Dica para ouvir e entrevista com a Banda No Trauma

Fundada desde 2011, a banda carioca No Trauma, traz um rock com uma pegada pesada. Já fez vários shows em casas conceituosas do Rio de Janeiro.  Em 2015, lançaram a música VIVA FORTE https://www.youtube.com/watch?v=k5dts5_kknk …No Trauma!

O Dicas da Paty um papo com essa galera. Curte aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

Bem, a formação atual se consolidou depois de muitas mudanças; hoje, com a nossa formação atual, alcançamos um som único e mais coeso. Marvin (batera) e Tuninho (guitarra) estão na banda desde o início, Hosmany (vocal) veio bem na época que estávamos produzindo o nosso disco Viva Forte até o seu leito de morte, João (baixo) veio pouco depois do disco já gravado.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda vem de um conceito um pouco difícil de explicar, temos um paradoxo entre o inglês e o português no nome, mas parte do princípio de não se abalar, não se enfraquecer, não deixar que traumas te parem, mesmo estando em trauma; daí o paradoxo do inglês português, no trauma (estar traumatizado) e no trauma (sem trauma) .

 

– Qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é tocar, fazer show, vê o êxtase das pessoas cantando nossas músicas. A parte mais difícil e creio eu que para qualquer artista independente de ser no Brasil, seria a administração do projeto, pois levamos uma vida dupla, entre a música e um trabelho externo a ela pois viver de música pra gente ainda não é possível, mas será.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

O No Trauma é uma experiência, é uma reflexão, é um esporro, é um alívio para quem ouve e é mais além, para quem vai a um show nosso um presente. Conheça nosso trabalho.

 

– Como vocês veem a cena independente atual?

A cena independente no Brasil tem muitas flutuações, a poucos anos estava muito boa, hoje já vive algumas dificuldades, mas creio que o momento do País também não está propício, mas ela vive e nunca morrerá a música é eterna.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A vantagem e a liberdade, seu trabalho ganha total autenticidade com isso, a desvantagem é o investimento para tal, você é seu próprio investidor e as vezes, você pode ser um puta artista, mas depende de um investimento para poder crescer.

 

– Quais são as influências e o diferencial No Trauma?

As influências são muitas, desde artistas do nosso gênero a outros estilos de música diferentes, abrangemos até livros, filmes e etc. para compor tudo que é o No Trauma

 

– E os planos para 2018?

2018 já está sendo um ano de plantio para nós, estamos compondo para o novo disco, e ainda esse semestre teremos um clipe novo do nosso último disco e mais algumas novidades ainda sobre o Viva forte até o seu leito de morte .

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Dica para ouvir e entrevista: Banda O Cravo

Formada em Juiz de Fora, no final de 2013, a banda CRAVO tem letras que falam sobre amor, paz e esperança; com influências do reggae e rock, envolvidos da melhor forma pelo pop nacional e internacional.

Sua formação vem com Pablo P.A (Vocal, Guitarra e Violão), Kdim (Vocal, Guitarra e Violão), Fred (Bateria) e Anderson Neném (Baixo). O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre produção musical, o contato com os fãs e a produção do primeiro clipe da Banda. Curta, compartilhe e comentem o que acharam.

 

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu a partir de um antigo projeto que se desfez para começar uma nova caminhada. Eu (kdim vocalista) e PA (vocalista), decidimos montar um projeto mais comercial e, a partir daí começamos a procurar novos integrantes. Fred (bateria) e Neném (baixo) vieram depois por indicação de amigos.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia do nome foi o PA que criou. Na primeira ideia seria “Cravo da terra”, mas decidimos não usar esse nome por ser um pouco mais rotulado ao reggae. Decidimos usar CRAVO, que é uma sigla que simboliza muito no que acreditamos. CRAVO é crer no Amor e na Verdade do Onipresente.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que leva uma mensagem positiva em todas nossas canções e apresentações. Acreditamos muito no poder que a música tem de influenciar positivamente na vida das pessoas e seguimos por esse caminho. Somos uma banda pop com influencias no reggae, rock e rap.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A maior vantagem definitivamente é o reconhecimento pelo esforço. Produzimos tudo em casa no nosso estúdio chamado “MobDisk” . Desde a primeira palavra de uma composição até o arranjo final é feito aqui. Ser reconhecido por isso não tem preço. O maior desafio é realmente mostrar o nosso trabalho para o maior número de pessoas. É um trabalho longo que exige muita abdicação e dedicação.

