Dica para ouvir: Banda Fleeting Circus

A Banda de rock alternativo, Fleeting Circus, do Rio de Janeiro, está em cena desde 2011. Formada pelos músicos Taynã Frota, Rodrigo Seven, Felipe Vianna e Lucas Faria, a Fleeting Circus começou a conquistar espaço com o seu primeiro EP “Dream World of Magic”. A banda teve destaque também na trilha sonora da novela “Guerra dos Sexos”, com o single “Fake Station”.

A banda já se apresentou ao lado de nomes como do maestro João Carlos Martins e Os Paralamas do Sucesso. Eles já fizeram shows por todo o Brasil e nos Estados Unidos, em um tour registrado em um documentário “Brooklyn Days”.

Prestes a lançar o segundo disco, produzido por Patrick Laplan (Los Hermanos, Eskimo, Planar), o disco trará uma identidade diferente para o som da banda.

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Banda NDK lança novo EP em setembro

Em Setembro, a Banda NDK irá lançar seu novo EP chamado Impermanência. Este trabalho terá produção de cinco produtores famosos, cada um assumindo a produção de uma faixa do EP. São eles: Tomás Magno, Paulo Vaz (Supercombo), Raul Alaune, Miro Vaz e Rodrigo Castanho.

Gravado entre os meses de Abril e Julho de 2017, o EP tem o apoio da agência 74 Entretenimento, situada em Jundiaí, cidade da banda.

A Banda NDK vem ganhando destaque no cenário atual do rock. Tocando em festivais famosos como o Festival João Rock 2017 e festas universitárias, a banda tem um público fiel que acompanha o seu trabalho.

O último álbum “NDK” gravado na Toca do Bandido (RJ) , Praia Bonita (SP) e Chapola Studio (Jundiaí); teve participação especial da Banda Medulla na música Missão. O Clipe de Missão já tem mais de 80 mil visualizações no Yuotube.

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Dica para ouvir: Dona Cislene

Brasília é uma referência no cenário musical brasileiro e a Banda Dona Cislene representa o cenário underground atual. Sua formação vem com Bruno Alpino (vocalista), Guilherme de Bem (guitarrista), Pedro Piauí (baixista) e Paulo Sampaio (baterista); Desde que o quarteto lançou o disco financiado Um Brinde aos Loucos, explodiu no cenário musical.

Em 2015, a Dona Cislene lançou um single com a participação de Dinho e de Digão. Firmando a amizade dos músicos e a troca de experiências, a faixa recebeu o nome de “Ilha” e foi lançada em agosto.

Recentemente, lançaram o segundo álbum Meninos & Leões, com letras marcantes e sem deixar a essência do seu estilo musical. Este disco está disponível no Spotify e Yuotube.

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Dica para ouvir: Banda Dixon

A Banda Dixon é uma banda de rock, original de São Paulo, possui uma grande influência do Hard Core, do reggae e Ska. Sua formação vem desde 2008, com os irmãos Felipe (Choco) e Renan Fioroto, após alguns anos, entraram o guitarrista Caíça e o baterista Tutu.

No ano de 2011, foi lançado o primeiro EP da banda Vibe Dixiniana, junto com o lançamento do clipe Vem Comigo. No ano seguinte, eles venceram o festival Skema 110 (festival de Bandas do Hangar 110).

Já em 2013, a banda lançou seu segundo EP Eu quero Ver o Sol, ao mesmo tempo, com a divulgação do single Essa Noite e participação de Natz Barretti. O último clipe lançado Diz Pra Mim, já tem mais de 19 mil visualizações no Yuotube.

Banda Dixon – Diz Pra Mim (Clipe Oficial)

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Dica de Banda + Entrevista: Dois Quartos

Da região de Jundiaí, surge a banda Dois Quartos, que trás ao público um rock autoral alternativo. Sua formação vem desde 2015, com o lançamento do EP Premedito. Em 2016, eles lançaram o segundo EP Possivelmente com seis músicas.  Os integrantes são: Lucas Vivot (Voz/Guitarra), Thalles Horovitz (Voz/Guitarra), Vitor Colombo (Baixo) e Rafael Menuchi (Bateria).

