Dica de lugares: Johnnie Wash

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Se você curte assuntos relacionados à moto e música, o Johnnie Wash é o lugar certo. O local tem oficina, venda de peças, lava-rápido, acessórios, roupas, customização para as motos e um bar aonde toda a decoração remete à motocicleta e motociclistas.

Geralmente, os frequentadores são os amantes de duas rodas, onde eles podem aproveitar a varanda, um salão interno e uma mesa de bilhar. Costuma reunir tribos de diversos estilos e perfis. Além disso, às Sextas-Feiras a programação musical é repleta do bom e velho Rock’n Roll e Blues, a partir das 20h com banda ao vivo.

Localizado na Vila Olímpia em São Paulo, fica na Rua Gomes de Carvalho, 815.

Dica de final de semana: Tributo Charlie Brown JR

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Em comemoração aos 31 anos da Rádio Rock, a rádio homenageará essa banda que influenciou vários jovens por todo Brasil e unirá vários artistas. O show será no Espaço das Américas, Sábado dia 22 de outubro, venha para uma grande celebração.

As Bandas já divulgadas para este evento são a Bula e Raimundos, além dos integrantes: Marcão, Heitor e Graveto com convidados. Alguns convidados só serão revelados no dia do show, então você não vai perder essa hein.

Pontos de venda:

Dica para ouvir + Entrevista com a Banda Kilotones

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Com uma proposta diferente no cenário musical, a banda Kilotones nos apresente seu primeiro álbum Campo Minado.  O disco foi produzido por Paulo Vaz, integrante da banda Supercombo com mixagem de Léo Ramos e Fernando Martínez.

Formada pelos irmãos AJ Barrionovo (vocal e baixo), JP Barrinovo (guitarra) e Pedro Barrionovo (baterista); da região de Ribeirão Preto, o grupo aborda temas que quase nunca são abordados, questões sobre a visão, de como é está inserido em algum lugar e enxergamos além desse ambiente.

O nome “Campo Minado” é baseado em uma pessoa cega que está caminhando no escuro sem saber o que a espera à sua frente. Com combinações de timbres pulsantes, melodias empolgantes e uma voz “rasgada”; tudo isso, se encaixou ao ser feito o disco.

A canção Pé na Porta foi à primeira música de trabalho com um clipe lançado em setembro.

Com pouco tempo de estrada já tocaram em festivais importantes, como 1º Rock e solidariedade – da Rádio Rock 89, na Expo Music 2016, no Sesc Ribeirão e o grupo foi finalista do concurso de bandas do João Rock. Além disso, vão participar da próxima edição do Sampa Music que rola no próximo domingo (23), no espaço Victory, em São Paulo.

O Dicas da Paty bateu um Papo com essa galera que fala sobre a produção do novo trabalho, sobre como é trabalhar com Paulo Vaz e os planos futuros, confere aí:

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

A Kilotones nasceu em Maio deste ano, mas estamos fazendo som juntos há 17 anos. E além de banda, somos três irmãos de sangue. Tudo o que fizemos até hoje teve um planejamento aliado a uma expectativa para chegar a um objetivo. Assim, naturalmente, sempre nos motivamos a seguir na área musical.

– Quais são as influências musicais de cada um?

As nossas influências convergem em muitos pontos, mas temos peculiaridades de cada integrante que somam bastante no processo de composição.

Pedro – Influências: Dave Matthews Band, Jamiroquai, Jojo Mayer and Nerve, Audioslave, Jack White, Qotsa, O Rappa, Pitty, CBJR, Supercombo, Scalene, Far From Alaska, Twenty One Pilots, Cake, Arctic Monkeys, Kaiser Chiefs, Killers.

JP – Influências: estilos como Grunge, Blues, Jazz, Funk. Bandas: Royal Blood, MUSE, Franz Ferdnand, Supercombo, Far From Alaska, etc…

AJ – Influências: Royal Blood, Nirvana, Scalene, Supercombo, The Killers, Far From Alaska, Suricato, Calvin Harris, Coldplay, Silverchair, Daft Punk, Arctic Monkeys, Franz Ferdnand, Muse

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Estávamos procurando um nome que tivesse a ver com o som que estávamos produzindo. E no meio de um brainstorm o AJ sugeriu algo que fosse explosivo como uma bomba. Procurando algo semelhante ele achou Kiloton, uma unidade de medida de energia da explosão de mil toneladas de TNT. Foi então que o JP sugeriu que nós fossemos os Kilotones. Todos curtiram o nome e foi a partir daí que o adotamos.