 

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Nosso contato é forte. Sempre conversamos com todos os nossos fãs diretamente. Estamos sempre pedindo sugestões para cada vez mais, melhorar nossa entrega de conteúdos e nossa comunicação. Temos um carinho enorme por todos, pois sem eles não seriamos nada.

 

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outra melodia ou é um processo colaborativo?

Todos da banda abraçam uma função. O processo de composição é feito por mim (Kdim) e Nenem. A parte de produção é comandada pelo PA e nós auxiliamos na parte de produção e arranjo. Hoje fazemos parte da Nonstop que gerencia toda nossa carreira. Somos muito gratos pela Nonstop em realizar nossos sonhos.

 

– Como surgiu a ideia do Incasa?

A internet é uma ferramenta fundamental para mostrar conteúdo gratuito. No início nós fazíamos vídeos gravados por celular. Depois de um tempo, vimos que a galera curtia e compartilhava muito. Tivemos a ideia de fazer algo com mais qualidade e que fosse dentro da nossa casa. Daí surgiu a ideia do Incasa.

 

– E os planos para 2018?

Esse ano lançamos o nosso novo EP chamado “Cravo” onde teremos 5 a 6 músicas autorias. Vamos gravar nosso primeiro clipe desse EP no final de março e iniciaremos também a nossa nova tour, chamada “Nossa Vibe”. Temos muito trabalho a fazer e vocês não perdem por esperar.

 

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Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

Dica para ouvir: Dias de Truta

A banda Dias de Truta está na estrada desde 2007, e já contabilizou sete discos autorais e um DVD ao vivo. Já dividiu o palco com bandas de renome como Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Jota Quest, Skank e vários outros grandes talentos da cena musical brasileira atual.

A DDT já tocou em grandes festivais, como o João Rock em 2012, vencendo o concurso de bandas e tendo a oportunidade de tocar para milhares de pessoas.  Além disso, participarão do reality show “Breakout Brasil” da Sony Spin. A banda ficou entre as cinco vencedoras, competindo com duas mil bandas.

Recentemente, participaram do projeto “New Act”, uma coletânea que reúne músicas de várias bandas. “Na Porta De Um Bar” foi gravada em São Paulo, no Midas Estúdio, dos produtores Giu Daga e Rick Bonadio.

Dias de Truta volta a tocar em São Paulo, no Jai Club, dia 13 Abril, a partir das 23h. A banda vem com a formação de Renan Karacol (Voz), Márcio Chula (voz e violão),Thales Chapéu (guitarra), Matheus Tomate (Baixo) e Héberton Cabeludo (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sua sobre sua trajetória, sobre sua relação com os fãs e o show que vai rolar em sampa. Confere, curta e compartilhe!

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda DDT completa 11 anos em 2018, e tudo começou com a vontade de tocar as músicas que a gente escrevia. Primeiro participamos de um festival, e daí para frente resolvemos não parar mais.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Inicialmente iríamos participar de um festival. E começamos a ensaiar pra esse festival, e esse tempo que estávamos nos encontrando pra ensaiar e para tocar, eram os nossos dias de Truta. Truta é um gíria que significa amizade.

– Como vocês veem a cena independente atual?

A internet possibilita muita coisa que antes não era possível. Isso faz com que a cena independente consiga ganhar força mesmo longe das grandes mídias. Pela internet podemos acompanhar artistas de todo o Brasil que fazem um som de muita qualidade e bastante plural.

– Quais são as influências musicais de cada um?

A banda bebe muito em fontes do rock nacional. Porém, sempre tivemos influência também do rock internacional, progressivo.

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Poder falar e saber que tem uma galera que nos ouve, e que captam nossa mensagem é algo muito gratificante, e ao mesmo tempo, demanda muita responsabilidade. Temos um compromisso com nosso público e com a nossa mensagem. O contato com o público talvez seja a melhor parte!

– A Banda sempre vem fazer show em sampa, como é a relação com os fãs daqui e qual a expectativa para o show no Jai Club?

