Dica para ouvir e entrevista: Banda O Cravo

Formada em Juiz de Fora, no final de 2013, a banda CRAVO tem letras que falam sobre amor, paz e esperança; com influências do reggae e rock, envolvidos da melhor forma pelo pop nacional e internacional.

Sua formação vem com Pablo P.A (Vocal, Guitarra e Violão), Kdim (Vocal, Guitarra e Violão), Fred (Bateria) e Anderson Neném (Baixo). O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre produção musical, o contato com os fãs e a produção do primeiro clipe da Banda. Curta, compartilhe e comentem o que acharam.

 

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu a partir de um antigo projeto que se desfez para começar uma nova caminhada. Eu (kdim vocalista) e PA (vocalista), decidimos montar um projeto mais comercial e, a partir daí começamos a procurar novos integrantes. Fred (bateria) e Neném (baixo) vieram depois por indicação de amigos.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia do nome foi o PA que criou. Na primeira ideia seria “Cravo da terra”, mas decidimos não usar esse nome por ser um pouco mais rotulado ao reggae. Decidimos usar CRAVO, que é uma sigla que simboliza muito no que acreditamos. CRAVO é crer no Amor e na Verdade do Onipresente.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que leva uma mensagem positiva em todas nossas canções e apresentações. Acreditamos muito no poder que a música tem de influenciar positivamente na vida das pessoas e seguimos por esse caminho. Somos uma banda pop com influencias no reggae, rock e rap.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A maior vantagem definitivamente é o reconhecimento pelo esforço. Produzimos tudo em casa no nosso estúdio chamado “MobDisk” . Desde a primeira palavra de uma composição até o arranjo final é feito aqui. Ser reconhecido por isso não tem preço. O maior desafio é realmente mostrar o nosso trabalho para o maior número de pessoas. É um trabalho longo que exige muita abdicação e dedicação.

 

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Nosso contato é forte. Sempre conversamos com todos os nossos fãs diretamente. Estamos sempre pedindo sugestões para cada vez mais, melhorar nossa entrega de conteúdos e nossa comunicação. Temos um carinho enorme por todos, pois sem eles não seriamos nada.

 

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outra melodia ou é um processo colaborativo?

Todos da banda abraçam uma função. O processo de composição é feito por mim (Kdim) e Nenem. A parte de produção é comandada pelo PA e nós auxiliamos na parte de produção e arranjo. Hoje fazemos parte da Nonstop que gerencia toda nossa carreira. Somos muito gratos pela Nonstop em realizar nossos sonhos.

 

– Como surgiu a ideia do Incasa?

A internet é uma ferramenta fundamental para mostrar conteúdo gratuito. No início nós fazíamos vídeos gravados por celular. Depois de um tempo, vimos que a galera curtia e compartilhava muito. Tivemos a ideia de fazer algo com mais qualidade e que fosse dentro da nossa casa. Daí surgiu a ideia do Incasa.

 

– E os planos para 2018?

Esse ano lançamos o nosso novo EP chamado “Cravo” onde teremos 5 a 6 músicas autorias. Vamos gravar nosso primeiro clipe desse EP no final de março e iniciaremos também a nossa nova tour, chamada “Nossa Vibe”. Temos muito trabalho a fazer e vocês não perdem por esperar.

 

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Dica para ouvir e entrevista: Banda Old Kitchen

Formada por amigos, em meados de 2012, a Old Kitchen é uma banda de Rock composta pelos membros André Lima (Voz e Guitarra); Calado (Bateria), Gabriel Teodoro (Baixo) e Pedro do Carmo (Guitarra).

Em 2014, lançaram seu primeiro álbum, que conta com dez faixas, em um repertório único e autoral. Suas influências vão do indie rock moderno a bandas clássicas, passando por The Strokes, Arctic Monkeys, The Killers, The Cure, The Killers, The Smiths e entre outros.

O Dicas da Paty bateu um papo com André Lima, o vocalista da banda que conta sobre produção musical,  suas influências e plano para este ano.

– Como aconteceu a formação da banda?

