Dica para ouvir e entrevista com a Banda No Trauma

Fundada desde 2011, a banda carioca No Trauma, traz um rock com uma pegada pesada. Já fez vários shows em casas conceituosas do Rio de Janeiro.  Em 2015, lançaram a música VIVA FORTE https://www.youtube.com/watch?v=k5dts5_kknk …No Trauma!

O Dicas da Paty um papo com essa galera. Curte aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

Bem, a formação atual se consolidou depois de muitas mudanças; hoje, com a nossa formação atual, alcançamos um som único e mais coeso. Marvin (batera) e Tuninho (guitarra) estão na banda desde o início, Hosmany (vocal) veio bem na época que estávamos produzindo o nosso disco Viva Forte até o seu leito de morte, João (baixo) veio pouco depois do disco já gravado.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

O nome da banda vem de um conceito um pouco difícil de explicar, temos um paradoxo entre o inglês e o português no nome, mas parte do princípio de não se abalar, não se enfraquecer, não deixar que traumas te parem, mesmo estando em trauma; daí o paradoxo do inglês português, no trauma (estar traumatizado) e no trauma (sem trauma) .

 

– Qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é tocar, fazer show, vê o êxtase das pessoas cantando nossas músicas. A parte mais difícil e creio eu que para qualquer artista independente de ser no Brasil, seria a administração do projeto, pois levamos uma vida dupla, entre a música e um trabelho externo a ela pois viver de música pra gente ainda não é possível, mas será.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

O No Trauma é uma experiência, é uma reflexão, é um esporro, é um alívio para quem ouve e é mais além, para quem vai a um show nosso um presente. Conheça nosso trabalho.

 

– Como vocês veem a cena independente atual?

A cena independente no Brasil tem muitas flutuações, a poucos anos estava muito boa, hoje já vive algumas dificuldades, mas creio que o momento do País também não está propício, mas ela vive e nunca morrerá a música é eterna.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A vantagem e a liberdade, seu trabalho ganha total autenticidade com isso, a desvantagem é o investimento para tal, você é seu próprio investidor e as vezes, você pode ser um puta artista, mas depende de um investimento para poder crescer.

 

– Quais são as influências e o diferencial No Trauma?

As influências são muitas, desde artistas do nosso gênero a outros estilos de música diferentes, abrangemos até livros, filmes e etc. para compor tudo que é o No Trauma

 

– E os planos para 2018?

2018 já está sendo um ano de plantio para nós, estamos compondo para o novo disco, e ainda esse semestre teremos um clipe novo do nosso último disco e mais algumas novidades ainda sobre o Viva forte até o seu leito de morte .

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Dica para ouvir e entrevista: Banda O Cravo

Formada em Juiz de Fora, no final de 2013, a banda CRAVO tem letras que falam sobre amor, paz e esperança; com influências do reggae e rock, envolvidos da melhor forma pelo pop nacional e internacional.

Sua formação vem com Pablo P.A (Vocal, Guitarra e Violão), Kdim (Vocal, Guitarra e Violão), Fred (Bateria) e Anderson Neném (Baixo). O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre produção musical, o contato com os fãs e a produção do primeiro clipe da Banda. Curta, compartilhe e comentem o que acharam.

 

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda aconteceu a partir de um antigo projeto que se desfez para começar uma nova caminhada. Eu (kdim vocalista) e PA (vocalista), decidimos montar um projeto mais comercial e, a partir daí começamos a procurar novos integrantes. Fred (bateria) e Neném (baixo) vieram depois por indicação de amigos.

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia do nome foi o PA que criou. Na primeira ideia seria “Cravo da terra”, mas decidimos não usar esse nome por ser um pouco mais rotulado ao reggae. Decidimos usar CRAVO, que é uma sigla que simboliza muito no que acreditamos. CRAVO é crer no Amor e na Verdade do Onipresente.