Já é a terceira vez que vamos nos apresentar na Jai, e sempre é muito legal. O público de São Paulo, tanto interior como capital, recebe o DDT de uma maneira muito única. Talvez, por não estarmos com tanta frequência por lá, mas quando chegamos pra alguma apresentação, o público faz muita questão da banda e nos respeita muito. Essa troca de energia é que faz tudo se tornar especial.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já houveram algumas loucuras sim, algumas nem poderiam ser citadas hehehe; porém, sempre nos surpreendemos quando vemos pessoas que tatuam letras ou símbolos da banda. Tatuagem é para sempre né?!

– E os planos para 2018?

Estamos em estúdio terminando o 7º disco da banda, chamado DDT10. O disco deve ser lançado em julho e trabalhado ao longo do ano. Além do disco sempre abastecemos nosso canal no YouTube com materiais que mostram o dia a dia da banda fora dos palcos.

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Link do Evento em São Paulo:

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7 Dicas para você divulgar sua Banda

Este artigo contém 7 dicas para você divulgar sua banda do jeito mais simples e assertivo.

1 – Identidade Online

  • Personalize seu Facebook, Instagram, Canal no Youtube e um email para contato;
  • Configure URLs personalizadas;
  • Sempre deixe disponível todos os links dos trabalhos.

2 – Engajamento

  • Não tenha vários canais e nenhum conteúdo;
  • Não poste somente quando tem show, não deixe seu fã esperando;
  • Responda sempre, ninguém gosta de perguntar algo e não ser visualizado;
  • Sempre tem algumas pessoas que sempre vão ao show ou que estão por lá, então junte seus seguidores; No whatsapp crie grupo para o pessoal ficar mais próximo da Banda;
  • Sempre ofereça novidades, brindes e promoções sobre a banda. (Unir forças)

3- Promova Ações

  • Deêm brindes (desde bottons, camisetas, ingressos e etc);
  • Não esqueça de planejar uma ação que gere mais seguidores e certifique-se que quem ganhe o ingresso leve consigo um acompanhante.

 

4- #hashtags

  • A tag que você coloca em sua foto é o elo da sua pequena imagem com todo o restante do universo. As hashtags certas podem dar uma exposição imensa às suas fotos, deixando-as abertas para serem descobertas. Marcar uma foto com a hashtag apropriada permite que você figure entre os mais populares do momento na rede social;
  • Portanto, seja criativo e pense sobre qual hashtag cairia como uma luva para o público que mais tem a ver com sua imagem.

OBS. O ideal para cada imagem é ter entre uma e três hashtags, sendo cinco o limite do aceitável.

  • Além de dar um UP no alcançe, será mais facil localizar um comentário ou movimento da banda na internet.

5 – Deixe sua Letra em sites como:

  • Vagalume, Cifra-club, letras.com e etc;
  • Coloque sua banda no Wikipedia (se você não conseguir criar um site.

6 – Utilize seu som como conteúdo

  • Divulgue seus ensaios e vídeos de shows;
  • Crie frases com os refrões de sua música;
  • Crie Posts com conteúdo como: Ensinando a tocar suas letras. Grave covers, Making Of de shows.

7 – Melhores Horários para Postagens

  • Instagram — 17h às 18h

O Instagram é uma rede bem diferente, já que recebe maior tráfego nos finais de semana (Sábados e Domingos), especialmente, no turno da tarde. Na hora de medir resultados, uma coisa que pode ajudar a saber qual é o melhor horário para postar nas redes sociais é a utilização de ferramentas de medição.

  • Facebook — 12h às 17h

A partir das 09h, o Facebook disponibiliza uma ferramenta para saber como os seus clientes se comportam na rede. Isso pode ser feito ao acessar o painel da sua própria página, na guia Publicações ou utilize o Gerenciador de Páginas – Dentro do Facebook.

 

Mariana Caramelo

contato@maricaramelo.com.br

(11) 98749-0833

Dica para ouvir: Banda Almanak

A banda de rock Almanak tem estrada musical desde 1998. Destacam-se no cenário pela qualidade do repertório e sua interação com o público. Sua Formação vem com Ellen Cristinne (Vocal), Ricardo Guerra (Vocal e Guitarra Base), Paulo Roveri (Guitarra Solo e Backing Vocals), J.B. Neto (Baixo) e JP (Bateria).

