Dica para ouvir e entrevista: Banda O Cravo

Formada em Juiz de Fora, no final de 2013, a banda CRAVO tem letras que falam sobre amor, paz e esperança; com influências do reggae e rock, envolvidos da melhor forma pelo pop nacional e internacional.

Sua formação vem com Pablo P.A (Vocal, Guitarra e Violão), Kdim (Vocal, Guitarra e Violão), Fred (Bateria) e Anderson Neném (Baixo). O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre produção musical, o contato com os fãs e a produção do primeiro clipe da Banda. Curta, compartilhe e comentem o que acharam.

 

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu a partir de um antigo projeto que se desfez para começar uma nova caminhada. Eu (kdim vocalista) e PA (vocalista), decidimos montar um projeto mais comercial e, a partir daí começamos a procurar novos integrantes. Fred (bateria) e Neném (baixo) vieram depois por indicação de amigos.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia do nome foi o PA que criou. Na primeira ideia seria “Cravo da terra”, mas decidimos não usar esse nome por ser um pouco mais rotulado ao reggae. Decidimos usar CRAVO, que é uma sigla que simboliza muito no que acreditamos. CRAVO é crer no Amor e na Verdade do Onipresente.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que leva uma mensagem positiva em todas nossas canções e apresentações. Acreditamos muito no poder que a música tem de influenciar positivamente na vida das pessoas e seguimos por esse caminho. Somos uma banda pop com influencias no reggae, rock e rap.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A maior vantagem definitivamente é o reconhecimento pelo esforço. Produzimos tudo em casa no nosso estúdio chamado “MobDisk” . Desde a primeira palavra de uma composição até o arranjo final é feito aqui. Ser reconhecido por isso não tem preço. O maior desafio é realmente mostrar o nosso trabalho para o maior número de pessoas. É um trabalho longo que exige muita abdicação e dedicação.

 

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Nosso contato é forte. Sempre conversamos com todos os nossos fãs diretamente. Estamos sempre pedindo sugestões para cada vez mais, melhorar nossa entrega de conteúdos e nossa comunicação. Temos um carinho enorme por todos, pois sem eles não seriamos nada.

 

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outra melodia ou é um processo colaborativo?

Todos da banda abraçam uma função. O processo de composição é feito por mim (Kdim) e Nenem. A parte de produção é comandada pelo PA e nós auxiliamos na parte de produção e arranjo. Hoje fazemos parte da Nonstop que gerencia toda nossa carreira. Somos muito gratos pela Nonstop em realizar nossos sonhos.

 

– Como surgiu a ideia do Incasa?

A internet é uma ferramenta fundamental para mostrar conteúdo gratuito. No início nós fazíamos vídeos gravados por celular. Depois de um tempo, vimos que a galera curtia e compartilhava muito. Tivemos a ideia de fazer algo com mais qualidade e que fosse dentro da nossa casa. Daí surgiu a ideia do Incasa.

 

– E os planos para 2018?

Esse ano lançamos o nosso novo EP chamado “Cravo” onde teremos 5 a 6 músicas autorias. Vamos gravar nosso primeiro clipe desse EP no final de março e iniciaremos também a nossa nova tour, chamada “Nossa Vibe”. Temos muito trabalho a fazer e vocês não perdem por esperar.

 

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Dica para ouvir e entrevista: Banda Old Kitchen

Formada por amigos, em meados de 2012, a Old Kitchen é uma banda de Rock composta pelos membros André Lima (Voz e Guitarra); Calado (Bateria), Gabriel Teodoro (Baixo) e Pedro do Carmo (Guitarra).

Em 2014, lançaram seu primeiro álbum, que conta com dez faixas, em um repertório único e autoral. Suas influências vão do indie rock moderno a bandas clássicas, passando por The Strokes, Arctic Monkeys, The Killers, The Cure, The Killers, The Smiths e entre outros.

O Dicas da Paty bateu um papo com André Lima, o vocalista da banda que conta sobre produção musical,  suas influências e plano para este ano.

– Como aconteceu a formação da banda?