Eu (André Lima, vocalista e Guitarrista) e o Thiago Calado (Baterista) tocamos juntos em outras bandas há mais de 10 anos; porém, depois de um hiato devido a circunstâncias da vida, nos encontramos um dia e resolvemos fazer algo juntos novamente. Nessa época, o Thiago já estava em um projeto com o Rodrigo David, que foi quem produziu o nosso primeiro disco e a faixa Legado meu do último EP, e começamos algo novo. Enquanto esse projeto rolava, o Gabriel Teodoro, nosso baixista, já amigo de longa data, frequentava os ensaios e foi obrigado por nós a tocar baixo na banda hahaha….

Esse projeto se dissolveu, e mais tarde eu, Gabriel e Thiago nos juntamos e demos início a Old Kitchen. Já tínhamos uma ideia pré-concebida do que queríamos fazer, e tudo rolou muito rápido, nessa época (meados de 2012) éramos um trio, porém, devido a quantidade de guitarras nas gravações, sentimos a necessidade de ter mais um guitarrista na banda. O Pedro (Badá) já era um grande amigo nosso, também era um cara presente e que já vinha participando dos nossos shows a algum tempo, um dia paramos e nos perguntamos, “o Badá já é integrante da banda, certo? rs, então tiramos uma foto com ele, e aqui estamos nós.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Quando eu e Thiago montamos a nossa primeira banda, o nosso ensaio acontecia em uma cozinha de uma casa vazia que ficava no quintal da casa do Marcus, primo do Thiago e tecladista da banda na época. Era uma casa muito antiga e que pertencia a avó deles, e toda a nossa formação musical aconteceu naquela casa. Quando pensamos em um nome para a banda, eu tive essa ideia de Old Kitchen (que é cozinha velha), como uma homenagem a essa história, o fato de ser em inglês tem muito a ver com a sonoridade e pronuncia que parecia mais interessante.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Todos somos apaixonados pela música, posso responder por todos que esse é e sempre foi o nosso sonho.

 – Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Eu acho que a Old Kitchen não se enquadra em um estilo específico, devido a centenas de influências de cada um dos integrantes da banda. Diante disso, eu só poderia dizer que o nosso som é Rock, porém com grandes e fortes letras, linhas de guitarra, baixo marcantes, e uma levada. às vezes até dançante…. bem, é difícil traduzir em poucas palavras rsrs

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

Isso está muito ligado ao que cada um está disposto a encarar como vantagem, nós aceitamos todos os momentos que a banda viveu e vive como bons. Sempre encontramos uma forma de enquadrar o momento da banda a nossa realidade, e fazemos isso para que não exista um motivo que pare a Old Kitchen.

O desafio de produzir música autoral no Brasil, é talvez menor do que a uns 20 anos atrás, existem muito home estúdios que oferecem um material com boa qualidade ou até mesmo a própria banda pode produzir boa parte do seu material em casa. Agora, falando de carreira, não podemos ignorar o fato de que o Rock não é a menina dos olhos da indústria, então vira uma questão de escolha, do que cada um espera, nós da Old Kitchen queremos sempre mais, e trabalhamos duro para isso, batemos nas portas, e estamos escrevendo e nossa história, com toda a dificuldade, estamos felizes pelo privilégio de poder fazer o que amamos.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Temos muitas influências parecidas, viemos da mesma ” escola ” musical, sempre ouvimos muito The Smiths, The Strokes, The Cure, Arctic Monkeys, The Killers, Muse, e bandas mais antigas como Pink Floyd, Beatles, Rolling Stones…., todos também ouvimos muitas bandas de Metal, progressivo e até música eletrônica como Daft Punk, kraftwerk, Pet Shop Boys…, somos uma banda realmente eclética.

– E os planos para 2018?

Nós sempre tivemos a política de não parar de trabalhar, independente de mercado, e influências externas. Juntamos nossos trocados e produzimos o nosso material, e é isso que vamos continuar fazendo. Se algo maior acontecer e mudar a nossa realidade, também será maravilhoso.

O que temos de mais próximo e a gravação de um clipe para uma das faixas no nosso último EP “Novas Receitas” então, fiquem de olho rsrs.

 

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Dica para ouvir: Banda Santo Marvin

A Banda Santo Marvin, de origem de Rio Grande da Serra, vem formada desde 2015, por três amigos que já tocavam juntos em outros projetos.  Com influências de várias vertentes do rock, a banda lançou o EP intitulado de” Corre Comigo”.