O vocal feminino inova o mercado das bandas covers de rock de São Paulo: Além das versões covers, a banda faz algumas versões próprias de músicas consagradas.

Já Participaram de diversos programas de rádio, se apresentam em casas conceituosas da noite paulistana e tocam em eventos fechados. No mês de fevereiro, eles gravarão o DVD Almanak 18 anos.Site

Dica para ouvir + Entrevista: Banda Delittus

A Banda Delittus, que é da Região de Novo Hamburgo – RS está na estrada desde 2006.  Sua Formação vem com Matt Chelios (Voz e guitarra), Burn (Guitarra e Voz), Fell Rios (Bateria) e Ivan Schultz (Baixo).

Atualmente, a Delittus trabalha na divulgação do seu novo EP “VOLTA”. Por isso, o Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que tem uma galera fiel e que acompanha sempre a Banda.

Assista – Tempo Que Eu Perdi (Clipe Oficial)

– Como aconteceu a formação da banda?

O Matt entrou no projeto em 2004 como vocalista. Eu (Burn) entrei um mês depois na guitarra e backing vocal. Éramos uma banda de garagem chamada D’littu’s (que nome hehe) que tocava apenas covers de pop punk. Em 2006, entrou o Fell na bateria e partimos para a gravação do primeiro EP (Sob o outro lado do espelho) que se perdeu nos confins do universo. Depois disso, gravamos o primeiro clipe de “O Impossível” em 2009 e o primeiro álbum “Nada é impossível”, que foi relançado em 2015. Em 2010 ficamos morando e fazendo shows em São Paulo por um ano. Em 2011 o Ivan entrou para o baixo e lançamos “Resistência” (2011) e Gênesis (2014). Agora estamos com o lançamento do novo EP Volta, com o retorno do Matt Chelios aos vocais (ele saiu em 2011 e retornou em 2015).

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O primeiro baixista tinha o apelido de Littu (não se sabe o por quê). Um professor dele sugeriu o nome The littu’s band, que depois acabou se tornando D’littu’s, e posteriormente Delittus.

– Vocês tem uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Temos muito público fiel na internet. Pessoas que vemos que estão sempre compartilhando nossas fotos, lançamentos, vídeos, e sempre surge uma galera nova que ajuda a espalhar. Em quase todos os shows temos uma ótima resposta do público. Sentimos sempre uma energia muito forte da galera quando escutam e sentem nossas músicas ao vivo.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já tivemos uma fã que escreveu um rolo de carta gigantesco. Tivemos também fãs que praticamente iam a todos os lugares que a gente estava, quando morávamos em São Paulo.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Em geral todos gostam bastante de Bon Jovi, Foo Fighters, Anberlin, Alter Bridge, mas cada um tem suas preferências particulares. Eu (Burn), particularmente ouço muitas coisas diferentes. Gosto muito de Richie Sambora (guitarrista do Bon Jovi), John Mayer, Ed Sheeran, Mr. Big, mas ouço de tudo.

– Como foi a produção do EP novo?

Levamos todas as ideias para o ensaio e acabamos selecionando as quatro músicas que foram para o EP (O mesmo sol, Me dê um sinal, Tempo que eu perdi e Pra sempre). Lapidamo-las e partimos para a gravação no estúdio Holiday, com mixagem e masterização no estúdio K30. Foi bem mais rápido do que o nosso CD anterior, Gênesis, que demorou mais de um ano pra compor e gravar.

– E os planos para 2017?

Pretendemos divulgar bastante o EP Volta, fazendo shows por todo o Brasil. Também queremos lançar versões acústicas, vídeos de estrada e novos vídeos covers. Talvez a gente lance algo novo autoral ainda esse ano, quem sabe.

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Dica para ouvir + Entrevista: Banda Descaso

Com originalidade e critica social em suas letras, a Banda Descaso se destaca no cenário alternativo com bom é velho Rock n’Roll. Desde 2012, os caras estão na ativa conciliando música e biologia. Biologia porque seus integrantes são biólogos formados pela Universidade Estadual Paulista – (UNESP – São Vicente). Algo que era apenas um passa tempo, acabou se tornando coisa séria e a Descaso vai conquistando ainda mais público.