– Como foi trabalhar com Paulo Vaz?

Foi e está sendo uma experiência fantástica. O Vaz é uma pessoa que nos surpreendeu pela grande humildade aliado a um talento como produtor fora do comum. Já tivemos outras experiências com produtores, mas foi com o Vaz que vimos com clareza à função de um bom produtor nos dias atuais. E por criarmos uma interação de confiança e respeito, acabamos nos tornando amigos além da música.

– A criação de “Campo Minado” teve alguma influência pessoal de algum integrante da Banda?

Campo Minado foi o resultado de uma história. Ao longo de 27 anos convivendo juntos e 17 anos tocando juntos, tivemos a oportunidade de descobrir, aprender e construir uma relação que vai muito além da música. Como tudo na vida nós vivemos ciclos onde cada pessoa inserida em um grupo contribui para construção de algo maior. Hoje, no Kilotones, as ideias que o Pedro tem introduzido na banda tem dado o norte para criação da identidade e o conceito do grupo, ideias que somadas ao talento individual do AJ e JP também como instrumentistas, arranjadores e compositores, além da produção de Paulo Vaz, formam o que é a Kilotones e o álbum Campo Minado.

– Como surgiu a ideia e como foi à produção do clipe “Pé na Porta”?

A ideia de fazer este clipe partiu do nosso produtor, Paulo Vaz. Nós nos preocupamos em mostrar a essência do som e da banda, os três irmãos tocando em um ambiente escuro, apenas com as luzes do local. Assim valorizar a composição e a mensagem que a Kilotones quer passar com a performance. O público pode sentir a energia da Kilotones e imaginar o como é o show ao vivo.

– E os planos para o final de 2016?

Depois de lançar o álbum Campo Minado entramos agora no processo de divulgação e shows. Esta é a fase que mais vamos tocar e falar sobre o trabalho. Para acompanhar onde estaremos é só acessar nossas redes sociais com o nome KilotonesOficial e no site www.kilotones.com.br. O Campo Minado já está nas principais plataformas digitais, como Spotify, Deezer, iTunes entre outras. Inscrevam-se no canal do YouTube, para nós é muito importante este link com público. E já temos também a Loja Kilotones com CD, Camiseta, Colantes e Palheta personalizada; Paralelo a isso já começamos a criar novas composições. No começo do ano que vem entraremos no processo de gravação novamente.

Conheça mais sobre a Kilotones:

Site

Yuotube

Instagram

Dica para o final de semana: Tributo Aos Anos 80

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Neste sábado, dia 15 de outubro, a partir das 22h, acontece à inauguração da Antenna 80 que pretende agitar a Noite Paulistana. Com sucessos que marcaram a década de 80 e estilos musicais que marcaram uma geração como: New Wave, Synthpop, EBM, Classic Rock, Pop, Freestyle e Nacionais.

Está festa ocorrerá no Club Hotel Cambridge que fica localizado na Rua João Adolfo 108 – Centro – SP. O valor de entrada para mulheres são R$20 ou R$40 Consumação e para os homens R$25 ou R$50 Consumação.

E para agitar essa noite, terá os DJS: Rodrigo Oakey / Van Depeche / Rob Ferrer / Nando Straits / Mauro Scrimomic.

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/antenna80/

Dica para o Final de Semana: Show da Banda Maldita em São Paulo

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A banda Maldita vem para São Paulo, como atração principal do SP Music RUA, neste sábado dia 8 de outubro e este show faz parte da sequência da turnê do álbum “Estranhos Em Uma Terra Estranha”.

O festival acontece em frente à Galeria do Rock (Boulevard São João) e visa mostrar a cultura independente com shows, exposições, food trucks e workshops.