 

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que leva uma mensagem positiva em todas nossas canções e apresentações. Acreditamos muito no poder que a música tem de influenciar positivamente na vida das pessoas e seguimos por esse caminho. Somos uma banda pop com influencias no reggae, rock e rap.

 

– Quais são as vantagens e desafios em produzir música própria e fazer carreira no Brasil?

A maior vantagem definitivamente é o reconhecimento pelo esforço. Produzimos tudo em casa no nosso estúdio chamado “MobDisk” . Desde a primeira palavra de uma composição até o arranjo final é feito aqui. Ser reconhecido por isso não tem preço. O maior desafio é realmente mostrar o nosso trabalho para o maior número de pessoas. É um trabalho longo que exige muita abdicação e dedicação.

 

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Nosso contato é forte. Sempre conversamos com todos os nossos fãs diretamente. Estamos sempre pedindo sugestões para cada vez mais, melhorar nossa entrega de conteúdos e nossa comunicação. Temos um carinho enorme por todos, pois sem eles não seriamos nada.

 

– Sobre o processo criativo, um fica responsável pela letra e outra melodia ou é um processo colaborativo?

Todos da banda abraçam uma função. O processo de composição é feito por mim (Kdim) e Nenem. A parte de produção é comandada pelo PA e nós auxiliamos na parte de produção e arranjo. Hoje fazemos parte da Nonstop que gerencia toda nossa carreira. Somos muito gratos pela Nonstop em realizar nossos sonhos.

 

– Como surgiu a ideia do Incasa?

A internet é uma ferramenta fundamental para mostrar conteúdo gratuito. No início nós fazíamos vídeos gravados por celular. Depois de um tempo, vimos que a galera curtia e compartilhava muito. Tivemos a ideia de fazer algo com mais qualidade e que fosse dentro da nossa casa. Daí surgiu a ideia do Incasa.

 

– E os planos para 2018?

Esse ano lançamos o nosso novo EP chamado “Cravo” onde teremos 5 a 6 músicas autorias. Vamos gravar nosso primeiro clipe desse EP no final de março e iniciaremos também a nossa nova tour, chamada “Nossa Vibe”. Temos muito trabalho a fazer e vocês não perdem por esperar.

 

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Dica para ouvir: Banda Santo Marvin

A Banda Santo Marvin, de origem de Rio Grande da Serra, vem formada desde 2015, por três amigos que já tocavam juntos em outros projetos.  Com influências de várias vertentes do rock, a banda lançou o EP intitulado de” Corre Comigo”.

Atualmente a banda é formada por Rafael Ferreira (vocal), Ricardo Ferreira (Guitarra/ Vocal), Felipe Santana (Guitarra), Ednei Viera (Baixista/ Vocal), Junior Anarckos (Baterista).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que fala sobre seu surgimento, suas influências musicais e os planos para 2018. Curta, compartilhe e comentem.

– Como aconteceu a formação da banda?

Surgiu em 2015, no termino de outra banda “Blackout RGS”, onde nosso vocal que tocava bateria foi para o vocal e Alexsander (ex-integrante) assumiu a bateria do Santo Marvin.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

A ideia foi bem simples, temos uma pequena influência de Titãs e como a própria música “Marvin” conta a história de um cara que viveu o bem e o mal; mas faltava algo para completar, foi então que surgiu a ideia de inserir “SANTO” ao nome. No Brasil as pessoas têm o hábito de chamar pessoas boas de “santo”, queríamos algo que representasse nossa cultura ao nome, assim surgiu Santo Marvin.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?
Sempre tivemos essa vontade de seguir na área musical, mas infelizmente viver da música em nosso país é difícil. Temos que buscar novos planos ou um plano B, mas sempre conciliando tudo isso com a banda.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda cheio de influências. então fica difícil se descrever, apenas tocamos Rock é a forma mais simples de apresentar o Santo Marvin. Rs

– Tem algum artista ou banda que vocês gostariam de fazer alguma parceria?

