Show de Wanda Sá com participação de Roberto Menescal

Sábado (04/02), no Sesc Pompeia, ás 21H e Domingo (05/02), ás 19H, a cantora Wanda Sá lança seu novo CD, intitulado “Cá Entre nós”, que propõe um encontro da moça de 20 anos com a mulher de 72. O show conta com a participação de Roberto Menescal. Nesse trabalho, são apresentados compositores e amigos de longa data, como: Ivan Lins, Nelson Faria, Dudu Falcão, Ricardo Silveira, Carlos Lyra, Chico Batera, Quarteto do Rio (os antigos Cariocas) e João Donato. O valor do ingresso é 30 reais, mas tem a opção de meia entrada.

Dica para ouvir + Entrevista com Banda Alteza

Já pensou na mistura de estilos que vão desde o pop/rock ao reggae e com letras fáceis de pegar. Então, dessa mistura surge à banda Alteza que tem inicio em 2015 e aborda temas sobre amor e esperança. A música de trabalho “Penso em Você” já possui mais de três mil visualizações no Youtube. Sua formação vem com formação de B. Brown (voz e guitarra), Fábio D Lugo (guitarra), Rainer Ladewig (baixo) e Gabriel Izar (bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre a produção do primeiro álbum “Vencendo Toda a Maldade”, sobre suas influências musicais e a produção da música “Penso em Você”:

Como aconteceu a formação da banda?

Esta formação de agora é a mais recente. Já passamos por algumas mudanças, mais precisamente na bateria. O Binho (guitarra) e o Rainer (baixo) são família, então é mais fácil para eles. Na verdade a banda começou com eles. Eles tocavam juntos em outra banda que acabou e resolveram continuar tocando em uma nova banda, idealizada pelos dois. Então, encontraram o Brown (vocal) no cifra clube e a química rolou logo de cara. O som e os timbres encaixaram e só faltava o baterista. Passaram dois anos antes de o Gabriel chegar, em Julho do ano passado, e também foi o encaixe perfeito. Rainer até brincou nos primeiro ensaio: “É ele! Batera e baixo conversando na música toda! A cozinha está completa!”. E o Gabriel entrou como se já fizesse parte da banda há anos.

Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda é uma menção ao Queen, mas temos duas histórias para explicar o surgimento da ideia. A primeira foi em uma noite em que o Binho estava na casa do Rainer, tomando cerveja e viu a coroa da Budweiser no rótulo da garrafa e teve a ideia. A segunda é que em uma volta de um show, de madrugada, o Brown chutou uma garrafa de Budweiser na rua. Binho olhou para a garrafa e viu a coroa no rótulo. Embora nem a gente mesmo saiba qual é a história original, o importante é que a ideia surgiu de um rótulo de cerveja.

“o importante é que a ideia surgiu de um rótulo de cerveja”.

Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Acho que todo mundo que tem banda tem o sonho de viver de música e é por isso que insistimos neste caminho tão duro e ingrato. É difícil, mas para quem acha que é só vida boa, não é não! É muita porrada, com muita estrada, pouco tempo, pouco dinheiro, muitos nãos e muitas frustrações. E é por isso que é tão gratificante cada conquista, pois só nós sabemos o quanto batalhamos para chegar até aqui. Viver da música sempre foi e sempre será um sonho de todos aqui da Alteza, assim como de muitas bandas por aí. Este sempre foi o plano principal o resto, resto eu digo trabalho, é só plano paralelo para conseguirmos chegar ao sonho principal sem morrer de fome.

“Viver da música sempre foi e sempre será um sonho de todos aqui da Alteza”.

Quais são as influências musicais de cada um?