Atualmente a banda é formada por Rafael Ferreira (vocal), Ricardo Ferreira (Guitarra/ Vocal), Felipe Santana (Guitarra), Ednei Viera (Baixista/ Vocal), Junior Anarckos (Baterista).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre seu surgimento, suas influências musicais e os planos para 2018. Curta, compartilhe e comentem.

– Como aconteceu a formação da banda?

Surgiu em 2015, no termino de outra banda “Blackout RGS”, onde nosso vocal que tocava bateria foi para o vocal e Alexsander (ex-integrante) assumiu a bateria do Santo Marvin.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia foi bem simples, temos uma pequena influência de Titãs e como a própria música “Marvin” conta a história de um cara que viveu o bem e o mal; mas faltava algo para completar, foi então que surgiu a ideia de inserir “SANTO” ao nome. No Brasil as pessoas têm o hábito de chamar pessoas boas de “santo”, queríamos algo que representasse nossa cultura ao nome, assim surgiu Santo Marvin.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?
Sempre tivemos essa vontade de seguir na área musical, mas infelizmente viver da música em nosso país é difícil. Temos que buscar novos planos ou um plano B, mas sempre conciliando tudo isso com a banda.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda cheio de influências. então fica difícil se descrever, apenas tocamos Rock é a forma mais simples de apresentar o Santo Marvin. Rs

– Tem algum artista ou banda que vocês gostariam de fazer alguma parceria?

Temos várias bandas e artistas que gostaríamos de fazer uma parceria, mas talvez Dead Fish, CPM 22 e Hateen, é consenso na banda.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Nossas influências musicais são enormes para poder listar, mas respondendo de uma forma prática, vem desde do Hard Core até Metal Progressivo, mas também ouvimos outros estilos fora do rock que também nos acrescenta muito musicalmente. Rap, reggae, Sampa, Blues e por aí vai…

– E os planos para 2018?

Em 2018, queremos tocar bastante, ganhar reconhecimento, talvez gravar um clipe de alguma música do nosso EP Corre comigo.

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Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

7 Dicas para você divulgar sua Banda

Este artigo contém 7 dicas para você divulgar sua banda do jeito mais simples e assertivo.

1 – Identidade Online

  • Personalize seu Facebook, Instagram, Canal no Youtube e um email para contato;
  • Configure URLs personalizadas;
  • Sempre deixe disponível todos os links dos trabalhos.

2 – Engajamento

  • Não tenha vários canais e nenhum conteúdo;
  • Não poste somente quando tem show, não deixe seu fã esperando;
  • Responda sempre, ninguém gosta de perguntar algo e não ser visualizado;
  • Sempre tem algumas pessoas que sempre vão ao show ou que estão por lá, então junte seus seguidores; No whatsapp crie grupo para o pessoal ficar mais próximo da Banda;
  • Sempre ofereça novidades, brindes e promoções sobre a banda. (Unir forças)

3- Promova Ações

  • Deêm brindes (desde bottons, camisetas, ingressos e etc);
  • Não esqueça de planejar uma ação que gere mais seguidores e certifique-se que quem ganhe o ingresso leve consigo um acompanhante.

 

4- #hashtags

  • A tag que você coloca em sua foto é o elo da sua pequena imagem com todo o restante do universo. As hashtags certas podem dar uma exposição imensa às suas fotos, deixando-as abertas para serem descobertas. Marcar uma foto com a hashtag apropriada permite que você figure entre os mais populares do momento na rede social;
  • Portanto, seja criativo e pense sobre qual hashtag cairia como uma luva para o público que mais tem a ver com sua imagem.

OBS. O ideal para cada imagem é ter entre uma e três hashtags, sendo cinco o limite do aceitável.

  • Além de dar um UP no alcançe, será mais facil localizar um comentário ou movimento da banda na internet.

5 – Deixe sua Letra em sites como:

  • Vagalume, Cifra-club, letras.com e etc;
  • Coloque sua banda no Wikipedia (se você não conseguir criar um site.