Temos várias bandas e artistas que gostaríamos de fazer uma parceria, mas talvez Dead Fish, CPM 22 e Hateen, é consenso na banda.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Nossas influências musicais são enormes para poder listar, mas respondendo de uma forma prática, vem desde do Hard Core até Metal Progressivo, mas também ouvimos outros estilos fora do rock que também nos acrescenta muito musicalmente. Rap, reggae, Sampa, Blues e por aí vai…

– E os planos para 2018?

Em 2018, queremos tocar bastante, ganhar reconhecimento, talvez gravar um clipe de alguma música do nosso EP Corre comigo.

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Dica para ouvir: Banda Montanha

O quarteto roqueiro de Santo André Montanha, está na estrada desde 1986, e vem com uma nova formação.  Sua formação atual é de Jean Gantinis (guitarra e violão), Bruno Turbilhão (bateria), Jimi Gantinis (voz e contrabaixo) e Vinícius Castelli (guitarra e violão),

Em 2014, a banda lançou a coletânea Montanhologia, quarto título de sua discografia. O álbum, resgata composições do disco de vinil Undergound, lançado em 1992, além de faixas dos discos: Montanha (2004) e Luz Solar Decifra (2010).

A Banda investe em repertório autoral e riffs pesados. Suas letras são conceituais. O Dicas da Paty bateu um papo com Vinícius, guitarrista da Banda Montanha, que conta sobre a nova formação, a cena atual e os planos futuros.

Acompanhe a Banda:

 

– Vocês estão com nova formação, conte-nos como foi essa mudança?

Na realidade, foi uma mudança natural, pois Marcelo Fortunato decidiu sair por conta da agenda corrida da vida. A decisão foi tomada numa boa e nós resolvemos seguir em frente com o legado de quase 30 anos do Montanha; Jean Gantinis, guitarrista e fundador da banda, a partir de então, passou a observar os bateristas da região do ABC, para ver qual se encaixaria no perfil do Montanha. Fizemos o convite ao Bruno Turbilhão para alguns ensaios e tudo fluiu bem desde então; estamos muito contentes com a força que a banda está. Como Fortunato cantava, precisávamos também de uma nova voz. Decidimos nos manter como um quarteto e Jimi Gantinis, contrabaixista do grupo, assumiu essa tarefa e tem se saído muito bem.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Jean Gantinis sempre foi um fã confesso da banda norte-americana dos anos 1970 Mountain e dos riffs pesados do guitarrista Leslie West. Acabou sendo uma homenagem.

– Pela vasta experiência na estrada, qual é a melhor parte e a maior dificuldade em estar em uma banda?

A melhor parte é subir ao palco e sentir o que a força de uma música que você fez pode causar, tanto em quem toca quanto em quem a recebe. Ver alguém cantando e sentir o sangue ferver por conta disso é impressionante. É algo quase inexplicável. Além disso, a banda se torna algo quase que sagrado, sabe. Algo que queremos cuidar, zelar, afinal, fazemos tudo com muito carinho. É um momento de reunião de pessoas que se querem bem. É uma troca de energia incrível, uma explosão. De difícil, é o fato se ser muito complicado se dedicar somente a isso. A vida está aí e todos temos contas para pagar. Além disso, divulgar e conseguir bons shows não é tarefa fácil. Se bem que vejo muita banda se ajudando no cenário independente e isso é superpositivo. Há mais coisas boas, sem dúvidas, do que ruins.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As influências são várias. Eu comecei na música ouvindo Kiss e até hoje é minha banda de coração. Meu primeiro disco foi o Creatures Of The Night, um presente que ganhei de minha mãe, quando não tinha nem 10 anos ainda. Depois disso o leque se abre e escuto desde The Who e bandas thrash. Das brasileiras sou fã da Dorsal Atlântica. Jean Gantinis gosta muito das bandas dos anos 1970 e, claro, o Black Sabbath. Já Jimi tem uma pegada mais na linha do Rory Gallagher e Glenn Hughes. Turbilhão curte muito bandas nacionais. na verdade, se o som bater bem a gente curte. Não tem preconceito.