A Alteza é uma mistura de ritmos e estilos. Cada um da banda gosta de uma vertente musical, e até existem alguns pontos em comum, como CBJR, RHCP, Rappa, Pearl Jam, Guns, e algumas outras. Apesar de todo mundo escutar de tudo, no geral, cada um escuta mais algum estilo. O Rainer é mais do Metal, gosta de Iron Maiden, Metallica, essa linha. Até o visual dele é desta tribo. Já o Brown é o oposto, estilo mais regueiro, curte um bom Bob Marley, Onze20, Maneva, ForFun, SOJA e etc.; e também tem uma pegada mais rap. O Fábio também fica mais na área do rock, gosta de um rock mais clássico dos anos 90 e 2000: Live, Guns, PapaRoach, Linkin Park, CBJR. E o Gabriel é mais da pegada HardCore: Offspring, Millencolin Dead Fish, Sugar Kane, Hateen, Garage Fuzz, apesar de ter como grande inspirador da batera o Chad Smith do RHCP. E com isso a banda ganha muito com essa mistura toda de estilo, pois cada um põe um pouco de si nas músicas. Tanto que, quem vai aos nossos shows sabe que uma música não tem nada a ver com a outra. Normalmente começamos os shows com uma paulada mais para o Hard core de som mais rápido e muita guitarra. Passamos para um funk americano com domínio do baixo e bateria mais swingada. Entramos em uma parte mais lenta com nossas canções mais pops. E terminamos indo para um Reggae misturado com Rock, também bem pegado. E isso é a Alteza, uma mistura musical de quatro pessoas com gostos completamente diferentes que vem dando certo ao encontrarmos os nossos pontos em comum.

Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Acho que já descrevi um pouco na pergunta anterior. Mas se fosse para definir em uma palavra eu usaria a palavra diversidade. Somos uma banda capaz de fazer um Reggae com a mesma qualidade que fazemos um funk, ou um pop. A Alteza é uma banda que flutua entre os ritmos musicais e tenta trazer um pouco de tudo para os ouvidos de quem nos acompanha. Nossas letras são bem marcantes e vão desde o clássico amor (quem nunca sofreu por amor, não é?) até o cotidiano paulista de acordar cedo e se matar de trabalhar sem ter mais tempo para nada.

“A Alteza é uma banda que flutua entre os ritmos musicais e tenta trazer um pouco de tudo para os ouvidos de quem nos acompanha”

Como foi a produção da música “Penso em Você”?

A Penso em Você desde o começo da banda foi a música que mais nos chamou atenção nos shows, pela aceitação do público. O refrão é bem marcante e fácil de lembrar, e acho que isso ajudou na empolgação da galera nos shows. A letra é bem atual também, sobre o hábito de trocar mensagens no período de flerte e a vontade de estar com aquela pessoa da mensagem, conhecer melhor e tudo mais. Então resolvemos gravá-la para um webclipe seguindo a história da letra, mas como nada é fácil nessa vida, no dia da gravação deu tudo errado e acabou que nós mesmo tivemos que gravar, na chuva, e editar o clipe que está no Youtube com mais de 3 mil views.

Vocês estão produzindo o primeiro álbum, como está sendo o processo de produção e quando ele será lançado?

Estamos em estúdio sim. Temos 10 músicas prontas para serem gravadas, e mais um monte para ser feitas, que já temos letra e melodia. A princípio vamos lançar um EP de três músicas, mas ainda estamos estudando tudo direitinho. Como já disse, essa formação é muito recente e ainda estamos nos acostumando a trabalhar juntos. Além de ensaiar nosso show e aprimorar algumas músicas, mas a previsão é o lançamento do EP ainda este ano.

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Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Born2Bleed

A Banda de Metal Born2Bleed vem do Rio de Janeiro e traz na bagagem seu primeiro single Vida de Guerra, lançado em outubro de 2016, com uma união da velocidade e groove, dois estilos distintos, Metal e Hardcore unidos em um único propósito: passar modernidade de vários estilos sem se prender a moldes estabelecidos.

Seus integrantes já tem experiência da cena underground, seus membros são: Felipe Lameira (Vocal/ Ex-Hatefulmurder). Marcio Venturim (Guitarra), Marcos Medeiros (Baixo) e Turko Ouriques (Bateria);

O Dicas da Paty bateu um papo com o vocalista Felipe Lameira, que fala sobre a produção do single de trabalho atual e a previsão do lançamento do primeiro disco neste semestre, e muito mais!!!!!!