Eu (André Lima, vocalista e Guitarrista) e o Thiago Calado (Baterista) tocamos juntos em outras bandas há mais de 10 anos; porém, depois de um hiato devido a circunstâncias da vida, nos encontramos um dia e resolvemos fazer algo juntos novamente. Nessa época, o Thiago já estava em um projeto com o Rodrigo David, que foi quem produziu o nosso primeiro disco e a faixa Legado meu do último EP, e começamos algo novo. Enquanto esse projeto rolava, o Gabriel Teodoro, nosso baixista, já amigo de longa data, frequentava os ensaios e foi obrigado por nós a tocar baixo na banda hahaha….

Esse projeto se dissolveu, e mais tarde eu, Gabriel e Thiago nos juntamos e demos início a Old Kitchen. Já tínhamos uma ideia pré-concebida do que queríamos fazer, e tudo rolou muito rápido, nessa época (meados de 2012) éramos um trio, porém, devido a quantidade de guitarras nas gravações, sentimos a necessidade de ter mais um guitarrista na banda. O Pedro (Badá) já era um grande amigo nosso, também era um cara presente e que já vinha participando dos nossos shows a algum tempo, um dia paramos e nos perguntamos, “o Badá já é integrante da banda, certo? rs, então tiramos uma foto com ele, e aqui estamos nós.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Quando eu e Thiago montamos a nossa primeira banda, o nosso ensaio acontecia em uma cozinha de uma casa vazia que ficava no quintal da casa do Marcus, primo do Thiago e tecladista da banda na época. Era uma casa muito antiga e que pertencia a avó deles, e toda a nossa formação musical aconteceu naquela casa. Quando pensamos em um nome para a banda, eu tive essa ideia de Old Kitchen (que é cozinha velha), como uma homenagem a essa história, o fato de ser em inglês tem muito a ver com a sonoridade e pronuncia que parecia mais interessante.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Todos somos apaixonados pela música, posso responder por todos que esse é e sempre foi o nosso sonho.

 – Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Eu acho que a Old Kitchen não se enquadra em um estilo específico, devido a centenas de influências de cada um dos integrantes da banda. Diante disso, eu só poderia dizer que o nosso som é Rock, porém com grandes e fortes letras, linhas de guitarra, baixo marcantes, e uma levada. às vezes até dançante…. bem, é difícil traduzir em poucas palavras rsrs

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

Isso está muito ligado ao que cada um está disposto a encarar como vantagem, nós aceitamos todos os momentos que a banda viveu e vive como bons. Sempre encontramos uma forma de enquadrar o momento da banda a nossa realidade, e fazemos isso para que não exista um motivo que pare a Old Kitchen.

O desafio de produzir música autoral no Brasil, é talvez menor do que a uns 20 anos atrás, existem muito home estúdios que oferecem um material com boa qualidade ou até mesmo a própria banda pode produzir boa parte do seu material em casa. Agora, falando de carreira, não podemos ignorar o fato de que o Rock não é a menina dos olhos da indústria, então vira uma questão de escolha, do que cada um espera, nós da Old Kitchen queremos sempre mais, e trabalhamos duro para isso, batemos nas portas, e estamos escrevendo e nossa história, com toda a dificuldade, estamos felizes pelo privilégio de poder fazer o que amamos.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Temos muitas influências parecidas, viemos da mesma ” escola ” musical, sempre ouvimos muito The Smiths, The Strokes, The Cure, Arctic Monkeys, The Killers, Muse, e bandas mais antigas como Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones…., todos também ouvimos muitas bandas de Metal, progressivo e até música eletrônica como Daft Punk, kraftwerk, Pet Shop Boys…, somos uma banda realmente eclética.

– E os planos para 2018?

Nós sempre tivemos a política de não parar de trabalhar, independente de mercado, e influências externas. Juntamos nossos trocados e produzimos o nosso material, e é isso que vamos continuar fazendo. Se algo maior acontecer e mudar a nossa realidade, também será maravilhoso.