– Como vocês vêem a situação do rock nacional atualmente?

Acho que a situação de hoje do rock é positiva. Há quem critique e diga que está em baixa. Discordo. Diferentemente de outros tempos, em que ninguém conseguia se divulgar, há algum tempo os grupos podem fazer isso por conta própria. O cenário underground está fervendo e há muito mais por aí do que mostram as rádios. Facebook, Spotify, SoundCloud e são algumas ferramentas entre tantas outras para se conhecer grupos autorais que estão na batalha. Aqui no ABC, como sempre, tem banda que não acaba mais. E achamos isso maravilhoso. Não importa se é hardcore, setenta, heavy metal, blues, soul. O que importa é que o pessoal está criando e envolvido com arte.

– Quais são os planos para 2018?

2018 será o ano de preparamos o novo disco. Temos ensaiado frequentemente as músicas antigas com Turbilhão e Jimi para ficarmos tinindo com a nova formação. Em 2019, o Montanha completa 30 anos e terá um disco pesado e vigoroso para comemorar. Esperamos que as pessoas que gostem de música apoiem sempre os artistas independentes, seja lá de qual linguagem forem. O importante é apoiar, quebrar preconceitos. Só assim podemos seguir adiante e mostrar que há muito para ser visto por aí. Para quem quiser acompanhar o Montanha basta se ligar no BandaMontanha, tanto no Facebook quanto no SoundCloud.

Muito obrigado.

Dica para ouvir: Dias de Truta

A banda Dias de Truta está na estrada desde 2007, e já contabilizou sete discos autorais e um DVD ao vivo. Já dividiu o palco com bandas de renome como Charlie Brown Jr, Capital Inicial, Jota Quest, Skank e vários outros grandes talentos da cena musical brasileira atual.

A DDT já tocou em grandes festivais, como o João Rock em 2012, vencendo o concurso de bandas e tendo a oportunidade de tocar para milhares de pessoas.  Além disso, participarão do reality show “Breakout Brasil” da Sony Spin. A banda ficou entre as cinco vencedoras, competindo com duas mil bandas.

Recentemente, participaram do projeto “New Act”, uma coletânea que reúne músicas de várias bandas. “Na Porta De Um Bar” foi gravada em São Paulo, no Midas Estúdio, dos produtores Giu Daga e Rick Bonadio.

Dias de Truta volta a tocar em São Paulo, no Jai Club, dia 13 Abril, a partir das 23h. A banda vem com a formação de Renan Karacol (Voz), Márcio Chula (voz e violão),Thales Chapéu (guitarra), Matheus Tomate (Baixo) e Héberton Cabeludo (Bateria).

O Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sua sobre sua trajetória, sobre sua relação com os fãs e o show que vai rolar em sampa. Confere, curta e compartilhe!

– Como aconteceu a formação da banda?

A banda DDT completa 11 anos em 2018, e tudo começou com a vontade de tocar as músicas que a gente escrevia. Primeiro participamos de um festival, e daí para frente resolvemos não parar mais.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Inicialmente iríamos participar de um festival. E começamos a ensaiar pra esse festival, e esse tempo que estávamos nos encontrando pra ensaiar e para tocar, eram os nossos dias de Truta. Truta é um gíria que significa amizade.

– Como vocês veem a cena independente atual?

A internet possibilita muita coisa que antes não era possível. Isso faz com que a cena independente consiga ganhar força mesmo longe das grandes mídias. Pela internet podemos acompanhar artistas de todo o Brasil que fazem um som de muita qualidade e bastante plural.

– Quais são as influências musicais de cada um?

A banda bebe muito em fontes do rock nacional. Porém, sempre tivemos influência também do rock internacional, progressivo.