O festival começa a partir das 12h e o show da Banda Maldita tem previsão de tocar às 19h.

Maiores informações no site:

Home

 

Dicas para ouvir + Entrevista: Banda Folks

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A Banda carioca Folks vem se destacando no cenário independente com um som autoral, composições bem elaboradas e melodias no estilo do Classic Rock. Tem um vocal potente do vocalista Kauan Calazans que se completa com Luca Neroni (guitarra), Paulinho Barros (guitarra/voz), Vitor Carvalho (baixo/Voz) e Ygor Helbourn (bateria),

A banda lançou em 2015 seu primeiro álbum, gravado na Toca do Bandido com produção de Felipe Rodarte. Tem um som envolvente e suas letras falam sobre questões amorosas e questões de autoconhecimento que cada um precisa ter. Destaco algumas músicas como: “Carol”, “A Casa dos lugares”, “Sei”, “Muito Som” e “Para Um Grande Amor“.

Eles já viajaram por diversos estados fora do Rio de Janeiro, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais e entre outros. Seu Clipe “Muito Som” está perto de completar 100 mil visualizações no Yuotube:

O vocalista Kauan Calazans conta para os leitores do Dicas da Paty sobre a produção do primeiro disco, a produção do clipe e de como surgiu a idealização do projeto #AcenaVive.

– Como aconteceu a formação da banda?

A galera já se conhecia da estrada. O Folks se formou em 2011, mas todos já tinham pelo menos 10 anos de experiência na cena independente. Nós juntamos naquela época pra fazer um som que tocasse nossos corações, que realmente nos fizesse sentir bem, quando entramos no estúdio não sabíamos o que iria acontecer.

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

Nós já estávamos compondo, mas não tinha nome e estávamos nessa busca… Aí uma vez eu estava ouvindo a coletânea do John Lennon e começou a tocar a versão que ele fez da música “Stand by Me“, e no meio ele fala algo do tipo “whats up folks? / how you doing folks?”. E o Folks nada mais é do que pessoas/galera, e o que queremos com a música é isso, agregar pessoas de diferentes tipos, ideais, classe social, a gente acha que a música pode unir todo mundo independente de qualquer diferença. Criar um movimento onde as pessoas priorizem o amor.

– Vocês sempre tiveram vontade de seguir com a área musical ou tinham outros planos?

Sempre. Nossa batalha diária é sobreviver com a música por quê viver de música, nós já vivemos desde que fizemos nosso primeiro show, depois disso não teve como largar! rs

– Quais são as influências musicais de cada um?

A galera é bem eclética… Eu curto muito rock clássico dos anos 70, grunge dos 90…. O Paulinho é do Hardcore e curte anos 80… O Ygor curte muita música pesada…. Luca é do blues total… E o Vitor é fascinado pela MPB e Ramones.

– Vocês foram chamados para participar do projeto A cena Vive, como foi essa experiência?

Na verdade nós somos um dos idealizadores da #AcenaVive.

Em 2012 tínhamos acabado de lançar uma demo, assim como amigos de outras bandas. Não existia oportunidade nenhuma pra ninguém, só casas ruins, com equipamento caindo aos pedaços e pessoas que não respeitavam seu trabalho. Aí nos juntamos com outras duas bandas amigas do Rio (909 e Canto Cego) e criamos um evento chamado Rock Bandido. Esse evento lotou, ficou gente do lado de fora… Com esse sucesso, várias bandas da área queriam tocar no evento, e quando perguntavam qual e-mail era pra mandar o material, nós falávamos que não existia e que pra você tocar no evento você tinha que ir lá prestigiar as bandas que estavam tocando na edição anterior, trocar uma ideia, se conhecer e aí sim a gente pensava numa data. O grande lance foi tentar implantar uma ideologia que pra cena viver não basta só você querer fazer seu show, tem que prestigiar quem está a sua volta. Nisso, o Felipe Rodarte que é produtor do nosso disco, teve uma visão sobre tudo isso que estava acontecendo e resolver organizar as coisas pra termos uma dimensão maior. Ele me ligou, pediu pra eu ligar pra representantes de algumas bandas e marcarmos uma reunião. Esse é o embrião do que se tornou #AcenaVive, que não é um projeto ou coletivo, é muito maior que isso, é uma ideologia. Ideologia essa que consiste em você priorizar o que está ao seu redor ao invés de ficar trancado na “bolha do eu”.