O que temos de mais próximo e a gravação de um clipe para uma das faixas no nosso último EP “Novas Receitas” então, fiquem de olho rsrs.

 

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Dica para ouvir: Banda Santo Marvin

A Banda Santo Marvin, de origem de Rio Grande da Serra, vem formada desde 2015, por três amigos que já tocavam juntos em outros projetos.  Com influências de várias vertentes do rock, a banda lançou o EP intitulado de” Corre Comigo”.

Atualmente a banda é formada por Rafael Ferreira (vocal), Ricardo Ferreira (Guitarra/ Vocal), Felipe Santana (Guitarra), Ednei Viera (Baixista/ Vocal), Junior Anarckos (Baterista).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre seu surgimento, suas influências musicais e os planos para 2018. Curta, compartilhe e comentem.

– Como aconteceu a formação da banda?

Surgiu em 2015, no termino de outra banda “Blackout RGS”, onde nosso vocal que tocava bateria foi para o vocal e Alexsander (ex-integrante) assumiu a bateria do Santo Marvin.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia foi bem simples, temos uma pequena influência de Titãs e como a própria música “Marvin” conta a história de um cara que viveu o bem e o mal; mas faltava algo para completar, foi então que surgiu a ideia de inserir “SANTO” ao nome. No Brasil as pessoas têm o hábito de chamar pessoas boas de “santo”, queríamos algo que representasse nossa cultura ao nome, assim surgiu Santo Marvin.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?
Sempre tivemos essa vontade de seguir na área musical, mas infelizmente viver da música em nosso país é difícil. Temos que buscar novos planos ou um plano B, mas sempre conciliando tudo isso com a banda.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda cheio de influências. então fica difícil se descrever, apenas tocamos Rock é a forma mais simples de apresentar o Santo Marvin. Rs

– Tem algum artista ou banda que vocês gostariam de fazer alguma parceria?

Temos várias bandas e artistas que gostaríamos de fazer uma parceria, mas talvez Dead Fish, CPM 22 e Hateen, é consenso na banda.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Nossas influências musicais são enormes para poder listar, mas respondendo de uma forma prática, vem desde do Hard Core até Metal Progressivo, mas também ouvimos outros estilos fora do rock que também nos acrescenta muito musicalmente. Rap, reggae, Sampa, Blues e por aí vai…

– E os planos para 2018?

Em 2018, queremos tocar bastante, ganhar reconhecimento, talvez gravar um clipe de alguma música do nosso EP Corre comigo.

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Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

7 Dicas para você divulgar sua Banda

Este artigo contém 7 dicas para você divulgar sua banda do jeito mais simples e assertivo.

1 – Identidade Online

  • Personalize seu Facebook, Instagram, Canal no Youtube e um email para contato;
  • Configure URLs personalizadas;
  • Sempre deixe disponível todos os links dos trabalhos.

2 – Engajamento

  • Não tenha vários canais e nenhum conteúdo;
  • Não poste somente quando tem show, não deixe seu fã esperando;
  • Responda sempre, ninguém gosta de perguntar algo e não ser visualizado;
  • Sempre tem algumas pessoas que sempre vão ao show ou que estão por lá, então junte seus seguidores; No whatsapp crie grupo para o pessoal ficar mais próximo da Banda;
  • Sempre ofereça novidades, brindes e promoções sobre a banda. (Unir forças)

3- Promova Ações

  • Deêm brindes (desde bottons, camisetas, ingressos e etc);
  • Não esqueça de planejar uma ação que gere mais seguidores e certifique-se que quem ganhe o ingresso leve consigo um acompanhante.

 

4- #hashtags

  • A tag que você coloca em sua foto é o elo da sua pequena imagem com todo o restante do universo. As hashtags certas podem dar uma exposição imensa às suas fotos, deixando-as abertas para serem descobertas. Marcar uma foto com a hashtag apropriada permite que você figure entre os mais populares do momento na rede social;
  • Portanto, seja criativo e pense sobre qual hashtag cairia como uma luva para o público que mais tem a ver com sua imagem.