– Como aconteceu a formação da banda -?

Lameira: Bom, basicamente tudo ocorreu logo depois da minha saída do Hatefulmurder. A sinergia não continuava a mesma e eu não me sentia bem trabalhando com os caras. Preferi sair e começar algo novo, com uma nova energia, uma nova proposta. Assim que saiu a noticia fui procurado pelo guitarrista Marcio Venturim, me perguntando se eu estava interessado em um novo projeto. Falei que sim e que já tinha algo em mente. Após algumas reuniões e conversas, começamos a montar o time que faltava. Marcio chamou Marcos Medeiros para assumir o baixo, que eu já conhecia também, e o Turko Ouriques se prontificou imediatamente quando soube que eu precisava de um baterista. Hoje todos completam o time muito bem, dando uma forma maior ainda ao que eu havia pensado para a proposta inicial.

“Hoje todos completam o time muito bem”

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Lameira: Olha, eu passei varias semanas tentando pensar em um nome para a banda. Queríamos algo forte e sonoro, mas também carregado de um significado, algo que representa-se o que a banda é. Escutando os sons que sempre escuto me apareceu a frase: “Born to Bleed” – (quem conhece sabe exatamente de onde isso veio). Era exatamente isso. O mundo não é um parque de diversões. A vida fará de tudo para te jogar no chão e caberá a você saber lidar com isso: escolher ficar ali, no chão sangrando esperando morrer, ou lutar e se levantar todas as vezes que isso acontecer, não importando quantas vezes for; Essa é a mensagem também do nosso single “Vida e Guerra”.

“A vida fará de tudo para te jogar no chão e caberá a você saber lidar com isso”

– Como foi à produção do single “Vida de Guerra”?

Lameira: A produção foi bem tranquila. Assim que fechamos a música e a letra, arregimentamos nosso amigo Murilo Pirozzi para dividir a produção conosco. Tenho uma parceria de trabalho com ele de muito tempo, desde 2008. Gravamos tudo em nosso home Studio e entregamos para que o Murilo desse seu toque final. O resultado ficou fantástico. O que só comprovou pra mim que podemos fazer muito, com pouco, desde que seja da forma certa.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Lameira: As influências são as mais diferenciadas. Todos têm suas bandas preferidas e os gêneros com que se identificam mais, que passam por tudo: Metalcore, Hardcore, Deathcore, Thrash, Death, punk e etc. Essas múltiplas influências fazem o som ficar mais completo em minha opinião. Gostamos de coisas clássicas, bandas do começo e bandas com sons bem atuais e modernos. Estamos de olho no futuro, mas sempre respeitando o passado. Além disso, claro somos influenciados pelos sons que nos cercam, a urbanidade, Rio de Janeiro, o asfalto e a favela e todo contexto. Muitas coisas dentro de uma só. Por isso dizemos que o nosso som é o “Favelacore”. Uma mistura disso tudo.

– Como vocês veem a situação do metal nacional atualmente?

Lameira: Bom, a cena geral do Metal sempre foi complicada. Vi novas bandas surgirem e se tornarem fortes, mas ainda vivemos sem apoio e exposição na grande mídia. E agora o rock como todo se vê perdendo território para os ritmos que já conhecemos e não precisam ser citados. As redes sociais e a internet ajudam a divulgar melhor o trabalho, mas muitos reclamam que esse mesmo público não comparece sempre aos shows. São temos novos, com muito conteúdo, com novas demandas, um novo comportamento e novos jeitos de se consumir música. Temos que nos adaptar.

– Qual a dica que vocês falariam para jovens que se interessam em criar uma banda e seguir carreira artística?

Lameira: Uma dica? Vamos lá: Preste atenção nos grandes. Aprenda com seus erros e acertos, mas sempre procurando ser autentico no que faz. Nem que seja em um detalhe, mas façam algo diferente. Bandas comuns que ficam se repetindo existem aos montes, e ninguém quer uma copia barata de algo que já existe. Seja algo que te represente, seja único. Não tenha medo de errar. Caia, levante-se e continue. Quem acredita no que faz, não desiste.