Em sua trajetória, a banda já ganhou uma gravação da música “Onde os Sujos se Dão Bem”, pela participação do festival Light House. Além disso, a Descaso criou um festival de bandas independentes chamado Movimento Rock n Roll Estudantil na Baixada Santista. Na metade de 2013, lançaram seu primeiro álbum demo denominado “Filosofia de Boteco”, com seis músicas próprias da banda.

Já dividiram palco com várias bandas nacionais de peso, como Terra Celta e CPM 22. No mês que vem, dia 18 de março, a Descaso se apresentará no show da banda Hateen no Feeling Music Bar. Evento

Sua formação vem com os integrantes que tem apelidos peculiares, como Seu Bosta (Ivan Laurino) no Vocal, Buzina (Andrey Bragagnolo) na Guitarra, Tadinho (André Pardal) na Guitarra, Nhonho (Marcos Sisdeli) no Baixo e Bodeia (Gabriel Izar) na Bateria.

O Dicas da Paty bateu um papo com o vocalista Ivan Laurino que fala sobre a produção do novo CD, as dificuldades de conciliar estudo e música, e muito mais!!!!

– Vocês se conheceram na Universidade? Como foi esse encontro e a ideia de criar a banda?

Sim, nos conhecemos na Universidade (Unesp – Campus São Vicente), e na época nem passava pela nossa cabeça que teríamos uma banda juntos. Eu e o Tadinho (André Pardal) entramos na faculdade em 2008, na sétima turma do curso de Ciências Biológicas. O Bodeia (Gabriel Izar) e o Nhonho (Marcos Sisdeli) tinham entrado em 2007, foram nossos veteranos. Durante os primeiros anos, fazíamos alguns sons juntos, com violão, nos bares e festas da faculdade, mas nada sério. Em 2012, o Buzina (Andrey Bragagnolo) entrou no curso e a partir desse ano começamos a tocar pra valer. Montamos a Descaso e passamos a fazer apresentações nos bares da Baixada Santista, Capital e interior de São Paulo. Em 2013 já lançamos nosso primeiro álbum demo com seis músicas autorais.

– Como foi relacionar os estudos ao mesmo tempo com a música?

Relacionar os estudos com a música nunca foi fácil, mas, ao mesmo tempo, tornou nosso período universitário muito mais divertido e insano. É claro, que muitas vezes, tivemos que desmarcar shows e ensaios de última hora por causa de compromissos acadêmicos, só que isso nunca impediu a gente de remarcar e continuar com o Rock n Roll. Na verdade, essa dificuldade é uma realidade de praticamente todas as bandas independentes no país. Infelizmente, na atualidade o rock autoral é muito pouco valorizado, em termos financeiros, o que faz com que os músicos estejam sempre em uma vida dupla, entre a arte e o trabalho, entre a arte e o estudo, tentando crescer pra algum lado.

– Pra quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

A Descaso é uma banda que segue as raízes do Rock n Roll e do Blues, trazendo em suas letras toda a energia da noite boêmia, na qual universitários e trabalhadores se identificam. Falar de álcool e noites de bêbado é apenas um retrato do que é hoje em dia um dos poucos momentos de alívio para as pessoas em nossa sociedade, considerando o peso que é viver, estudar e trabalhar nesse mundo insano e corrido. Também, é claro, não faltam nas letras da Descaso uma boa pitada irônica ou direta de crítica social, atacando todas as formas de conservadorismo que circundam as vidas de todos nós.

– Quais são as maiores dificuldades de ter uma banda e como vocês lidam com elas?

A maior dificuldade de ter uma banda é ter tempo pra se dedicar à banda. A única forma de lidar com essa dificuldade é separar determinadas noites da semana exclusivamente para a banda. Sabemos que não tem como a Descaso sobreviver se não colocarmos a banda como prioridade em certos momentos. Não podemos deixar que o trabalho ou os estudos façam com que a gente abandone aquilo que nos faz bem, então seguimos firmes por hora, mesmo que isso signifique deixar o trabalho e o estudo em segundo plano por alguns momentos. A segunda dificuldade é conseguir tocar nos bares sem ter que pagar. Sim, é verdade. A maioria dos bares só deixam as bandas independentes tocarem se elas venderem uma quantidade x de ingressos. Se vender x – 1 não toca. Ou toca, e tira do próprio bolso o dinheiro que falta. Isso é realmente uma dificuldade peculiar. Tocar ganhando dinheiro então é praticamente um sonho.