Em breve será lançado mais um trabalho, em que o público vai definir a música de trabalho para a gravação do Web Clipe. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera, confere e compartilhe com seus amigos

– Como aconteceu a formação da banda?

Após três anos sem tocar, eu (Vivot) e o Thalles nos encontramos na faculdade e conversávamos todo dia sobre música. Demos a ideia de montar uma banda com a influência das coisas novas que estávamos ouvindo. Nós quatro já tivemos banda, Rafael e eu (Vivot) com a 941B, e Thalles com VItor na LINKE.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome veio do fato da banda sempre se dividir em 2/4 com opiniões, gostos e, principalmente, por termos vindo dois integrantes de uma banda e dois integrantes de outra.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nós somos uma banda com uma cara bem diferente do que as outras bandas habituais, por exemplo, não tem muita guitarra nas nossas músicas; no entanto, tem muita coisa eletrônica. Um estilo com uma cara bem pop misturada com indierock.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As principais influências musicais de cada um:

Lucas Vivot: Oh Wonder, Mutemath, Supercombo, Fall Out Boys, Capital Cities, Years and Years, Haim.

Thalles: Oh Wonder, Louis the Child, Miike Snow, Bastille, Imagine Dragons, Haim, Foster the people.

Vitor: Red Hot Chilli Peppers, Mutemath, Tame Impala, The Killers

Rafael: Mutemath, Fall Out Boys, gênero Future Bass.

– E os planos para o segundo semestre de 2017?

No segundo semestre, vamos lançar uma série de 10 músicas inéditas e o público que vai escolher qual delas vai ser gravada de forma oficial para o Web clipe. A intenção é gravar ela e mais dois singles, com o total de três músicas novas para o final do semestre e, para que no ano que vem gravemos nosso primeiro álbum completo.

DOIS QUARTOS – Dias Que Sonhei (WebClipe)

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Dica para ouvir + Entrevista: Canal XIII

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A Banda Canal XIII é uma banda de Rock Alternativo, formada desde 2013 e vem com Thiago Gomes (vocal), João Felipe (Guitarra), Yann Monteiro (Guitarra), Pedro Chiba (Baixista) e Ralf Zeq (Bateria). Suas letras falam sobre questões do cotidiano e sentimentos que convivem com o ser-humano, como as suas dores, objetivos, decepções e felicidades.

Este ano, lançaram o primeiro EP intitulado Navegantes de uma Imensidão Qualquer. As melodias são bem calmas e misturam-se com os riffs e acordes fortes. Destaco duas letras: Longo Inverno e Flores de Columbine; a primeira canção aborda sobre a violência contra a mulher, onde muitas são vítimas em seus próprios lares e não denunciam o crime. Já “Flores de Columbine” é uma canção com participação de Lucas Tavares baseada no Massacre que ocorreu em abril de 1999 no Colorado, Estados Unidos, no Instituto Columbine. Os estudantes Eric Harris, de 18 anos e Dylan Klebold, de 17 anos assassinaram vários colegas e professores e em seguida cometeram suicídio.

Recentemente, os caras lançaram o clipe da música “Nunca Mais“, faixa deste EP.

A Banda já participou por diversos festivais da cena underground da região. O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre o processo criativo e a produção do EP. Fica a Dica:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu em meados de outubro de 2013, na cidade de Cruzeiro, então eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes fomos apresentados por amigos em comum e daí começou o projeto Canal XIII. No inicio começamos a compor algumas canções e convidamos o Ralf Zeq, o João Felipe e o Pedro Darlan, para se unir a banda e gravarmos nosso primeiro EP independente, intitulado Navegantes de uma imensidão qualquer!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome Canal surgiu com um pouco de influência do avô do nosso vocalista Thiago Gomes, pois nosso lugar de ensaio é num porão cheio de TVs antigas que seu avô as concertava. E o XIII, é um número bem místico, veio pra acrescentar e tem o significado para cada região e cultura que representam algo diferente ex: sorte, azar, prosperidade, Transformação, Renascimento e liberdade.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Nossa temática de letras consiste em falar sobre o cotidiano do ser humano e como ele interage com o mundo ao seu redor com suas dores, objetivos, decepções e felicidades. Tudo isso com uma pitada de poesia. A essência da nossa proposta é fazer algo diferente, criar uma identidade sólida que toque as pessoas. Não se prender a só um estilo, misturar várias vertentes do rock e levar uma mensagem boa, sempre!