OBS. O ideal para cada imagem é ter entre uma e três hashtags, sendo cinco o limite do aceitável.

  • Além de dar um UP no alcançe, será mais facil localizar um comentário ou movimento da banda na internet.

5 – Deixe sua Letra em sites como:

  • Vagalume, Cifra-club, letras.com e etc;
  • Coloque sua banda no Wikipedia (se você não conseguir criar um site.

6 – Utilize seu som como conteúdo

  • Divulgue seus ensaios e vídeos de shows;
  • Crie frases com os refrões de sua música;
  • Crie Posts com conteúdo como: Ensinando a tocar suas letras. Grave covers, Making Of de shows.

7 – Melhores Horários para Postagens

  • Instagram — 17h às 18h

O Instagram é uma rede bem diferente, já que recebe maior tráfego nos finais de semana (Sábados e Domingos), especialmente, no turno da tarde. Na hora de medir resultados, uma coisa que pode ajudar a saber qual é o melhor horário para postar nas redes sociais é a utilização de ferramentas de medição.

  • Facebook — 12h às 17h

A partir das 09h, o Facebook disponibiliza uma ferramenta para saber como os seus clientes se comportam na rede. Isso pode ser feito ao acessar o painel da sua própria página, na guia Publicações ou utilize o Gerenciador de Páginas – Dentro do Facebook.

 

Mariana Caramelo

contato@maricaramelo.com.br

(11) 98749-0833

Show de Wanda Sá com participação de Roberto Menescal

Sábado (04/02), no Sesc Pompeia, ás 21H e Domingo (05/02), ás 19H, a cantora Wanda Sá lança seu novo CD, intitulado “Cá Entre nós”, que propõe um encontro da moça de 20 anos com a mulher de 72. O show conta com a participação de Roberto Menescal. Nesse trabalho, são apresentados compositores e amigos de longa data, como: Ivan Lins, Nelson Faria, Dudu Falcão, Ricardo Silveira, Carlos Lyra, Chico Batera, Quarteto do Rio (os antigos Cariocas) e João Donato. O valor do ingresso é 30 reais, mas tem a opção de meia entrada.

Dica para ouvir + Entrevista com Banda Alteza

Já pensou na mistura de estilos que vão desde o pop/rock ao reggae e com letras fáceis de pegar. Então, dessa mistura surge à banda Alteza que tem inicio em 2015 e aborda temas sobre amor e esperança. A música de trabalho “Penso em Você” já possui mais de três mil visualizações no Youtube. Sua formação vem com formação de B. Brown (voz e guitarra), Fábio D Lugo (guitarra), Rainer Ladewig (baixo) e Gabriel Izar (bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre a produção do primeiro álbum “Vencendo Toda a Maldade”, sobre suas influências musicais e a produção da música “Penso em Você”:

Como aconteceu a formação da banda?

Esta formação de agora é a mais recente. Já passamos por algumas mudanças, mais precisamente na bateria. O Binho (guitarra) e o Rainer (baixo) são família, então é mais fácil para eles. Na verdade a banda começou com eles. Eles tocavam juntos em outra banda que acabou e resolveram continuar tocando em uma nova banda, idealizada pelos dois. Então, encontraram o Brown (vocal) no cifra clube e a química rolou logo de cara. O som e os timbres encaixaram e só faltava o baterista. Passaram dois anos antes de o Gabriel chegar, em Julho do ano passado, e também foi o encaixe perfeito. Rainer até brincou nos primeiro ensaio: “É ele! Batera e baixo conversando na música toda! A cozinha está completa!”. E o Gabriel entrou como se já fizesse parte da banda há anos.

Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda é uma menção ao Queen, mas temos duas histórias para explicar o surgimento da ideia. A primeira foi em uma noite em que o Binho estava na casa do Rainer, tomando cerveja e viu a coroa da Budweiser no rótulo da garrafa e teve a ideia. A segunda é que em uma volta de um show, de madrugada, o Brown chutou uma garrafa de Budweiser na rua. Binho olhou para a garrafa e viu a coroa no rótulo. Embora nem a gente mesmo saiba qual é a história original, o importante é que a ideia surgiu de um rótulo de cerveja.