6 – Utilize seu som como conteúdo

  • Divulgue seus ensaios e vídeos de shows;
  • Crie frases com os refrões de sua música;
  • Crie Posts com conteúdo como: Ensinando a tocar suas letras. Grave covers, Making Of de shows.

7 – Melhores Horários para Postagens

  • Instagram — 17h às 18h

O Instagram é uma rede bem diferente, já que recebe maior tráfego nos finais de semana (Sábados e Domingos), especialmente, no turno da tarde. Na hora de medir resultados, uma coisa que pode ajudar a saber qual é o melhor horário para postar nas redes sociais é a utilização de ferramentas de medição.

  • Facebook — 12h às 17h

A partir das 09h, o Facebook disponibiliza uma ferramenta para saber como os seus clientes se comportam na rede. Isso pode ser feito ao acessar o painel da sua própria página, na guia Publicações ou utilize o Gerenciador de Páginas – Dentro do Facebook.

 

Mariana Caramelo

contato@maricaramelo.com.br

(11) 98749-0833

Dica para o final de semana: 1° Festival Soma Rock

O Soma Rock é a ideia de unir bandas que vem se destacando no cenário do rock nacional e fortalecer a cena independente. O Primeiro show deste festival terá como destaque as Bandas NDK e Kilotones. O evento acontece neste Sábado, 12 de agosto, a partir das 19h.

As bandas NDK e Kilotones foram às bandas que abriram dois festivais importantes no Brasil, o festival João Rock e o Lollapalooza, neste ano.

O evento acontece no Breve – Rua Clélia N°470 – São Paulo. Os ingressos antecipados estão R$ 15,00, a Venda acontece online:

http://bit.ly/SomaRockSP

Na porta o ingresso será R$ 20,00.

Saiba mais sobre as bandas:

NDK – @ndkoficial

Kilotones – @kilotonesoficial

Dica do Dia: SÊLA – Festival de Música.

Propondo uma libertação dos estereótipos femininos na música e buscando autonomia e consolidação de espaço no meio, a SÊLA traz mulheres protagonistas de suas obras e fundamentais para o cenário musical contemporâneo e para o que está por vir. O festival acontece dia 24 de junho (Sábado), das 16h às 23h.

Programação:

17h – Marina Melo

18h – BrisaFlow

18h50 – Paula Cavalciuk

19h40 – Camila Garófalo

20h30 – Nina Oliveira

21h20 – Marcelle Equivocada

Onde: Associação Cultural Cecilia (Centro)

Rua Vitorino Carmilo, 449 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01153-000

Quanto: Gratuito

Pocket Show Juliana Kehl na Fnac Paulista Gratuito

A cantora Juliana Kehl lança seu segundo disco, “Lua Full”, com produção de Gustavo Ruiz e Luiz Chagas, na Fnac Paulista, nesta sexta 28/04.

O pop feminino da cantora mostra o talento da compositora e intérprete, num disco permeado por temáticas que levantam reflexões sobre a construção simbólica da mulher contemporânea e seus desdobramentos nas relações afetivas e também a busca por identidade e liberdade.

Dica para ouvir: Bandavoou

A banda Voou é da região de Recife e tem início desde 2011. O grupo ganhou visibilidade do público pela divulgação de vídeos postados na internet. Seu repertório enfatiza a música popular Brasileira. Seus integrantes são: Carlos Filho, PC Silva, Rostan Junior, Lula Borges e Ed Staudinger.

http://www.bandavoou.net/

Dica para ouvir: Banda Almanak

A banda de rock Almanak tem estrada musical desde 1998. Destacam-se no cenário pela qualidade do repertório e sua interação com o público. Sua Formação vem com Ellen Cristinne (Vocal), Ricardo Guerra (Vocal e Guitarra Base), Paulo Roveri (Guitarra Solo e Backing Vocals), J.B. Neto (Baixo) e JP (Bateria).

O vocal feminino inova o mercado das bandas covers de rock de São Paulo: Além das versões covers, a banda faz algumas versões próprias de músicas consagradas.

Já Participaram de diversos programas de rádio, se apresentam em casas conceituosas da noite paulistana e tocam em eventos fechados. No mês de fevereiro, eles gravarão o DVD Almanak 18 anos.Site