Com melodias calmas, que mesclam com riffs e acordes fortes, dando esse contraste como se tudo em sua vida estivesse bem e de uma hora pra outra tudo desabasse. Passando por diversos festivais da cena underground da região, procuramos aos poucos nosso lugar ao sol!

– Quais são as influências musicais de cada um?

Yann Monteiro> Emery, Enter Shikari e Aiden;

Thiago Gomes> Breaking Benjamin, Slaves e Emarosa;

Ralf Zeq> A Day To Remenber, Red Hot Chilli Peppers e arctic monkeys;

Joao Felipe> Fresno, Esteban, visconde;

Pedro Chiba> Royal blood, death from above 1979* e twenty one pistol.

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outro melodia ou é um processo colaborativo?

Geralmente, quem fica responsável pela parte de composição é mais eu (Yann Monteiro) e o Thiago Gomes. Chegamos com a letra e a melodia já prontas e mostramos para o resto da banda que acabam colaborando mais na pré-produção das canções com arranjos e ideias.

– Como foi a produção do EP Navegantes de uma Imensidão Qualquer?

O processo de gravação foi um tanto quanto longo pra um EP. Foram sete meses de produção intensa. Chegaram a ter alguns dias que o Yann e eu (Ralf) ficamos aproximadamente 12 horas gravando e regravando os detalhes, mas no final foi muito satisfatório ver o resultado. É um esforço que com certeza valeu a pena e faríamos de novo sem dúvidas.

– E os planos para o final do ano?

7- Nossos planos pro final do ano são gravar nosso primeiro álbum, fazer um clipe e quem sabe fazer um turnê pelo nosso país.

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

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Dicas para ouvir + Entrevista: Banda Folks

folks

A Banda carioca Folks vem se destacando no cenário independente com um som autoral, composições bem elaboradas e melodias no estilo do Classic Rock. Tem um vocal potente do vocalista Kauan Calazans que se completa com Luca Neroni (guitarra), Paulinho Barros (guitarra/voz), Vitor Carvalho (baixo/Voz) e Ygor Helbourn (bateria),

A banda lançou em 2015 seu primeiro álbum, gravado na Toca do Bandido com produção de Felipe Rodarte. Tem um som envolvente e suas letras falam sobre questões amorosas e questões de autoconhecimento que cada um precisa ter. Destaco algumas músicas como: “Carol”, “A Casa dos lugares”, “Sei”, “Muito Som” e “Para Um Grande Amor“.

Eles já viajaram por diversos estados fora do Rio de Janeiro, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais e entre outros. Seu Clipe “Muito Som” está perto de completar 100 mil visualizações no Yuotube:

O vocalista Kauan Calazans conta para os leitores do Dicas da Paty sobre a produção do primeiro disco, a produção do clipe e de como surgiu a idealização do projeto #AcenaVive.

– Como aconteceu a formação da banda?

A galera já se conhecia da estrada. O Folks se formou em 2011, mas todos já tinham pelo menos 10 anos de experiência na cena independente. Nós juntamos naquela época pra fazer um som que tocasse nossos corações, que realmente nos fizesse sentir bem, quando entramos no estúdio não sabíamos o que iria acontecer.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nós já estávamos compondo, mas não tinha nome e estávamos nessa busca… Aí uma vez eu estava ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez da música “Stand by Me“, e no meio ele fala algo do tipo “whats up folks? / how you doing folks?”. E o Folks nada mais é do que pessoas/galera, e o que queremos com a música é isso, agregar pessoas de diferentes tipos, ideais, classe social, a gente acha que a música pode unir todo mundo independente de qualquer diferença. Criar um movimento onde as pessoas priorizem o amor.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Sempre. Nossa batalha diária é sobreviver com a música por quê viver de música, nós já vivemos desde que fizemos nosso primeiro show, depois disso não teve como largar! rs

– Quais são as influências musicais de cada um?