“Nem que seja em um detalhe, mas façam algo diferente”

– E os planos para 2017?

Lameira: Muitos. Entraremos em estúdio para gravar o primeiro álbum. A previsão de lançamento é para esse semestre ainda. Começaremos também a venda de merchandising e o mais importante: shows. Quantos forem possíveis. Uma banda só é uma banda de verdade encarando a estrada e fazendo shows. É assim que ela amadurece e se torna “grande” dentro do que faz.

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Dica para ouvir: Drive To Glory

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A banda de Hardcore Drive To Glory tem formação desde 2013 e é da cidade de Araraquara. Em 2015, a banda teve alteração de integrantes e atualmente sua formação vem com Tom (Vocal), Wilson (Guitarra), Rick (Guitarra), Kako (Bateria/Vocal) e Jonas (Baixo).

Em 2013, a banda lançou seu EP intitulado “País da Copa”, logo após o álbumProtesto”, este tendo a participação em uma das faixas do vocalista Lucas Guerra da banda Pense.

A Drive to Glory já participou de vários eventos underground que contou com a presença de várias bandas já conhecidas no cenário. O som deles mantém as vertentes do Hard core tradicional, com o vocal marcante do vocalista e os timbres tem uma mistura boa com um som mais pesado.

Este ano, eles lançaram seu primeiro Clipe Fala do Jão, disponível no Yuotube:

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Dica para ouvir: Digo Policiano

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O cantor Digo Policiano está se destacando cada vez mais no cenário autoral. Suas letras românticas afirmam o sucesso pelas visualizações de vídeos no Yuotube, são mais de 300 mil visualizações em seu canal.

O cantor que é da região de São José do Rio Pardo iniciou a sua carreira desde 2011. No ano de 2014, depois do lançamento do EP Fui Voar, suas músicas começaram a se destacar no interior de São Paulo. Hoje, já morando na capital de São Paulo, o cantor teve o auxilio da internet para que suas músicas fossem transmitidas pra quem quiser ouvir. Destaco canções como: Primeiro Trem, Amigo Sentidor e De Longe.

Após o sucesso na web, ele teve a oportunidade de gravar um DVD em sua cidade natal, que lotou o teatro e seu clipe “Amigo Sentidor“ foi escolhido em nono lugar como o melhor videoclipe nacional de 2014, pelo site 1001videoclipes, concorrendo com nomes de pesos como Banda do Mar, O Rappa, Pitty, Criolo, Emicida e Capital Inicial.

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Dica para ouvir: Alameda Dos Anjos

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A Banda de Pop-Rock, Alameda Dos Anjos aborda temas de conflitos atuais como homofobia, conflitos religiosos e amorosos. Sua formação vem Dani Policastro  (Voz, Teclado, Guitarra e Violão), Diego Balbino (Voz, Violão e Guitarra), Marcello Sorrany (Voz, Guitarra e Violão), Mauricio Santos (Baixo e Voz), e Léo Policastro (Bateria)

Suas influências são inspiradas nas bandas de rock dos anos 80, 90 e grandes nomes da MPB. Tem um álbum lançado no final do ano passado Por mais simples que seja.

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre o seu surgimento, a criação do álbum e os planos para o futuro, fica a dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

O Marcello e o Mauricio que trabalhavam juntos tiveram a primeira ideia de tocarem juntos. Descobriram algum tempo depois nos CEU Jambeiro, em Guaianazes, o programa Vocacional de música que acontece em vários equipamentos da cidade de São Paulo e viram nele a possibilidade de formação de bandas e o resto foi acontecendo realmente por conta do programa. Um dia, o Marcello foi num show e conheceu a Dani que também estava no Vocacional do Centro Cultural da Juventude, na Cachoeirinha, e trocaram contatos.

Pouco tempo depois Marcello conheceu também o Diego pelo programa, num encontro entre os equipamentos de cultura da Zona leste e ele tinha outro projeto, chamado Diz, de voz e violão. Após esse encontro, aconteceu uma apresentação desses grupos em Pinheiros e a Dani foi assistir. Ela e o Marcello já estavam com a ideia de juntar o grupo, o Marcello Chamou o Mauricio e ela chamou o Léo, seu irmão com quem já tocava a bastante tempo.