– Vocês têm uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Poder falar e saber que tem uma galera que nos ouve, e que captam nossa mensagem é algo muito gratificante, e ao mesmo tempo, demanda muita responsabilidade. Temos um compromisso com nosso público e com a nossa mensagem. O contato com o público talvez seja a melhor parte!

– A Banda sempre vem fazer show em sampa, como é a relação com os fãs daqui e qual a expectativa para o show no Jai Club?

Já é a terceira vez que vamos nos apresentar na Jai, e sempre é muito legal. O público de São Paulo, tanto interior como capital, recebe o DDT de uma maneira muito única. Talvez, por não estarmos com tanta frequência por lá, mas quando chegamos pra alguma apresentação, o público faz muita questão da banda e nos respeita muito. Essa troca de energia é que faz tudo se tornar especial.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Já houveram algumas loucuras sim, algumas nem poderiam ser citadas hehehe; porém, sempre nos surpreendemos quando vemos pessoas que tatuam letras ou símbolos da banda. Tatuagem é para sempre né?!

– E os planos para 2018?

Estamos em estúdio terminando o 7º disco da banda, chamado DDT10. O disco deve ser lançado em julho e trabalhado ao longo do ano. Além do disco sempre abastecemos nosso canal no YouTube com materiais que mostram o dia a dia da banda fora dos palcos.

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Link do Evento em São Paulo:

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7 Dicas para você divulgar sua Banda

Este artigo contém 7 dicas para você divulgar sua banda do jeito mais simples e assertivo.

1 – Identidade Online

  • Personalize seu Facebook, Instagram, Canal no Youtube e um email para contato;
  • Configure URLs personalizadas;
  • Sempre deixe disponível todos os links dos trabalhos.

2 – Engajamento

  • Não tenha vários canais e nenhum conteúdo;
  • Não poste somente quando tem show, não deixe seu fã esperando;
  • Responda sempre, ninguém gosta de perguntar algo e não ser visualizado;
  • Sempre tem algumas pessoas que sempre vão ao show ou que estão por lá, então junte seus seguidores; No whatsapp crie grupo para o pessoal ficar mais próximo da Banda;
  • Sempre ofereça novidades, brindes e promoções sobre a banda. (Unir forças)

3- Promova Ações

  • Deêm brindes (desde bottons, camisetas, ingressos e etc);
  • Não esqueça de planejar uma ação que gere mais seguidores e certifique-se que quem ganhe o ingresso leve consigo um acompanhante.

 

4- #hashtags

  • A tag que você coloca em sua foto é o elo da sua pequena imagem com todo o restante do universo. As hashtags certas podem dar uma exposição imensa às suas fotos, deixando-as abertas para serem descobertas. Marcar uma foto com a hashtag apropriada permite que você figure entre os mais populares do momento na rede social;
  • Portanto, seja criativo e pense sobre qual hashtag cairia como uma luva para o público que mais tem a ver com sua imagem.

OBS. O ideal para cada imagem é ter entre uma e três hashtags, sendo cinco o limite do aceitável.

  • Além de dar um UP no alcançe, será mais facil localizar um comentário ou movimento da banda na internet.

5 – Deixe sua Letra em sites como:

  • Vagalume, Cifra-club, letras.com e etc;
  • Coloque sua banda no Wikipedia (se você não conseguir criar um site.

6 – Utilize seu som como conteúdo

  • Divulgue seus ensaios e vídeos de shows;
  • Crie frases com os refrões de sua música;
  • Crie Posts com conteúdo como: Ensinando a tocar suas letras. Grave covers, Making Of de shows.

7 – Melhores Horários para Postagens

  • Instagram — 17h às 18h

O Instagram é uma rede bem diferente, já que recebe maior tráfego nos finais de semana (Sábados e Domingos), especialmente, no turno da tarde. Na hora de medir resultados, uma coisa que pode ajudar a saber qual é o melhor horário para postar nas redes sociais é a utilização de ferramentas de medição.