A galera é bem eclética… Eu curto muito rock clássico dos anos 70, grunge dos 90…. O Paulinho é do Hardcore e curte anos 80… O Ygor curte muita música pesada…. Luca é do blues total… E o Vitor é fascinado pela MPB e Ramones.

– Vocês foram chamados para participar do projeto A cena Vive, como foi essa experiência?

Na verdade nós somos um dos idealizadores da #AcenaVive.

Em 2012 tínhamos acabado de lançar uma demo, assim como amigos de outras bandas. Não existia oportunidade nenhuma pra ninguém, só casas ruins, com equipamento caindo aos pedaços e pessoas que não respeitavam seu trabalho. Aí nos juntamos com outras duas bandas amigas do Rio (909 e Canto Cego) e criamos um evento chamado Rock Bandido. Esse evento lotou, ficou gente do lado de fora… Com esse sucesso, várias bandas da área queriam tocar no evento, e quando perguntavam qual e-mail era pra mandar o material, nós falávamos que não existia e que pra você tocar no evento você tinha que ir lá prestigiar as bandas que estavam tocando na edição anterior, trocar uma ideia, se conhecer e aí sim a gente pensava numa data. O grande lance foi tentar implantar uma ideologia que pra cena viver não basta só você querer fazer seu show, tem que prestigiar quem está a sua volta. Nisso, o Felipe Rodarte que é produtor do nosso disco, teve uma visão sobre tudo isso que estava acontecendo e resolver organizar as coisas pra termos uma dimensão maior. Ele me ligou, pediu pra eu ligar pra representantes de algumas bandas e marcarmos uma reunião. Esse é o embrião do que se tornou #AcenaVive, que não é um projeto ou coletivo, é muito maior que isso, é uma ideologia. Ideologia essa que consiste em você priorizar o que está ao seu redor ao invés de ficar trancado na “bolha do eu”.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Esse final de semana que estivemos em São Paulo fizemos cinco shows, sendo que em dois deles, tiveram fãs que saíram do RJ só pra nos assistir.  A gente fica amarradão em saber que uma galera programou uma viagem que dura umas 6/7 horas, só por causa do nosso show. Ficamos lisonjeados.

– Como foi gravar na Toca do Bandido e a experiência de gravar o primeiro disco?

Foi incrível! A Toca é um templo!

Agente teve uma preocupação muito grande em relação aos timbres e o acervo da Toca nos ajudou a suprir essa vontade de fazer um disco completamente orgânico. Sempre nos falaram que éramos muito bons ao vivo, então o Rodarte, que produziu o disco foi pra essa direção no conceito do álbum.

O disco saiu em julho do ano passado pelo Toca Discos, que é o selo da Toca do Bandido e chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, estamos muito felizes com a resposta que tem rolado até hoje desse trabalho. Ainda tem bastante água pra rolar.

– Como foi a produção do clipe “Muito Som”?

Foi um processo bem legal, foi uma experiência nova pra gente e aprendemos muito.

“Muito Som” é uma música muito especial pra gente, então tivemos o cuidado com o clipe, essa música nos shows tem uma energia muito boa, na verdade ela passa uma energia boa para o público, e nós queremos que de alguma forma o clipe passasse isso também.

A Constança Scofield ajudou na direção artística e a galera da Semaforo Audiovisual de Goiânia que finalizou o roteiro e dirigiu.

Realmente o resultado superou nossas expectativas, ficou um trabalho muito bonito!

– E os planos para o final de 2016?

A gente pretende lançar dois videoclipes do nosso primeiro disco e já começamos o processo de composição para o próximo! A máquina não pode parar!

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Dica para ouvir + Entrevista: Blend 87

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A Banda Blend 87 tem influências de várias vertentes desde MPB, POP Internacional e Rock. São letras autorais bem elaboradas e traz uma proposta diferente de música brasileira.