– Já teve alguma loucura de fã? Se sim, como foi?

Esse final de semana que estivemos em São Paulo fizemos cinco shows, sendo que em dois deles, tiveram fãs que saíram do RJ só pra nos assistir.  A gente fica amarradão em saber que uma galera programou uma viagem que dura umas 6/7 horas, só por causa do nosso show. Ficamos lisonjeados.

– Como foi gravar na Toca do Bandido e a experiência de gravar o primeiro disco?

Foi incrível! A Toca é um templo!

Agente teve uma preocupação muito grande em relação aos timbres e o acervo da Toca nos ajudou a suprir essa vontade de fazer um disco completamente orgânico. Sempre nos falaram que éramos muito bons ao vivo, então o Rodarte, que produziu o disco foi pra essa direção no conceito do álbum.

O disco saiu em julho do ano passado pelo Toca Discos, que é o selo da Toca do Bandido e chegou a ser o 3° álbum de rock mais vendido no iTunes, estamos muito felizes com a resposta que tem rolado até hoje desse trabalho. Ainda tem bastante água pra rolar.

– Como foi a produção do clipe “Muito Som”?

Foi um processo bem legal, foi uma experiência nova pra gente e aprendemos muito.

“Muito Som” é uma música muito especial pra gente, então tivemos o cuidado com o clipe, essa música nos shows tem uma energia muito boa, na verdade ela passa uma energia boa para o público, e nós queremos que de alguma forma o clipe passasse isso também.

A Constança Scofield ajudou na direção artística e a galera da Semaforo Audiovisual de Goiânia que finalizou o roteiro e dirigiu.

Realmente o resultado superou nossas expectativas, ficou um trabalho muito bonito!

– E os planos para o final de 2016?

A gente pretende lançar dois videoclipes do nosso primeiro disco e já começamos o processo de composição para o próximo! A máquina não pode parar!

Acompanhe as mídias sociais de Folks:

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Dica para o Final de Semana: Manilha Rock Fest

Manilha Rock Fest

Neste Sábado, dia 1 de Outubro, acontece o festival Manilha Rock Fest. Reunindo várias bandas independentes em dois palcos. A intenção é apoiar o cenário independente e destacar Bandas que estão na estrada há um tempo.

As bandas confirmadas para este evento são: 5PRAStANtAS, Mafalda Morfina, Mercúrio Cromo, Rhino Head, Music Box (de Santos), Balaclava e encerrando a noite The Ocean homenageando Led Zeppelin. No palco Acústico terá as Bandas Relize e Rardyss.

O Evento acontece na tradicional casa de shows Feeling. Perto da estação de metrô vila Mariana. O Valor do ingresso é 20 Reais e o evento começa a partir das 16h. O Feeling fica na Rua Domingos de Morais, 1739! – São Paulo. A idealização do festival é do Estúdio Manilha e tem o apoio da Geração Y Produções e Crossover.

Dica para ouvir: Backfield Rock

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A Backfield Rock é uma banda de rock independente formada em São Bernardo do Campo, SP em 2008. Tem influências de bandas como: Red Hot Chilli Peppers, Charlie Brown Jr, Pearl Jam e Limp Bizkit.

Sua formação vem com: Zack (Vocal), Fernando (Guitarra), Julio (Baixo) e Barba (Bateria). O nome da banda é derivado de um posicionamento no futebol americano composto por 4 ou 5 jogadores, pode ser apenas defensivo ou ofensivo.

Redes sociais:

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Dica para ouvir + Entrevista: Banda Evren

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A Banda Paulistana Evren está na cena independente já faz três anos e tem um público fiel. Com mais de 5.600 seguidores na Página oficial do Facebook, a tendência é que este número aumente pelo lançamento do novo disco intitulado 4Reis.