  • Facebook — 12h às 17h

A partir das 09h, o Facebook disponibiliza uma ferramenta para saber como os seus clientes se comportam na rede. Isso pode ser feito ao acessar o painel da sua própria página, na guia Publicações ou utilize o Gerenciador de Páginas – Dentro do Facebook.

 

Mariana Caramelo

contato@maricaramelo.com.br

(11) 98749-0833

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Infuria

A Banda Infuria está na cena independente desde 2015, formada em Porto Alegre, os caras fazem um som próprio com influências do grunge e Rock mais clássico.

A Infuria vem com formação de um trio: Magrão Fonseca (Guitarrista e vocalista), Michael Fonseca (Baixista) e Anderson Almeida (Baterista).

Recentemente lançaram o CD “Imperfeito” e o Clipe Oficial Destrua, está música faz parte do álbum lançado.

O Dicas da Paty bate um papo com essa galera que fala sobre o novo álbum de trabalho, o clipe oficial e os planos para o ano que vem. Curta, compartilhe e comentem o que acharam.

 

– Como aconteceu a formação da banda? 

Eu (Magrão), toquei durante sete anos na banda Fermo, banda no qual nós três já havíamos tocado juntos, o Anderson em 2007 a 2009; e o Michael em 2009 a 2010. Quando a banda acabou em 2015, eu não queria dar um tempo, queria continuar com novas ideias, com uma nova musicalidade que estava vivendo no momento, então não pensei duas vezes ao chamar velhos amigos de confiança pra essa nova etapa, tirando o fato que eu e o Michael somos primos, nós criamos juntos, ele me ensinou a tocar e conheci o Anderson em 2005, digamos que somos macacos velhos, mas gatinhos! (risos)

 

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nossa vontade de fazer Rock com peso sempre predominaram, então queríamos que o nome fosse algo agressivo que mostrasse através do nome o nosso tipo de som, algo Furioso; no início a ideia era Fúria, mas pesquisamos e já tinha uma banda com esse nome, então optamos por INFURIA, acho que ficou um bom nome, que combina bem com nosso Rock!

“queríamos que o nome fosse algo agressivo que mostrasse através do nome o nosso tipo de som”

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Somos uma banda que foge de tudo que é padrão, somos audaciosos, sem medo de “sentar o dedo”.

 

– Quais são as influências musicais de cada um?

Basicamente ouvimos e gostamos das mesmas bandas, acho que por unanimidade, bandas como Queens of The Stone age, MUSE, Silverchair e Nirvana.

 

– Como surgiu à ideia do clipe Destrua? Contem-nos como foi sua elaboração? Por que a escolha desse som?

Destrua é a nossa porta de entrada para o que realmente somos, desde a melodia, pesada, angustiante, que te pega de surpresa, a letra que retrata nada mais nada menos do que somos hoje; para nossa sociedade, pessoas descartáveis. Escolhemos por todos esses fatores e também porque amamos tocá-la, então pensamos, poxa, esse som merece um clipe; então chamamos nosso quarto integrante William Herrmann, que produz todo nosso material, todos os clipes, que nos atura e mata no peito nossas ideias de “giríco” e pega junto, unimos as ideias de fazer algo retro ao estilo VHS anos 80, usar prédios sendo destruídos; uma atuação de gala da banda, com a ajuda do nosso ilustre produtor Fell Rios, saiu essa obra de arte contemporânea.

 

– Qual a dica que você daria para jovens que se interessam em criar uma banda e seguir carreira artística?

Cara a gente toca a 15 anos no mínimo, vou ser breve, a música me deu muitas alegrias, ainda vai me dar muitas outras, então toque com coração, dedicação, busque sempre evoluir, não pare no tempo, e principalmente, faça o que vem da alma, não faça o que te falaram pra fazer, ou em busca de sucesso, se tu tocar de coração, ele vem ao natural, se não vir, tu fez o que tu ama e o que é de verdade, isso é importante!