Da região de Juiz de Fora (MG), a banda se destaca com o vocal feminino de Bruna Marlière que se completa com a formação de Douglas Poerner (baixo), Nathan Itaborahy (bateria), Renato da Lapa (violão e guitarra) e Vinícius Steinbach (teclado).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera, que fala sobre a produção do primeiro disco, de como surgiu a banda e de como está sendo a experiência de participar do Festival Maloca, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda foi idealizada pelo tecladista, Vinícius Steinbach, que já vinha tentando reunir os integrantes para um novo projeto. Devido à dificuldade de agendas e desencontros, este encontro só aconteceu em 2012, quando alguns artistas de Juiz de Fora se reuniram para homenagear o aniversário do primeiro álbum dos Beatles, cada um regravando uma versão de cada faixa do disco.

Percebendo a conexão musical e o desejo comum de fazer música, o projeto foi ganhando continuidade, até estrear nos palcos em maio de 2013, com um repertório variado que reunia diversas influências nacionais e internacionais. A formação atual, com Nathan Itaborahy na bateria, aconteceu em 2014 e acendeu ainda mais a proposta autoral da banda, já que todos os cinco integrantes são compositores.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nos primeiros ensaios, antes de começar, sempre acontecia um café e um bate-papo e, em cada ocasião, o Vinícius levava um “blend” diferente de grãos pra fazer o café. A ideia do nome foi intuitiva quando se percebeu que a banda era fruto de uma mistura (tradução ao pé da letra da palavra “blend”) de estilos diferentes, que resultavam numa síntese sonora bem interessante.

E o número 87 representa o período no qual cada um nasceu; que vai do ano de 86 até 1989. A ideia da média entre os anos de nascimento era mostrar que tipo de som nasceria dessa geração, quase que como uma safra de grãos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma tentativa feliz de fazer alguma novidade da nossa mistura. O ritual do som, a celebração da possibilidade de estar juntos. Somos cinco juiz-foranos que não se cabem e acabam extravasando som.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Beatles, Norah Jones, Los Hermanos, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Clube da Esquina, Skank, Graveola e o Lixo Polifônico, entre muitos outros que compõem essa mistura.

– Como foi participar do Festival da Maloca?

Foi uma experiência muito intensa e proveitosa. Passamos um dia inteiro entre gravar o single, o clipe e fazer a sessão de fotos. Encontramos na produtora pessoas maravilhosas e muito profissionais. Foi um dia de muito aprendizado, e de uma vivência musical da qual a banda se lembrará sempre. Agora vamos aguardar a divulgação dos vídeos a partir do dia 10 de outubro e torcer para que estejamos entre os cinco mais votados que irão participar de um show em Belo Horizonte.

– Vocês estão produzindo o primeiro disco, como está sendo esse processo?

Tem sido um processo de muito crescimento. O disco foi aprovado para ser realizado através de recursos da Lei Municipal Murilo Mendes de Incentivo à Cultura e desde o início do ano todo o projeto da banda vem cada dia mais tomando forma. A convivência intensa, a agenda apertada, a dedicação, a experiência de outros profissionais e opinião sobre nosso trabalho, tudo isso tem feito a banda estar cada vez mais alinhada e coesa. É uma etapa extremamente importante de concepção deste primeiro álbum e estamos aproveitando todas as oportunidades para fazer desse um momento inesquecível.

– E os planos para o segundo semestre de 2016?

São muitos. Temos a participação no Festival da Maloca, que está começando, também fomos selecionados para um Festival de música autoral aqui em Juiz de Fora, o Sangue Novo, a gravação do CD será em outubro e já temos alguns shows agendados. A expectativa é que o CD também seja lançado antes do fim do ano. Vamos seguir trabalhar muito para que isso ocorra.

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Dica para ouvir: Backfield Rock

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A Backfield Rock é uma banda de rock independente formada em São Bernardo do Campo, SP em 2008. Tem influências de bandas como: Red Hot Chilli Peppers, Charlie Brown Jr, Pearl Jam e Limp Bizkit.

Sua formação vem com: Zack (Vocal), Fernando (Guitarra), Julio (Baixo) e Barba (Bateria). O nome da banda é derivado de um posicionamento no futebol americano composto por 4 ou 5 jogadores, pode ser apenas defensivo ou ofensivo.

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