– Vocês estão pra lançar um CD, como foi essa produção e o que o público pode esperar?

O CD novo da Descaso é sem dúvida nossa grande obra prima até então. As músicas do CD demo já foram de grande agrado do público, mas podemos garantir que as novas, além de estarem muito melhor produzidas, possuem muito mais conteúdo e técnica musical. É nítida a evolução que tivemos e o público pode esperar nada menos do que um puta álbum de Rock n Roll brasileiro.

 

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Festival Brasil Prog acontece no Centro Cultural de São Paulo

Entre os dias 17, 18 e 19 de fevereiro (sexta e sábado, às 19h; e domingo, às 18h), acontece um festival que reúne quatro bandas de diferentes gerações. Este Festival é voltado ao rock progressivo, estilo que é constituído de músicas longas ou curtas demais.

Programação:

Dia 17/2 – Sérgio Hinds & César de Mercês Tocam O Terço Lado B

Dia 18/2 – Bombay Groovy e Monstro Amigo (Encontro de duas das melhores bandas na nova geração do Progressivo brasileiro).

Dia 19/2 – Violeta de Outono – lançamento do novo CD

 

O Festival acontece na Sala Adoniran Barbosa e os ingressos é R$20,00 – a venda estará disponível na bilheteria em seu horário de funcionamento (terça a sábado, das 13h às 21h30; e domingos, das 13h às 20h30).

Dica para ouvir + Entrevista ConFéXS

A banda Conféxs está na ativa desde 2007, nesse meio tempo, ocorreram várias mudanças que focaram na identidade da banda. Sua formação vem com Leandro (Vocal), Higor (Guitarra), Robson (Baixo) e Raphael (Bateria).

A banda tem em base o rock com influência do Rap. De inicio, a banda foi destaque do programa Garagem do Faustão no ano de 2011 e o clipe da música DNA esteve na programação da Play TV em 2014; além da banda, ter ganhado o Festival Barulho, promovido pela Fabrica de Cultura do Jardim São Luís, na zona sul de São Paulo.

O Dicas da Paty bateu papo com essa galera que fala sobre planos futuros, a participação do Festival Barulho e a produção do clipe DNA:

Como aconteceu a formação da banda?

Entre 2006 e 2007, o Moises e o Leandro montaram uma banda para um trabalho de escola e no fim essa banda surgiu: o Conféxs.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A banda pensou em alguns nomes e todos já existiam. e inconformado, o Moises abriu um caderno, pegou uma caneta e começou a misturar letras tentando inventar um nome e nisso surgiu Confex. Ele achou meio cru o X no fim e acrescentou o S, ficando assim CONFÉXS! Um nome inventado para não ter outro igual.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Todos os membros que já passaram pela banda sempre tiveram interesse em viver de música, mas fora da música, todos têm outros projetos e outros empregos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

O Conféxs é uma banda de Rock com alguns elementos de Rap.

– Quais são as influências musicais de cada um?

No geral, a banda tem como influências o CPM 22, Charlie Brown Jr, P.O.D, Link in Park, Racionais Mc’s e Limp Bizkit.

– Vocês ganharam o concurso do Barulho Festival, Como foi essa participação?

Entramos no festival com a intenção de participa e mostrar nosso som; passamos por uma etapa, depois duas, três, todas; Quando vimos já estávamos na final e acabamos ganhando!

Nesse link tem um vídeo de uma das etapas do festival:

– Como surgiu a ideia do clipe DNA?

Nós queríamos gravar o clipe dentro de uma casa que estivesse em construção para fugir do clichê de algumas bandas que gravam clipes em casas legais e top; nada contra quem faz isso rsrsrs, só que queríamos quebrar essa linha. Arrumamos a casa, no dia da gravação o dono deu pra trás e no fim fizemos na laje da casa do Moises que estava em construção também e em segundo plano para a gravação.

– E os planos para 2017?

A gravação de um EP com músicas novas e a primeira letra de trabalho que vai ser lançada, se chama Sou Guerreiro; além de vídeos que já estamos produzindo, shows e a comemoração dos10 anos de Conféxs!

 

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