“o importante é que a ideia surgiu de um rótulo de cerveja”.

Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Acho que todo mundo que tem banda tem o sonho de viver de música e é por isso que insistimos neste caminho tão duro e ingrato. É difícil, mas para quem acha que é só vida boa, não é não! É muita porrada, com muita estrada, pouco tempo, pouco dinheiro, muitos nãos e muitas frustrações. E é por isso que é tão gratificante cada conquista, pois só nós sabemos o quanto batalhamos para chegar até aqui. Viver da música sempre foi e sempre será um sonho de todos aqui da Alteza, assim como de muitas bandas por aí. Este sempre foi o plano principal o resto, resto eu digo trabalho, é só plano paralelo para conseguirmos chegar ao sonho principal sem morrer de fome.

“Viver da música sempre foi e sempre será um sonho de todos aqui da Alteza”.

Quais são as influências musicais de cada um?

A Alteza é uma mistura de ritmos e estilos. Cada um da banda gosta de uma vertente musical, e até existem alguns pontos em comum, como CBJR, RHCP, Rappa, Pearl Jam, Guns, e algumas outras. Apesar de todo mundo escutar de tudo, no geral, cada um escuta mais algum estilo. O Rainer é mais do Metal, gosta de Iron Maiden, Metallica, essa linha. Até o visual dele é desta tribo. Já o Brown é o oposto, estilo mais regueiro, curte um bom Bob Marley, Onze20, Maneva, ForFun, SOJA e etc.; e também tem uma pegada mais rap. O Fábio também fica mais na área do rock, gosta de um rock mais clássico dos anos 90 e 2000: Live, Guns, PapaRoach, Linkin Park, CBJR. E o Gabriel é mais da pegada HardCore: Offspring, Millencolin Dead Fish, Sugar Kane, Hateen, Garage Fuzz, apesar de ter como grande inspirador da batera o Chad Smith do RHCP. E com isso a banda ganha muito com essa mistura toda de estilo, pois cada um põe um pouco de si nas músicas. Tanto que, quem vai aos nossos shows sabe que uma música não tem nada a ver com a outra. Normalmente começamos os shows com uma paulada mais para o Hard core de som mais rápido e muita guitarra. Passamos para um funk americano com domínio do baixo e bateria mais swingada. Entramos em uma parte mais lenta com nossas canções mais pops. E terminamos indo para um Reggae misturado com Rock, também bem pegado. E isso é a Alteza, uma mistura musical de quatro pessoas com gostos completamente diferentes que vem dando certo ao encontrarmos os nossos pontos em comum.

Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Acho que já descrevi um pouco na pergunta anterior. Mas se fosse para definir em uma palavra eu usaria a palavra diversidade. Somos uma banda capaz de fazer um Reggae com a mesma qualidade que fazemos um funk, ou um pop. A Alteza é uma banda que flutua entre os ritmos musicais e tenta trazer um pouco de tudo para os ouvidos de quem nos acompanha. Nossas letras são bem marcantes e vão desde o clássico amor (quem nunca sofreu por amor, não é?) até o cotidiano paulista de acordar cedo e se matar de trabalhar sem ter mais tempo para nada.

“A Alteza é uma banda que flutua entre os ritmos musicais e tenta trazer um pouco de tudo para os ouvidos de quem nos acompanha”

Como foi a produção da música “Penso em Você”?

A Penso em Você desde o começo da banda foi a música que mais nos chamou atenção nos shows, pela aceitação do público. O refrão é bem marcante e fácil de lembrar, e acho que isso ajudou na empolgação da galera nos shows. A letra é bem atual também, sobre o hábito de trocar mensagens no período de flerte e a vontade de estar com aquela pessoa da mensagem, conhecer melhor e tudo mais. Então resolvemos gravá-la para um webclipe seguindo a história da letra, mas como nada é fácil nessa vida, no dia da gravação deu tudo errado e acabou que nós mesmo tivemos que gravar, na chuva, e editar o clipe que está no Youtube com mais de 3 mil views.