A banda seguiu como um quarteto de outubro a dezembro de 2014. No fim do ano, a Diz se desfez e surgiu a ideia de chamar o Diego para a banda. Tanto ele quanto a Alameda foram convidados para tocar no Praça & Prosa, um sarau organizado pelos jovens monitores de algumas bibliotecas da ZL. Após a apresentação, o convite foi feito e finalmente sentimos que a banda está completa.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nossa primeira ideia era outro nome e até criamos o nosso logo e tudo mais em cima dele. Porém, já havia uma banda com aquele nome e então, veio à ideia de Alameda os Anjos, uma referência a algo que todos gostam e soa legal. Até o logo combinou melhor com ele (risos).

– Vocês foram patrocinados pelo programa VAI da Prefeitura de São Paulo, como ocorreu esse apoio?

O VAI é um edital anual de incentivo à cultura para artistas e grupos que estão começando seus projetos. Tivemos a sorte de ser um dos grupos selecionados logo em nosso primeiro ano de banda, isso tanto pelo nosso som quanto pela temática de nossas músicas. No primeiro ano gravamos o nosso primeiro disco e fizemos algumas apresentações em centros culturais. Fomos aprovados novamente esse ano e estamos realizando apresentações de rua para divulgar o trabalho para mais pessoas. Somos muito gratos ao programa, pois sem ele nem saberíamos como chegar até aqui. Agora temos equipamento e condições de realizar nossas apresentações por conta própria, sem depender de convites ou da venda de ingressos para as casas de shows, e isso é muito importante para uma banda em fase de formação de público.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Não temos uma divisão, geralmente, tudo vai acontecendo; Quanto às músicas do disco, foram feitas individualmente pelo Diego, a Dani e o Marcello, letra e melodia. Porém, cada um deu a sua cara quando começamos a criar os arranjos. Ainda temos muitas músicas feitas individualmente, mas também começamos nossas parcerias, tanto com outros membros da banda quanto com outros artistas. O Mauricio também está compondo, o Diego tem parcerias com a Dani, o Mauricio, o Marcello e o Mano Chel, que é um Rapper muito bom de Guaianazes e temos também um a música totalmente composta por um grande amigo nosso, o cantor e compositor Gabriel Ferreira.

– Como surgiu a ideia do álbum “Por mais simples que seja”?

Quando conversamos logo após a entrada do Diego para a banda, percebemos que já tínhamos músicas suficientes para um disco. Como havíamos gravado nosso ensaio para a apresentação no Praça & Prosa (uma gravação horrível feita com uma câmera e o som de um amplificador onde ligávamos todos os instrumentos) começamos a divulgar assim mesmo, mas sabíamos que precisávamos de um material melhor. Foi então que ficamos sabendo do VAI. Já havíamos percebido também que as músicas tinham muita coisa em comum. Passamos por coisas parecidas e escrevemos sobre o que sentimos. O medo, a solidão, a LGBTfobia, depressão e a busca do amor na cidade grande são os pontos principais desse trabalho.
Após sermos aprovados no edital, convidamos o Fernando Diniz (que havia sido Artista Orientador do Marcello e do Mauricio no vocacional) para dirigir o trabalho. A Eva Figueiredo e o Paulo de Tarso também se ofereceram para ajudar e gravamos no Estúdio K9 do Thiago Sabino que também deu a maior força. Além deles, também tivemos muito apoio do Ricardo Valverde, da Tutti Madazio, do Edson Pelicer, que criou conosco a capa do disco.. É tanta gente que dá medo de esquecer alguém (risos).

– E os planos para o final de 2016?