O álbum 4Reis foi gravado, mixado e masterizado na NGMusic por Vinícios Nage e este mês eles lançaram na página do Yuotube a Faixa 07 “Falsa Calmaria”.

Sua formação vem com Fábio Vieira (Voz e Guitarra), Sabão (Baixo), Clayton (Guitarra) e Rafael Molessani (Bateria). E o Dicas da Paty bateu um papo com essa galera que conta sobre a produção do novo disco e sobre a cena independente, confere aí:

– Como aconteceu a formação da banda?

A formação da banda foi gradual, iniciou com o Fábio (Voz, guitarra base) e o Sabão (Contrabaixo), em seguida teve a entrada do Rafael (Bateria), após isso teve a passagem do Tiago nas guitarras solo, mas o Tiago anunciou saída da banda por motivos particulares e quem assumiu as Guitarras solo foi o Clayton!

– Como surgiu a ideia para o nome da banda?

EVREN é Universo em Turco, e a ideia vem de unir versos.

– Para quem não conhece vocês, como vocês descreveriam a banda?

Para quem não conhece a EVREN eu descrevo a banda como um Rock Doidera haha, brincadeira acho que um som autêntico e letras trabalhadas, com verdadeiras influências do bom Rock sem deixar de lado uma boa melodia, somos parte de um movimento.

– Quais são as influências musicais de cada um?

Fábio – Thrice/Silverchair

Renan – Thrice/Red Hot Chili Peppers

Rafael – Blink 182/Foo Fighters

Clayton – Beatles/Jimi Hendrix

– Vocês tem uma galera fiel que acompanha sempre a Banda, como é esse contato com o público?

Sim, sim tem uma galera fiel sim, que sempre está com a gente, e é simples responder isso né, essa galera é o motivo de tudo, o combustível da parada saca, a gente tem uma missão e essa missão é compartilhar nossas ideias com essa galera e aumentar cada vez mais esse contato de ideais, amor e música. E sobre o contato com a nossa Família (Assim que a gente vê o publico) é bem próximo tanto nos shows quanto aqui na internet, acreditamos que o vinculo é o grande tempero da energia trocada, todos somos EVREN.

– Como surgiu a ideia e a produção do disco 4reis?

A ideia surgiu do fato de dar as caras na cena e mostrarmos o porque de estar nela, o quatro reis é um registro de vivência da banda ao longo de tres anos, que relata o inicio de tudo. Este disco conta com a produção musical de Vinicios Nage (NGMusic), e a direção de voz de Lucas Nage (Banda Supertoy). São dez faixas que viajam dentro das principais vertentes do Rock.

– Quais são as maiores dificuldades de ter uma banda e como vocês lidam com elas?

Vejo na banda um trabalho assim como em outras profissões, então dificuldades existem sim, infelizmente vejo uma competição entre bandas da cena que não deveria existir, lugares onde o dinheiro fala mais que a musicalidade, enfim poderia ficar horas “Chorando” as dificuldades, mas resolvemos olhar positivo e trabalhar sempre, e principalmente oferecer bom conteúdo.

– E os planos para o segundo semestre de 2016?

Acho que a finalização do disco Quatro Reis é o principal, temos também algumas datas de programas para gravar, estamos pensando em um clipe, e qual vai ser o primeiro som para este registro filmado? Não sabemos ainda haha!! Mas uma coisa é fato, já estamos pré-produzindo um EP com mais quatro faixas e o nome dele vai ser Quatro Planetas, que é uma continuação do disco Quatro Reis!

 

Dica para o final de semana: Asgard FEST

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Neste Sábado, dia 24 de setembro, no Fofinho Rock Bar vai acontecer a festa Asgard Fest, com seis Super Shows: Pagan Throne (Pagan Metal / RJ), Brave (Epic Power Metal), Arthanus (Viking Metal), Orthros (Pagan Metal) e Storyteller (Blind Guardian Tribute) e TE (Folk). Além, de exposições de Artigos Viking/Medievais.

O valor de entrada Antecipado é R$ 20 e na Porta R$ 30. O Fofinho Rock Bar está localizado na Avenida Celso Garcia, 2.728, Belenzinho/SP – Próximo ao Metrô Belém.