“Toque com coração, dedicação, busque sempre evoluir, não pare no tempo, e principalmente, faça o que vem da alma”

– E os planos para o segundo semestre de 2017?

Como lançamos há três meses apenas nosso primeiro álbum, estamos fazendo muitos shows da Tour do álbum, pretendemos lançar mais um clipe, já lançamos 2, mas, tcha tcha tcha tchammm!!!! (risos) Já temos umas 15 músicas pré-produzidas, e delas vamos tirar cinco para talvez no início do ano tenhamos um EP para lançar, com uma cara nova e músicas muito mais loucas!

 

Gostaríamos de deixar um grande abraço ao pessoal do blog, por dar espaços a bandas novas do nosso cenário musical, isso é muito importante é a gente Valoriza demais isso! Que precisarem estaremos à disposição!
Grande abraço do Magro, do Michael e do Andy. Nos chamem de INFURIA e que a loucura esteja sempre em nós!!

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Sua banda na Expomusic: Últimos dias para se inscrever no Rock Lounge

Já imaginou se apresentar num dos maiores eventos da música no mundo? As inscrições para as bandas e artistas interessados em tocar no Rock Lounge da Expomusic 2017 estão abertas no site www.loudmusica.com.br até dia 15 de setembro.

Podem participar bandas e artistas de todas vertentes e gêneros. Um dos critérios para a escolha é a votação popular. Por isso, é importante que cada inscrito divulgue e peça votos nas redes sociais por meio de um link gerado após a inscrição. No dia 15 de setembro será encerrada a votação, e no dia 20 de setembro, saíra a lista das bandas convidadas. A votação popular indicará 50% do total das bandas que tocarão no evento, cabendo à curadoria a escolha das restantes e a confirmação ou não da preferência popular, após ser definida a quantidade total de apresentações.

A Expomusic é um dos maiores eventos profissionais da música no mundo, e acontece nos dias 4 à 8 de outubro, no Anhembi, em São Paulo. Os dois primeiros dias (4 e 5) são abertos exclusivamente a lojistas, compradores e profissionais do setor, e os demais (6, 7 e 8), aos amantes da música em geral, mediante bilheteria.

No pavilhão de exposições do Anhembi, ficam expostas as novidades em instrumentos e acessórios de grandes marcas mundiais. São milhares produtos lançados por empresas nacionais e estrangeiras, de diversos países, que os visitantes podem aproveitar. A parte externa do pavilhão, que abrange o espelho d’água, é ocupada pelo Rock Lounge, idealizado por MRossi em seu programa de rádio que promove novos talentos.

 

HORÁRIOS:

Dias 4 a 7: das 13h às 21h

Dia 8: das 13h às 19h

Menores de 12 anos e maiores de 60 não pagam ingresso.

LOCAL: Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1209 – São Paulo – SP – Brasil)

Site: www.expomusic.com.br

Twitter: @feiraexpomusic

Facebook: Feira Expomusic

Google +: Expomusic

Instagram: Expomusic

Informações: pelo telefone (11) 2226-3100 ou e-mail: sav@francal.com.br

Dica para ouvir: Banda Almanak

A banda de rock Almanak tem estrada musical desde 1998. Destacam-se no cenário pela qualidade do repertório e sua interação com o público. Sua Formação vem com Ellen Cristinne (Vocal), Ricardo Guerra (Vocal e Guitarra Base), Paulo Roveri (Guitarra Solo e Backing Vocals), J.B. Neto (Baixo) e JP (Bateria).

O vocal feminino inova o mercado das bandas covers de rock de São Paulo: Além das versões covers, a banda faz algumas versões próprias de músicas consagradas.

Já Participaram de diversos programas de rádio, se apresentam em casas conceituosas da noite paulistana e tocam em eventos fechados. No mês de fevereiro, eles gravarão o DVD Almanak 18 anos.Site