Estamos finalizando a gravação de nosso primeiro videoclipe da canção “Desgrenhado”, que está sendo produzido pela Mirrah Iañes. Também gravamos com ela uma apresentação que aconteceu no Teatro Flávio Império no dia 07/10/2016. Como temos muito material da gravação do disco em vídeo também, temos a ideia de juntar tudo num documentário sobre ele ou simplesmente lançar esses vídeos no Yuotube, mas ainda estamos estudando o que será melhor. Estamos nos apresentando também em Saraus pela cidade e temos mais algumas apresentações de rua pelo VAI até janeiro, com datas a serem confirmadas e seguimos trabalhando nas músicas novas.

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Dica para ouvir + Entrevista: La Madre

A La Madre é uma Banda de Rock de São Paulo que tem formação desde 2009. No início, seu repertório era repleto de covers com músicas clássicas do Rock Nacional e Internacional. No decorrer das apresentações que realizavam em bares e pubs, de São Paulo e outros Estados, a banda se dedicou ao trabalho autoral.

A banda lançou um CD autoral em Outubro de 2015 e, desde então, tem feito shows e divulgado este novo trabalho. Recentemente a banda lançou o novo clipe da música Destinos.

O vídeo clipe conta a história de uma pessoa que vive um dilema interno com suas emoções e se encontra perdido sem saber qual o sentido da vida. Até que ele conhece uma linda garota que o ajuda a sair daquela depressão e o leva para assistir o show da banda La Madre.

Sua formação vem com Leo Richter (Voz / Guitarra), Tico Rodriguez, (Guitarra), Felipe Gabriel (Baixo) e Nando Oliveira (Bateria), O vocalista já teve destaque na grande na mídia no início dos anos 2000, quando integrou a banda Twister, grupo de grande sucesso e uma febre entre as adolescentes da época.

Atualmente, a banda está com o projeto Vida de Fã, uma web série que mostrará histórias engraçadas, emocionantes e curiosas de fãs de vários artistas. Para participar da série, o fã precisa enviar sua história – de acordo com o regulamento – para seleção da produção da série e para a fã selecionada ganhará um pocket show da La Madre. As gravações contarão com direção de Léo Richter, que atualmente, se divide entre os vocais e a guitarra do La Madre e também faz parte da banda de apoio nos shows da Banda Malta.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre suas influências, sobre o que acham da situação do rock atual e a ideia da produção de Vida de fã, confere aí:

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Leo> Eu dei a ideia do nome, pois estive muitas vezes no México e fiquei fascinado pela cultura e música de lá. Trouxe muitas influências de lá. Os mexicanos usam muito a expressão “La Madre” para definir quando uma coisa está boa (ótima), uma comida, uma música, um filme, etc. Então quando voltei para o Brasil e montei a banda eu queria um nome forte, e me lembrei dessa expressão!

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Leo> Eu sempre soube que a música seria minha vida, desde os 13 anos eu já via claramente isso, e desde então sigo nessa jornada.

E paralelamente eu também trabalho com produção de vídeo.

Felipe> Sempre tive o interesse da área musical!

Tico>  Sempre tive interesse na área musical e tive influencia por ter músicos na família, por isso gosto desde criança.

Nando> Eu Fiz publicidade, apenas técnico, mas tinha vontade de seguir a propaganda. Ao fim do ensino médio já comecei a dar aulas com o convite do meu professor da época. Em poucos meses já tinha uma grade de uns 10 alunos e estava ganhando minha grana com música. Nesta mesma época, recebi um convite de uma banda local que fazia shows na noite do Vale do Paraíba. Daí eu resolvi que a música seria meu caminho. Sempre digo que não escolhi a música e sim a música me escolheu! Rs. Larguei a publicidade e me dediquei seriamente à bateria, até me formar em música em 2004. E aqui estou até hoje.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Leo> Rock anos 70 e 80, Metal Alternativo, Post-Grunge e Música Clássica. Desde Cazuza, Engenheiros, Oficina G3, Kansas, Journey, Iron Maiden, Dream Theater, Mr. Big, Metallica, Alter Bridge e Beethoven. Cantores: Bruce Dickinson, Steve Perry, Myles Kennedy, Mauro Henrique;