Vocês estão produzindo o primeiro álbum, como está sendo o processo de produção e quando ele será lançado?

Estamos em estúdio sim. Temos 10 músicas prontas para serem gravadas, e mais um monte para ser feitas, que já temos letra e melodia. A princípio vamos lançar um EP de três músicas, mas ainda estamos estudando tudo direitinho. Como já disse, essa formação é muito recente e ainda estamos nos acostumando a trabalhar juntos. Além de ensaiar nosso show e aprimorar algumas músicas, mas a previsão é o lançamento do EP ainda este ano.

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Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Born2Bleed

A Banda de Metal Born2Bleed vem do Rio de Janeiro e traz na bagagem seu primeiro single Vida de Guerra, lançado em outubro de 2016, com uma união da velocidade e groove, dois estilos distintos, Metal e Hardcore unidos em um único propósito: passar modernidade de vários estilos sem se prender a moldes estabelecidos.

Seus integrantes já tem experiência da cena underground, seus membros são: Felipe Lameira (Vocal/ Ex-Hatefulmurder). Marcio Venturim (Guitarra), Marcos Medeiros (Baixo) e Turko Ouriques (Bateria);

O Dicas da Paty bateu um papo com o vocalista Felipe Lameira, que fala sobre a produção do single de trabalho atual e a previsão do lançamento do primeiro disco neste semestre, e muito mais!!!!!!

– Como aconteceu a formação da banda -?

Lameira: Bom, basicamente tudo ocorreu logo depois da minha saída do Hatefulmurder. A sinergia não continuava a mesma e eu não me sentia bem trabalhando com os caras. Preferi sair e começar algo novo, com uma nova energia, uma nova proposta. Assim que saiu a noticia fui procurado pelo guitarrista Marcio Venturim, me perguntando se eu estava interessado em um novo projeto. Falei que sim e que já tinha algo em mente. Após algumas reuniões e conversas, começamos a montar o time que faltava. Marcio chamou Marcos Medeiros para assumir o baixo, que eu já conhecia também, e o Turko Ouriques se prontificou imediatamente quando soube que eu precisava de um baterista. Hoje todos completam o time muito bem, dando uma forma maior ainda ao que eu havia pensado para a proposta inicial.

“Hoje todos completam o time muito bem”

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Lameira: Olha, eu passei varias semanas tentando pensar em um nome para a banda. Queríamos algo forte e sonoro, mas também carregado de um significado, algo que representa-se o que a banda é. Escutando os sons que sempre escuto me apareceu a frase: “Born to Bleed” – (quem conhece sabe exatamente de onde isso veio). Era exatamente isso. O mundo não é um parque de diversões. A vida fará de tudo para te jogar no chão e caberá a você saber lidar com isso: escolher ficar ali, no chão sangrando esperando morrer, ou lutar e se levantar todas as vezes que isso acontecer, não importando quantas vezes for; Essa é a mensagem também do nosso single “Vida e Guerra”.

“A vida fará de tudo para te jogar no chão e caberá a você saber lidar com isso”

– Como foi à produção do single “Vida de Guerra”?

Lameira: A produção foi bem tranquila. Assim que fechamos a música e a letra, arregimentamos nosso amigo Murilo Pirozzi para dividir a produção conosco. Tenho uma parceria de trabalho com ele de muito tempo, desde 2008. Gravamos tudo em nosso home Studio e entregamos para que o Murilo desse seu toque final. O resultado ficou fantástico. O que só comprovou pra mim que podemos fazer muito, com pouco, desde que seja da forma certa.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Lameira: As influências são as mais diferenciadas. Todos têm suas bandas preferidas e os gêneros com que se identificam mais, que passam por tudo: Metalcore, Hardcore, Deathcore, Thrash, Death, punk e etc. Essas múltiplas influências fazem o som ficar mais completo em minha opinião. Gostamos de coisas clássicas, bandas do começo e bandas com sons bem atuais e modernos. Estamos de olho no futuro, mas sempre respeitando o passado. Além disso, claro somos influenciados pelos sons que nos cercam, a urbanidade, Rio de Janeiro, o asfalto e a favela e todo contexto. Muitas coisas dentro de uma só. Por isso dizemos que o nosso som é o “Favelacore”. Uma mistura disso tudo.

