda Hateen no Feeling Music Bar. Evento

Sua formação vem com os integrantes que tem apelidos peculiares, como Seu Bosta (Ivan Laurino) no Vocal, Buzina (Andrey Bragagnolo) na Guitarra, Tadinho (André Pardal) na Guitarra, Nhonho (Marcos Sisdeli) no Baixo e Bodeia (Gabriel Izar) na Bateria.

O Dicas da Paty bateu um papo com o vocalista Ivan Laurino que fala sobre a produção do novo CD, as dificuldades de conciliar estudo e música, e muito mais!!!!

– Vocês se conheceram na Universidade? Como foi esse encontro e a ideia de criar a banda?

Sim, nos conhecemos na Universidade (Unesp – Campus São Vicente), e na época nem passava pela nossa cabeça que teríamos uma banda juntos. Eu e o Tadinho (André Pardal) entramos na faculdade em 2008, na sétima turma do curso de Ciências Biológicas. O Bodeia (Gabriel Izar) e o Nhonho (Marcos Sisdeli) tinham entrado em 2007, foram nossos veteranos. Durante os primeiros anos, fazíamos alguns sons juntos, com violão, nos bares e festas da faculdade, mas nada sério. Em 2012, o Buzina (Andrey Bragagnolo) entrou no curso e a partir desse ano começamos a tocar pra valer. Montamos a Descaso e passamos a fazer apresentações nos bares da Baixada Santista, Capital e interior de São Paulo. Em 2013 já lançamos nosso primeiro álbum demo com seis músicas autorais.

– Como foi relacionar os estudos ao mesmo tempo com a música?

Relacionar os estudos com a música nunca foi fácil, mas, ao mesmo tempo, tornou nosso período universitário muito mais divertido e insano. É claro, que muitas vezes, tivemos que desmarcar shows e ensaios de última hora por causa de compromissos acadêmicos, só que isso nunca impediu a gente de remarcar e continuar com o Rock n Roll. Na verdade, essa dificuldade é uma realidade de praticamente todas as bandas independentes no país. Infelizmente, na atualidade o rock autoral é muito pouco valorizado, em termos financeiros, o que faz com que os músicos estejam sempre em uma vida dupla, entre a arte e o trabalho, entre a arte e o estudo, tentando crescer pra algum lado.

– Pra quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

A Descaso é uma banda que segue as raízes do Rock n Roll e do Blues, trazendo em suas letras toda a energia da noite boêmia, na qual universitários e trabalhadores se identificam. Falar de álcool e noites de bêbado é apenas um retrato do que é hoje em dia um dos poucos momentos de alívio para as pessoas em nossa sociedade, considerando o peso que é viver, estudar e trabalhar nesse mundo insano e corrido. Também, é claro, não faltam nas letras da Descaso uma boa pitada irônica ou direta de crítica social, atacando todas as formas de conservadorismo que circundam as vidas de todos nós.

– Quais são as maiores dificuldades de ter uma banda e como vocês lidam com elas?

A maior dificuldade de ter uma banda é ter tempo pra se dedicar à banda. A única forma de lidar com essa dificuldade é separar determinadas noites da semana exclusivamente para a banda. Sabemos que não tem como a Descaso sobreviver se não colocarmos a banda como prioridade em certos momentos. Não podemos deixar que o trabalho ou os estudos façam com que a gente abandone aquilo que nos faz bem, então seguimos firmes por hora, mesmo que isso signifique deixar o trabalho e o estudo em segundo plano por alguns momentos. A segunda dificuldade é conseguir tocar nos bares sem ter que pagar. Sim, é verdade. A maioria dos bares só deixam as bandas independentes tocarem se elas venderem uma quantidade x de ingressos. Se vender x – 1 não toca. Ou toca, e tira do próprio bolso o dinheiro que falta. Isso é realmente uma dificuldade peculiar. Tocar ganhando dinheiro então é praticamente um sonho.

– Vocês estão pra lançar um CD, como foi essa produção e o que o público pode esperar?

O CD novo da Descaso é sem dúvida nossa grande obra prima até então. As músicas do CD demo já foram de grande agrado do público, mas podemos garantir que as novas, além de estarem muito melhor produzidas, possuem muito mais conteúdo e técnica musical. É nítida a evolução que tivemos e o público pode esperar nada menos do que um puta álbum de Rock n Roll brasileiro.

 

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