Felipe> Bandas: Iron Maiden, Deep Purple, Whitesnake, Aerosmith, Mr.Big, Pantera, Skid Row, Nickelback e etc. Baixistas: steve harris, glenn hughes, billy sheehan, geddy Lee, marco mendoza, rudy sarzo, Dave LaRue, Randy Coven, Flea;

Tico> Influência de Van Halen, Raimundos, Engenheiros do Hawaii. Já na Guitarrista: Eddie Van Halen

Nando>  Cresci ouvindo música evangélica e isso me ajudou a curtir de tudo um pouco. As bandas que mais marcaram foram: Van Halen, Dream Theater, Petra, Mr. Big, Deep Purple e entre muuuuitas outras. Já Bateristas: Buddy Rich, Dennis Chambers, Pat Torpey, John Bonham, Dave Weckl, Kiko Freitas e João Barone.

– Como vocês veem a situação do rock nacional atualmente?

Leo> Não vemos muitas bandas fazendo Rock Nacional, pois elas querem estar na mídia, nas rádios… E isso faz com que mudem seu estilo, se adequem para serem aceitas. Sinto que com a força da internet hoje, as bandas podiam apostar mais na sua música, tenho certeza que o público está aí sedento por isso, só faltam mais bandas acreditarem e fortalecerem a cena novamente.

Fazerem música sem se preocuparem em agradar o cara da gravadora, ou da rádio, não dependerem da grande mídia.

Se o trabalho é bom e diferenciado, certamente com o tempo conquistará seu espaço!

Felipe> O rock nacional atualmente está parado, congelado, estático, sem espaço para se mover, a nível nacional eu acredito que bandas que conseguiram solidificar e perpetuar uma carreira  ficaram no passado no final dos anos 70′, nos anos 80′ e 90′ e pouquíssimo nos anos 2000 como os Titãs, Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho, Capital Inicial, Charlie Brown Jr, Rappa, J Quest e etc e ate hoje vivem dos sucessos desses anos. O Brasil está carente de rock atual de qualidade, porém as “vitrines” televisivas comuns e mídias populares também não estão muito abertas para o gênero. O foco e todo voltado para gêneros populares regionais e variações modernas “universitárias”

Nando> Vejo que o mercado do rock está cada vez mais difícil. A música hoje está muito voltada ao que dá dinheiro, ao que enriquece empresários. E o rock, por não ser de acesso de massa, principalmente no Brasil, sofre com isso, pois é um gênero autêntico. A maioria dos roqueiros se preocupa com a arte, com técnica e isso vai contra o mercado. Já estamos num período onde não surgem mais bandas de rock de verdade. Tudo o que se vê é mistura de rock com alguma coisa, na tentativa de embalar algo na rádio e que seja de gosto bem popular.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Felipe> Sim, aos 17 anos vendi meu primeiro contra baixo de cinco cordas, que, diga-se de passagem, era meu único baixo no momento por um valor extremamente baixo, para ir a um show que tocou o Whitesnake, Judas Priest e o Angra… Resumindo… Fiquei sem baixo por alguns bons meses, precisando sempre de emprestados dos amigos para shows, ensaios e etc…

– Como foi à produção do clipe Depois?

Leo> A música é simples e direta, e como é o nosso primeiro clipe queríamos algo simples e direto também, que valorizasse cada integrante da banda, sem ter um roteiro rebuscado e com história.

Então filmamos no mesmo Studio que gravamos nosso CD, o Power Áudio em Guarulhos.

Clipe Depois

– Como surgiu a ideia da Web série Vida de fã? E como está sendo a experiência?

Leo> Quando nós começamos nossas carreiras musicas não tinha muitos lugares pra tocar, então fazíamos shows nas festas na casa dos amigos, na garagem… Então resolvemos resgatar essas memórias e montar a web serie, onde reverenciamos os fãs, que contam suas histórias quando visitamos suas casas para fazer um pocket show para ele e seus amigos e também registrar suas histórias.

– E os planos para o final do ano?

Leo> Os planos são filmar mais episódios da web serie e também lançar mais um clipe, além do novo show que estamos preparando e também à gravação de um novo single.

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