– Como vocês veem a situação do metal nacional atualmente?

Lameira: Bom, a cena geral do Metal sempre foi complicada. Vi novas bandas surgirem e se tornarem fortes, mas ainda vivemos sem apoio e exposição na grande mídia. E agora o rock como todo se vê perdendo território para os ritmos que já conhecemos e não precisam ser citados. As redes sociais e a internet ajudam a divulgar melhor o trabalho, mas muitos reclamam que esse mesmo público não comparece sempre aos shows. São temos novos, com muito conteúdo, com novas demandas, um novo comportamento e novos jeitos de se consumir música. Temos que nos adaptar.

– Qual a dica que vocês falariam para jovens que se interessam em criar uma banda e seguir carreira artística?

Lameira: Uma dica? Vamos lá: Preste atenção nos grandes. Aprenda com seus erros e acertos, mas sempre procurando ser autentico no que faz. Nem que seja em um detalhe, mas façam algo diferente. Bandas comuns que ficam se repetindo existem aos montes, e ninguém quer uma copia barata de algo que já existe. Seja algo que te represente, seja único. Não tenha medo de errar. Caia, levante-se e continue. Quem acredita no que faz, não desiste.

“Nem que seja em um detalhe, mas façam algo diferente”

– E os planos para 2017?

Lameira: Muitos. Entraremos em estúdio para gravar o primeiro álbum. A previsão de lançamento é para esse semestre ainda. Começaremos também a venda de merchandising e o mais importante: shows. Quantos forem possíveis. Uma banda só é uma banda de verdade encarando a estrada e fazendo shows. É assim que ela amadurece e se torna “grande” dentro do que faz.

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Dica para ouvir: Drive To Glory

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A banda de Hardcore Drive To Glory tem formação desde 2013 e é da cidade de Araraquara. Em 2015, a banda teve alteração de integrantes e atualmente sua formação vem com Tom (Vocal), Wilson (Guitarra), Rick (Guitarra), Kako (Bateria/Vocal) e Jonas (Baixo).

Em 2013, a banda lançou seu EP intitulado “País da Copa”, logo após o álbumProtesto”, este tendo a participação em uma das faixas do vocalista Lucas Guerra da banda Pense.

A Drive to Glory já participou de vários eventos underground que contou com a presença de várias bandas já conhecidas no cenário. O som deles mantém as vertentes do Hard core tradicional, com o vocal marcante do vocalista e os timbres tem uma mistura boa com um som mais pesado.

Este ano, eles lançaram seu primeiro Clipe Fala do Jão, disponível no Yuotube:

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Dica para ouvir: Digo Policiano

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O cantor Digo Policiano está se destacando cada vez mais no cenário autoral. Suas letras românticas afirmam o sucesso pelas visualizações de vídeos no Yuotube, são mais de 300 mil visualizações em seu canal.

O cantor que é da região de São José do Rio Pardo iniciou a sua carreira desde 2011. No ano de 2014, depois do lançamento do EP Fui Voar, suas músicas começaram a se destacar no interior de São Paulo. Hoje, já morando na capital de São Paulo, o cantor teve o auxilio da internet para que suas músicas fossem transmitidas pra quem quiser ouvir. Destaco canções como: Primeiro Trem, Amigo Sentidor e De Longe.

Após o sucesso na web, ele teve a oportunidade de gravar um DVD em sua cidade natal, que lotou o teatro e seu clipe “Amigo Sentidor“ foi escolhido em nono lugar como o melhor videoclipe nacional de 2014, pelo site 1001videoclipes, concorrendo com nomes de pesos como Banda do Mar, O Rappa, Pitty, Criolo, Emicida e Capital Inicial.

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